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Os Policiais Me Arrastaram Para Os Fundos Da Delegacia Na Madrugada

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Escriba-T-JC

Novinho resolve sair pelas ruas do bairro na madrugada e vai parar na delegacia, onde é fodido ferozmente pelos policiais de plantão.

Este conto foi adaptado de uma outra história minha, postada em outro site onde eu escrevo também. Eu gosto tanto das cenas de sexo forte que resolvi adaptar e postar aqui pra vocês, espero que gostem.

*****

Uma coisa é certa: depois que a gente prova um macho gostoso, depois que descobre que gosta mesmo de levar rola no cuzinho, nunca mais tem paz no corpo. Sempre vai estar com o cuzinho querendo e o pensamento voltado para a putaria.
Eu estava assim, numa fase de tesão absoluto, com dezesseis aninhos, muito tesão no rabo, por mim eu levaria rola de macho todos os dias.
O Jonas, meu vizinho e amigo do meu pai, o macho que me descabaçou e me viciou em rola, estava viajando muito a trabalho e eu estava subindo pelas paredes, querendo levar rola no cu. Queria rola de verdade, de homem mais velho, nada de moleque que não sabe meter.
Era uma terça-feira comum, muito calor, eu tinha chegado em casa do colégio, mais cedo, meu pai estava viajando e minha mãe já estava dormindo. Era menos de dez horas da noite, mas ela sempre foi de dormir cedo. Dormia antes de eu chegar do colégio, mas sempre deixava o meu prato feito no forno para quando eu chegasse. Mas naquela noite minha fome era outra, era fome de macho.
Entrei silenciosamente em casa, comi uma coisa leve, fui ao banheiro e fiz uma lavagem no cuzinho e resolvi dar uma volta pelas ruas do bairro, não sabia o que iria encontrar, mas queria me aventurar. Bairro de periferia, é mais tranquilo, mas às vezes a vida nos surpreende.
Vesti uma bermuda apertada, que revelava minha bundinha carnuda e faminta, coloquei uma regatinha branca e um tênis e saí de casa.
Passei por alguns botecos, onde vi alguns bêbados tomando cerveja. Ouvi até uma piadinha de um deles, mas ao olhar vi que não valeria à pena.
Já estava quase desistindo e voltando pra casa, para bater uma punheta e socar alguma coisa no cuzinho, quando decidi ir para a rua de cima e passar em frente ao posto policial, que ficava perto da pracinha.
O posto policial, que alguns chamavam de quartel, ou delegacia, nada mais era do que uma casa pequena, com umas grades na frente. Um espaço com dois carros estacionados, como deve ser esses postos em cidades pequenas.
A rua estava meio deserta, pouco movimentada, afinal era um dia de semana comum, as pessoas trabalham no dia seguinte. A pracinha em frente estava vazia, de longe eu avistei um policial parado em frente e resolvi passar bem na calçada. Dei uma olhada na direção dele, que me fez um gesto com a cabeça, mas nada demais.
Eu fui até a outra esquina e depois voltei pela mesma calçada. Dessa vez eu dei uma empinada na bundinha, e dei uma leve rebolada. Olhei novamente para o policial, diminuí o passo e ele piscou o olho pra mim e deu uma alisada no pauzão, por cima da farda, policial é bicho esperto e malandro, sacou logo que eu era veadinho. Eu dei um sorriso de putinha para ele que fez um gesto para que eu me aproximasse.
— E aí meninão, tudo bem contigo? Não tá muito tarde pra moleque tá na rua não? Cuidado com o bicho-papão. – Ele falou ao me aproximar. Eu vi o nome dele no adesivo do uniforme e respondi sorrindo.
— Oi policial Alfredo, boa noite! Tenho medo de nada não.
— Você parece mesmo ser um meninão valente, corajoso, que não tem medo de encarar uma aventura pesada. - Ele disse isso passando a mão no pauzão que já fazia volume no uniforme. Era um cara grandão, moreno claro, forte, com os lábios grossos e os braços enormes, daqueles machos que fazem um veadinho tremer só de olhar.
— Pode acreditar que não tenho medo. Gosto de encarar desafios. Sempre tive muita vontade de saber como é um quartel ou delegacia. Saber como funciona. – Eu falei olhando para ele.
Estávamos nessa conversa quando outro policial saiu de dentro do local e se aproximou da gente. Ele olhou para o policial Alfredo e ele piscou o olho, nessa hora os dois deram uma risadinha, como se tivessem trocado alguma mensagem silenciosa.
— Esse é o policial Nei, meu amigo de plantão. – O policial Alfredo falou. O Nei, um negrão grande e tão forte quanto o Alfredo, me piscou o olho e sorriu de canto de boca. Um sorriso bem safado.
— Quer conhecer o quartel? Você disse que tem curiosidade. Tá tranquila a madrugada, eu posso te mostrar tudo. – O policial Alfredo falou e eu pude ver ele piscando o olho novamente. Nessa hora eu refleti um pouco, era apenas um moleque, na madrugada com dois policiais desconhecidos, na frente de um quartel de bairro. Olhei para ele e pude ver um volume na calça apertada que ele usava. O soldado Nei também usava um uniforme apertado, marcando seu corpo e seu volume grande, o que me deixou aceso e o tesão falou mais alto.
— Vocês prendem pessoas aqui? – Eu perguntei curioso.
— Não, moleque. Aqui a gente só dá um suporte, fazemos umas rondas e algumas ocorrências, qualquer coisa mais grave encaminhamos para a delegacia principal, lá no centro da cidade. – Ele me explicou, passando a mão em meu ombro e me conduzindo, quase arrastando, para dentro do quartel.
Assim que entramos eu vi um outro soldado, também negro, forte, fardado e armado, sentado num sofá bem na entrada. Ele se levantou quando o Alfredo entrou e o cumprimentou me olhando com curiosidade.
— Está tudo tranquilo? – Ele perguntou.
— Tá sim, soldado Isaias. Esse jovem rapaz disse que tem curiosidade em conhecer um quartel ou delegacia. - Vi novamente o Alfredo piscar o olho. O soldado me olhou surpreso e eu vi um brilho nos olhos dele, como se fosse uma fera vendo a presa.
— Legal! – Ele disse isso e lambeu os lábios, olhando para o Alfredo.
— Nós vamos ali nos fundos mostrar o quartel para ele. Fica aí de vigília. – Alfredo disse isso e me conduziu em direção aos fundos da casa. Eu sabia que não tinha mais volta.
Passamos por algumas salas pequenas, pegamos um corredor longo e logo chegamos a um espaço com alguns armários, um sofá de couro já bem desgastado e uma cama de solteiro ao canto.
— Como te falei, é uma base militar simples. Aqui é o local onde a gente descansa em plantões noturnos, passando por aquela porta tem duas celas pequenas, que usamos para ocorrências de urgência. – Eu olhei curioso para a porta indicada e logo vi o soldado Nei alisando o caralho, que fazia um volume grande, por cima da farda. Meus olhos foram direto para o volume do soldado e o Alfredo deu uma risadinha e também alisou o caralho, falando:
— Gostou do soldado negão, né moleque? Difícil o veadinho que não curte um negão fardado. – Ele disse isso e começou a abrir o zíper, colocando seu pauzão para fora. “Chupa, moleque! Eu sei que você gosta. Quero sentir essa tua boquinha macia”.
Ouvi esse comando, me abaixei e comecei a lamber o tronco daquele caralho, sentindo seu cheiro gostoso. Subi a língua e logo engoli a cabeça, forçando aquela trolha em minha garganta. Era um caralho grosso, longo e cabeçudo.
— Caralho, moleque, que boquinha macia! Mama putinho! Mama que hoje você vai ser a putinha do quartel. – Ele disse, puxando a minha cabeça em direção ao seu pauzão.
O soldado Nei abriu a calça e tirou a camisa de dentro, ficando mais à vontade. Colocou o pauzão preto e imenso pra fora e se aproximou também. Eu larguei a pica do Alfredo e comecei a mamar o pauzão preto, que mal cabia em minha boca. Mamei gostoso e ele gemeu, falando com uma voz rouca:
— Ainda não tô acreditando que você vai dar conta de nós três, moleque.
— Eu também quero ver isso. Nem as putinhas que a gente pega por aí, dão conta. – O Alfredo falou isso, apertando e recolocando o pauzão em minha boca. Fiquei me revezando entre os dois. Eu estava no paraíso, olhando pra cima, com dois pauzões só pra mim.
O pau do Nei tinha uns 20cm, um pouco grosso também e curvado para cima, muito gostoso de chupar, porque tinha um cabeção que parecia um cogumelo. Depois de um tempinho mamando eu ouvi:
— Agora tá na hora do putinho sentir nossas rolas. – Alfredo falou.
Ele me puxou pelo braço e me mandou deitar no sofá, na posição de frango assado. Enquanto eu me livrava das roupas, ele foi até um dos armários e pegou um tubo de gel. Eles deviam fazer isso com frequência, para estarem assim preparados, eu imaginei. Ele pegou um pouco de lubrificante, passou um pouco no meu cu e forçou logo dois dedos. Eu gemi alto, quando entrou.
— Relaxa moleque! Vai acostumando, que hoje você vai sair daqui mais largo do que entrou.
— Eu quero! – Eu gemi ousadamente.
— Cuzinho lindo que você tem! E é apertadinho. Parece que levou pouca rola. – Ele continuava falando e abrindo meu cuzinho com os dedos. Estava uma delícia. Meu pau babava muito, e meu cuzinho ia alargando, ficando cada vez mais aberto pra eles.
O Alfredo passou gel na sua pica, jogou uma almofada no chão, se posicionou entre minhas pernas, começou a esfregar só a cabeça da rola na entrada do meu cuzinho.
— Aguenta firme, moleque. Vou meter.
— Tá bom. Me fode cara! - Assim que falei ele foi metendo a pirocona. Eu gemia de dor e prazer e ele, me segurando firme, socou até o talo sem parar e eu dei um gritinho. Ele começou o vaivém, e aquilo me dava uma sensação muito gostosa. Eu gemia de prazer. De vez em quando ele tirava tudo do meu cuzinho e voltava a meter.
— Minha vez agora, chefe. – O negão se aproximou.
— O cuzinho é todo seu. Já dei uma boa laceada.
O Alfredo tirou a rola de dentro e logo eu senti que a pica grossa e torta do soldado Nei já estava na porta do meu cuzinho. Ele olhou pra mim com uma cara de safado e eu senti seu pau escorregar pra dentro. Entrou rasgando. Ele meteu tudo, segurou minhas pernas pra cima e começou a bombar. Alfredo assistia a tudo batendo punheta.
— Porra chefe, esse moleque é guerreiro. Tá aguentando. - Falou o negão, enquanto me estocava forte.
— Estou louco pra arregaçar esse putinho também! – Eu olhei para a porta e vi o soldado Isaias olhando a gente e batendo uma punheta no seu pauzão. Era mais uma tora preta, pronta pra me arregaçar.
O Nei continuou fodendo meu rabo, e eu já tinha acostumado com a grossura, estava só gemendo de prazer. Ele olhava pra mim e metia até o fundo. Arrombando meu rabo.
— Pode vir meter, parceiro. Tô vendo que você tá babando aí. – Ele disse, arrancando o pau preto de meu cu. O Isaias foi entrando e, ver aquele negão se aproximando com o pau na mão, me deu um tesão absurdo. Meu rabo todo aberto começou a piscar.
— Veadinho puto! Nasceu pra servir macho! Delícia de cuzinho!
Ele também segurou minhas pernas pro alto, colocou a cabeça do pau na portinha do meu cu e empurrou. Comecei a sentir um pouco de dor. O caralho dele era o maior de todos. Tinha mais de 20cm. Ele esperou um pouco, me deixando acostumar. Em seguida meteu com força, eu me contorcia, mas ele me prendeu de um jeito que eu não podia fazer nada.
— Entrou tudo! Tô te arrombando. É isso que a gente faz com veadinho que sai na rua buscando macho. – Ele falou isso, pulsando a rola dentro do meu cuzinho.
— Tá me arrombando mesmo! Tá me arregaçando, cara! – Eu gemi.
— Aguenta, veadinho gostoso! Logo você acostuma.
Aquele policial negão fardado, era um sonho, e eu queria ter o prazer de aguentar o pau dele. Ele foi metendo cada vez mais forte, e dava umas estocadas bem no fundo.
— Ah caralho! Meu cuzinho! – Gemi alto. Ele meteu mais um pouco e tirou o pau do meu rabo.
O Alfredo me colocou de quatro no sofá e mandou o Nei dar a rola pra eu mamar. Assim que coloquei a rola dele na boca, Alfredo meteu fundo. Meu grito foi abafado, e ele voltou a meter, segurando minha cintura.
O Alfredo e o Isaias começaram a se revezar no meu rabo, e naquele momento eu já estava todo entregue. Eles metiam com uma fúria de animais famintos. A cada troca de rola eu sentia meu cuzinho todo arregaçado.
Dois machos pauzudos arrombavam meu cuzinho, enquanto um negão me dava rola pra mamar. A noite estava muito mais animada do que eu imaginei, mas eu sabia que ficaria dias pra me recuperar daquela orgia alucinante.
— Vou leitar esse cuzinho! – Alfredo anunciou.
— Enche esse rabo de porra, chefe. Leita o cu desse veadinho. – O Nei falou, socando o pau em minha boca.
Alfredo urrou e meteu fundo, seu pau pulsava enchendo meu cu de leite quente. Ele tirou o pau e logo o Isaias meteu fundo, estocando meu cuzinho arregaçado e leitado. Não demorou muito e ele também começou a gozar.
O Nei segurou minha cabeça, socou o pau em minha garganta, quase me sufocando, e começou a despejar jatos de porra. Quase não consegui engolir tudo.
Ser fodido daquela maneira bruta, dentro daquele quartel, me excitou tanto que eu comecei a gozar junto com eles, sem nem tocar no meu pau.
O Isaias saiu em direção à entrada e nós ficamos ali, descansando um pouco no sofá.
— Pode ir se acostumando, moleque. Você agora é putinha de quartel. Vai ser sempre fodido pelos machos fardados. – Disse o Alfredo ao me deixar na esquina de casa.

Eu entrei silenciosamente, minha mãe ainda estava dormindo. Tomei um banho e fui dormir relaxado, sentindo o cu ardendo e o corpo leve.

*****

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ABRAÇOS A TODOS !!! OBRIGADO PELO CARINHO DE SEMPRE.

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Comentários (3)

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  • 𝙇𝙖𝙜𝙖𝙧𝙩𝙞𝙭𝙖: Gozei.

    Responder↴ • uid:3vi2jybxzrb
  • Vitor3: Tesão demais, meu amigo. Você tem a incrível capacidade de fazer contos com cenas de sexo forte e ao mesmo tempo apaixonantes, que delícia.

    Responder↴ • uid:8317uycqrd
  • Pitaculos: Amigo. Você precisa organizar uma coletanea. É muito dificil acompanhar seus contos com histórias picadas em 3 sites diferentes. E tenho quase certeza que voce criu 2 perfis em um mesmo site, (a estrutura é bme parecida). Fica dificil acompanhar

    Responder↴ • uid:1dnemfmc4grx