De vestidinho tomara que caia
Meu nome é Larissa Vitoria, moro com meus avós, sou a filha mais nova de 3 filhos; tenho os olhos claros, peitos pequenos e uma bundinha média e cabelo grande ondulado (os homens amam puxar ele enquanto me fode). Modéstia parte, sou bem gostosinha e putinha, tem coisa melhor? Até pq é de família desde novinha gostar de sentar na rola rsrs.
Era uma quarta-feira, umas três da tarde. O meu avô tava no banheiro, tomando aquele banho demorado dele antes do jogo de dominó. Eu tava na sala, usando um vestido tubinho tomara que caia, super curtinhoo. Se eu desse um passo, a bunda aparecia. E como mo sempre eu não usava nada por baixo.
A campainha tocou. Era o Seu Arthur, o amigo do meu avô, que sempre chegava mais cedo pra jogar. Ele já tinha me comido uma vez.Quando eu abri a porta, ele me olhou de cima a baixo, com aquele sorriso de safado, e entrou logo.
O vovô tá no banho, eu falei para ele, fechando a porta. Mas ele já sai.
Ele não se importou. Me empurrou contra a parede, me beijou gostoso e passou a mão por baixo do vestido. Sentiu que eu não tinha calcinha, riu e me levou pro sofá.
Ele me deitou ali, levantou a parte de baixo do vestido e caiu de boca na minha buceta. Ele chupou com vontade, passando a língua, me fazendo gemer. Ele me fez gozar na boca dele e depois levantou, tirando o pau pra fora.
Chupa, sua vadia, ele falou, me puxando pelo cabelo.
Eu me ajoelhei e enfiei o pau dele na boca, mamando com vontade. Ele segurava a minha cabeça, metia fundo na minha garganta, e eu engasgava, adorando cada segundo daquilo.
Sua puta... ele falava, olhando pro corredor do banheiro. Chupa o pau do amigo do seu avô enquanto ele toma banho.
Ele me levantou, me sentou no sofá, abaixou a parte de cima do vestido e os meus peitos pularam pra fora. Ele colocou o pau na entrada da minha buceta, pincelou a cabeça, me olhando nos olhos, e depois enfiou de uma vez, me fazendo cavalgar na rola dele.
Eu comecei a sentar na rola dele, rebolando, gemendo baixinho. Ele me chamava de vagabunda, de cadela, de novinha safada, e eu adorava tudo aquilo.
Foi quando o chuveiro parou de correr. O meu avô gritou do banheiro: Vitória! Já chegou alguém?
Eu continuei rebolando no pau do Seu Arthur e respondi, com a voz mais firme que eu conseguia: chegou sim, vô! O Seu Arthur já chegou!
Já tô indo! O meu avô respondeu.
O Seu Arthur chegou ntinuou me fudendo até gozarmos, depois ele me tirou de cima dele, se ajeitou na calça e sentou no sofá ao meu lado, pegando o controle da TV. Eu puxei a parte de cima do vestido e a de baixo, mas ele tava todo amassado.
O meu avô saiu do banheiro, de bermuda e camiseta, e veio pra sala.
Boa tarde, Arthur! Chegou cedo hoje, hein?
É, vim mais cedo pra gente jogar, o Seu Arthur respondeu, com a maior cara de santo. Tava assistindo um pouco de TV com a Larissa.
O meu avô sentou na mesa e começou a arrumar as peças do dominó. Eu fiquei no sofá, com a buceta melada, olhando pro Seu Arthur, que de vez em quando desviava os olhos da TV pra me olhar e sorrir.
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