Tamanho, uma questão de preferencia
Meu casamento com Suzi tinha tudo para dar errado, pois com 1,58 m, branquinha, bumbum arrebitado, seios bem cheinhos, cinturinha fininha, coxas bem torneadas, cabelos bem claros, carinha de adolescente e jeitinho meigo. Quando a conheci, ela já tinha o diagnostico de aparelho reprodutor atrofiado, o que lhe confere uma bucetinha apertadinha e canal vaginal curto, eu por outro lado, tenho 1,85 m, corpo atlético e pênis com 26 cm de comprimento e 14 cm de diâmetro. Não tive o privilégio de deflora-la, quem o fez foi seu primeiro marido, um casamento que durou apenas seis meses. Nunca pude colocar mais que a metade da rola em sua bucetinha, evitando assim cometer o mesmo erro de seu primeiro marido, sempre tive estremo cuidado com ela na cama, deixando ela vir por cima para se defender de uma possível penetração que a machucasse .Uma de nossas posições preferida era pinceladas no reguinho com jatos de espermas na borda de seu botão rosa. Uma tarde fazíamos compras em um shopping quando encontramos Silvia, uma mulatona quase da minha altura, seios fartos, quadril largo, cara de tarada e que lecionava na mesma escola que minha esposa, em companhia de Sergio seu marido, um rapaz magro, com no máximo 1,60 m e magro. Após as apresentações resolvemos nos dirigir a praça de alimentação para fazermos um lanche, a conversa começou a tomar um rumo que culminou com a minha pergunta: "Vocês são liberais?". Silvia abriu um sorriso e respondeu com outra pergunta : "Vocês não?". Rimos todos e a conversa tornou-se mais apimentada. Até então nunca tinha pensado em ver minha mulher nos braços de outro homem, mas Silvia, parecia saber tudo de cama e estava esfregando a buceta na minha cara e um comentário seu dissipou minha dúvida com o problema de minha mulher: "Meu marido adora me ver fazendo anal com dotados". Aquelas palavras foram decisivas pois Suzi confessou com seu rostinho juvenil ter muita vontade de me ver arrombando um cu. Diante do que foi conversado, só tinha um desfecho possível, fomos para o apartamento do casal. Assim que chegamos Suzi realizou uma de suas fantasias quando Silvia trocou com ela um beijo lascivo em seguida, ambas pareciam ter esquecido estarem com seus maridos, pois enquanto alisavam seus corpos, despiam-se diante de nós e passaram a mamar uma na outra com muito gemidos, que me levaram a ficar só de cueca com o ferro armada e pronto para satisfazer a amiga de minha mulher e quando olhei para a cueca de Sergio, percebi que o que eu tinha demais ele tinha de menos. Ainda de calcinha Silvia ajoelhou na minha frente e puxou minha piroca para fora da cueca e mostrando toda sua arte, exibindo-se fazendo uma garganta profunda, talvez entusiasmada com a atitude de Silvia, minha esposa fez o mesmo e com facilidade, engoliu com a boca o pintinho de Sergio. Interrompemos as chupetas e fomos para o quarto onde havia uma cama King e Silvia me puxou para cima dela e eu a penetrei seu bucetão encharcado, muito diferente da bucetinha de Suzi que tem uma lubrificação bem discreta ouvindo aquele "Humm,humm" que toda mulher faz quando recebe cabeçadas no fundo da buceta e nesse instante descobri outro prazer, ao ver minha esposa com as costas na cama, com as pernas apertas e joelhos levantados recebia o pintinho de Sergio até o talo. Logo, com poucas bombadas, Silvia gozou pedindo para eu meter com mais força, o escândalo da mulata arrastou minha esposa para seu discreto gozo fazendo aquela carinha de prazer que eu conhecia bem, que fez com que Sergio gemesse mais forte enchendo a camisinha de porra. Silvia insaciável, já se colocou de quadro na beira da cama, imediatamente fiquei de pé atrás dela, abri aquelas nádegas musculosas e coloquei a cabeça, vendo a gostosa se contorcer e cravar os dedos no colchão sob o olhar maravilhado tanto de minha mulher quanto de Sergio e minha esposa assumiu a mesma posição da amiga, virando o cuzinho virgem para Sergio, que ajoelhou atrás de seu corpinho, imaginei que ela estivesse esperando as pinceladas que eu lhe dava no rego, mas para minha surpresa, ela mesma apoiou o rosto no colchão e abriu as nádegas, fazendo caretas de dor, o filho da puta estava estourando as pregas de minha mulher com aquele pintinho e era nítido que Suzi estava com os braços e pernas arrepiadas, mal coloquei a metade da piroca naquele cuzão, gozei mais por ver o primeiro anal de minha esposa que propriamente com os movimentos dos músculos anais de Silvia e seus rebolados, que fariam inveja a qualquer profissional. Troquei de camisinha e voltei a penetrar aquele cu guloso, vendo que minha esposa estava amando tomar no rabo, tanto quanto Silvia. Fomos todos para o chuveiro lá, minha amada cochichou no meu ouvido: "Que delícia o pintinho de Sergio". Entendi que aquela seria a primeira de uma série de trocas.
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