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O Despertar (Parte Final)

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Red

Quando me vi, pela primeira vez, sendo agarrado e dominado por outro homem, eu me senti sugado por ele, como se o meu corpo se tornasse extensão dele.

Eu estava ali em um box privado de banheiro de shopping, encaixado de costas no agarro do Pietro. No instante que senti a cabecinha da rola dele abrindo passagem em meu ânus, tendo os braços do rapaz em minha barriga e seu queixo em meu cangote, veio um calafrio e um suspiro que parecia ser a minha alma deixando meu corpo. Ele disse bem baixinho "dá esse cu pra mim, dá". Eu estava arriado dos pés à cabeça e então veio aquela dor. E era uma dor intensa. Eu me senti sendo rasgado ao meio. Junto com essa dor que me deixou à flor da pele, veio a sensação diferente, quase de fazer enlouquecer, de estar defecando pra dentro. E era prazeroso na mesma intensidade da dor que aumentava à medida que sentia meu cu sendo preenchido pela rola dura do rapaz. E quando senti o zíper da calça dele na minha bunda, a minha mão, quase como se tivesse vontade própria, foi até lá. Eu senti a textura do jeans grudado na minha bunda e consegui tocar na base da rola dele grudada no meu ânus. Também senti o saco dele. A certeza de estar com a rola dele toda dentro de mim, trouxe de volta aquele pensamento de antes. Eu olhei para o meu pau, mole, enrugado, mas com uma baba escorrendo, parecendo uma linha transparente se esticando. Foi inevitável pensar que aquilo era a lágrima do meu pau chorando, se sentindo humilhado. Era um soldado que deveria proteger o meu cu a todo custo, mas que estava se vendo obrigado a testemunhar outro soldado conquistando o território que jamais deveria lhe escapar ao domínio. Eu levei o dedo até o melzinho que escorria e o trouxe para a boca enquanto o Pietro ainda forçava sua rola para dentro de mim. De repente ele disse: "Vou largar o caldo pra dentro do teu cu, cara". E pouco depois de ouvir isso, a rola dele começou a pulsar na minha bunda. Eu a sentia pulsando dentro do cu. E então veio uma sensação quente bem lá dentro enquanto ele dizia no meu ouvido: "Engole com esse cu a minha porra, vai! Engole tudo. Toma nesse cu, toma!"

Eu não resisti de tesão e acabei deixando escapar um gemido no instante que ele começou a puxar lentamente a rola para fora. Ele estava gozando ainda. Eu imaginei a rola dele, lá dentro, cuspindo leite na minha merda. E por nojento que esse pensamento deveria parecer, a verdade é que eu estava tão louco de tesão que me contorcia nos braços do rapaz. Minha cabeça não parava quieta. Meus olhos reviravam. Eu queria morder ele. Puxei a mão dele e trouxe o polegar para a minha boca. Fiquei chupando o polegar do Pietro enquanto sentia como se estivesse cagando, com aquele alívio delicioso de quando a gente está no limite da contenção. Então o rapaz deu uma empurrada inesperada. E aí me escapou meu segundo gemido. Eu tentei olhar pra ele e foi quando ele segurou meu queixo e me beijou como se eu fosse uma mulher. Eu até resisti. Aquilo era totalmente impensável. Mas em segundos, assim que ele começou a estocar no meu cu, eu acabei cedendo e deixando a língua dele penetrar a minha boca e lutar com a minha língua lá dentro como quem busca estabelecer o domínio do território. Eu estava recebendo uma estocada forte. Sentia meu cu arder. Mas também sentia a rola do Pietro deslizando fácil para dentro e para fora do meu cu, lubrificada pelo próprio sêmen do rapaz. E quase como se eu já não fosse eu mesmo, acabei segurando os cabelos dele, meio que virado pra ele, enquanto nos beijávamos.

"Tá gostando, tá?" Perguntou ele depois de desgrudar seus lábios dos meus, me encarando. Eu voltei a beijá-lo enquanto sentia meu cu sendo esfolado lá dentro. Então ele deu duas tacadas fortes e retirou a rola bem devagar. Eu quase não consegui impedir de vazar sujeira na minha calça, que acabou indo ao chão. O Pietro me forçou a ficar agachado e, se masturbando, me forçou a abrir a boca com sua mão em meu queixo. Eu vi a rola dele toda babada. Uma mistura de branco e marrom. A princípio senti nojo. Então, sem eu esperar, veio um jato de porra na minha cara um pouco antes dele empurrar a rola para dentro da minha boca. Eu senti a porra dele bater no céu da minha boca e até na garganta. E acabei engolindo. E o fiz com um tesão tão grande que acabei relaxando um pouco e liberando mais sujeira no chão. Eu estava a ponto de gozar, apesar do meu pau continuar mole, como se estivesse morrendo de vergonha pela humilhação de ter seu domínio conquistado por um invasor implacável. E antes de terminar de gozar na minha boca, o Pietro retirou a rola e esfregou a cabecinha ainda soltando caldo no meu rosto. Ele sorria me encarando. E eu estava como se não estivesse em um lugar físico nesse mundo.

O Pietro terminou o que foi fazer ali: esterminar o hétero que havia em mim. Ele limpou com papel higiênico a rola, a guardou e se retirou do box. Eu voltei a me trancar lá dentro. Tive trabalho para desfazer a sujeira que ficou. E quando saí, que me olhei no espelho, apesar de estar um pouco assustado com tudo o que havia acabado de acontecer, eu estava sorrindo. Um sorriso discreto, mas que era totalmente espontâneo.

Uma hora depois eu estava recomposto, aguardando a esposa em frente o salão de beleza. Ela não desconfiou de nada. Mas em minha mente eu só conseguia pensar no que seria de mim dali para diante. Hoje, meses depois, eu já me dei para o Pietro mais cinco vezes, sendo uma delas no carro, duas no motel e uma no banheiro de um posto de combustível. Além dele, outros dois caras desconhecidos gozaram na minha boca. Um no banheiro de outro shopping e outro no carro dele: um Uber que já tinha chamado na intenção de tomar leitinho.

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