Fim de semana dos sonhos 3: Fiz uma grande descoberta e novas amizades
Dudu estava com a sunga arriada, e o corpo inclinado para a frente. Isaías estava em pé, e brincava batendo com a rola na cara dele
O sítio era grande, e não ficou lotado, era uma coisa meio que restrita aos jogadores e seus familiares, tinha umas 30 pessoas adultas, e várias crianças pequenas. Alguns garotos, com idades próximas à minha, e com o calor que fazia, a maioria estava na piscina. A maioria dos jogadores, ficaram na parte do churrasco, bebendo, comendo e falando dos jogos do campeonato.
Acabei me enturmando com alguns garotos que brincavam de bola na piscina. Dudu era bem familiarizado com eles acho que costumavam frequentar esses encontros. Bem, acabamos adaptando uma cadeira e um balde, do lado de fora, que virou um cesto, e naquela parte da piscina, passamos a brincar de "basquete aquático".
Nessa brincadeira, o Joel, um garoto de 17 anos, ficou me marcando. Quando virei de costas para proteger e não perder a bola, ele me deu uma encoxada, chegou a cutucar. Passei a bola, e depois ele falou:
_Jogo é jogo...vale tudo.
Não falei nada, e continuei jogando. Percebi que esse Joel, só ficava me marcando, e não perdia a oportunidade de me encoxar. Era tudo discreto, no movimento do jogo, mas notei o pau duro em algumas cutucadas. Ele estava me provocando, e resolvi revidar.
Num dado momento, invertemos a jogada, ele está com a bola, e de costas para mim.
Fui com uma das mãos para tirar a bola dele e com a outra, num movimento rápido, peguei o pau dele.
_Ei. Exclamou.
Tomei a bola, dei o passe, e fizemos a cesta. Joel ficou me olhando, e eu falei:
_Jogo é jogo...vale tudo...
A partir daí, o negócio quase descambou, Joel ficou mais assintoso nas encoxadas, e eu, naquelas de virar o corpo, aproveitava e pegava no pau dele. Até que a brincadeira estava gostosa, pena que alguns garotos quiseram parar, para almoçar.
Enquanto saía da água, vi Joel conversando com o Adilson, um garoto que jogou no meu time, soube depois que eram primos. Eles conversavam, olhando para mim. Não liguei, e fui almoçar.
Vi meu pai, e fui sentar perto dele.
_Se ficar bêbado e der vexame, te dou uma surra na frente de todo mundo. Disse meu pai, ao me ver se aproximando.
Não reparei quem estava ao redor dele, e nem coloquei o prato na mesa.
_Uma boa tarde para o senhor também. Disse isso, e fui me sentar do outra lado do salão.
Estava bravo com meu pai, mal me dava atenção, nem tinha me falado bom dia, nem tinha ido ver se eu estava bem, mas ficava fazendo média com as famílias dos outros. Resolvi ficar longe dele.
Terminei de almoçar e fiquei quieto num canto, observando as pessoas. E é nessas horas, que a gente acaba descobrindo coisas.
Tinha um lago no sítio, e o Ângelo estava com uma vara de pescar. Ele chamou o Dudu, que disse preferir ficar na piscina.
Após Ângelo sair para o lago, Dudu olhou para um lado, para outro, e seguiu lentamente os passos do pai.
"Ué...ele falou que iria ficar na piscina". Aí tem coisa". Pensei.
Pensei...pensei, e curioso, resolvi seguir o Dudu para ver o que estava acontecendo. Fui com cuidado, e mantendo bem a distância. Ele não estava seguindo o pai dele, Dudu saiu por uma trilha em direção à casa do caseiro.
"Estranho...quando chegamos, na sexta, o caseiro falou que iria aproveitar e visitar os familiares naquele fim de semana, na cidade".
Dudu foi para os fundos da casa, e sumiu. Dei um tempo, me aproximei e com cuidado olhei pela janela do quarto, e não vi nada, estava vazio. Olhei pela janela da sala, e nada. Segui caminhando para os fundos, e quando estava chegando perto da cozinha, ouvi uns gemidinhos, em meio à vozes, mas vinha do quartinho, ao lado da lavanderia.
A porta estava encostada, e pelo buraco da fechadura, não dava para ver nada. Fui até a janela, que também estava fechada, mas por uma pequena fresta na cortina, tive a visão do que acontecia ali dentro...e minhas pernas ficaram mole quando vi. Quase tive um piripaque.
Dudu estava com a sunga arriada, e o corpo inclinado para a frente. Isaías estava em pé, e brincava batendo com a rola na cara dele. E deu para perceber, que ele gostava daquilo. Mas o mais estarrecedor não foi isso. Enquanto Dudu se divertia levando pau na cara e na boca, meu pai...é gente o meu pai, ele rasgava o cuzinho do Dudu com a sua rola.
Fiquei boqueaberto com tanta desenvoltura do garoto. Ele engolia quase toda a rola do Isaias, enquanto a do meu pai sumia no seu cuzinho.
Depois do susto inicial, fiquei com tesão, e um pouquinho de inveja do Dudu...queria estar no lugar dele. Me acabei na punheta vendo meu pai socar forte naquele rabinho branco.
Depois de várias estocadas, meu pai grudou na cintura do garoto, levantando-o do chão, e começou a gozar. Nesse momento, Isaías tira o pau da boca dele, e goza na sua cara.
_Ahhh...isso é para você aprender e vir logo quando a gente chama. Disse Isaías, lambuzando todo o rosto do Dudu.
_Mas eu vim logo que meu pai foi pescar. Disse Dudu, esticando a língua para pegar parte da porra que escorria pelos eu rosto.
_Só que ontem à noite você demorou. Disse meu pai.
_Mas foi porque meu pai demorou a dormir, não dava para sair do quarto com ele acordado...
"Peraí...se meu pai e o Isaías ficaram esperando o Dudu...então, ontem à noite, meu pai chegou no quarto com o....nossa...que confusão, não estou entendendo mais nada...será que foi o Isaías que comeu meu cú?" Pensei, encostado na parede.
Ainda confuso com os pensamento, volto a olhar pela fresta, e agora, Dudu chupava o pau do meu pai, enquanto Isaías fodia o seu cuzinho.
Cheguei a ficar com ciúmes pela forma carinhosa com que meu pai tratava o Dudu. Suas mãos tocando o rosto dele, seus cabelos...
Depois de um tempo, meu pai segura a cabeça do Dudu, e passa a socar o pau na sua boca. Em questão de segundos, ele goza...e o Dudu deu conta de tudo, sem deixar escapar nada.
_Vai "Zá"(Isaías)...agiliza aí, a gente tem que voltar. Disse meu pai.
_Meu pai ainda vai demorar lá no lago. Falou Dudu.
_Viadinho safado...tá querendo mais né. Falou meu pai, batendo com o pau mole na care dele.
_Eu ainda não gozei. Falou Dudu.
_Então começa a bater punheta, já tô quase gozando. Disse Isaías.
Dudu começou a se masturbar, e meu pai falou:
_Se quiser mais, aparece no sábado, lá na sede, lá é mais tranquilo. Aqui, senão ficarmos à vista, desperta a curiosidade das pessoas...
Isaías grudou na cintura do garoto, e gemendo alto, começou a gozar. Dudu implorava para ele não tirar o pau, porque já estava quase gozando. E não demorou muito, ele explodiu no gozo, gemendo todo manhoso na rola do Isaías.
Dudu ainda estava engatado com o Isaías, recuperando o fôlego, quando meu pai ergueu a cabeça dele, e deu um selinho. Nossa...eu não precisava ter visto essa cena. Achei melhor sair logo dali.
Com todo o cuidado fui me afastando, e quando cheguei na trilha, acelerei o passo.
Ainda em choque, tentando processar tudo que vi, vejo Joel e Adilson vindo na minha direção.
_Aonde você estava? A gente estava te procurando. Falou Joel.
_Eu...eu...eu estava lá embaixo, no lago, fui ver como era lá...
_Ah...tá...você gosta de caqui? Falou Adilson.
_Gosto.
_Lá no pomar, tem um pé carregado de fruta madura, vamos lá pegar? Falou Joel.
Na minha doce inocência, fui com eles. Ficava do outro lado em que estávamos.
Quando Joel passou pelo pé de caqui, e foi entrando para uma região mais fechada do pomar, comecei a achar, que a intenção deles, não era de comer caqui. E não demorei a descobrir o que eles queriam comer.
Sem rodeios, Joel se encostou no pé de manga, abaixou o calção, expondo sua bela rola, roliça, da cabeça bem vermelhinha, e falou:
_Quero ver se tem coragem de pegar agora.
No fogo que eu estava, e com ciúmes por causa do meu pai, não tive dúvidas, me aproximei, peguei suas bolas, e fui subindo a mão, bem devagarinho, até chegar na cabeça do seu pau.
Acariciei, alisei, punhetei, depois, abaixei a cabeça, e abocanhei sua rola bela rola, devia ter uns 18cm, engoli quase toda.
_Ahhhh...ahhh...que gostoso....e aí Adilson...vai ficar só olhando? Falou Joel.
_Tô de olho para ver se não aparece alguém. Respondeu.
_Relaxa...são quase 16h, a maioria do pessoal está arrumando as coisas para ir embora, ninguém vem mais por aqui não.
Depois que Joel falou isso, Adilson se aproximou, colocou a rola para fora, e falou:
_Vai...deixa bem durinha para eu enfiar no seu cuzinho.
Adilson tinha 16 anos, e seu pau era um pouco menor, 16/17cm.
Momentaneamente fiquei punhetando o Joel, e meti a boca no pau do Adilson. O dele, consegui engolir todo, minha boca foi até suas bolas, e ele delirou. Quando subi a boca, seu pau já estava estourando de duro. Mais alguns sobe e desce, e ele tira o pau da minha boca. Volto a abocanhar o pau do Joel, que já estava cheio de babinha.
Meu short é arriado, e logo vai parar no chão. Me desfaço dele, empurrando-o com o pé, e abro bem as pernas. O pau do Adilson entra gostoso.
_Ahhh...nossa....que cuzinho gostoso. Lembrei do dia que a gente pegou o Dudu. Disse Adilson.
_Ah...nem fala daquele viadinho. Ficou fresco, agora só quer os jogadores do time...acho que o time inteiro já comeu ele. Falou Joel.
_Menos o pai dele....kkk. Falou Adilson.
_Nem vi ele agora a tarde, deve estar dando escondido em algum canto. Falou Joel.
O pior é que eles ficavam falando as coisas do Dudu, e eu ficava com mais tesão, me imaginando no lugar dele.
Eles comentaram de um dia, na casa em construção, em que Dudu deu conta de sete moleques. Nossa...me imaginei peladinho no meio de sete moleques sedentos...ai...não aguentei, soltei um gemidinho abafado, pois estava com a boca ocupada, e comecei a gozar. O problema é que quando eu gozo com um pinto enfiado, eu adoro travar o cuzinho, e não fiz diferente.
_Ai caralho...que travadinha gostosa...ahhh... vou gozar. Disse Adilson.
Logo em seguida recebo seus jatos.
_Caralho Joel...o moleque tem uma travadinha gostosa da porra. Comentou Adilson, todo contente.
_A boquinha também é bem gostosa. Disse Joel, já segurando minha cabeça.
Joel passou a foder minha boca, e eu comecei a babar no pau, às vezes ele se empolgava, e eu engasgava, mas seguiu firme, até despejar sua porra no meu estômago. Que gostoso, fazia tempo que não tomava um leitinho.
Eles ainda estavam de pau duro, e resolveram inverter as posições.
Agora tinha ficado mais gostoso ainda, uma rola maior no rabo, e uma no tamanho certo para engolir todinha.
O vai e vem passou a ser frenético, na boca e no cuzinho. Eu me deliciava ali no meio deles.
Adilson foi o primeiro a gozar, e eu suguei seu pau, até ficar molinho, tomei tudinho o que saiu, e ainda deixei limpinho.
_Caralho Joel...o Leandro é foda, ele tinha que ir lá no campinho....
_É verdade Leandro...você podia ir lá, no sábado é o melhor dia, a turma é legal...
_Onde é? Perguntei.
_É perto do depósito do seu pai, um pouco mais para frente, na rua de trás...
O depósito não era pertinho da minha casa, mas falei que ia tentar dar um jeito de aparecer por lá. Mas alertei que não era bom de bola.
_Agora vai Joel, termina logo aí, a gente já está aqui há um tempão...
Joel segurou firme, e socou forte. Pedi para ele me avisar quando estivesse para gozar, para eu gozar também.
Joel socava sem parar, e não gozava, meu cuzinho já estava ardendo, e minhas pernas doendo. Mas não vou negar, estava adorando tudo aquilo, só pedi para ele colocar mais saliva.
Adilson deu mais uma acelerada, e falou que logo logo, o tio deles viria procurá-los. Eles também iriam embora no final da tarde.
Enfim, depois de meter bastante, ele anunciou o gozo.
Comecei a me masturbar, mas o tesão era tanto, que acabei gozando primeiro. Mesmo tentando não fazer muito barulho, soltei gemidos mais alto. Travei meu cuzinho, e fiquei chacoalhando a bundinha. Aí, Joel não aguentou, encheu meu cuzinho de porra.
_Ahhh caralho...ahhh....puta que pariu ahhh... é gostoso mesmo...ahhhh. Gemia e me entupia de porra.
Me limpei do jeito que deu, nos recompomos, e retornamos, mas antes, claro que passamos pelo pé de caqui, e pagamos algumas frutas, "vai que aparece alguém no caminho"....mas não apareceu...nem sentiram a nossa falta....
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Comentários (1)
Luiz: Quando chegar em casa o moleque tem que da ao pai
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