Igual a uma cadela safada no cio (parte 1/2)
O boy me botava de 4 com o rabo empinado, me comia sem carinho e até hoje tenho tesão quando lembro disso
Já me ocorreu, umas 2 ou 3 vezes, de eu dar em cima de uma mulher e terminar embaixo do filho dela, levando rola; até já mantive relacionamento com a mãe e com o filho ao mesmo tempo.
CLÁUDIA me chamou a atenção desde quando a vi pela primeira vez, uma mulher normal, sem grandes atrativos ou que chamasse a atenção de todos quando passasse, porém eu a achava uma delícia, até pelo jeito de independente que demonstrava e era. Divorciada há muito tempo, foi morar no mesmo prédio em que eu morava com o filho dela, DOUGLAS, que estava se preparando para o ENEM e não era muito simpático, não era de falar com todo mundo. “Esse meu enteado é chato”, eu pensava e ria da brincadeira, porque meu alvo era a mãe dele, que saía sempre às 8h da manhã e voltava às 20h, já vindo da academia.
Nessa época, eu trabalhava home office via de regra, ia 1 ou 2 vezes por semana para o trabalho, para reuniões ou algum serviço específico, e sempre gostei de malhar antes do almoço. Foi assim que me aproximei de DOUGLAS, pois ele malhava no mesmo horário e na mesma academia lá perto de onde morávamos. No começo foi difícil, ele era muito calado, introspectivo, depois passamos a ir juntos para a academia (era perto e a gente ia a pé). Claro que eu o tratava bem para que “meu enteado” me elogiasse para a mãe dele, o meu alvo, e CLÁUDIA até dava sinais que gostava da minha aproximação com o filho dela – pois eu cobrava os estudos e dava dicas – tanto que vez por outra eu ganhava um pedaço de torta, um pedaço de lasanha que ela tinha feito, etc. “Estou adorando a minha nova família”, eu pensava já antecipando as coisas, sem saber do que iria ocorrer na verdade.
Eu e DOUGLAS ficamos “parceiros” e muitas vezes almoçávamos juntos depois da academia, seja num restaurante, no meu apartamento ou no dele. Normalmente o almoço era em casa mesmo e a gente tomava banho antes; certo dia foi na casa dele, eu tomei banho e levei um sorvete que tinha para a sobremesa. Cheguei, bati na porta e entrei, como era costume. Coloquei o sorvete no congelador e quando vejo sai DOUGLAS apenas de toalha para o quarto dele. “Eu demorei porque estava numa ligação”, ele disse. Saiu do quarto vestindo apenas um calção de algodão (tipo moleton) sem cueca, o “pacote” se destacando e balançando. Ele percebeu isso e fez questão de tirar uma brincadeira, dizendo que “o passarinho faz tempo que não entra numa gaiola”.
- A ligação então foi uma punheta ah ah ah, falei
- Antes fosse, meu saco tá cheio porque faz 5 dias que nem punheta eu bato
- Um cabra novo desse, na academia e na escola (ele estudava à tarde e fazia cursinho à noite em alguns dias) e tá juntando porra no saco? Cada coisinha linda na academia e o mesmo deve ocorrer na escola e você na punheta?
- Tô numa vibe diferente
- Sim, o ENEM é prioridade, mas cuidar da saúde do saco é imprescindível ah ah ah
- Estou tendo dificuldade para ajustar minha vibe
- Para de falar “vibe” e me explica o problema real, que eu acho que estamos falando de algo diferente
- RAMON, CLÁUDIA (ele não se referia a ela como “mãe”) não sabe, mas sou bi e estou numa pegada mais com meninos agora e assim fica muito mais difícil para eu arriscar uma entrada em algum. Na escola, nem pensar. Na academia, não pintou ninguém
Eu quase caio da cadeira, porque ele me confessou algo de sopetão e na maior naturalidade. Eu sou bi e até hoje vivo com meus segredos.
- Eu entendi agora, falei e me controlei para não dizer que era bi também
- Pois é, então arranjar alguém para “secar o saco” apenas já seria difícil, arranjar alguém para um “romance secreto” ainda mais difícil, quase um sonho, e mesmo conseguir “seca-saco” de respeito, na moral, também não se acha a qualquer momento
- Você é um náufrago numa ilha solitária! Assim que deve estar se sentindo
- Por aí mesmo ah ah ah. Ainda bem que você chegou
- Opa, obrigado pela consideração, pode confiar em mim, gosto de você e de CLÁUDIA
- Então você vai me ajudar?
- Claro que sim, como posso fazer isso? (juro que nessa hora eu pensei que teria de falar com a mãe dele sobre a opção sexual do filho)
- Duas coisas: primeira, CLÁUDIA não pode saber dessa nossa conversa
- Assunto encerrado, nem se preocupe (e pensei: “e como eu vou ajudar então?”)
- E a segunda coisa...
- Antes disso, já digo que gosto mesmo é de ser ativo, apesar de ter uma bunda que dizem que é bonita (era mesmo), detestei quando dei o rabo (meu queixo quase caiu com a naturalidade que DOUGLAS me contava isso).
- Ok, e qual a segunda coisa?
- Eu já notei alguns olhares seus para mim. Por que a gente não... a gente não... a gente não resolve os problemas? Uma solução “caseira”! Confesso que já bati punheta imaginando a cena de eu te enrabando
Silêncio, impasse. Senti ficar vermelho de vergonha.
- Por que você imaginou que eu curtiria isso?, indaguei para falar algo, pois o meu silêncio e não a negativa imediata já me denunciavam
- RAMON, a gente saca certos olhares, só não quero que você fique com raiva por conta disso
- Eu não vou ficar com raiva, pode ter certeza
- Isso é um sim?, perguntou DOUGLAS com cara de safado e pegando na rola por cima da bermuda
- Eu queria comer sua mãe na verdade
- Eu percebi e não vou ser contra, só quero sigilo entre a gente. E "secar meu saco"
- Para alguém que é todo calado você é bem safado
- E gostoso, disse e abaixou a bermuda, mostrando a base da rola
Meu pau já estava duro, meti a mão no pau dele e disse a velha frase “é só entre a gente, ninguém fica sabendo”. “Vamos para meu quarto”, ele chamou. DOUGLAS fechou as cortinas, a porta, ligou o ar condicionado e tirou a bermuda, pulando um cacete de 15/16cm, normal, operado de fimose e cabeçudo, com pentelhos um pouco grandes. Sem tirar a roupa, comecei a pegar na rola dele e alisar, meio masturbação. DOUGLAS se deitou e pediu para eu cair de boca, o que fiz sem contestação. Não curti o tamanho dos pentelhos mas putinha só reclama depois (e a partir de então ele manteve os pelos pubianos bem aparados); chupei, engoli, lambi o saco dele, DOUGLAS se contorcia de tesão, eu vi que ia beber o leite dele e chupava e punhetava. Não deu outra: quando notei o caralho dele já pulsava na minha boca e jogou muita porra nela; dei um engasgo no susto mas consegui beber tudo. “A bezerrinha bebeu meu leite todinho”, ele falou. Limpei o pau dele com lambidas e ria fazendo isso. Ele me deu uma tapa na cara e disse que adorava um macho servindo de puta para ele. “Vamos almoçar que eu quero comer sua bunda antes de ir para a escola”, ele falou.
(CONTINUA)
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Comentários (1)
Estranhooo: Eu já vi esse conto, a uns 2 anos atrás aqui mesmo kkkk
Responder↴ • uid:g62bsdm9a