#Gay #Teen

Banheirão do shopping: ensinando um novinho a mamar

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Grok_o_perv

Depois do cinema resolvi bater uma punheta no banheiro do shopping e acabei encontrando um novinho que nunca tinha levado uma mamada.

A sessão das 22h tinha sido uma merda completa. Filme arrastado, sala quase vazia, pipoca seca. Mas eu nem liguei. A mulher tinha mandado mensagem ainda de tarde: “Amor, peguei plantão extra no hospital hoje, só volto amanhã de manhã cedo. Cuida da casa e não faz besteira”. Enfermeira, plantão noturno de novo. Perfeito. Casa vazia, eu livre pra caralho. Saí do cinema quase meia-noite, shopping já morrendo, só uns seguranças longe e as lojas todas fechadas. Desci pro banheiro do subsolo, aquele mais escondido, perto das escadas de serviço. Luz fria batendo no azulejo, cheiro forte de desinfetante misturado com mijo antigo. Quatro mictórios na parede, nenhum ocupado.

Eu já tinha vindo com a intenção clara. Desde o meio do filme o pau estava meio duro só de pensar. Entrei, trancando a porta principal com o pé por um segundo só pra ter certeza de que estava vazio, e fui direto pro mictório do fundo. Abri o zíper, tirei o pau pra fora e nem mijei direito. Já comecei a bater. Mão firme, subindo e descendo devagar no começo, sentindo o peso, as veias, a cabeça inchando. O barulho molhado da pele na pele ecoava baixo no banheiro vazio. Eu fechei os olhos por um segundo, imaginando porra escorrendo, boca aberta, língua trabalhando… Estava no ritmo bom, punheta gostosa, quando a porta bateu forte.

Entrou o novinho.

14, 15 anos no máximo, cara de quem tinha completado faz pouco tempo. Magrinho, ombros estreitos, cabelo castanho bagunçado caindo na testa, moletom cinza largado e bermuda preta. Pele clara, quase sem barba, só um buço ralo. Ele parou na entrada quando me viu. Olhos arregalados por um segundo. Eu não parei. Continuei batendo, mais devagar agora, olhando de lado pra ele. O pau estava completamente duro na minha mão, brilhando um pouco de pré-porra.

Ele engoliu em seco, foi até o mictório do lado e abriu o zíper com a mão trêmula. Tirou o pau. Eu olhei de verdade dessa vez: pequeno, pouco desenvolvido, uns nove, dez centímetros no máximo. Mole ainda, rosado, cabeça meio coberta pela pele, sacos pequenos quase colados no corpo. Ele tentou mijar, mas o jato saiu fraco. Ficou parado, segurando, e eu senti o olhar dele grudado no meu pau.

Eu não escondi. Continuei a bronha bem na frente dele, mão apertando a base, subindo até a cabeça, descendo de novo. O barulho molhado ficou mais alto. Falei sem vergonha nenhuma, voz baixa mas clara:

— Pode olhar à vontade, mlk. Eu já vim aqui pra isso mesmo. Mulher tá de plantão no hospital, enfermeira, só volta amanhã. Casa vazia, shopping vazio… resolvi bater uma gostosa antes de ir embora.

Ele ficou vermelho até o pescoço, mas não desviou o olhar. O pauzinho dele começou a engrossar na mão. A cabeça saiu toda, rosada, latejando.

— Você… faz isso aqui sempre? — a voz dele saiu meio fina, trêmula.

Eu ri de canto, acelerando um pouco a mão.

— Às vezes. Quando ela pega plantão longo. Gosto de vir tarde, ficar no mictório do fundo e gozar tranquilo. E você? Entrou, viu e não saiu. Tá manjando pra caralho. Pau já tá duro só de olhar.

Ele mordeu o lábio. A mão dele começou a se mexer devagar no pau pequeno, quase sem querer.

— Eu… nunca fiz nada com cara. Só penso. Tipo… ver outro batendo… ou deixar alguém… chupar… ou chupar também…

Eu parei a mão por um segundo, segurando o pau duro apontado pra frente, e olhei direto pra ele.

— Então bateu certo. Eu sou casado, hétero pra porra. Mas hoje tô a fim de brotheragem. Quero bater uma gostosa em você, chupar esse pauzinho, tomar teu leite e depois quero que você me chupe também. Sem frescura. Quer?

Os olhos dele brilharam. O pau latejou forte. Ele olhou pra porta do banheiro, que continuava fechada, e depois pra mim de novo.

— Aqui? Agora?

— Aqui. No mictório. Rápido, sujo, gostoso. Ninguém vai entrar essa hora.

Eu me abaixei devagar, ajoelhei no chão frio e sujo do banheiro, de frente pro mictório dele. O cheiro de mijo, sabão e tesão subiu forte. Olhei pra cima. O novinho estava ofegante, segurando o pauzinho com a mão direita, a outra apoiada na parede azulejada.

— Me dá ele — falei baixo, estendendo a mão.

Ele avançou meio passo. Eu peguei o pau dele. Quente, macio, ainda meio mole na base mas duro na cabeça. Comecei a bater punheta devagar, de cima a baixo, a pele fina deslizando fácil sob os dedos. O mlk gemeu baixo, quase um soluço. Eu abri a boca e, sem frescura nenhuma, enfiei a cabecinha rosada pra dentro. Chupei de verdade. Língua rodando em volta da glande, sugando devagar, sentindo o gosto levemente salgado do pré-gozo. A mão continuava batendo a base enquanto a boca trabalhava a cabeça. Ele tremeu inteiro.

— Porra… tu tá chupando… — ele sussurrou, voz falhando.

Eu tirei a boca só o suficiente pra falar, ainda com a mão no ritmo:

— Tô sim. E vou chupar até você gozar. Depois você me chupa também.

Voltei a engolir o pauzinho quase inteiro. Era pequeno, então entrava fácil. Eu chupava com vontade, fazendo barulho molhado, a língua passando por baixo, a mão apertando e subindo no que sobrava. O novinho gemeu mais alto, a mão livre apertando a borda do mictório, pernas bambas. Eu sentia ele latejar dentro da boca, o cheiro forte de adolescente – limpo, meio doce, suado de tesão novo.

A bronha e a chupada foram ficando mais rápidas. Eu apertava a base, subia torcendo levemente, engolia de novo, sugava forte. Pré-gozo escorria na minha língua o tempo todo. Ele tremia, olhando pra baixo com cara de putinho recém-descoberto.

— Tá perto… não para… porra, não para de chupar, tio…

Eu acelerei ainda mais, a mão voando e a boca sugando fundo. Aí veio. O primeiro jato saiu quente, grosso, direto na minha garganta. Pouco volume, típico de novinho, mas concentrado e agridoce. Ele gemeu alto, o corpo inteiro tremeu, e eu continuei chupando e bombando firme, tirando o segundo, o terceiro jato. A porra encheu minha boca. Eu engoli a maior parte, mas deixei um pouco na língua, mostrei pra ele coberto de branco, e engoli o resto bem na frente dele, fazendo barulho de satisfação.

Quando ele parou de tremer, eu me levantei devagar, ainda com o gosto dele na boca. Ele estava ofegante, pau mole agora, brilhando de saliva e resto de porra.

— Foi bom, né? — perguntei, limpando o canto da boca com o polegar.

Ele assentiu, vermelho até o pescoço.

— Nunca… nunca imaginei. Tu chupou… e engoliu…

Eu ri, segurando meu pau que continuava duro e latejando. Naquele momento pensei que fazia anos que eu não deixava um novinho mamar. A última vez tinha sido com o priminho, que eu pegava quando era mlk. Ele chupava gostoso, mas um dia disse que não queria mais chupar rola e parou de vez. Desde então eu não tinha deixado nenhum moleque daquela idade botar a boca no meu pau. Até agora.

— Agora é minha vez. Ajoelha e me chupa até eu gozar na tua boca. Sem frescura.

O novinho se ajoelhou no chão frio sem hesitar, de frente pro meu pau. Mãos ainda trêmulas, ele pegou a base e abriu a boca. A língua quente tocou a cabeça. Eu soltei um gemido baixo e fundo. Ele começou a chupar devagar, inseguro no começo, só a cabeça, lambendo em volta, depois engolindo um pouco mais. A boca dele era quente, apertada, saliva escorrendo pelos cantos. Eu coloquei a mão no cabelo bagunçado dele e fui guiando sem forçar demais.

Ele chupava com vontade crescente, fazendo barulho molhado, a língua rodando na cabeça, a mão masturbando a base no ritmo. Eu olhava pra baixo: o mlk ajoelhado bem na frente do mictório, boca cheia do meu pau, olhinhos pra cima. Hetero casado, mulher no plantão de enfermeira, e eu ali chupando e sendo chupado por um adolescente no banheiro vazio do shopping. Minha mulher nem sonha que eu gosto de rola e menos ainda que sou pedófilo. Esse segredo só fazia meu tesão aumentar.

— Isso… chupa gostoso assim — falei baixo, voz rouca. — Usa a língua… aperta um pouco mais… engole fundo.

Ele acelerou, engolindo mais, quase engasgando, mas continuando com teimosia. Eu sentia o tesão subindo rápido demais. A mão dele apertava a base, a boca ia e vinha molhada e quente. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a meter devagar, curtas estocadas na boca. Ele aceitou, olhos marejados, mas chupando com mais força ainda.

— Vou gozar… abre a boca e recebe, pirralho — avisei.

Ele não tirou. Continuou chupando, a mão bombando a base. Eu gozei forte. O primeiro jato saiu direto na garganta dele. Ele engoliu, mas um pouco escorreu pelos cantos da boca. Segundo jato, terceiro… eu enchi a boca dele de porra. Ele engoliu o que pôde, tosse leve, mas ficou com a boca aberta mostrando o leite branco na língua antes de engolir o resto, olhando pra cima como eu tinha feito.

Eu respirei fundo, puxei o pau pra fora ainda latejando. Ele se levantou devagar, limpando a boca com o dorso da mão, ainda ofegante e vermelho.

A gente ficou em silêncio por uns segundos, só o barulho da respiração dos dois no banheiro vazio. Depois eu puxei ele de novo pelo moletom, ajoelhei outra vez e chupei o pauzinho dele mais uma vez, agora já mole, limpando o que tinha sobrado com a língua. Ele gemeu baixinho, surpreso. Eu subi, ele se ajoelhou de novo e me chupou também por mais uns minutos, só pra sentir o gosto residual.

Quando finalmente paramos de verdade, a gente se ajeitou. Ele guardou o pauzinho, eu fechei o zíper. Lavei as mãos na pia, ele também. Antes de sair, ele parou na porta e olhou pra trás.

— Você… vem aqui de novo quando ela pegar plantão?

Eu sorri de canto, ainda com o gosto dele misturado na boca.

— Vem. Se quiser de novo a bronha, a chupada, o leite, tudo… é só achar o mictório do fundo depois da meia-noite. Sem frescura nenhuma.

Ele saiu primeiro. Eu esperei um minuto e sai sem lavar o rosto. No carro, a caminho da casa vazia, ainda sentia o gosto do leite do novinho e a memória da boca quente e inexperiente dele no meu pau. Cheguei, tomei banho demorado e deitei na cama grande, sozinho, com o sorrisinho no rosto e o corpo ainda latejando.

Deitei na cama vazia, abri o notebook e resolvi que hoje era noite de mlk. Abri uns pornôs de novinhos com adultos e dei mais uma gozada gostosa vendo uns meninos mais novos do que minha presa de hoje tomando leite de homem.

Na semana seguinte a mulher pegou plantão de novo. Eu voltei pro mesmo banheiro na mesma hora. E ele estava lá, esperando no mictório do fundo. Mesma putaria, só que agora sem nenhuma restrição: eu chupando ele fundo, ele me chupando com mais confiança, os dois gozando na boca um do outro, bronha, saliva, porra escorrendo no azulejo. Tudo rápido, sujo, perfeito. Dois caras resolvendo a vontade no banheiro vazio do shopping enquanto a enfermeira fazia o plantão dela.

E assim foi ficando cada vez mais frequente… e cada vez mais safado.

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