O carro na porta
Numa sexta-feira à noite, o meu pai já estava dormindo, e a minha mãe estava na sala vendo TV. Eu estava no meu quarto, usando um shortinho jeans tão curto que a metade da minha bunda ficava de fora, e um top fininho. Não usava sutiã e nem calcinha.
O meu macho, o Lucas, parou o carro dele em frente à minha casa e me mandou mensagem. Eu desci, passei pela sala e falei:
– Mãe, vou ali dar uma volta com o Lucas, já volto.
– Tá bom, minha filha. Não demora.
Saí, entrei no carro e ele já me beijou com força. O Lucas é um cara mais velho, tem um pau grosso e sabe muito bem como me comer. Ele não perdeu tempo. Abaixou o banco do carro, e eu comecei a tirar a roupa. Tirei o top, e os meus peitos pularam pra fora. Ele abaixou a boca e chupou os meus mamilos com força, me fazendo gemer. Depois, eu tirei o shortinho, ficando completamente nua no banco do carro.
Ele tirou o pau pra fora, que já estava duro e latejando. Eu me ajoelhei no banco, me inclinei e comecei a mamar ele. Chupei bem devagar, passando a língua na cabeça, descendo até as bolas. Ele segurava no meu cabelo e jogava a cabeça pra trás, gemendo.
– Porra, Camila... que boquinha... – ele falava.
Depois de deixar o pau dele bem babado, eu subi no colo dele, de frente. Ele estava sentado no banco do motorista. Eu pincelei a cabeça do pau na minha buceta molhada, passei pra cima e pra baixo, e depois desci devagar, sentindo cada centímetro dele me preencher. Eu gemi alto quando ele entrou todo.
Comecei a cavalgar. O carro começou a balançar, e os vidros embaçaram. Ele segurou na minha cintura, me ajudando a subir e descer, e mamava nos meus peitos, mordendo os bicos. O barulho da pele batendo com pele ecoava dentro do carro.
– Toma, sua vadia! – ele falava, metendo por baixo com força. – Toma rola!
Eu rebolava com mais força, sentindo o pau dele bater no fundo da minha buceta. A minha respiração estava ofegante, e eu gemia sem parar.
De repente, eu olhei pela janela e vi o meu vizinho, o Seu Antônio, na janela da casa dele, olhando direto pro carro. Ele mora do lado, e a janela dele dá bem de frente pra rua onde a gente estava. Ele estava vendo eu montar no pau do Lucas, com a boca aberta e a mão dentro da bermuda, se masturbando descaradamente.
Aquilo me deu um tesão do caralho. Comecei a rebolar mais forte, gemendo mais alto, olhando na cara do Seu Antônio. O Lucas percebeu e riu.
– Tá gostando de dar show pro vizinho, sua vadia? – ele sussurrou.
Eu gozei no pau dele, tremendo toda, com as pernas apertando a cintura dele. Ele gozou logo em seguida, dentro de mim, e eu senti o jato quente. Ele me deu um beijo rápido e falou:
– Vou nessa, senão o seu pai me pega aqui.
Eu me vesti ainda dentro do carro, puxando o short e o top. Desci, e o Lucas arrancou o carro, indo embora pela rua. Eu virei de costas pra ir pra casa, mas o Seu Antônio continuava na janela, com o pau pra fora da bermuda.
Em vez de ignorar, eu fui até a janela dele.
– Boa noite, Seu Antônio! – eu falei, com um sorriso de deboche. – Tava gostando do show?
– Sua safada... – ele falou, com a voz rouca, sem esconder o pau duro. – Eu vi tudo. Você montando naquele cara... a sua bunda subindo e descendo...
– Ah, é? E o senhor gostou?
– Gostei tanto que tô aqui até agora. Você não tem vergonha na cara, menina?
– Vergonha eu tenho do quê? – eu provoquei, me encostando na grade da janela. – Se o senhor quiser, na próxima eu faço um show particular.
O Seu Antônio arregalou os olhos. Eu dei um tchauzinho e entrei em casa, com a porra do Lucas escorrendo pela minha perna.
Quando entrei na sala, a minha mãe continuava vendo TV.
– Já voltou? – ela perguntou, sem desviar os olhos da novela.
– Já, mãe. Fui dar uma volta com o Lucas e já vim.
– Ah, tá. Vai dormir.
Eu fui pro meu quarto, com a buceta cheia e a certeza de que o Seu Antônio ia aceitar o convite do show particular.
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