#Gay #Sado

A veneração da minha rola suja

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Pedrorick12

Conto fictício de veneração do Phallus, o grande Deus da Punheta

# Veneração na Praça

Era quase seis da tarde e a praça ainda fervia. Aquele calor de fim de dia que gruda na pele, que faz o suor escorrer pela lombar e encharcar a cueca antes mesmo de você tirar qualquer coisa. Você sentou no banco de pedra, abriu as pernas sem cerimônia, e já sabia que ia fazer aquilo ali, na frente de quem quisesse olhar.

Desabotoou a calça devagar. Só o som do zíper já fez dois caras que passavam diminuírem o passo. Você puxou tudo pra baixo, escorregou a cueca, e o seu pau caiu pra fora com aquele peso gostoso de quem não vê o sol há horas — grosso, escuro, o saco caído e peludo, os pentelhos grudados de suor formando aquele emaranhado grosso, crespo, meio enroscado nas coxas.

E o cheiro subiu. Aquele cheirão.

Cheiro de macho de fim de dia. Suor seco na virilha, umbigo, saco. Aquele odor adocicado e ao mesmo tempo cru, almiscarado, sebo puro acumulado na base, embaixo da cabeça, na dobra do prepúcio. Quem chegava perto sentia antes de ver. E foi exatamente por isso que eles chegaram perto.

Você cuspiu na mão e passou no pau. A saliva escorreu pelo tronco, misturou com o sebo, virou aquele brilho gordurento. Começou a punhetar devagar, sem pressa, apertando na base e soltando na ponta, o prepúcio descendo e subindo, o cheiro se abrindo mais a cada movimento.

O primeiro foi um homem de uns quarenta, barba por fazer, que parou na sua frente sem disfarçar. "Posso cheirar?", perguntou. Você só abriu mais as pernas.

Ele se abaixou, enfiou o nariz na sua virilha e inspirou fundo. Ficou ali um tempo, com os olhos fechados, como se estivesse rezando. Depois passou a língua de baixo pra cima no seu pau, devagar, sentindo o gosto do sebo, aquele amargo salgado de pele suja e suor. Você estremeceu.

Não demorou pra juntar gente. Um rapaz magro de mochila nas costas, um senhor de boné, dois amigos que se entreolharam e riram, e um de terno que claramente tinha saído do trabalho e esquecido a gravata no carro. Formaram um semicírculo em volta do banco. Todos olhando pra você. Todos olhando pro seu pau.

Você punhetava mais rápido agora, e cada vez que a mão subia até a glande, uma bolinha de sebo se acumulava na ponta. Você passou o dedo e levou à boca. Salgado. Forte. Gostoso.

"Deixa a gente ver de perto", pediu o de terno. Ele se ajoelhou no chão de pedra, sem se importar com o pó. Os outros foram atrás. Em segundos você tinha quatro homens de joelhos na sua frente, na praça pública, no meio do barulho de gente passando e cachorro latindo, e nenhum deles olhava pra outra coisa.

O rapaz de mochila foi o mais ousado. Encostou a boca no seu saco e começou a lamber devagar, lambendo o suor que tinha escorrido até ali, o cheiro mais concentrado, mais cru. Você gemeu alto. O senhor de boné segurou suas coxas e abriu mais, sem pedir licença, e ficou olhando a sua base, o emaranhado de pelo molhado, o sebo brilhando sob a luz laranja do poste que acabava de acender.

Eles não estavam com pressa de te chupar. Eles queriam *venerar*.

Um deles cheirava atrás do outro, alternando. Outro passava a língua na sua virilha e voltava. O de terno apertava o próprio pau por cima da calça, gemendo baixinho só de ver. E você ali, dono da praça inteira, punhetando no meio daquele círculo de homens de joelhos, o pau vermelho de tanto sangue, o sebo escorrendo entre os dedos, o cheiro tomando conta de um raio de dois metros.

Você começou a falar baixo: "Tá cheirando, né? Tá gostoso o cheirão, né?" E eles responderam com a cabeça, com a boca, com gemidos abafados na sua pele.

Quando você avisou que ia gozar, ninguém saiu de perto. Ninguém se levantou. Eles apertaram mais perto, os rostos colados nas suas coxas e no seu saco, sentindo o pau pulsar embaixo dos lábios e dos narizes. Você deu dois, três socos na mão e gozou grosso, forte, esguichando na barriga, no peito, um pouco no queixo do rapaz de mochila, que riu e passou o dedo na cara pra provar.

Você ficou sentado mais um tempo, ofegante, o pau mole e ainda sujo escorrendo na sua coxa, e eles continuaram ali de joelhos, cheirando, passando a língua no que sobrou, sem vontade nenhuma de ir embora. Como se você fosse um santo no meio da praça e o seu pau sujo fosse a relíquia.

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Meu tlg pedrorick12

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