#Assédio #Lésbica #Teen #Voyeur

Minha namorada me ajudou a comer a filha da vizinha

1.8k palavras | 2 | 4.61 | 👁️
Contador Incestuoso

Suzy tinha 14 anos. Era uma menina magrinha, mulata clarinha, com aquele aspecto de sarará, seus olhos eram cor de mel e oí mesmo tempo vivos

Jamais imaginaria que minha vida tomaria esse rumo. Aos 41 anos, recém-separado e com a sensação de que a melhor parte de mim havia sido deixada para trás em um divórcio amargo, eu me sentia como um náufrago em terra firme. Sem filhos, sem amarras, eu só queria sentir a vida pulsar novamente entre as minhas pernas. Foi então que, no meio do caos colorido do Carnaval em Florianópolis, o Tinder me apresentou a Rose.

Ela era uma explosão de sensualidade. Uma baianinha de 24 anos, com 1,60m de pura tentação. Pele negra retinta que parecia absorver a luz, cintura fina como um caule, e uma bunda arrebitada que desafiava a gravidade, equilibrada em pernas magras e atléticas. Rose trabalhava como ajudante de cozinha em um restaurante, mas no momento em que a vi, ela era a única refeição que eu desejava.

Nossa conexão foi elétrica, quase animal. Fui visitá-la na casa onde morava — uma espécie de república para nordestinos que vinham tentar a sorte na Ilha. Ela me contou, com uma naturalidade que me surpreendeu, que tinha um namorado garçom, mas que ele estaria trabalhando em uma balada na praia e não a veria até o dia seguinte. Eu não liguei. A moralidade é um luxo para quem não está com o pau latejando por uma mulher como ela.

Levei a Rose para um motel próximo. Quando ela tirou a roupa me mostrando a lingerie branca, o contraste da renda clara contra a pele escura era de tirar o fôlego. Seus seios eram médios, firmes, com aréolas profundas que me convidavam ao banquete. Transamos como se o mundo fosse acabar. Rose era uma puta nata; conhecia cada ângulo, cada pressão, cada gemido que me levava ao limite. Na primeira penetração, a excitação foi tanta que ejaculei rápido, ainda de camisinha. Percebi o leve vinco de insatisfação no rosto dela. Para não me fazer de brocha, mergulhei meu rosto naquela bucetinha que parecia um recheio de chocolate e morango: preta por fora e vermelha, pulsante, por dentro.

Aquela noite foi um marco. Esqueci as camisinhas no bolso e a enchi de porra repetidas vezes. Começamos às nove da noite e só paramos às seis da manhã, exaustos e fundidos. Ela terminou com o namorado dias depois, e nos tornamos amantes frequentes.

Com o tempo, passei a frequentar a casa dela. Foi lá que conheci a Suzy.

Suzy tinha 14 anos. Era uma menina magrinha, mulata clarinha, com aquele aspecto de sarará, seus olhos eram cor de mel e aí mesmo tempo vivos e tristes, com traços delicados que lembravam a mãe pernambucana, uma mulher que vivia trabalhando nos hotéis da Ilha devido para conseguir manter seus gastos. Suzy era a imagem da fragilidade: pernas compridas, braços finos e um olhar curioso que me seguia quando eu chegava.Ela frequentava a casa da Rose diariamente, praticamente via minha namorada como sua irmã mais velha.

Certo dia, em uma tarde abafada de verão, estávamos na cama após um lanche rápido e um sexo voraz com a Rose. Estávamos cada um no seu celular, o suor colando nossa pele nos lençóis.
— Dieter, vem cá — chamou Rose, a voz maliciosa. — Olha o que colocaram no grupo das amigas.

Ela me mostrou um vídeo. Duas novinhas se pegando com uma vontade que faria adultos corarem. Eram loirinhas, provavelmente russas. Senti um choque elétrico percorrer minha espinha; um tesão súbito e proibido que me deixou perplexo. Em seguida, outro vídeo: um adolescente comendo a própria irmã no sofá, gravando tudo em inglês.

— Tuas amigas sempre enviam isso? — perguntei, a respiração ficando pesada.
— De vez em quando — ela riu.
— Vocês são muito sem-vergonhas!
— Sabe como é, Dieter... somos baianas. Lá as coisas começam cedo.

Fiquei intrigado. Perguntei com que idade ela perdera a virgindade.
— Bem novinha — respondeu ela, sem pestanejar.
— O quê?!
— É verdade. No interior da Bahia é assim. Quem me comeu foi o irmão do meu pai. Ele comeu minhas irmãs também, e as irmãs dele. Acho que meu pai também comeu as próprias irmãs.

Fiquei atordoado. Aquilo era novo, estranho, mas estranhamente excitante. A barreira do que era "certo" começou a desmoronar diante da naturalidade de Rose. Foi então que ela soltou a frase que mudou minha vida:
— Você acha que a Suzy é virgem? Aposto que não... Se você quiser, eu te ajudo a comer a Suzy.

Minha mente girou. Uma crise moral devastadora me atingiu: Eu não posso fazer isso, ela é praticamente uma criança! Mas, simultaneamente, a tentação sussurrava: Ela é quase uma mulher, a Rose apoia, quem vai saber? A curiosidade de provar o corpo de uma pré-adolescente tornou-se uma obsessão.

Rose começou o processo de sedução gradualmente. Ela não forçou a menina; ela a moldou. Começou com brincadeirinhas, beijinhos castos que se tornavam mais longos, dizendo a Suzy que eu poderia ser seu "namorado". A menina, carente da mãe ausente e hipnotizada pela figura do adulto que a tratava com atenção, foi se entregando ao jogo.
Um dia a tarde marcamos de levar a menina para o shopping, lá a Rose disse - vai Suzy, pega na mão do teu namorado. E a pequena vinha toda sorridente, pegava na minha mão com delicadeza e ternura. Fomos ver um filme qualquer no cinema. Algo com X-Men, parecíamos uma família normal, um pai loiro com a esposa negra e a filha mestiça. Na fila da pipoca a Rose disse - Suzy, você sabe os que os namorados fazem, né?
– Sei tia, ela respondeu um pouco tímida. Então responde para o teu namorado ouvir.
– Se beijam na boca. A Rose insistiu
– Só isso? Eu sei que você sabe das coisas, não é? A Suzy respondeu.
– Brincam na cama. Ela respondeu olhando para mim e rindo. Fiquei completamente confuso. Caramba, pensei, jamais imaginaria um negócio desse. Mas eu estava gostando. Senti meu pau endurecer de um jeito que chegou a apertar a calça. A Rose viu e disse. Olha Suzy, como ele ficou por tua causa. Acho que ele te quer. A pequena olhou para a minha calça, olhou para mim e baixou a cabeça rapidamente. Fomos para a sala assistir o filme: senti-me entre as duas. Devido o dia, numa segunda-feira e o horário umas 14:00 da tarde a sala estava praticamente deserta. Nossa fuleiro só tinha a gente.
Cada uma estava abraçada nos meus braços, a Rose a minha direita e a Suzy a minha esquerda. A Rose então falou no meu ouvido – Dieter, vai lá beija a Suzy. Eu respondi baixo, que havia mais gente no cinema, o que eles iriam pensar se eu beijasse uma menina tão novinha? - Não seja bobo. Ela está louca para te dar já. A Rose respondeu. Me inclinando, dei um beijinho no rosto da Suzy, depois atrás de suas orelhas, então sem esperar Suzy vira o rosto para mim e com sua boca procura a minha, demos um celinho, depois outro e mais outro. Olho pra trás e não tem ninguém olhando. Então sinto a Rose abrindo meu zíper, coloca a mão por baixo da minha cueca e começa a me punhetar e fala baixinho – Tás gostando né seu tarado e dá uma risadinha. Então de surpresa ela se estica, pega a mão da Suzy e coloca no meu membro duro e babando. Ela segura a pica e tira mão rapidamente um pouco assustada. A Rose insiste, leva a mão da menina de volta e a ajuda a me punhetar. Aquela mão pequena segurando o meu pênis dava uma sensação incrível, eu estava ultrapassando todos os limites. Na penumbra dava para ver que a mini saia da Rose estava quase na cintura, mostrando sus calcinha de renda vermelha. Com minha mão direita, coloquei sua calcinha para o lado e passei a dedilhar é jovem negra . Então pensei, porque não dedilhar a buceta da Suzy? Já que ela está segurando o meu pau? Ela estava vestida com uma bermuda jeans e uma camisa amarela e tênis branco. Com habilidade desabotoou sua bermuda e coloco, por baixo de sua calcinha, e passo a dedilhar sua rachinha, ela então abre ainda mais as pernas para facilitar o trabalho. Senti que sua bucetinha era pequena e apertada, mas estava encharcada.e senti o homem mais depravado e satisfeito da vida. De um lado eu dedilhar a uma negra gostosa, do outro eu dedilhava uma menina de 14 anos.
As duas estava coladas em mim, quase fundidas nós meus braços. Comecei a acelerar os movimentos e elas responderam me masturbando com mais velocidade. A respiração das duas estavam altas, a minha também. Comecei a me gozar, era impossível resistir àquilo. A Rose percebeu e fechou a mão ao redor da cabeça do meu pau. Me melei e enchi as mãos das duas com a minha porra. Elas riram baixinho. Então a Rose parecendo uma vadia coloca a mão gozada na boca e diz – Que leitinho gostoso do tio Dieter. E olhando para a Suzy diz: Prova?! A Suzy então coloca lentamente coloca o dedo indicador de sua mãe direita, como se estivesse provando leite condensado, faz uma carinha de nojo, e coloca o dedo na boca. A Rose então ri e a pequena também. Saímos antes antes do filme acabar e fomos para a casa da Rose com a Suzy. Lá as coisas foram mais longe, muito mais do que eu esperava. Continua...

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Igor: Continua, por favor

    Responder↴ • uid:6oei6pwov4
  • Paulo: Continua

    Responder↴ • uid:xgnqdmjq