#Bissexual #Corno #Gay #Grupal

Os cunhados - Releitura

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SamucaFire

Olá, eu decidi fazer uma releitura de um dos meus contos preferidos do site, me diga nos comentários se devo continuar.

Me chamo Pedro. 24 anos, branco, cabelo preto curto, braço direito fechado de tatuagem. Casado com a Fernanda — 22, loirinha, olhos verdes, cabelo ondulado, um metro e cinquenta e poucos de mulher gostosa. E antes que alguém pergunte: sim, essa história é sobre eu querer comer a mulher do meu cunhado. E sobre a minha mulher querer o pau do meu cunhado. E sobre a gente ter fingido por quase um ano que não era nada.

Começou no chá de bebê da Bruna, irmã da Fernanda, grávida de nove meses, casada com o Gabriel. Chácara alugada, todo mundo comendo e bebendo, e de repente entra um carrão naquela estrada de terra — uma Trailblazer preta, brilhando. O povo todo levantou e foi recepcionar como se fosse o Neymar.

Desceu um casal.

Ele era alto, branco, cabelo preto curto, olho verde, corpo de quem treina e não faz questão de esfregar na cara de ninguém. Ela era baixinha, um pouco mais alta que a Fernanda, morena de pele clara, magra e atlética, seios médios e uma bunda redonda de deixar a calça esticada do jeito que estava.

Foi nesse segundo que eu olhei pra Sabrina e pensei, com todas as letras: eu quero comer essa mulher.

- Bruna, quem é aquele casal?
- É o Felipe e a Sabrina. Felipe é irmão do Gabriel.

Claro que era. O cara rico da família tinha que ser irmão do meu cunhado fodido.

A festa acabou e eu, que não tenho carro, fiquei de carona com o Gabriel. Sobrou pra mim ajudar a carregar as coisas grandes na casa do Felipe. No caminho, a Fernanda, que é curiosa do jeito certo, puxou assunto.

- Gente, quem é essa Marina que foi vagabunda?

O Gabriel suspirou e contou: ex-noiva do Felipe. Pegava dinheiro da conta dele mentindo que era coisa de casamento. Um dia ele viajou a trabalho e ela fez a limpa, deixou o cara sem dinheiro pra voltar. Aí ele terminou, e ela apareceu grávida, com teste falso, e arrastou mais três meses de relação.

- E o pior - o Gabriel falou - é que essa casa que a gente tá indo ele comprou pra casar. E ela brigava todo dia dizendo que não gostava da casa.

Chegamos. Bairro normal, rua normal, e no meio dela o sobrado mais bonito de todos. Não era mansão de bilionário, era pior: era a casa de um cara de 28 anos que ganha o que quer e compra exatamente o que quer. Estacionamos na calçada. A Fernanda olhou os três carros na garagem.

- Esses três são seus?
- Meu é a Trailblazer e o Sandero. A HB20 é da Sabrina.

O Felipe trabalha no mercado financeiro de uma multinacional. Tira fácil uns trinta conto por mês. Eu tiro dez vezes menos que isso e moro de aluguel num quintal com mais cinco casas.

Carregamos berço, cadeirinha, carrinho. Tudo novo. O Felipe pediu pra gente ficar, montou uma tábua de frios, e ficou ali conversando sobre meta, viagem, projeto de vida — um tipo de conversa que eu nunca tive na vida. Aí o Gabriel foi atrás dele na cozinha e os dois começaram a discutir. Quando o Gabriel voltou pro sofá, veio com a cara de quem levou comida de rabo.

- O Felipe é foda! - ele falou. - Ajuda quem é de fora e pra família quer que se foda.
- Eu tô ajudando nem da família nem de fora - o Felipe respondeu da cozinha, sem levantar a voz. - Não tenho obrigação nenhuma com seus B.O.
- Vamos embora, Bruna!
- Gente, espera! O que tá acontecendo?

A Bruna contou, chorando: três parcelas do carro atrasadas, carta de busca e apreensão na porta. O Gabriel foi pedir dez mil emprestado.

- Dez mil pra receber em três, quatro anos? - o Felipe falou. - Eu sou otário?
- Quanto é a parcela do carro? - ele perguntou.
- Seiscentos e cinquenta.
- Vai dar mil novecentos e cinquenta. Olha a diferença.
- Fala seu pix.

O Gabriel gaguejou os números. E o Felipe mandou dois mil na hora, sem piscar, como se fosse vinte reais. Eu fiquei olhando aquilo e sentindo minha realidade encolher dentro de mim.

Fomos embora falando deles. No mesmo dia a Fernanda já tinha achado o Instagram dos dois: perfil limpo, poucas fotos, sem destaque, dois reservados.

Passaram três meses. A Bruna teve a neném e a gente foi pra maternidade. Só sobe um por vez, então a Fernanda subiu primeiro e eu fiquei na recepção com o Felipe. E o cara, puta que pariu, conversa bem. Assunto rende, ele te ouve, ele pergunta coisa de verdade.

A Fernanda demorou vinte minutos. Vinte. Quando eu desci, os dois estavam encostados na parede, perto um do outro, ela rindo e mexendo no cabelo. O ciúme me pegou pela nuca e eu fechei a cara.

- Me espera que eu te levo - ele falou.
- Não, vou chamar um Uber.
- Uber daqui pra lá é caro. Guarda o dinheiro.

Aceitei. E no carro ele viu a casa onde eu moro — um conjunto de casas num quintal — e não fez cara nenhuma. Isso me deixou pior, porque quem não faz cara é porque já viu coisa pior.

No dia seguinte a Bruna ligou pedindo pra Fernanda buscar uma sacola que o Felipe esqueceu. A Fernanda falou, rindo, na cara dura:

- Desce você e pega com ele, pra você parar de me encher o saco.

Tocou a campainha e quem abriu foi a Sabrina. Regata branca, sem sutiã, os bicos marcando o pano, shortinho curto e a bunda aparecendo embaixo dele. Ela me entregou a sacola, falou que o Felipe estava trabalhando, e eu passei os dez segundos inteiros olhando pros peitos dela.

Voltei pro carro e não contei nada pra Fernanda. Passei o dia lembrando. À noite, quando a gente transou, eu imaginei a buceta da Sabrina.

---

Passaram seis meses. A dona da casa pediu o imóvel de volta, trinta dias pra sair. Achamos um quintal com duas casas boas, a duas ruas da casa do Felipe. O Gabriel e a Bruna iam morar na outra. Aceitamos sem pensar duas vezes — e eu aceitei mais rápido ainda quando soube que era pertinho do Felipe, porque pertinho do Felipe é pertinho da Sabrina.

Na mudança, o Gabriel me chamou pra pedir furadeira emprestada com o irmão. No caminho ele me contou que os pais dos dois tinham morrido num acidente de carreta dois anos antes, e que o Felipe segurou a barra dele.

- O Felipe é foda, mano. Ele segurou tudo enquanto meu mundo desabava.
- Eu acho foda a casa dele.
- Eu acho foda a mulher dele.

Olhei pro Gabriel. Ele riu.

- Que foi, caralho? Você já viu o tamanho daquela raba? Ela é gostosa.
- É sua cunhada, porra.
- É isso que deixa tudo mais gostoso.

Chegamos. O Felipe atendeu de bermuda, molhado de suor da academia. Perguntamos da Sabrina, ele falou que ela estava na casa dos pais, na cidade vizinha, que vinha morar ali em uns três meses. O Gabriel pediu um churrasco. Ficou marcado pro sábado.

E nesse dia, mexendo no celular da Fernanda pra resolver coisa de banco, eu li a conversa dela com a Bruna.

- Ele é muito cheiroso, você tem que ver os perfumes.
- Cheiroso, bonito e gostoso, né?
- Nem me fale. Se eu tivesse conhecido ele antes do Gabriel.
- Eu sou louca pra ver ele sem camisa.

Devolvi o celular.

- Eu vi sua conversa com a Bruna.
- Ah, amor...
- Não é coisa da sua cabeça. Eu vi.

Ela baixou a cabeça, pediu desculpa, falou que era só aparência, que não ia fazer nada. Só aparência, o caralho.

---

O churrasco. A Sabrina nos recebeu, de vestido, e eu passei a tarde inteira me controlando pra não olhar. Na cozinha, a Bruna estava dando mama pro bebê e me chamou.

- Você tá estranho.
- Vi sua conversa com a Fernanda.
- E você não fica olhando pra Sabrina, né?

A Sabrina entrou nessa hora.

- O que tem eu aí?
- A gente tava falando da sua maionese.
- Não foi isso não!
- O Pedro tava falando que te acha muito bonita.

Ela corou. Ficou sem graça. Falou "ah, obrigada" e saiu. E eu fiquei vermelho feito um menino.

Depois disso o Gabriel escorregou num tapete e rasgou a calça no meio, e a Fernanda comentou que dava pra ver a cueca branca dele. A Bruna, com uma cara de quem estava doída, soltou:

- É que o Gabriel é sentido com essas coisas. Ele não gosta que vejam ele de cueca porque ele tem o pau pequeno.

Silêncio geral. E aí a Bruna, corajosa, perguntou o que não devia:

- É de família?
- O quê?
- Ter pau pequeno?
- Não... - a Sabrina falou, e deu um gole no refrigerante. - O Fe é grande. Bem grande.

Pronto. Ninguém falou mais nada. A boca secou.

Mais tarde o Gabriel comentou dos perfumes e a Sabrina subiu pra mostrar. Guarda-roupa enorme, quinze frascos. Escolhi um Bvlgari no nome, sem saber, e depois vi que era caro. O Gabriel pegou um Jean Paul. O Felipe nem esboçou.

A Bruna viu uma caixa vermelha e atacou: "isso é documento?" Era gel de massagem, uma coleira e um plug anal com rabinho de pelinho. A Sabrina quis morrer. A gente quis morrer junto, mas por outro motivo.

E aí começou a entrevista. Idade, quantos namorados, por que o casamento dela acabou. A Sabrina falou do ex, que deu pra três na vida, que o Felipe confia nela e deixa ela livre. E a Bruna, sem nenhum filtro:

- E você já tá andando de quatro imitando cachorra pra ele? Isso é amar muito.

Rimos. Mas eu já estava pensando no cu daquela mulher com o plug dentro.

Na sala, o Gabriel cochichou que a Bruna era louca pra dar pro Felipe há anos. E eu, sem pensar, soltei:

- E você, deixaria a Fernanda com ele?
- Se ele me desse a Sabrina...

Aí um pigarro atrás da gente. A Sabrina. Ela ouviu tudo. A gente foi embora em menos de dez minutos, com a maior vergonha do mundo.

---

Passei a semana com medo. Encontrei a Bruna no quintal e ela falou que a Sabrina não contou nada pro Felipe.

- Menos mal. Mas não volto lá tão cedo.
- Foda que ela sabe que eu mostrei o peito de propósito.

E quando eu entrei em casa, quase morri: a Sabrina estava na minha sala, fazendo as unhas com a Fernanda.

- Oi... cadê o Felipe?
- Trabalhando. Chega daqui a pouco.

Fiquei no quarto roendo a unha. Depois todo mundo se juntou e a Sabrina avisou que o Felipe tinha chamado a gente pra ir lá, que ele tinha trazido salgados. Eu tentei escapar com dor de cabeça. Ela me encarou, séria, e insistiu.

Na rua, ela parou no mercadinho pra pegar refri e falou rápido, sem me olhar:

- Não fica com vergonha pelo que ouviu. Já foi.
- Não tem como. Eu olho pra você e fico com vergonha.
- Não só com vergonha, né? Relaxa, sua mulher vai acabar desconfiando de você.

E foi nessa noite que a Bruna explodiu, na frente de todos:

- Eu tenho um fetiche muito grande em você, Felipe. E a Fernanda também.
- Opa, eu não tenho fetiche nenhum, só comentei que acho ele bonito!
- Você tá me dizendo que meu irmão quer minha mulher e que eu tenho que reagir numa boa?

Silêncio. E a Sabrina, calmamente:

- Desculpa, mas pra gente sexo é a dois. Não quero estragar a amizade por isso.

Fomos embora cabisbaixos. E à noite o Felipe me mandou mensagem: *"Mano, posso falar com você?"*

Tremi. De verdade. A Fernanda colou do meu lado pra ler junto.

Ele falou que com a gente estava de boa, que o problema era o irmão. E que, pra quebrar o clima, ele e a Sabrina tinham concordado em compartilhar uma coisa.

E me mandou um vídeo, em visualização única. Três minutos.

Sabrina de quatro. A bunda redonda perfeita, sem uma linhazinha de celulite, e no meio dela o cuzinho rosinha, fechadinho, apertado em volta do plug com rabinho. E o Felipe atrás, com o pau maior do que qualquer pau que eu já vi de perto na vida — comprido, grosso, cheio de veia, cabeça grande e roxa, parecia ter uns vinte e dois centímetros. Ele segurava a cintura dela e metia com uma força de máquina, a bunda dela batendo na barriga dele, e ela gemia de um jeito que fazia a buceta da Fernanda pulsar do meu lado. Dava pra ver a buceta da Sabrina inchada, carnuda, sofrendo pra engolir aquilo, molhada até a coxa.

A Fernanda assistiu sem respirar.

- Nossa, ela não tem uma linhinha, que linda.

Terminei de assistir com a mão suando no celular. Respondi que não tinha nada pra retribuir. Ele falou que não precisava e pediu segredo — que não comentasse com o Gabriel e a Bruna.

Naquela noite a gente fodeu como nunca. E depois resolvemos retribuir: a Fernanda vestiu a melhor lingerie, eu procurei o melhor ângulo, gravei uns quatro vídeos, escolhemos o melhor. Não tenho a pica do Felipe, tenho dezesseis centímetros, mas sou gostoso, e o vídeo ficou bom. Ela sentou em cima de mim de frente pro espelho, e no vídeo aparece ela gemendo e a bunda dela quicando.

Mandei. Ele não respondeu. De manhã tinha a resposta:

*"Mano, que delícia. Assisti com a Bruna e a gente gostou demais... porra, desse jeito eu vou acabar repensando."*

*"Pensa sim, mano."*

Passou um mês. Nada. A gente já tinha desistido, até que ouvi vozes no quintal: o Felipe e a Sabrina, indo visitar o Gabriel e a Bruna. Ele gritou: *"Ôôô Pedro! Chega aí!"*.

E o cara agiu como se a gente não tivesse trocado vídeo de foda. A Fernanda travou do meu lado. Mas a gente foi.

Lá dentro, o Felipe sentou perto da mesa e, quando a Bruna passou, falou baixinho:

- Se abaixar mais eu vejo seu peito de novo.
- Cê tá querendo ver?
- Mostra aí.
- Agora não dá. Não quero problema.
- Como se o corno do seu marido fosse se importar.

Ela foi no banheiro e mandou foto de visualização única. O Felipe me chamou, abriu o celular e me mostrou os peitos da Bruna, bicudos, rosinhas. Ela saiu do banheiro bem na hora, viu a gente olhando e sorriu. Ele apagou.

Depois o Gabriel quis pegar perfume, e a cena do quarto se repetiu. O Felipe havia separado roupas. E em algum momento ele cochichou algo no ouvido da Sabrina, e ela saiu pro banheiro.

- Onde ela foi?
- Vocês já vão ver. A neném vai demorar pra acordar?
- Uns quarenta minutos, por quê?

Ele só riu.

E aí a Sabrina voltou, de vestido comprido, com uma cara de vergonha de quem ia morrer. A Fernanda viu primeiro, abaixo da barra do vestido: uns pelinhos.

- Você tá de plug?
- Tô morrendo de vergonha, gente.
- Deixa a gente ver!
- Não, vou tirar isso.

O Felipe segurou ela pela cintura, virou a Sabrina de costas pra todos, levantou o vestido devagar e exibiu. A bunda perfeita, redonda, empinada, e no meio dela o plug enfiado até a base, com o rabinho saindo, o cu esticado em volta daquilo. Ele ainda abriu as nádegas dela com as duas mãos pra que a gente visse o encaixe, e a Sabrina ficou ali, calada, sendo exibida como um objeto, e foi a coisa mais gostosa que eu já vi na vida.

Ele apagou a luz.

- Vamos começar.

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Estavam todos travados. Ele não. Tirou a camiseta de uma vez e apareceu o que estava embaixo: peito largo, abdômen trincado, braço de quem puxa ferro de verdade. Pegou a Sabrina pela cintura, tirou o vestido dela por cima da cabeça, e ela só obedecia. Abriu o guarda-roupa, pegou a coleira e prendeu no pescoço dela.

- De quatro.

Ela desceu. Nua, de quatro, com o rabinho de pelinho enfiado no cu e uma coleira no pescoço. Ele puxou a guia e trouxe ela arrastando pelo chão até ficar de joelhos na frente de mim e do Gabriel.

- Agora é com vocês.

Ela levantou a cabeça e sorriu. Eu abri o zíper e o Gabriel também. Ela pegou os dois paus, um em cada mão, e eu vi na hora a diferença: o meu de dezesseis centímetros médio, grosso o suficiente, e o do Gabriel, pequeno, fininho, sumindo na mão dela. Ela me abocanhou primeiro, fundo, babando, e depois foi revezando — meu pau, o pau do Gabriel, minha boca no seu saco. O Gabriel gemeu primeiro. Eu aguentei.

Olhei pra trás e o que eu vi quase me fez gozar de pé: o Felipe deitado, e a Fernanda e a Bruna de joelhos de cada lado da cabeça dele, as duas chupando aquele pauzão ao mesmo tempo, se lambendo uma na outra sem querer. A Bruna subiu nele em 69, sentou a buceta na boca dele e se debruçou pra mamar. A Fernanda desceu pra lamber as bolas dele, e depois voltou pra cabecinha roxa.

O ciúme me pegou. A Sabrina me entregou a guia e eu puxei ela pra cima da cama, deitei ela de lado e enfiei a língua naquela buceta. Lambi o clitóris dela, enfiei dois dedos, e no meio da chupada eu puxei o plug devagar, sentindo o cu dela fechar em volta dele. Ela gemeu, agarrou meu cabelo, e eu fiquei ali com a cara enfiada até ela tremer.

Aí ela quis o Gabriel. Me irritei. Ele chupou dez segundos, sem técnica nenhuma, e já se encaixou na buceta dela e começou a bombar com uma pressa de quem está com medo de perder a vez. Mas a Bruna me chamou de volta — veio, se abaixou e engoliu meu pau inteiro, e a Sabrina, do lado, começou a lamber meu saco. Duas bocas. Duas bocas ao mesmo tempo no meu pau.

A Bruna se ajoelhou de quatro na ponta da cama e eu fui. A buceta dela era apertada pra quem tinha parido há menos de um ano, um pouco magra de carne, mas quente, e ela empurrava o quadril pra trás com vontade, gemendo alto, se abrindo com as mãos pra me mostrar tudo. O quarto cheirava a suor e a sexo. Da ponta da cama eu via a Fernanda sendo destruída pelo Felipe — a pele dela brilhando de suor, a cara de quem estava aguentando firme, sem sorriso nenhum.

E o Felipe levantou e saiu calado. Voltou dois minutos depois com um colchão de casal arrastado do outro quarto, jogou no chão da sala e falou:

- Vai foder a Sabrina. Troca aí.

Eu desencaixei da Bruna. O Felipe ficou com a Bruna. E a Fernanda teve que sentar no pau do Gabriel — o que ela odiou, porque o Gabriel não tinha noção de que era pequeno e tentava fazer movimento de filme, e desencaixava, e ela tinha que se remexer pra achar de novo.

Eu entrei na Sabrina. A buceta dela estava quente e meio seca no começo, e em três bombadas ficou molhada. Ela me prendeu com as pernas, me arranhou as costas, e aí eu meti com força, deitando o corpo no dela, sentindo aqueles peitos fartos achatando no meu peito. O Felipe do lado fodida a Bruna em pé, ela de quatro no colchão, a bunda empinada, recebendo aquela pica inteira, e a Bruna gritava nome de santo.

O neném chorou. A Bruna teve que levantar no meio, com a buceta brilhando, e ir amamentar no outro quarto.

Sobrou a Fernanda pro Gabriel e eu na Sabrina. E aí o Felipe veio. Chegou, colocou o pau na boca da Sabrina — e ela mamou sem se importar que aquele pau tinha acabado de passar em duas bucetas. Depois ele deitou ao lado, com aquele troço apontando pro teto, e pediu pra Sabrina sentar. Eu saí. Ela subiu devagar, sentou na cabeça e foi descendo, gemendo, o pau dele sumindo dentro dela centímetro por centímetro. O Felipe abriu a bunda dela com as duas mãos e falou:

- Coloca junto.

Eu encostei meu pau na buceta dela, ao lado do pau dele. Não coube — o dele era grosso demais, a minha cabeça não entrava, e a Sabrina começou a gemer de dor. Ela resolveu: pegou meu pau na mão, levou até a portinha do cu, e encostou. Eu fiquei bobo. O Felipe sorriu.

Entrei devagar. Aquele cu estava apertadinho, quente, e ia cedendo em volta da minha cabeça enquanto ela apertava tudo por dentro. O Felipe segurava as nádegas dela abertas pra me facilitar. Comecei a bombar, e ela foi se acostumando, e em um minuto eu já estava metendo forte no cu da Sabrina enquanto ela sentava no pau do Felipe na buceta.

A Fernanda olhou e sorriu, sem saber.

- Nossa, dois na buceta é bom, né?
- Não tá na buceta - a Sabrina arfou.

A Fernanda fechou a cara. Ela não sabia que eu estava comendo o cu da Sabrina. E ficou com raiva, e não falou nada, e eu quase saí de lá de medo — mas estava apertadinho demais, gostoso demais.

O Felipe pediu espaço, saiu e foi pra Fernanda. Tirou ela do Gabriel sem cerimônia, deitou e meteu com força. A Fernanda ficou louca.

- Isso! Fode! Ai, que pauzão!

O Gabriel veio pra cima da gente pedindo pra comer o cu da Sabrina também. Eu deitei, ela encaixou a buceta em mim e o Gabriel meteu atrás. E aí a Sabrina se debruçou em mim, o cabelo dela tampando meu rosto, o cheiro daquela morena me deixando tonto, e ela gemendo bem no meu ouvido. Eu quis beijar a boca dela. Não beijei, com uma frescura idiota de que ela tinha mamado outros paus. O Gabriel falou que ia gozar e ela pediu dentro. Ele gozou no cu dela e saiu desmontado, com o pau mole.

Aí ela começou a sentar em mim com calma, e a porra do Gabriel começou a escorrer pra fora, desceu pelo meu pau, melecou meu saco.

- Vou me limpar.
- Coloca de volta lá dentro - ela sussurrou.

Ela desencaixou da buceta, encaixou no cu, e sentou até a base. Com uma força que a Fernanda nunca teve. Sentava fundo, gemendo baixinho, e não saía, e remexia, e eu aguentei pouco. Gozei dentro daquele cu, e ela ficou ali sentada, me apertando, até o último jato.

A Sabrina foi pro banheiro do quarto. Meu pau estava melecado de porra misturada. E eu ainda fiquei parado na porta olhando o Felipe acabar de destruir a buceta da minha mulher — ele metendo forte, a Fernanda sofrendo de prazer, a cara dela sem sorriso, só suor e dentes. Ele tirou, deu três masturbadas e gojou. Jatos grossos, fartos, na barriga e no peito dela. Ela ficou olhando pra cima com aquilo escorrendo.

Ninguém acreditava no que tinha acontecido.

---

Na sala, todo mundo quieto, como se nada. Sorrisos trocados, olhares. A Sabrina ofereceu comida. A Bruna estava com a cara de quem tinha perdido a festa.

- Por que essa cara, Bruna?
- Todo mundo aproveitou e eu não.
- Quando o neném dorme?
- Só à noite.
- Então à noite a gente te fode pra você se sentir incluída.

Ela sorriu de um jeito safado. E o Gabriel surtou:

- Não! Era só essa vez! Quem fudeu, fudeu!

O Felipe debochou, como quem não estava nem aí pro próprio irmão.

Fomos embora. A Fernanda andava mole, mancando, e falou que sentia o pau do Felipe ainda dentro dela. O peso caiu sobre mim no meio da tarde: eu tinha deixado o cara comer minha mulher. Mas se eu abrisse a boca, ela jogava na cara que a Sabrina tinha me dado o cu.

À noite, o Gabriel e a Bruna apareceram pra jantar. Clima de velório. A Bruna, atrevida, perguntou se a gente não ia no Felipe. O Gabriel não queria deixar, com ciúme. A Fernanda resmungou que a buceta estava inchada e que não queria sexo tão cedo. A Bruna disse que estava na vontade.

Aí chegou mensagem da Sabrina pra Fernanda. E a conversa foi descendo: desculpas pelo anal, a Bruna com dó, o Gabriel babando na Sabrina de um jeito nojento, e a ideia de fazer uma troca sem o Gabriel.

Meu pau endureceu só de ler.

- Sai desse celular aí.
- Calma, tô falando com a Sabrina.

O Gabriel foi no banheiro, e a Fernanda virou o celular pra Bruna, que riu e não quis ir sem o marido. Aí a Fernanda soltou a frase que me deixou puto:

- O Felipe é tão gostoso que eu tô quase voltando lá hoje mesmo.

A Bruna falou que se a Sabrina quisesse, ela topava. A Fernanda e a Sabrina concordaram no chat. O Gabriel voltou do banheiro sem saber de nada.

Saímos os quatro pela rua, de novo, naquela mesma caminhada de sempre, e o portão do Felipe abriu antes de a gente tocar a campainha.

Lá dentro, todo mundo sentou. Ficou todo mundo esperando o neném dormir. E aí o Felipe olhou pra mim, olhou pra Fernanda, olhou pra Sabrina, e falou:

- Vocês vão ficar aí sentados a noite toda ou vão subir?

Comentários (2)

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  • Raposinhacarente: A iniciativa foi boa, mas algumas coisas são tão boas que qualquer réplica não dá a mesma sensação do original

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  • Julinha: Eu confesso que me deu agonia, muita parte pulada, muita coisa sem contexto, a versão do Pedro é muito gostosa, essa me pareceu muito jogada, sem ritmo, todo mundo já indo foder.

    Responder↴ • uid:16obf9v6dh8g