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Escravo Familiar: Capítulo 63 (Amor Intenso Paterno)

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Tártaro

Comecei a subir o primeiro lance de escadas, e papai chamou-me pela janela da cozinha:

— Meu Joãozinho, antes de você ir ver a mamãe, volte aqui. Eu quero te dizer uma coisa antes, papai esqueceu de te falar.

— Tudo bem, papai! Voltei a descer os primeiros degraus da área que interligava nossas casas e subi para a cozinha de casa pelo pequeno lance de escadas da garagem e fui para a cozinha, onde papai estava recostado na pia de mármore com um cigarro nos dedos, fumando na janela.

Sentei-me em uma das pequenas cadeiras aéreas da bancada de mármore da cozinha com meu celular em mãos e olhei para meu dono com ansiedade.

— Pode falar, papai! Eu disse, olhando em seu rosto.

— Quando você voltar da casa de sua mãe, vá para meu quarto, quero conversar com você, mas preciso que seja com tempo e paciência. Enquanto isso, vou começar a arrumar meus materiais no depósito, preciso fazer um levantamento de materiais, e iremos conversar sobre como vai prosseguir sua semana. Teremos sexo juntos durante quatro dias, tirando hoje, e mais tarde quero fazer amor com você. Já te prometi isso lá no sítio, e não via a hora de retornarmos. Agora vai ver sua mamãe. Quando você voltar, conversamos direito e tiramos nosso atraso.

— Claro, meu dono, já volto. Estou ansioso para nosso banho, papai. Estou exausto.

— Eu também, meu amor! Agora vá, mas não demore por lá; amanhã tu passas o tempo que quiser com sua mãe!

— Tudo bem!

Desci novamente as escadas de casa, retornando para a garagem, e subi os primeiros lances de escada com ansiedade. Fazia exatamente oito dias e meio que não via minha mãe; nós dois nos comunicamos apenas por WhatsApp e brevemente durante a semana que ficamos no sítio. Então poder vê-la seria diferente, poder sentir seu cheiro que me acalmava e deitar em seu colo, sentir seu carinho materno que há dias não sentia.

Quando terminei de subir os degraus de casa, bati a porta da mamãe.

TOC TOC.

E a abri, descendo a maçaneta e empurrando-a, chamando pela mamãe logo em seguida.

— Mamãe!

— Filhotinho, estou na cozinha, meu amor, entra!

Entrei em casa e fui correndo até ela na cozinha. Mamãe estava recostada no armário, mexendo no seu celular, com os óculos de leitura na ponta do nariz.

Aproximei-me dela, a abracei apertado e beijei o topo de sua cabeça. Mamãe largou o celular e me abraçou, beijando-me as bochechas, segurando-me no rosto, dizendo:

— Finalmente você voltou, amor da mamãe. Foi difícil ficar longe de você durante esses oito dias, e vocês demoraram no médico. O que aconteceu? Estão com algum problema de saúde grave para ter demorado tanto? Ela disse, eufórica, me beijando mais e me apertando contra o corpo em um abraço apertado.

— Não, mamãe, não teve nenhum problema, estamos saudáveis. O doutor Rodolfo só pediu para continuarmos tomando cuidado com nossa saúde, nada que precisemos nos preocupar.

— Que ótimo, filho, assim fico despreocupada. Já comeu docinho? Tem mousse de limão na geladeira que mamãe fez para você.

— Eba, me dá um potinho para eu colocar um pouco! Pedi, me desgrudando dela.

Mamãe foi para o armário que fica acima da pia e abriu sua porta, pegando um pequeno pote de porcelana e me entregou junto com uma colher de sopa retirada do escorredor de louças e me entregou.

— E aí, filho, gostou de ter passado esses oito dias no sítio do seu tio? O que vocês tanto aprontaram lá? Perguntou-me mamãe.

— Sim, mamãe, foi incrível. Nós ajudamos titio a cuidar dos animais na maior parte do tempo. Papai me castigou por eu ter, no segundo dia, inventado de fazer um agrado e preparado o café da manhã para eles, mas, fora isso, foi bem legal.

— Seu pai é um saco às vezes, filho, por isso que eu e ele nos separamos. Não aguentava o ciúmes e as brigas sem motivos que tínhamos, você sabe bem, presenciou muitas quando era criança.

— Sim, mamãe! Que bom que se separaram, hoje vocês convivem muito melhor!

— Sim, querido! Vou brigar com ele por ter batido no meu filhote. Onde já se viu bater no bebê da mamãe? Ele que me aguarde! E sua tia Deja foi com vocês para o sítio? Perguntou-me mamãe, enquanto eu dei risada dela quando ela disse que brigaria com meu dono, por ele ter me dado uns tabefes e me feito foder com um garanhão, e me sentava à mesa com meu potinho de mousse e começava a comer.

— Que nada, mãe, foi eu, papai, meus irmãos e titio só, e meu tio contratou uma moça antes de ontem para limpar a casa. Fora isso, só um entregador de porcos que nos visitou.

— Seu tio comprou porcos, foi?

— Sim!

— Bom, meu filho, que bom que gostou e que o sítio dele está progredindo. Fico feliz. Ela disse e olhou bem para mim e voltou a dizer:

— Você está com cara de cansado, filho. Papai já usufruiu de você hoje ou seus irmãos?

— Ainda não, mas, assim que eu descer, papai me quer. Mas, na consulta, o doutor Rodolfo e o enfermeiro Caio pediram permissão para papai quando souberam que sou escravo familiar, e papai me liberou. Então, já satisfiz cinco machos hoje, mamãe, então estou exausto. Ocultei a parte dos cachorros de rua; mamãe não digeria isso muito bem, e aí que o pau torava para cima de meu dono, e aí papai ia me dar uma surra depois, então melhor evitar a fadiga.

— Nossa, até que seu pai está bem liberal, deixou dois agentes de saúde fora da família te foder. Nesse caso, então, meu amor, vai descansar, desça e tome um banho, e depois vai descansar. Peça para seu pai usufruir do meu docinho depois, amanhã, quando você estiver descansando. E venha tomar café com a mamãe amanhã de manhã, sinto falta disso.

— Tá bom, mamãe. Amanhã eu volto e fico mais com a senhora. Vou descer logo, papai deve estar me esperando para o banho.

— Vai, querido! Mamãe me disse, dando um beijo na minha testa: — Amanhã conversamos mais, bom, se tivermos tempo. Vai saber o que seu pai planeja.
— Vou saber dos planos dele quando descer, mamãe. Te amo, até amanhã. Te mando mensagem de boa noite mais tarde!

— Tudo bem, meu amor, até amanhã! Também te amo.

Levantei da mesa com o potinho de porcelana na mão e levei-o para a pia da cozinha; depois arrumei a cadeira em que estava sentado e dei um beijo na testa de mamãe. Depois encaminhei-me em direção à porra da saída da casa dela, com ela atrás de mim, e voltei para a porta da sala, saí e voltei a descer as escadas, desci o primeiro e o segundo lance, andei pelo pequeno quintalzinho que interligava nossas casas e subi os outros dois lances de escada de casa.

Quando coloquei meu pé no hall de entrada, papai gritou do banheiro do seu quarto.

— Bebê do papai, vem tomar banho!

— Tô indo! Gritei e subi para seu quarto.

Abri a porta que estava encostada e fui para o banheiro da sua suíte, onde ele estava. Abri a porta do banheiro, comecei a retirar minhas roupas e coloquei tudo no cesto de roupas sujas.

Abri a porta de vidro do box e entrei. Papai me deu espaço embaixo do chuveiro grande e eu me molhei.

— O que meu bebê acha de começarmos nossa sacanagem aqui embaixo do chuveiro? Papai disse, passando a mão pelo rosto para retirar o excesso de água, e, com os braços fortes, enlaçou minha cintura e me puxou, grudando-se em meu corpo.

Levou o rosto para meu pescoço e me beijou ali. Gemi baixo enquanto esticava o braço para pegar o sabonete na prateleira.

— Huuuuuuuuuum! Tá bom, papai, às suas ordens. Pelo visto, o senhor estava louco para comer meu cuzinho a sós comigo. Mamãe me aconselhou a dizer para você me comer depois e deixar o bebê dela descansar.

— Huuuuuuuuuum! Bebê do papai, você não sabe o quanto, muá, muá, muá. Papai disse, grudando seu caralho grosso no meu, e começou a se esfregar em mim gemendo. — Esqueça sua mãe, não vou ser bruto com você, faremos amor hoje, não se preocupe, depois teremos tempo para descansar o quanto precisarmos.

— Huuuuuuuuuum!

— Tudo bem, meu dono, às suas ordens! Eu disse e me entreguei a papai.

Nossos cacetes duros começaram uma briga de espadas gostosa, enquanto eu fazia sabão nas mãos e começava a esfregar na bunda pequena e empinada de papai.

Esfreguei minhas mãos na pele macia e branca, feito leite, apalpando. Depois afastei as nádegas dele e levei meus dedos para a parte interna delas, alisei, espalhando o sabão, sentindo os pelos anais roçarem neles, e acariciei seu cuzinho rosado com a ponta dos dedos, lavando suas pregas.

— Huuuuuuuuuum! Tá lavando o cuzão do seu macho, filhote? Tá gostando do que está sentindo? Papai me disse e deu umas piscadinhas com o cu.

— Estou, meu papai, me permite te comer quando fizermos amor? Pedi manhoso e, antes de ele responder, meti meu dedo fundo para dentro do seu cuzão.

— Ôôôôôôô! Papai gemeu alto e grosso e passou a rebolar gostoso nele.

— Claro, meu docinho. Huuuuuuummmmm! Mas eu vou te comer primeiro! Ele disse no pé do meu ouvido.

— Claro, meu tigrão! Respondi para ele.

Ele se arrepiou todo quando eu disse isso e empinou a bunda para trás. Aproveitei e inseri o segundo dedo nele, fazendo ele me beijar com força.

Papai aproveitou e retribuiu o gesto. Com os dedos molhados, passou no sabonete que pegou na prateleira acima de nós, no box atrás de mim, friccionou na mão fazendo espuma enquanto continuava a gemer e rebolar nos meus dedos.

Depois devolveu o sabonete na prateleira e, com o excesso nas mãos e nos dedos, levou para meu cuzinho, passou na parte externa rodando com a ponta dos dedos e depois me deu dois tapinhas no cuzinho com elas.

PLAC! PLAC!

— Huuuuuuuuuum! Gemi em sua boca, e ele afastou mais minhas nádegas com as mãos, e com a ponta dos dedos cutucou meu cuzinho e começou a enfia-los lentamente, abrindo caminho.

Relaxei meu cuzinho e me concentrei em fazer o mesmo nele e, juntos, no mesmo ritmo, afundamos nossos dedos até o fundo de nossos cus, gemendo um na boca do outro.

— Huuuuuuuuuum! Papai intensificou nosso beijo, passando para um beijo farto, possessivo, e enfiou sua língua na minha boca, buscando a minha, e começamos um duelo com elas dentro de nossas bocas.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

Aumentamos os ritmos dos nossos dedos em nossos cus e esfregamos com força nossos paus. Entrelaçamos nossas pernas e pés largos, esfregando-os um nos outros, e curtimos aquele delicioso momento, rebolando, nos beijando e nos esfregando.

A língua grossa e áspera de papai tinha um gosto doce que me derretia, seus braços fortes me seguravam com carinho para nós mantermos equilibrados, e ficamos naquela posição por cerca de dez minutos, até quase gozarmos com nossos membros duros se esfregando.

Mas logo nossos corpos começaram a formigar com o tempo, e precisamos mudar de posição. Nos desgrudamos, trocando um último beijo, e voltamos a atenção ao nosso banho. Trocamos uma punheta de espumas para deixarmos nossas rolas bem limpinhas, lavando bem as cabeças que, de rosadas, estavam avermelhadas, e depois lavamos nossas bolas.

Antes de enxaguar, nos separamos e cada um passou o restante do sabonete no corpo. Enxaguamos e lavamos nossas cabeças com xampu, retirando-o em seguida. Ensaboamos nossos pés para terminarmos o banho e enxaguamos novamente todo o corpo.
Papai desligou o registro do chuveiro, cessando a água, e esperamos um pouco a água escorrer de nossos corpos, trocando mais alguns beijos. Em seguida, pegamos as toalhas estendidas no vidro do box e nos secamos rapidamente; depois, as devolvemos para o vidro do box e saímos de dentro dele. Papai me pegou no colo antes de sairmos de dentro do banheiro e, pelados e descalços, fomos para sua cama de casal.

Ao chegar aos pés dela, papai me atirou no centro da cama de barriga para cima, fazendo eu cair nela todo arreganhado, e subiu em cima de mim, indo para o meio das minhas pernas, voltando a me beijar. Enfiou deliciosamente sua língua molhada dentro da minha boca e se grudou ao meu corpo, apertando-me forte nele.

Deslizei minhas mãos carinhosamente em suas costas enquanto ele se esfregava em mim, voltando a fazer uma briga de espadas com nossos paus duros.

Ofeguei gostoso, sentindo nosso contato; era bruto, mas gentil, forte, mas suave, e tudo isso ao mesmo tempo, proporcionando um mix de sensações alucinantes.

Logo fui deitado com carinho na cama com ele, parando de beijar minha boca, e ele foi descendo, beijando, lambendo e mordiscando meu corpo em direção ao meu caralho grosso e duro. Papai beijou — "Muá", lambeu — "Lamb", meu pescoço, cheirou-o — "FSSSS!" e subiu até meu ouvido e disse:

— Eu te amo, putinha do papai! Minha vida, vou fazer amor com você como nunca fiz com ninguém!

E voltou a me beijar, descendo em direção ao meu peito. Agarrou com a mão direita meu peito largo, massageando, e levou seus lábios para meu mamilo, sugando forte, fazendo eu gemer e gozar, sujando nossas rolas com meu gozo.

— ÔÔÔÔÔÔÔH! Pffffffffffffffffffffffff

Papai mordiscou meu mamilo e foi para o outro peito, repetiu os mesmos movimentos, segurando meu peito com a mão esquerda e sugando meu mamilo esquerdo com vontade, e rodou a língua em sua volta, fazendo eu ter outro orgasmo.

— Oooooh Papai! Gemi e gozei novamente.

Pffffffffffffffffffffffff

Em seguida, olhou nos meus olhos, ainda com meu mamilo na boca, e sorriu. Depois, foi para o meio dos meus peitos, lambendo, e foi descendo, depositando beijos na minha pele até chegar no meu caralho grosso e duro.

Segurou-o com sua mão grande, quente de pele macia, e me masturbou, fazendo eu arquear as costas no colchão. Espalhou meu gozo por meu caralho enquanto me masturbava e, em seguida, caiu de boca nele, fazendo eu gritar:

— Aaaaaaaaaaaah! Papaiiiii!

Arqueei mais minhas costas e, com as mãos, enfiei meus dedos em seu cabelo e pressionei minhas mãos em sua cabeça, afundando seu rosto na minha pélvis, deslizando meu caralho grosso para a sua garganta, fazendo minhas bolas baterem em seu queixo com a barba por fazer.

Segurei-o naquela posição por alguns segundos para sentir sua garganta apertar meu pau, e depois o soltei.

— Aaaarrrrrffffff! Arfamos juntos e puxamos o ar para nos oxigenar.

Papai me olhou com paixão e engoliu o resto da minha porra que eu enfiei em sua garganta com meu caralho duro, segurando meu pau. Lambeu-o todo e bateu com ele na sua cara. PLAC, PLAC!! Em seguida, foi mudando de posição, dobrando seus joelhos na cama, ficando ajoelhado no colchão, me levantou pela cintura, fazendo minhas pernas se enroscar em em volta da sua cintura e rodou com nós dois no ar para trocarmos de posição, com ele caindo de costas na cama e eu indo para cima dele.

Ele me puxou para um novo beijo e disse em um sussurro:

— Sua vez, escravinho!

Sorri safadamente para ele e devorei sua boca em um beijo ardente e forte.

Enfiei minha língua em sua boca rosada e fui atrás da sua. Senti o gosto de café doce misturado ao gosto do meu caralho e da minha porra e passei a sugá-la, absorvendo com ânsia o seu gosto, gemendo grosso.

— Huuuuummm!

Depois, fui descendo, beijando seu maxilar, seu pescoço, mordiscando sua pele quente e cheirosa do banho. Lambi e mordisquei o meio de seu peito largo, e levei meus beijos para seu peito esquerdo, segurei com a mão esquerda apertando, massageando a pele lisa, fazendo papai ofegar mais e me olhar louco de tesão e paixão.

Logo em seguida, abocanhei seu mamilo rosado, protuberante, lindo e pontudo. Suguei como se ansiasse por leite, como se seu mamilo fosse espichar jantadas de leite paterno para me alimentar.

Papai gemeu grosso e alto, arrepiando-se todo e contorcendo-se na cama embaixo de mim. Alternei minha boca entre chupar, lamber e mordiscar seu mamilo enquanto massageava seu peito largo e definido, provocando-o o máximo que conseguia.

Em seguida, saí do mamilo esquerdo, deixando-o molhado, e fui para o outro lado, deixando um fio de saliva me acompanhar. Apertei forte com a mão direita no seu peito, igual fiz no anterior, e caí de boca no seu mamilo, voltando a sugar com força, mordiscar e rodar minha língua em volta dele provocativamente, enquanto o olhava se contorcer embaixo de mim.

Depois de satisfeito, lambi seu peitoral de um lado ao outro e depois desci lambendo até sua barriga, formando um sinal de cruz no seu tronco.

Desci até sua barriga parruda, que diminuía o buxinho saliente de paizão dele por conta dos exercícios físicos que ele praticava constantemente, e enfiei minha língua no seu umbigo.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu e seu caralho duro deu uma levantada no meu peito.

Saí do seu umbigo e desci pelo caminho da felicidade até sua virilha com pelos aparados, cheirei-a, aspirando o odor delicioso, e engatei meu nariz em seu caralho duro e grosso e deslizei meu nariz nele, da base até a cabeça rosada e macia, embriagando-me naquele odor de rola de macho divino.

— FSSSSS!

Caralho! Rola cheirosa, gostosa da porra! Cheiro divino, só quem já cheirou uma rola de macho sabe o quão bom ele é, e logo já fui colocado a cabeça dela na boca, e deslizei até a base fazendo papai gemer alto falando:

— Huuuuuuuuuum! Boquinha macia e quentinha do caralho, filhote, você gosta, né, minha putinha do caralho do papai, do meu cheirão de macho?

Apertei sua rola com minha garganta várias vezes, fazendo-o gemer e se contorcer mais. Ele levou suas duas mãos para trás de minha cabeça careca e me segurou prensado ali por alguns segundos até meu rosto ficar rosado, e depois me soltou.

Deslizei com a boca no seu pau de novo até a ponta, e regulei o ar nos meus pulmões, tossindo.

COFF COFF

— Adoro papai! Eu disse para ele masturbando seu caralho duro, e dirigi meus lábios para suas bolas.

Coloquei uma de cada vez na boca, suguei com carinho e lambi, rodando minha língua em volta delas, fazendo o contorno arredondado com a língua.

Em seguida, levantei seu saco com a mão direita e lambi a região do períneo, deslizando a língua pela costura da pele.

Papai ficou afoito e logo ergueu suas pernas para cima, segurando-as com as mãos e expondo e oferecendo aquele delicioso cu peludinho, enquanto terminei de deslizar a língua na costura até chegar em seu cuzinho.

Enfiei a ponta no buraco e, com o auxílio dos lábios, comecei a fazer um delicioso beijo grego nele.

— Muá, muá, muá... Lamp! Lamp! Lamp! …

— ÔÔÔÔÔÔÔH! Gemeu papai, grosso e alto, descendo um pé até atrás da minha cabeça e pressionando-o de encontro a ela para afundar mais minha boca no seu cuzão enquanto ele rebolava.

Chupei com força e o fodi com minha língua, fazendo movimentos de vai e vem com ela dentro do seu delicioso e saboroso cu. Quando estava cansado, retirei minha boca dele e desci suas pernas no colchão.

Em seguida, voltei a beijar suas coxas definidas e magras, e encaminhei-me para seus pezões, descendo e beijando suas panturrilhas, e, quando cheguei, os cheirei, aspirando os odores de sabonete misturados a um fraco chulé.

FSSSSSSSS!

O cheiro me enlouqueceu, e comecei a cheirá-los, beijá-los, lambê-los, sentindo a pele grossa e macia, sentindo o sabor delicioso de sua pele chulezenta em meus lábios.

Abri seus dedos com minhas mãos e, com a língua, lambi os vãos entre eles, sentindo seus sabores divinos. Depois me encaminhei para suas deliciosas solas, cheirei-as e as lambi. Papai ergueu a direita alguns centímetros do colchão e esfregou-a na minha cara, depois me deu dois chutinhos na minha face, olhando com possessão para mim, e recolheu seus pés em seguida e se levantou da cama, ordenando:

— De bruços na cama, escravinho, hora de eu comer seu cu!

Subi mais para cima no colchão e puxei dois travesseiros para debaixo de mim.

Papai foi para os pés da cama e se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas pernas e se enfiou no meio delas, segurando na base do seu cacete duro. Deu uma cuspida nos dedos e passou no meu cuzinho, enfiando um, depois dois dentro dele, rodando de um lado para o outro, enquanto eu abria minha boca em "Ô" sem emitir som.

Retirou-os e, segurando na base do seu caralho duro, apontou a cabeça dele na minha rosquinha de leite e começou a pressionar.

— Ôôôôôôô! Gememos juntos, sentindo meu cu se alargar e comportar sua cabeça lisa e rosada.

Papai botou mais pressão, e sua rola grossa começou a deslizar para dentro de mim, fazendo-me sentir cada centímetro, até a base e sua virilha encostarem nas minhas nádegas.

Em seguida, ficou parado por alguns segundos, me recobrindo o corpo com o seu, enquanto beijava meus ombros e pescoço e esperava meu cuzinho se acostumar com sua invasão. Depois, trazendo seus lábios até o pé do meu ouvido, disse:

— Te amo, bebezinho do papai.

E começou a subir e descer seu quadril em cima de mim lentamente.

PLOC… PLOC… PLOC…

— Huuuuuuuuuum!

— Huuuuuuuuuum!

Gememos juntos enquanto a sua rola deslizava gostoso para dentro e para fora, para cima e para baixo no meu cuzinho.

Ele rebolava suavemente toda vez que sua pelve encostava nas minhas nádegas e afundava, pressionando suas nádegas junto.

Tum... tum... tum...

Seu ritmo lento e apaixonado nos proporcionava nosso melhor amor feito até aqui. Ele gemia baixinho, suspirava chamando meu nome baixo e me induzia a fazer o mesmo. Fechei meus olhos, agarrando-me forte aos travesseiros, e senti ainda mais intenso nosso sexo, nosso sexo não, nosso amor.

Seu pau sabia exatamente onde me tocar, sabia exatamente como acariciar minha próstata, e lentamente senti meu cacete fisgar junto ao dele, e, sem aumentar o ritmo, sem sequer um milésimo de velocidade, gozamos, nos inundando com nossa porra grossa.

— Huuuuuuuuuum!

— Te amo, filhinho!

— Também te amo, papai!

Pffffffffffffffffffffffff

Pffffffffffffffffffffffff

Papai e eu gozamos juntinhos, agarradinhos, e fomos parando aos poucos de nos mover.

— Aaarrtfff! Ele arfou logo que parou de se mover e ficou em cima de mim por alguns minutos.

Depois senti seu caralho mole escorregar para fora de meu cuzinho, e com ele a sua porra espessa.

Em seguida, papai saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado na cama, de lado, me fez virar de lado e me puxou para seu corpo, agarrando-me de conchinha na cama, beijou meu pescoço e disse:

— Obrigado, garotão. Não sabe o quanto eu estava ansioso para fazermos isso.

— De nada, papai, foi uma das nossas melhores transas! A única coisa que faltou foi você me alimentar com seu leitinho paterno!

Papai riu, esfregando-se no meu corpo, e enfiou o rosto no meu pescoço, beijando-me e cheirando.

Na minha cabeça, surgiu uma questão: como seria se meu avô estivesse vivo? E, caso papai morresse, quem assumiria como meu dono? Aconcheguei mais minha bunda na sua virilha, deixando seu caralho mole gozado no vão entre minhas nádegas. Papai apertou-me mais de encontro ao seu corpo e ficou quietinho descansando, sentindo meu cheiro.

Entrelaçou seus pezões nos meus, esfregando-os. A coragem e a curiosidade de saber como seria minha vida caso meu vovô estivesse vivo bateram mais forte, e resolvi perguntar para ele.

— Papai, tenho algumas perguntas e dúvidas sobre minha vida de escravo. Podemos conversar sobre?

Calmo, atrás de mim, apenas me acariciando com seus pés, ele respondeu:

— Claro, filhote! O que você gostaria de saber?

— Bom, primeiro quero saber como era o vovô. Vocês se davam bem?

— Huuum! Digamos que meu pai era um homem seco; o que eu tenho de meloso, amoroso, meu pai tem de seco e distante. Seu avô, se ainda estivesse vivo, talvez não aprovasse você como escravo familiar sexual, e nem por você ser uma bicha, filho. Mas, caso suponha que ele estivesse aqui agora, ele não seria seu dono, nem muito menos teria mais direitos do que os outros, e também não poderia dar pitaco na sua criação e função; só quem tem direito a isso sou eu. Mas existe uma norma para você.

— Que norma, papai? Perguntei.

— Bom, meu garotão, vou explicar o que vai acontecer com o seu futuro, as possibilidades. A primeira é: caso eu arrume um homem para casar com você, ele terá direito sobre você. Eu serei o soberano sempre, e a última palavra é a minha no quesito de organizar quando você satisfaz quem, quem pode ou não, e quem vem primeiro de quem. Então ele poderia dar pitacos, mas eu dou a última palavra. Mas, caso, quando eu morrer, você estiver namorando ou estiver casado, ele assume os direitos de ser seu dono, e aí é ele quem decide. E para seu avô funcionaria do mesmo jeito. Além dos dois, quem poderia assumir o direito de ser seu dono seria seu padrinho. Caso ele não pudesse assumir, seria seu irmão Thiago ou o Juan, e, por último, o filho do seu padrinho, seu primo Gabriel, mas isso quando eu morrer; por agora, só eu comando, e também seria de acordo com as idades, sempre do mais velho para o mais novo, lembrando que, exceto seu avô, que seria o sucessor logo depois de mim e não ao contrário.

Achei interessante, porém, será que eu teria absorção da minha escravidão, se eu quisesse? Papai me liberaria para eu viver minha vida como eu quisesse? Bom, isso eu o questiono depois; agora só quero levantar, usar o banheiro, depois quero comer, estou com fome.

Bati no braço do papai, que estava em minha volta, enlaçando-me a cintura, e pedi para levantar.

— Papai, preciso fazer xixi.
— Claro, querido, vamos aproveitar e levantar. Estou faminto e precisamos de um novo banho.

Ele me soltou dos seus braços fortes, e nós nos levantamos e fomos juntos para o banheiro. Entrei primeiro e sentei-me na privada e deixei meu xixi sair. Papai veio para minha frente, segurando sua rola grossa pela base, e apontou para meus lábios, pedindo silenciosamente para que eu abrisse. Separei meus lábios e deixei que a cabeça rosada da sua pica invadisse minha boca.

Papai suspirou baixo, relaxando o corpo, e deixou que seu mijo saísse e viajasse para minha boca e para meu estômago.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

GLUB, glub, glub, glub...

Engoli por goladas fartas, sentindo o sabor salgado e morno, mas não desperdicei sequer nenhuma gota. Depois suguei a sua cabeça para retirar as últimas gotas e senti meu corpo processar sua urina rápido e passei a mijar novamente na privada.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Papai retirou seu caralho da minha boca assim que terminou de mijar, segurou em meu queixo com a outra mão para eu não fugir e bateu com ele na minha cara, me dando uma surra de piroca por alguns segundos.

Plac, plac, plac, plac, plac, plac...

Sorriu para mim e parou com a surra de pica na minha cara, depois se virou para o box do chuveiro, abriu e entrou, ligando a água e foi para debaixo dela. De lá chamou-me:

— Vem tomar banho, meu filho, para irmos comer alguma coisa. Já está ficando tarde e papai está com sono e estou exausto. Você deve estar do mesmo jeito.

Levantei quietinho da privada e dei descarga, e fui para o box junto a papai. Ele abriu espaço embaixo do chuveiro e me molhei. Depois passamos juntos o sabonete bem em nossos corpos rapidamente para retirar nossa porra e o suor do sexo.

Depois desligamos o chuveiro e nos secamos. Penduramos as toalhas no vidro do box e voltamos para o quarto, calçamos um chinelo e, pelados mesmo, saímos do seu quarto e descemos para a cozinha.

Papai nos preparou alguns sanduíches e uma jarra de suco. Sentamo-nos na ilha de mármore da cozinha e devoramos nosso jantar.

Em seguida, ele aproveitou para comunicar como seria minha semana.

— Filho, amanhã eu quero te mostrar uma casa que comprei. Ela vai servir para um plano que tenho com você, mas papai te fala esses planos somente amanhã, quando te mostrar a casa. Vamos sair logo depois do café, só eu e você, tudo bem?

— Claro, meu senhor pai, vou tentar não ficar curioso e ansioso, mas e quanto aos outros membros da família? Quando irei transar com eles? Eu disse, mordendo meu sanduíche de queijo e presunto e tomando um gole de suco em seguida.

— Que se fodam eles. Ao longo da semana, eu combino isso. Só irão usufruir de você quando eu quiser. Sou seu pai e seu dono, e quem manda em você sou eu. Eles que se fodam.

— Tá certo, papai! Te amo, meu dono!

— Também te amo, filhinho!

Comemos em silêncio depois disso, e, depois que terminamos, deixamos a louça na pia e voltamos para o andar de cima.

A exaustão me bateu e papai e eu fomos direto para seu quarto, escovamos nossos dentes e deitamos em sua cama, nos cobrimos com o edredom novamente e voltamos a nos agarrar, e quando nossos corpos exaustos aqueceram, caímos no sono.

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