Vendi a virgindade do meu cuzinho e virei madame
Tudo começou quando eu me vi na sede de mudar de vida, eu morava em uma comunidade em uma cidade periférica (Franco da Rocha / SP), havia terminado o ensino médio, dividia a casa com minha mãe que todos os dias chegava alcoolizada e mais uns 3 irmãos que não tinham visão de futuro, e todos bem "grandinhos" para saberem o que queriam da vida, mas o de 14 anos já fumava maconha, o de 16 já tinha filho e o 21 era o que chamamos de "aviãozinho", essa era minha realidade, mas independente de tudo isso meus irmãos sempre me respeitaram, não teve nenhum tipo de putaria entre nós, eu perdi minha virgindade com um namorado que eu tive, e havia sido meu único homem na vida, eu acabei perdendo meu emprego porque os horários não batiam com os meus estudos, e assim eu me vi cada vez mais atolada em dívidas, e teria que trancar minha faculdade por não conseguir pagar, tentei diversas vagas, mas parecia que as portas insistiam em não se abrir, foi aí que uma amiga da faculdade me disse:
- Sabrina, tem uma vaga disponível na casa que eu trabalho, é para empregada doméstica, se você não tiver frescura
- To aceitando qualquer coisa, me indica lá
- Vamos lá amanhã cedo, eu te apresento ao patrão
Fui sem muita expectativa, de quem já tinha levado vários nãos, era um condomínio de luxo próximo a faculdade, quando entrei com Luana, caminhamos até uma mansão com a grama baixinha, palmeiras na frente, a porta do chão ao teto, linhas retas... daquelas que a gente só vê em televisão, os vasos de decoração eram mais altos que eu, entramos, e eu reparei no quão impecável a casa estava, tudo claro, o sofá branquinho, um lustre enorme, havia paredes de vidros, eu me senti até constrangida em estar ali de tão luxuoso que era.
Luana: Vou ver se o patrão está em casa
Ela vestiu um uniforme preto, "sumiu" pela casa e voltou uns 10 minutos depois.
- Sabrina, o patrão não está, mas como é indicação minha ele disse que está contratada, vou precisar apenas que você me mande seus documentos para ele te registrar
- Ótimo, vou providenciar tudo
- Aqui está seu uniforme
Eu vesti aquela roupa brega, e fiquei faxinando toda a casa que sinceramente, já estava limpa, da sala eu via uma piscina enorme, pensando o quanto a vida era boa para alguns, e eu me fodendo de estudar, trabalhar e ainda lidar com gente noiada dentro de casa.
Eu trabalhei umas 3 semanas seguidas sem conhecer o tal patrão, eu chegava e saía e ele nunca estava lá, até que certo dia eu resolvi perguntar:
- Luana, esse cara não tem família?
- Não, ele é solteiro
- Não tem filhos?
- Não
- Deve ser um baita de um filho da puta pra viver numa casa desse tamanho sozinho
- Ele é legal... eu não entendo porque ele é sozinho, mas quando você conhecer o sr. Salvador, você vai gostar
- Senhor Salvador... um tiozão chato
- Ele não é tiozão nada, ele tem nossa idade
- Com um nome desse?
- Na verdade eu nem sei o nome dele, só repito o que o jardineiro e outros funcionários chamam ele
E assim me nasceu a curiosidade de quem era esse cara, o que ele fazia... mas sinceramente nem me importava muito, só queria saber de receber meu pagamento, e o resto não me importava.
Até que numa sexta-feira chuvosa, minha mãe me ligou:
- Sabrina, tem lugar pra você dormir aí no trabalho?
- Sim, tem o quarto de empregada, por que?
- Caiu o telhado aqui de casa, vou dormir na sua avó, não tem condições de ficar em casa hoje
- Tá, eu fico por aqui
Luana ouviu a ligação e disse:
- É bom avisar o patrão que vai ficar por aqui, como vocês não se conhecem ele pode estranhar.
- Certo, me manda o número dele
Luana mandou, enviei uma mensagem avisando, e ele me respondeu só um "ok", bem seco, olhei a foto do perfil, de costas, numa praia... nada demais, ignorei e quando deu 18h Luana foi embora, eu fui para o quarto de empregada e tirei aquele uniforme ridículo, me deitei, tinha uma pequena copa com frigobar e banheiro se eu precisasse, para não precisar incomodar o tal patrão.
Eram quase 21h, tudo em silêncio e ouvi quando ele chegou, me senti um pouco estranha em estar a quase um mês ali e não ter noção de como ele era, mas fiquei ali, quieta, era só uma noite, sábado de manhã eu iria embora.
Até eu ouvir batidas na porta.
Me levantei tímida, ajeitei o cabelo e abri.
- Oi, Sabrina né?
Eu quase engasguei, era um homem alto, sarado na medida certa, cabelo curtinho, olhos claros, e uma voz grossa, tinha uns 26 anos de idade.
- E-eu mesma.
- Prazer, eu sou o Eduardo
- Ufa, por um momento eu pensei que era o tal do Salvador, você é o que? O motorista? Eu não sabia que o quarto já estava ocupado
- Eu sou o tal do Salvador, Eduardo Salvador
- Eita! Desculpa, eu... eu esperava que você fosse mais velho
- Pelo nome?
- Sim...
- Vim só ver se você está bem acomodada e se está precisando de alguma coisa
- Eu estou bem sim, obrigada
- Se precisar de algo, estarei na sala ou no escritório, você jantou?
- Não, eu comi umas besteiras aqui
- Suba pra comer, vou pedir pra Maria preparar algo pra você
- Não precisa se incomodar, eu estou bem
- Faço questão, venha jantar
Eu até rejeitaria, mas a verdade é que eu estava morrendo de fome.
Fiz meu prato e ele me chamou para a mesa, para jantar com ele, achei que era uma tentativa de assédio, mas ele também chamou a Maria para comer, eu só ouvia a conversa dos dois sem participar.
Maria: Como foi o trabalho hoje, sr. Salvador?
Eduardo: Foi cansativo, muita burocracia para resolver, e por aqui, foi tudo bem?
Maria: Foi sim, o senhor precisa ficar mais tempo em casa
Eduardo: O trabalho me distraí bastante, e seu filho, está bem?
Maria: Ainda está mal, continua internado
Eduardo: Se precisar de mais alguma coisa, me avisa
Maria: Muito obrigada pelo que tem feito por ele
Foi nesse momento que eu me intrometi, eu conversava pouquíssimo com a Maria, ela entrava às 10h e saia às 22h, eu das 8h às 18h, e mesmo assim nos falávamos pouquíssimo.
Eu: O que seu filho tem?
Maria: Ele caiu de moto, se arrebentou todo, quebrou a coluna, teve que fazer cirurgia, tá vivo por um milagre, e graças ao sr. Salvador que está pagando o hospital e os medicamentos
Eu: É salvador mesmo, hein?!
Sim, foi um trocadilho estúpido que ninguém riu, apenas eu num riso frouxo.
Eduardo: Logo ele estará melhor
Maria: Tomara, to rezando todos os dias pra ele voltar a andar
Eduardo: Você vai mesmo embora nessa chuva?
Maria: Vou, eu preciso passar a noite com ele no hospital
Eduardo: Eu vou chamar um Uber pra você até o hospital
Maria: Não precisa
Eduardo: Precisa sim, está chovendo forte demais
Eu: É, essa chuva tá complicada, não sei nem como vai ser amanhã
Eduardo: O que tem amanhã?
Eu: Não tem nada não, pensei alto aqui
Eduardo: Fique aqui o tempo que precisar
Eu: Não gosto de incomodar
Eduardo: Não está me incomodando em nada
Eu: É que caiu o telhado da minha casa, não sei se minha mãe e meus irmãos vão conseguir arrumar em um dia
Eduardo: Acho difícil
Eu: Sim... é bem difícil, mas tá bom, se eu precisar ficar mais algum dia, te aviso
Terminamos de jantar, colocamos a louça na máquina e Maria foi embora.
- Sr. Salvador, eu vou deitar, o senhor precisa de alguma coisa?
- Me chame de Eduardo...
- Certo, Eduardo... o senhor precisa de alguma coisa?
- Não, obrigado
- De nada, boa noite
- Boa noite
Me deitei e dormi, no outro dia, quando acordei, liguei pra minha mãe e ela de um jeito bem escroto disse:
"Pode morar aí no serviço, a defesa civil interditou a casa, vai demorar muito, isso se eu arrumar essa merda"
Respirei fundo, vesti meu uniforme e fui para a cozinha, comecei a limpar toda a bancada quando vi o Eduardo pelo vidro da sala, sem camisa, sentado numa cadeira espreguiçadeira, lendo um livro, seu peitoral era definido e sua barriga era um tanquinho delicioso, ele levantou os olhos e me viu, fechou o livro e veio na minha direção, meu peito acelerou ao ver aquele gostoso caminhando devagar olhando pra mim.
- Sabrina, por que você está de uniforme?
- É que eu vou precisar ficar por aqui, se o senhor permitir, a defesa civil interditou minha casa
- Hoje não é seu dia de trabalho, tire o uniforme e relaxe
- Certo, eu vou ficar no quarto dos empregados, desculpe
- Não, toma um café da manhã, faça um omelete pra você, se sirva, fica a vontade, use a piscina, lá nos fundos tem academia se você gostar
- Eu não me sentiria a vontade usando a casa do patrão assim
- Eu não sou esses patrões filhos da puta, relaxa, até a Maria entra na piscina
- Se é assim, vou tentar ficar à vontade
Fui para o quarto e coloquei uma roupa mais à vontade, um short comum e uma regata, me sentei longe dele em uma cadeira tomando sol, louca pra entrar na piscina mas ainda com vergonha, foi quando a Maria chegou.
- Bom dia, patrão
- Bom dia, Maria, descansou?
- Passei a madrugada em claro
- Vai dormir, deixa que eu me viro com o almoço
- Não, eu preparo e vou dormir depois do almoço
- Pode descansar
- Eu vou é dar um mergulho pra despertar
A Maria foi ao quarto, se trocou e voltou entrando na piscina, Eduardo me olhou com um sorriso me encorajando a entrar, e assim eu fiz, pulei na piscina, a água era aquecida, estava uma delícia, fiquei longos minutos com a Maria na piscina, quando me dei conta o Eduardo não estava mais ali, só o vi voltando com duas toalhas e deixando na cadeira para nós usarmos, e entrou novamente, e então perguntei:
- Maria, qual é a desse cara? Ele é gentil assim sempre?
- Sim, já tem uns 6 anos que eu trabalho pra ele, e ele é sempre assim
- 6 anos? Um cara tão novo com uma casa desse tamanho?
- Pois é, ele é muito esforçado
- Mas o que ele faz?
- Ele trabalha com imóveis
- Eu tenho um primo que é corretor, que mora na favela, isso aqui tá me cheirando a coisa errada
- Ele não mexe com coisa errada não
- E por que ele é solteiro esses anos todos?
- Ele desacreditou do amor, ele tinha uma namorada, ela foi muito ruim pra ele
- Ela o traiu?
- Não sei, só sei que eles brigaram feio, e desde esse dia ele nunca trouxe mulher nenhuma aqui
- Estranho, muito estranho
- Bom, eu vou ir preparar o almoço, ele gosta de almoçar meio dia em ponto
Saímos da piscina, eu me enxuguei e me enrolei na toalha para ir trocar de roupa, foi quando eu estava me vestindo que ouvi ele batendo na porta.
- Só um minuto!
Abri:
- Oi?
- Você tem roupas suficiente para passar esses dias aqui?
- Não, mas eu to pensando em ir buscar
- Quer ir ali no shopping comigo?
- Com você?
- É
- Olha patrão, eu não acho legal ficar passeando com você, nossa relação é apenas profissional
- Vai ficar o sábado todo enfiada dentro de casa? Tá um dia lindo
- Isso é verdade, mas... você pode confundir as coisas
- Eu nunca confundo
- Mesmo?
- Mesmo, termine de se arrumar, eu saio em 10 minutos
- Certo
Fechei a porta devagar, mas já mordi os lábios pensando que ele tava afim de mim, me maquiei e fui encontra-lo, o procurei e não achei.
- Maria, você viu o Edu... digo, o Salvador?
- No carro te esperando
- Ele já te levou ao shopping?
- Já sim
- Ah... Maria, ele já deu em cima de você?
- Não, nunca! Misericórdia, não pense isso
- É que por ele ter me chamado, achei que ele estava querendo alguma coisa
- Não, isso é normal, ele no máximo quer companhia, voltem logo pro almoço
- Sim, vou falar isso com ele, desculpa
Fui para a garagem, ele abriu a porta pra mim, ele estava lindo, cheiroso... eu estava tímida, quando ele puxou assunto:
- Onde você mora?
- Em Franco da Rocha
- O que aconteceu com sua casa?
- Caiu o telhado, minha mãe me mandou umas fotos, tá bem feio
- Deixa eu ver?
Mostrei as fotos, ele dirigiu olhando com calma
- É, tá feio mesmo... Sabrina, você é muito novinha, por que tá trabalhando de empregada doméstica?
- Pra pagar meus estudos, eu tentei outras áreas, mas não consegui nada
- O que você tá estudando?
- Nutrição
- Sério?
- Sim, por quê?
- Por nada
Ficou um silêncio, senti que ele menosprezou, mas não falou mais nada, entramos no shopping e fomos a lojas de roupas, ele pegou vestidos lindos e mandou eu experimentar, eu recusei, mas ele insistiu, aceitei com muita vergonha e saia do provador vestindo um a um para ele dar sua opinião, por fim compramos uns 10 looks, e pela primeira vez eu saí de uma loja de shopping com aquelas sacolas na mão me sentindo a fodona, eu desfilava com as sacolas, ainda que estivesse me sentindo a funcionária que estava apenas recebendo caridades do chefe.
Voltamos pro carro, e fomos para casa, almoçamos, conversamos, e durante a tarde ele estava andando na esteira, tranquilo, me aproximei e perguntei:
- Você não vai dar em cima de mim?
- Por que eu faria isso?
- Porque você tá me deixando ficar na sua mansão, usar sua piscina, comer na mesma mesa que você, comprou roupas pra mim, vamos pular para a parte em que você assedia a funcionária pobre?
- Eu jamais assediaria você
- Ah... desculpa, eu não estou no seu nível, não é?
- Você tá buscando minha validação?
- Acho que sim... eu desconfio de bondade demais
- Sabrina, eu não quero nada com você, fique tranquila, eu comprei as roupas de coração, e aqui todos meus funcionários são tratados igualmente
- Isso tá errado, você deve ter alguma coisa ruim...
- Por que pensa isso?
- Com o que você trabalha?
- Sou incorporador de imóveis de luxo
- Por que está solteiro?
- Não quero mulher mandando em mim
- Mandando? E você não tem vontade de se apaixonar?
- Não... não tenho
- E você não transa?
- Só quando eu quero
- É? E... com prostitutas de luxo?
- Não, não gosto de putas
- Que tipo de mulher você gosta?
Ele apenas sorriu sem me responder.
- Eduardo... você tá jogando comigo?
- Você tá ficando interessada?
- Talvez eu esteja...
- Sabrina, você não me vê como um homem que você está apaixonada, apenas como um cara que você tá com tesão e querendo dar
- Não precisa me descrever assim, mas sim... é assim que eu to te vendo
- Então vamos esperar mais
- Esperar mais?
- Sim... se seu desejo aumentar, transamos
- Fácil assim? Eu posso perder o interesse
- Eu quero correr esse risco
Me aproximei e deslizei minha mão sobre seu peito, eu sabia que não era certo, mas transar com meu patrão parecia ser uma ótima ideia naquele momento.
Ele pegou em minhas mãos e se virou para um beijo, eu cedi, mas antes dos nossos lábios se encostarem ele sorriu, afastou o rosto e sussurrou:
- Hoje não
- Por quê? Não me deixa com vontade...
- A gente aproveita a comida melhor quando estamos com mais fome
Eu não gostei, me senti constrangida de ter dado mole e ele ter me tratado como se pudesse me ter a hora que quisesse, mas claro, o playboyzinho rico e eu a baixa renda que estava de favor na mansão do chefe... me desgostei na hora, passei o fim de semana o evitando, jantamos juntos, mas sempre que eu podia ficava longe, era uma forma dele perceber que eu não gostei de ter sido rejeitada, mas quem disse que ele se importou?
Passei a semana sem o ver, a Luana perguntou como foi conhecer o chefe, e eu só respondi que foi bom, nada além, não falei das roupas, não falei do shopping, da piscina, de nada.
A semana inteira eu ia para o quarto antes dele chegar, e não o via, e para mim estava ótimo assim, até que na sexta a noite, ele chegou, bateu na porta do quarto e eu nem sequer abri, gritei de lá de dentro:
- O que é?
- Vem jantar
- To sem fome
- Seu prato está na mesa, te espero!
Fiquei resmungando sozinha:
- Seu prato está na mesa... quem ele pensa que é? Se foder viu?! Eu não deveria ter aceitado essa porra! Vou pedir demissão, foda-se a faculdade... se bem que é só eu continuar trabalhando como se nada tivesse acontecido, quer saber? Eu vou ir jantar sim
Entrei na cozinha, ele estava jantando sozinho, outro prato estava na frente dele, me sentei, comecei a comer sem falar nada, mas o silêncio me incomodou.
- Cadê a Maria?
- Foi embora mais cedo
- E os outros funcionários?
- Todos foram embora, só sobrou nós dois aqui
- E agora você acha que é uma boa hora pra achar que eu sou fácil e querer me foder?
- Não falei nada sobre sexo
- Mas pensou
- Você é uma pessoa frustrada
- O que disse?
- Que você é uma pessoa frustrada
- Olha aqui Eduardo, por que você não vai tomar no seu cu? Não é porque você tem uma casona desse tamanho que pode me tratar feito um lixo não! Eu não to aqui de favor, eu to trabalhando nesse caralho, e não vou aceitar ser tratada como uma cadela, você é sozinho por isso, por se achar melhor que todo mundo, mas fica sabendo que eu não sou seu brinquedinho
Ele não me respondeu, continuou mastigando como se não se importasse com o que eu disse.
Eu estava tremendo de raiva, com vontade de chorar, mas fiquei firme, sustentando minha raiva sem correr dele.
- Eu trouxe um presente pra você
- Não quero seus presentes
- Certo, vai ficar em cima do sofá, depois você pega se quiser, se não quiser larga lá
- Vai ficar lá
Ele terminou de jantar, levantou, e disse:
- Coloque meu prato na máquina, qualquer coisa, estou no meu quarto
- Coloca você seu prato na máquina, não to no meu horário de trabalho!
Ele me ignorou e subiu para o quarto, eu respirei fundo, terminei de jantar e levei apenas meu prato para a máquina, eu ia pro quarto de empregada, mas fiquei curiosa em saber que tinha um presente em cima do sofá pra mim.
Fui até o sofá, uma caixinha branca, laço vermelho, abri... era uma lingerie, vermelha, bem sensual e um envelope preto, abri o envelope e apenas dizia:
"To com muita fome"
Eu agarrei aquela lingerie e o ódio foi saindo... eu tentei, juro que tentei ser forte e não lhe dar esse gostinho, mas o tesão voltou mais forte do que antes, entrei no banheiro e vesti a lingerie, me sentia tímida, subi as escadas e bati na porta, ele não atendeu, então abri, quando abri ele estava deitado, sem camisa, assistindo tv...
- Eduardo, licença, eu li o bilhete e...
- Deita aqui, vem assistir comigo
- Assistir?
- Sim, você ainda não entendeu como funciona as coisas aqui? É tudo no meu tempo, eu falo, e você só obedece, entendido?
- Entendido...
Me deitei ao seu lado, me aconcheguei em seu peito sentindo o cheiro do seu perfume caro, e repousei a mão em sua barriga, assistimos um filme de guerra, quando acabou ele me beijou calmamente, um beijo gostoso, lento, e sua mão grande percorria meu corpo magro, ele apertou minha bunda e subiu em cima de mim, entre os beijos ele desceu abocanhando meus peitos, beijou toda minha barriga, e puxou a lingerie pro lado chupando minha bucetinha, ele lambia bem, com calma, colocando o dedo dentro de mim, eu segurava seus cabelos e gemia alto, gozei em seus dedos, e enquanto eu tremia as pernas ele se ergueu, tirou a cueca relevando um pauzão enorme, grosso, cheio de veias, trouxe na minha boca calmamente, eu o chupava, era uma rola gostosa, muito mais do que a do meu ex, eu sentia que Eduardo era um homem de verdade, ele acariciava meu rosto enquanto eu tentava engolir seu pau com minha boca pequena, então saiu, se encaixou nas minhas pernas e entrou... fazia anos que eu não sentia um homem dentro de mim, ele fodia devagar, com uma mão em minha cintura e a outra na minha clavícula, eu gemia:
- Aiiiii chefe, aiiiii
- Isso, me chama de chefe!
- Aiiii caralhooo, que pau gostoso, aiiii
- Que buceta apertadinha
- Aiiiiiin, eu nunca dei pra um pauzudo assim, vai devagar
Ele me dominava fácil, eu estava surpresa em estar aguentando tudo aquilo dentro de mim, ele aumentou o ritmo aos poucos e em minutos ele me arrombava sem cansar, me pôs de quatro e enquanto eu sentia seu pauzão dentro de mim ele passou o polegar em meu cuzinho e disse:
- Caralho, que cuzinho bonito
- Aiiiii, gostou?
- Gostei, vou arrombar ele também
- Nããão! Eu nunca dei o cuzinho, aiiii
- Nunca? Hummmm, agora que eu quero mais
- Por favor, aiiii, essa rola vai me machucar, aiiii
- Eu vou com cuidado
- Não chefe, aiiii, fode minha bucetinha
Ele não falou mais nada, só continuou na minha buceta até me lambuzar toda de porra, uma gozada quente, farta em minhas costas, eu tomei banho em seu banheiro, um chuveiro enorme, que não dava vontade de sair, me sequei e fui deitar, mas ele sorriu dizendo:
- Aqui não... no seu quarto
Eu poderia ficar brava, mas estava satisfeita, e ele deixou claro que não queria apego, desci e fui pro quarto e empregada, ainda sentindo o estrago que ele havia feito em minha buceta.
No dia seguinte, ele me chamou para conversar perto da piscina.
- Sabrina, você quer mesmo fazer uma faculdade fodida dessa?
- É meu sonho
- Que sonho fraco...
- Eduardo... não começa
- Eu tenho uma proposta
- Que proposta?
Ele me olhou sério e disse:
- Se você quiser pedir demissão depois disso, não precisa me colocar na justiça, eu te pago um bom dinheiro por assédio
- Depois de ontem você pode me assediar a vontade
- Bom saber disso...
- Qual a proposta?
- Quanto você quer na virgindade do seu cuzinho?
- Que porra é essa? Isso não tá a venda!
- Eu vou perguntar só mais uma vez
- Você acha que eu sou alguma puta?
- Você quer sair da casa da sua mãe? Da periferia que você mora?
- Quero, mas você não tá tentando me convencer de ficar aqui em troca de sexo anal, está?
- Não, não estou, você já tá ficando aqui sem me dar esse cuzinho gostoso
- Então o que está sugerindo?
- Uma noite, e eu termino de pagar sua faculdade
- Sério?
- Sim
- Eu não posso aceitar isso
- Pode sim
- Posso pensar com calma?
- Você tem até hoje a noite para pensar
- Certo
Passei o dia pensativa, sempre aprendi limites e valores, aquilo me soava como prostituição, não como uma troca de favores.
A noite, nos reunimos para jantar, ele não falava nada, eu respirei fundo e disse:
- É só isso? Eu te dou o cuzinho e você paga minha faculdade?
- Sim, é só isso
- Eduardo, você é o time de homem que eu passaria minha vida toda... por que eu venderia minha virgindade?
- Porque não tem amor entre nós, você daqui a pouco conhece um carinha universitário que vai mentir dizendo que vai te dar um futuro, vai te dar um apartamento financiado em 50 anos, vocês vão ter um Kwid e uns dois filhos, e a vida tá ótima. Nós dois só tem um trato de patrão e funcionária
- E se eu te disser que to apaixonada em você?
- Não está
- Eu estou gostando de você
- De mim ou do que eu posso te proporcionar?
- Das duas coisas
- A oferta vai expirar
- Tá... mas e se eu desistir da faculdade, por quanto... por quanto compraria minha virgindade?
- Me diga seu preço
- Assim eu me sinto uma prostituta
- Não é minha intenção
- Bom, é só um cu né? Eu vou recuperar...
- Qual o preço?
- Ai... eu nunca fiz isso, quanto uma prostituta cobra? 300?
- Trezentos não paga essa faculdade
- É... bom, eu quero a faculdade, e uns dois mil reais, e ainda quero continuar trabalhando aqui
- Claro que quer, você quer continuar me dando
- Não fala assim...
- Eu vou fazer o seguinte, eu vou comprar você
- O quê?
- Eu preciso de alguém pra me ajudar nas minhas finanças, a administrar a casa, e meus negócios, eu pago R$ 60 mil pelo seu cu, mas se você quiser ser minha esposa, tudo que é meu, é seu
- Não acho certo isso... como você disse, não tem amor entre nós, você vai me trair, sei lá, ficar falando comigo como se fosse meu dono
- Não, não vou... eu sou um homem de palavra, não terá traição, nem segredos, você terá acesso a tudo, e amor é o de menos, você é nova, bonita, e gostosa. A gente aprende a conviver, e eu vou te respeitar como mulher
- Simples assim?
- Simples assim
- E... o que você tem de especial pra eu abrir mão dos 60 mil?
Ele sorriu, abriu sua conta e me mostrou.
- Essa é apenas uma das contas, também tenho isso aqui
Ele me mostrou um passaporte vermelho.
- Cidadania espanhola, tenho uma casa em Valência, e muito mais que pode ser seu
- Você não tem medo de eu pedir divórcio e ficar com metade?
- Não... quem perde é você, pra que metade se pode ter 100%?
- E quais as regras desse contrato?
- Não trair, apenas
- Só isso?
- Só isso, a partir do momento em que você aceitar, somos um do outro
- Você está me pedindo em namoro?
- Não, to fechando um negócio para a vida
- Se é assim que você quer chamar, eu aceito
- Certo, vamos pro quarto, o nosso contrato só vai valer depois que esse cuzinho estiver arrombado
- Me promete que... depois disso, você vai ser mais amoroso comigo?
- Prometo
Ele ficou de pé primeiro, me oferecendo a mão. Não era o gesto de um homem que queria me levar pra cama — era o gesto de quem fecha negócio. Eu peguei. Subimos a escada em silêncio, e cada degrau aumentava o bolo que estava na minha garganta.
Na porta do quarto dele eu parei.
— Eduardo... e se não couber?
— Não cabe na primeira vez. A gente vai com calma.
— Eu tô tremendo.
— Eu sei. Vem.
Ele me puxou pela cintura, e o beijo foi diferente de todos os outros — sem pressa de me excitar, com pressa de me acalmar. Me levou até a cama de costas, e quando o colchão afundou atrás de mim eu percebi que aquela cama era grande demais pra ele sozinho, do mesmo jeito que a casa era grande demais pra ele sozinho, e por um segundo a ficha caiu: eu estava entrando na vida de um cara que tinha tudo e não tinha ninguém.
Ele tirou a camisa. Depois a cueca. E de novo aquele pau grosso, cheio de veias, na minha frente — só que dessa vez ele não trouxe pra minha boca, só se ajoelhou entre as minhas pernas e abriu o criado-mudo.
O vidrinho de lubrificante era novo. Nem estava aberto.
Ele despejou na mão. Eu me virei de quatro, escondi o rosto no travesseiro, e ele riu baixinho:
— Não esconde não. Quero ver sua cara.
— Eduardo, pelo amor de Deus...
— Vira. Assim. Me olhando.
Virei. Ele me puxou pelos quadris até a beira da cama, me deixou com as pernas abertas e dobradas, e o dedo molhado encostou no meu cuzinho. Só encostou. Eu já prendi a respiração.
— Respira fundo. Solta.
O dedo entrou devagar, e a sensação era estranha, cheia, quase boa. Ele trabalhava o dedo em círculos e me olhava nos olhos o tempo todo, e quando eu comecei a relaxar ele colocou o segundo.
— Aiii...
— Tá doendo?
- Táááá
Ele ficou ali um tempão, sem pressa nenhuma, com o polegar passando na minha buceta pra me lembrar que eu já sabia sentir prazer naquela noite. Quando ele tirou os dedos, eu senti o vazio e o frio do gel na pele.
— Vou entrar. Se doer muito, você fala.
A cabeça encostou. Meu corpo inteiro travou.
— Calma.
Ele empurrou. E o anel de músculo cedeu, e a cabeça entrou, e eu gritei contra o travesseiro, e as minhas unhas cravaram no lençol.
— Ai caralho, ai caralho, ai caralho...
— Tô parado. Respira. Tô parado.
E ele ficou mesmo parado, com a mão na minha barriga, o polegar subindo e descendo devagar pra me distrair. Quando eu abri os olhos, ele estava suando na testa de tanto se segurar.
— Tá aguentando?
— Não sei... ai, é grande demais
— Eu sei que é. Você é apertadinha demais.
— Vai devagar, por favor.
Ele empurrou mais um pouco. Não foi rápido, mas foi fundo, e eu senti aquele pau atravessando um lugar que nunca tinha sido atravessado, e a pressão era absurda, e ao mesmo tempo a buceta latejava de um jeito que fazia tudo se misturar.
— Aiii... tá doendo, tá doendo, tá doendo...
— Quer que eu saia?
— NÃO.
Ele riu, um riso curto e sem fôlego, e empurrou o resto até o final. Aí parou de novo, e me beijou, e o beijo foi a única coisa macia naquele momento.
Doía, e aí foi parando de doer, e aí virou outra coisa. Virou aquele formigamento que sobe pela coluna e embaça a vista, e quando ele percebeu que eu tinha soltado, ele começou a mexer.
Devagar. Uma saída quase inteira, uma entrada que ia até o talo, e eu gemia a cada uma, e o gemido já não era de dor.
— Isso — ele sussurrou. — Tá vendo? Tá bom.
- Aiiii, aiii que delicia
Ele meteu a mão entre nós, achou meu clitóris e esfregou, e eu perdi a vergonha toda de uma vez, e comecei a empurrar o quadril pra trás contra ele, querendo mais, e ele aumentou o ritmo e o som dos nossos corpos batendo encheu o quarto vazio.
Ele gozou com um grunhido preso nos dentes e ficou me segurando pelos quadris, tremendo, até o último espasmo. E eu gozei junto, sem tocar em nada além da mão dele, com o rosto molhado de lágrima de tesão.
Quando ele saiu, eu desabei de lado na cama. Não conseguia nem fechar as pernas direito.
Eu esperei ele mandar eu descer. Estava pronta pra isso, já tinha até ensaiado na cabeça o caminho até o quarto de empregada, meia parede de vergonha, e o "boa noite" seco pela porta.
Ele se deitou ao meu lado, me puxou pelo braço e me encaixou no peito dele. Puxou o lençol sobre nós dois.
— Posso... ficar? — perguntei, baixinho.
— Agora você mora aqui. Fica.
Eu fiquei parada, dura, sem saber onde colocar a mão, até ele pegar meu braço e enrolar em cima dele, como se eu fosse um cobertor.
Acordei antes dele. O quarto estava cinza de manhã cedo, e eu estava com a perna por cima das dele, o cabelo colado na boca, o cuzinho ainda latejando. Ele continuava dormindo de barriga pra cima, com o braço em volta de mim, e eu fiquei olhando aquele rosto de menino que um cara de 26 anos não deveria ter.
Quando acordou, transamos de novo, e nunca mais eu limpei aquela casa.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)