Minha filha namora, mas, só casa virgem 2
Continua o relato anterior, depois do dia que minha esposa punhetou e engoliu o pau do Emerson, nosso genro, só para ele não tirar a virgindade de nossa filha.
Depois daquele episódio, parecia que estava tudo indo bem, minha filha que já tinha mandado umas fotos de calcinha para o namorado, não pensava mais em fazê-lo, Emerson que sempre que estava com tesão resolvia na boca da minha esposa e eu sem saber de nada.
Até que um dia, fomos convidados para um evento da minha empresa, aniversário do dono e iria ser na casa dele, casa com piscina, obrigatório roupa apropriada, mesmo sabendo que éramos evangélicos, não pude me recusar a ir.
Informei ao nosso líder da igreja, e me aconselhei com ele, ele não via problemas desde que a roupa usada fosse de acordo com as leis, e até chegou a indicar uma loja que ele sabia que devido às mudanças de postura, muitos crentes compravam, porque não eram pecaminosas, mas, me fez uma série de recomendações.
Um fim de tarde ao sair do trabalho, passei em casa e levei as duas para está loja, ao chegarmos, começamos a ver as roupas delas, e não tinham nada de sexy ou pecaminosos, minha esposa escolheu eu maiô, que parecia um macacão preto e minha filha um de duas peças que eram mais parecido com um short e um top que chegava até o umbigo, de cor azul.
Elas amaram as peças, mas, como não tínhamos costume de ir à praia ou à piscina, não sabiam nadar, só flutuar, diferente de mim, ex militar, eu escolhi um short de praia da cor preta, chegando em casa, lá estava o Emerson, nos esperando no portão.
Expliquei para ele sobre a festa que seria dali a dois dias, ele me perguntou se poderia ir, e falei que a perguntaria ao gerente responsável, ele ficou todo alegre, falei que seria de roupa de praia e que ele deveria usar algo com postura.
Ele falou que tinha e estava acostumado a ir na praia com os pais, achei aquilo um pouco estranho, mas, não disse nada, minha filha estava louca para mostrar o sukine ( depois descobri o nome) para ele e ver o que ele achava, falei que não, que era errado vê-la nas intimidades dela, minha esposa me corrigiu e falou que qual seria então o motivo de irmos a festa?
Com isso calei minha boca, porque estava pensando na promoção que surgiria e eu era o indicado, concordei, mas, com a condição que minha esposa também acompanhasse este “desfile”, vi ali um lampejo nos olhos dela, e um sorriso nos olhos dele, mas, estava no celular e fiz a ligação para saber se poderia levar ele.
Os três entraram em casa e eu fiquei no quintal, ao entrar me deparei com ele sentado no sofá, bebendo um refrigerante e elas se trocando, cada uma no quarto, me servi de um copo e sentei.
Elas aparecem vestidas, mas, minha filha com uma canga por cima (não reparei que compraram mas, foi uma boa ideia) e minha esposa com um vestido (saída de praia longo), estavam bem elegantes, Emerson fez muitos elogios a minha filha sua namorada, que era muito linda e que tinha o maior orgulho de casar com ela.
Minha esposa toda cheia, falava que sim, que nossa filha era a maior dádiva que Deus nos deu, e perguntou se estava bom, para mim e para ele, se estava de acordo, concordamos, e ela pediu que Letícia tirasse a canga, o que ela fez, para mim estava muito bem, não aparecia as nádegas dela, como não tinha peitos ainda, não ficavam marcando o bico, e as coxas roliças não marcavam nada de sua coisinha, estava linda como uma boa moça deve ser.
Ela andou por uns momentos, foi até o namorado e o beijou na testa, sendo retribuída por ele, olhei e evitei que ele a beijasse na boca, ele sorriu nervoso, e pediu para a sogra desfilar também, o que ela fez, deixou o vestido cair no chão tirando ele pelas alças, achei sexy o movimento e fiquei inquieto, passou ele pela cintura larga, bunda grande, mas, o maiô era muito comportado, mas, como era preto, não ficou tão bom, ela mesma não gostou muito, e ficou chateada.
Eu e Emerson, concordamos que ele era apropriado, mas, a cor, tinha ficado completamente fora do tom da pele dela, claramente ela ficou aborrecida e falou que iria lá trocar, eu disse que não poderia ir, e Letícia iria para a escola, Emerson se prontificou a fazer estas corridas amanhã, tudo satisfeito, deixamos os dois na sala com muitas recomendações, depois que a Letícia se trocou novamente.
Foram assistir a uma série, toda hora ou ia eu ou a Regina até lá, até que ela não voltou, fui dormir enquanto ela fazia as vezes de vela para eles, acordei e fui trabalhar, me despedindo da minha esposa que estava ao meu lado deitada nua, achei estranho, mas, só a beijei e sai.
Passei pelo quarto da Letícia, e a avisei que o Emerson logo estaria lá para levá-la para a escola e a mãe na loja e que tinha exagerado na noite anterior, ela só me respondeu que dormiu no sofá e a trouxeram para o quarto no melhor do filme, dei um beijo nela e sai, olhando para o sofá.
Na noite do sofá, e isso só fiquei sabendo depois que, aconteceu a primeira vez que o Emerson enrabou minha amada Regina, foram nas palavras dela que eu soube, e foi assim:
Depois do desfile, eu cheguei na sala, (eu, Regina, pois ela que conta está parte), você já estava se preparando para ir dormir, eu já iria pedir para o Emerson se retirar, mas, quando eu cheguei lá, ele estava com as mãos dentro da blusinha dela.
Tocando os carocinho e ela com cara de safada, mas, de olhos fechados, vi quando ele tentou passar a mão por cima da bucetinha dela, ela estava no com a cabeça no colo dele, devia estar de pau duro, e da posição que eu estava pude ver ela ficar mais de barriga para cima e ele passando a mão por cima da roupa, até que enfiou por dentro, tocando sua bucetinha.
Nesta hora ele me viu, tirou a mão e ficou me olhando, eu com um sinal de mãos com não, ele com aqueles olhos gulosos, acabei levantando minha blusa e mostrando meus peitos, me acariciei ali, ele tirou as duas mãos da Letícia, parecia que ela dormia já profundamente.
Fui chegando perto, e abaixei a frente do short que eu estava e ele olhou meus pêlos pubianos, me virei de costas e mostrei minha bunda e minha calcinha larga tampando as nádegas, voltei ao nosso quarto e você já roncava alto.
Ao voltar para a sala, falei para ele levar Lê para o quarto, ele levantou ela sem esforço mesmo estando sentado e com ela deitada, achei-o másculo e tesudo mais ainda, vi que ele ainda apalpou nossa menina e não deixei, na volta, eu indo na frente dele, ele me segurou na porta do nosso quarto, eu de frente para a cama, você deitado de lado e ficou me sarrando, me deu até um beijo forçando minha cabeça.
Chegamos a sala e eu falei que ele deveria ir, mas, ele falou que precisava aliviar, eu logo fui me abaixando, mas, ele falou que não, que hoje tava mais complicado, que até bateu uma na buceta da Lê enquanto ela dormia, perguntei como, ele só falou para depois eu ir ver a calcinha que ela está usando.
Aquilo me deu um fogo imediato, que segurei forte seu pau, me abaixei, tudo atrás do encosto do sofá, tirei para fora e chupei gostoso, me recostei no encosto, abaixei meu short com calcinha e tudo, enfiei meus dedos na minha vagina, e passei no meu cu, guiei seu pau na única coisa que até para você, meu marido, nunca dei..
E falei que ali era virgem ainda, mas, que poderia meter a vontade, estava limpinha porque me lava-la, ele cuspiu no pau, salivou na mão e cuspiu no meu cu e meteu, primeiro devagar, entrando e me rasgando, segurei um choro e um grito de dor, tirou, fez minha pregas se acostumarem com sua largura, e meteu novamente.
Fez assim por umas 5 vezes, na 6 já estava metendo com força e pegada, fazendo meu corpo se contorcer, minha vagina chorar de prazer, estava larga no cu, podia sentir o saco dele bater no meu clitoris, onde tive um orgasmo atrás do outro, até que ele gozou, gozou muito e fartamente, estremeceu todo dentro de mim.
Nos beijamos, eu ainda de costas para ele, levantei minha calcinha e me short, ele abaixou meu short novamente e puxou minha calcinha, cravando ela dentro da minha bunda, enfiando e segurando sua porra dentro de mim, e falou que era assim que eu deveria usar calcinha, e não mais comportada, mesmo que elas fossem grandes, só dentro da minha bunda, para que sentisse ela no cu e lembrasse dele, fiz que sim com a cabeça e subi o short.
Ele se despediu de mim no portão, arriscando um beijo na minha boca, fiquei com medo dos vizinhos verem, mas, aquela hora seria impossível, o beijei com tesão, ele pediu para eu dormisse assim, suja e com sua porra dentro de mim, falei ok, me despedi, fechei a porta e fui tomar um banho, não poderia, estava vazando muito, me lavei e voltei nua para deitar ao seu lado, na esperança que você acordasse e me fizesse amor comigo, o que não aconteceu.
Fim da Parte 2.
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