O dia que confundi minha filha com minha esposa.
Aos pocos com minha filha Duda. Nossos pequenos segredos...
Meu nome é Carlos, sou casado com a Aline e temos duas filha, Ana a mais velha é separada e tem um filho bebe, a mais nova se chama Eduarda e atualmente tem 15 anos.
Moramos todos juntos em uma cidade pequena no interior em uma casa normal de 3 quartos.
Tudo aconteceu a mais ou menos 6 meses quando em uma noite de tempestade acabou a energia, nossa casa tem lâmpadas de emergência na sala e cozinha então jantamos normalmente e formas para cama estava jogando no meu antigo psp e minha esposa no celular, quando Duda entra e pergunta:
-- Pai mãe posso dormir aqui, estou com medo do escuro e meu celular acabou a bateria.
-- Você já é grande pra isso né filha, respondi.
-- Por favor pai só até voltar a luz.
-- Então vai por seu pijama.
Sua mãe disse concordando e as duas ficaram conversando e vendo vídeos minha esposa no canto a Duda no meio e eu no outro canto.
O tempo passou a energia não voltou e a bateria dos celulares já estava acabando, então resolvemos dormir nossa filha não quis voltar para o próprio quarto e acabou dormindo com a gente.
Dado momento da noite acordo para ir ao banheiro mijar e pela luz do celular vejo que as duas estão dormindo ao meu lado.
Vou ao banheiro e volto pra cama em algum momento da madrugada meio dormindo meio acordo sinto o corpo da minha esposa perto de mim, a abraço ficamos de conchinha e começo a alizar suas coxas por cima do pijama então subo a mão pelo seu corpo passando pela barriga e chegando ao seios que são bem grandes dou uma apalpada e continuo com a mão em seu seio abraçado a ela e encaixando bem gostoso não tinha a intenção de transar estava com sono, só estava sendo carinhoso com minha esposa, já estava quase dormindo quando levo um susto, lembrei que não estava dormindo somente com minha esposa, minha filha também estava na cama, meu susto só aumentou quanto lembrei que minha esposa estava de camisola e não de pijama.
Estava abraçado e apalpando minha filha, Duda apesar de ser um pouco mais baixa que a mãe, já tem o corpo bem desenvolvido na verdade é até mais encorpada que a mãe apesar da idade.
Me vendo naquela situação só me restava torcer pra menina estar dormindo, teria que aos poucos ir me desvencilhando dela devagar para não acorda lá, minha mão estava em seu seio por cima do pijama e nossos copos estavam colados estava dando uma boa encoxada nela nesse breve momento meu coração disparou ao perceber como minha filha era gostosa, por um segundo pensei em me aproveitar um pouco mais dela, mas dessa vez de forma consciente no entanto logo me arrependi desse pensamento e divagar virei para o outro lado, não consegui dormir, passou alguns minutos e percebo minha filha se mexendo na cama, primeira coisa que me veio a cabeça era que ela estava acordada o tempo todo, seria muito coincidência ela acordar alguns minutos depois, provavelmente ela estava assustada com a situação e fingia dormir.
Fiquei imóvel com olhos fechados, dessa vez quem estava com medo e fingia dormir era eu, não queria ter que explicar uma situação dessas para minha esposa.
Fiquei escutando pra saber o que minha filha faria, tive a impressão que ela trocou de lugar com minha esposa, nessa hora dei graças a Deus que minha esposa tem o sono pesado.
Depois disso não consegui mais de dormir pensando no que aconteceu, pouco tempo depois amanheceu, nossa rotina era eu acordar primeiro tomar banho e antes de sair acordar minha esposa, depois ir ao quarto da Duda acordala para ir a escola e dar um beijo de bom dia antes de sair. Ana como não estava trabalhando acordava mais tarde com o bebê.
Hoje seria diferente estavam as duas na minha cama, depois de me arrumar chegou a hora de encarar o leão, estava com medo de acorda las e Duda contar o acontecido para a mãe.
Fiquei alguns segundos olhando para elas na cama, vi como eram parecidas, Duda estava de barriga pra cima pude ver a generosa curva de seus seios sob a camiseta, lembrei da textura gostosa de seus seios dou um suspiro e resolvo fingir que nada aconteceu, no pior dos casos diria não lembrar de nada.
Sacudi Duda até acordala:
-- hora de acordar meu amor, você tem aula hoje.
Ela abriu os olhos meio sonolenta até que de repente tem um espasmo de susto como se tivesse se lembrado de algo, meu coração dispara na hora, mas mantive a calma e segui como normalmente, dei um beijo em sua testa desejei bom dia acordei sua mãe e sai para trabalhar.
Chego em casa nervoso, mas logo percebo que está tudo tranquilo, Duda não falou nada para a mãe ou a irmã.Os dias foram passando e apesar de não esquecer o ocorrido e as vezes me pegar olhando as curvas da minha filha, conversávamos normalmente e seguimos nossa rotina.
Estava tudo bem até que outro incidente aconteceu, Duda pegou uma forte dor de garganta, como sempre acontece quando fica doente ficou muito manhosa sempre nos procurando para conforta lá. Depois de sua mãe medicalá, fomos dormir mas para minha surpresa e desespero Duda logo entro no quarto pedindo para dormir com a gente, pois estava com frio por causa da febre, ela vestia camiseta manga longa e calção de pijama veio para o meio da cama e ficou abraçada com a mãe que logo dorme profundamente, eu não conseguia dormir, confesso que estava com uma mistura de tesão e medo de repetir as coisas. A noite passou e Duda começa a tossir pergunto:
-- Duda como você está?
-- Estou com frio pai.
Passo a mão em seu rosto estava bem quente, me levanto pego termômetro vejo que está com febre e dou outro remédio a ela e volto para a cama, apesar desses acontecidos sua mãe continuou dormindo pesadamente de costas para nós.
Passa alguns segundos e ouço sua voz:
--Pai tá acordado?
-- Sim.
--Me abraça tô com frio.
Ao ouvir isse engulo em seco, a abracei e ela deitou em meu peito com a testa pero da minha boca, pode sentir seu calor febril e a maciez de seu corpo, sua pele estava suada e o pijama de algodão levemente grudado, tentei me controlar ao máximo, mas com seus seios macios em meu peito e sua coxa grossa entre minhas pernas, logo estava de pau duro, como uma de suas pernas estava entre as minhas então não tinha como ela não percebeu.
Ficamos nessa posição, os dois acordados logo sucumbi a tentação e meio trêmulo comecei a alisar suas costas, ela não esboçou reação, minha mão ia de sua nuca até o elástico do calção do pijama, sua mão que repousava em meu peito deu um leve aperto e depois ficou circulando carinhosamente, já não era mais o carinho de pai e filha.
Meu coração está acelerado, coloco a mão por baixo de sua camiseta diretamente na pele levo ela até o meio de suas costas e sussurro:
-- Está suada.
Ela só respondeu com um leve grunhido:
--Hurunm..
Continuo acariciando suas costas dou um beijo em sua testa e com o outro braço a aperto mais em mim, meu pau latejando encostado em sua virilha não estava aguentando mais, era muito tesão, apesar de perceber que ela estava gostando, sabia que ela não tinha nenhuma experiência e não queria assusta-la.
Enquanto eu pensava em uma maneira de dar o próximo passo continuamos nessas carícias, estava com muita vontade de apertar sua bunda grande e seus seios macios.
Meus pensamentos logo foram interrompidos pelo barulho de minha esposa se virando na cama, tal ação assustou tanto a Duda quanto eu, nos afastamos e ela se virou de costas para mim.
Mas alguns minutos se passaram e percebemos que sua mãe continuava a dormir e tinha apenas mudado de posição, as poucos me acalmei e comecei a pensar na situação, pela reação da Duda ela sabia que o que estávamos fazendo era errado e tinha medo de ser pega pala mãe, também demostrava que ela estava gostando dessa situação.
Naquele momento decidi que podia ir mais longe, desde de que a Duda fosse receptiva, esperei um pouco mais e coloque uma das mãos e sua barriga, aos poucos ela foi chegando mais para traz até se encostar em mim, eu que continuava com o pau duríssimo fiz um movimento de baixo pra cima dando uma boa roçada em sua bunda, ela corresponde chegando mais para traz até ficarmos de conchinha.
Paço meu braço esquerdo por baixo de seu pescoço e a abraço pelo ombro, a outra mão aliso sua barriga por baixo do pijama dou beijo em seu pescoço, sinto seu corpo tremer e sua respiração acelerar, quase gozei.
Aos poucos minhas mão estava explorando seu por seu corpo, sentindo os pelinhos de seu abdômen seu umbigo e suas costelas logo está em encostando as pontas dos meus dedos em um de seus seios ela usava um desses sutiãs esportivos confortáveis para dormir.
Aos poucos fui avançado, quando finalmente cobri um de seus seios com minha mãe ela deu um leve gemido... Queria tirar o pau pra fora e gozar em sua bunda, continuei a beijar levemente sua nuca e pescoço, meu pau roçando em sua bunda, com a ponta dos dedos puxei o sutiã para cima e liberei um dos seios o apertei diretamente, sentindo a pele lisa, o mamilo o leve suor e calor do seu corpo, foi a melhor sensação do mundo ela gemeu mais alto, nesse momento tive um lampejo de sanidade e uma onda de medo me dominou se a mãe ouvisse a filhar gemer assim tava tudo lascado.
Respirei fundo e com muita força de vontade me controlei cobri seu seio disse em seu ouvido:
-- Meu bem deixa eu tirar meu braço vou no banheiro.
Me levantei e fui no banheiro, fechei a porta e bati a punheta mais gostosa da minha vida, provavelmente a mais rápida também.
Quando voltei para cama, perguntei a Duda:
-- Você está bem? Quer mais um remédio?
Essa pergunta era uma sondagem e também um disfarce caso a mãe dela estivesse acordada.
-- Estou bem pai, não precisa de remédio.
-- Quer água?
-- Sim por favor.
Fui a cozinha buscar um copo d'água para ela e respirei aliviada por ter agido de modo normal.
Depois que ela bebeu a água falei:
Tente dormir um pouco então, não queremos acordar sua mãe.
Ela entendeu o recado e essa noite não aconteceu mais nada, pela manhã na a acordei já que não ia para a escola.
Continua...
Obrigado por ler.
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