#Assédio #Teen #Virgem

As Meninas do Parquinho VI

3.8k palavras | 3 | 5.00 | 👁️
Seupadre

A semana transcorreu sem muita surpresa. Tava doido para ver as minhas meninas, mas elas ficaram doentinhas. Pegaram uma gripe, o que as deixou de cama uns dois dias, o que acabou por encher Suzana também de afazeres, impedindo-a de me ver. Contudo, no final da semana, já recuperadas, as meninas foram para a casa do pai e os planos pro sábado foram mantidos.
No sábado, como combinado, Suzana chegou cedo, pouco depois das 6:00 horas da tarde. Nesse horário as crianças que tinham descido para aproveitar o final da tarde já haviam subido para jantar e as adolescentes não tinham descido ainda. Suzana entrou no quartinho e eu tranquei a porta. Disse a ela que dali para frente precisaríamos manter as luzes apagadas; assim daria a impressão que nem mesmo eu estaria por ali. Teríamos que fazer silêncio para manter a farsa e, se ela precisasse falar qualquer coisa, teríamos que sussurrar um para o outro. Precisaríamos evitar qualquer sinal de que havia gente no quartinho. Assim manteríamos todas as aparências.
Mesmo em silêncio, deu para dar uns amassos em Suzana. Eu havia dito a ela que viesse de saia e com uma blusa leve. Ela fez como eu disse. Apareceu com uma saia de tecido bem leve, que descia até o joelho, presa na cintura com um cinto. A blusa era uma camisetinha de algodão, de alcinha. Uma roupa condizente com uma mulher, mãe de duas filhas, respeitadora e recatada, mas safada o suficiente para rapidinho ser retirada ou levantada até acima da cintura, expondo bem o seu rabinho.
Aproveitei nossa espera para dar uma bela chupada naqueles peitos. Deixei que ela também chupasse um pouco, mas controlando bem o que ela fazia. A noite tava só começando. Eu a queria bem excitada para o momento em que as meninas descessem para o parquinho. Assim, ela seria toda minha e poderia foder à vontade. Suzana estava ansiosa com a espera e mal pode se conter quando ouvimos as primeiras vozes do lado de fora do quarto. As meninas estavam começando a descer para o parquinho e já conversavam alegres entre si. Eu já havia percebido que havia uma espécie de pacto entre elas; um pacto de silêncio e proteção. Todas elas sabiam o que os casaizinhos iam fazer perto da lixeira e se organizavam para que cada duplinha fosse e tivesse seu tempo lá. Protegiam umas as outras inventando desculpas caso alguém aparecesse. Perceber tudo isso já era excitante em si mesmo; ver as meninas em ação era o paraíso.
Conduzi Suzana para bem dentro do quarto onde ficavam as caixas, um espaço que servia de depósito e começamos a esperar. Eu já havia afastado as caixas, para que pudessemos ver tudo pela fresta dos combogós, mas havia deixado uma caixa bem pequena, com um pouco mais de de cinco seis dedos de altura, para que ela subisse em cima. Assim ela poderia ver melhor e, como ela era um pouco menor do que eu, em pé em cima da caixa, seu rabo ficava exatamente na altura do meu pau. Era a posição perfeita para que eu me aproveitasse dela enquanto ela assistia nosso espetáculo.

- Lembra! Não pode fazer barulho. Ninguém nota a gente aqui porque a luz está apagada. Não dá para elas perceberem que a gente tá olhando, mas estamos perto o suficiente para elas ouvirem se a gente falar alto.
- Tá certo! Você é um filho da puta sabia? Xeretando as meninas! Isso é muito errado.
- Você acha? Vamos esperar para quando você ver o quanto elas são safadas. Você vai adorar!

Não demorou muito a nossa espera. A primeira menina que apareceu foi uma branquinha do bloco A, a Karina. Assim como Dona Suzana, a mãe também a criava sozinha, mas era uma menina quieta. Por isso, estranhei quando ela apareceu com um garoto do mesmo bloco. Nunca havia visto ela por lá, muito menos com ele.
Logo que chegaram começaram a se beijar e se sarrar, mas eram muito afobados. O garoto foi logo com a mão no rabo dela. Karina tinha uma bundinha pequena, mas as coxas eram grossas. Imaginei que ela ficaria uma delicia de quatro, com o cuzinho bem aberto. Ele subiu uma das mãos para os peitinhos dela. Ela usava um top e foi fácil botar os peitinhos dela pra fora. Branquinhos, de biquinho rosado. O garoto apertava e massageava aquela delicia com uma mão e socava a outra entre as bochechas do rabo de Karina. Isso ajudava a esfregar o corpinho da menina no pau dele, que com certeza já estava duro.
A sarração tava ótima, mas eles eram muito afobados. Dava pra ver que ela pressionava a buceta no pau dele enquanto se beijavam, dando gemidinhos e arfando. A buceta dela já devia tá completamente molhada. Ele virou ela de costas e passou a esfregar a rola no seu rabo. Nessa posição pude ver bem os peitinhos de Karina. Que delícia! Cheiinhos, empinados, de bicos pontudos pela excitação. Ela empinava a bunda roçando pra cima e pra baixo na pica do garoto. Pena que ela tava de shortinho e não de saia. O garoto tentou enfiar a mão dentro do short e pegar na buceta dela, mas ela não deixou; somente por cima da roupa.
O garoto já tava impaciente com a esfregação. Karina saiu da posição e ficou de frente pra ele. Imediatamente, ele baixou o calção e botou o pau pra fora. Suzana saiu de seu silêncio, espantada:

- Nossa! Ele tem uma rola grossa. Tomara que não pegue um das minhas filhas. - disse Suzana, com um suspiro.
- Não se preocupe! Mandei as meninas ficarem longe de qualquer garoto. - respondi sabendo que chegaria a hora das meninas sentarem numa rola, mas não seria de nenhum desses moleques. Aliás, elas jjá sentavam, mas eu não havia metido ainda. A brincadeirinha era outra, mas depois eu conto.

Enquanto Suzana suspirava pela rola do garoto, minha pica já se esfregava de mansinho no seu rabo, ainda por cima da roupa. Senti ela jogar o rabo um pouco pra trás, buscando sentir minha pica na bundinha. Ela olhava fixo a ação do casalzinho.
Realmente, era um puta pau pra um garoto daquela idade. Não muito grande, mas grosso. Karina iniciou uma punheta devagar. O garoto sussurou algo pra ela e ela fez que não com a cabeça. Com certeza, tava pedindo que ela chupasse, mas não teve acordo. Ela continuou com a punhetinha. O garoto delirava encostado na parede enquanto ela olhava fixamente o seu rosto.

- Olha como ela é safada. Nessa idade e já punhetando bem uma rola.
- Eu lembro da primeira punheta que bati. Foi em um primo, nas férias, na casa do meu tio. A gente assistia televisão juntos no quarto. Dava uns beijos vez por outra. Ele esfregava a minha buceta, mas tudo por cima da roupa. Um dia pedi pra ver ele duro. Eu sabia como era bater e queria fazer de verdade. Segurar uma rola.

Perto da lixeira, Karina e o garoto voltaram a se beijar, mas sem que ela largasse seu pau. Aquilo parecia não ter fim. A menina já deslizava com maestria a mão pela rola, da base até a cabeça. O biquinho dos seus peitos estavam mais duros do que nunca.

No escuro do quarto, Suzana já esfregava mais a bunda na minha pica dura. Entre a cena que assistia e suas lembranças, ela ficava mais e mais excitada. Por trás dela eu beijava seu pescoço e apertava seus peitos, sarrando seu rabo.

- Quer dizer que você batia punhetinha pro seu primo? Vagabunda safada!
- Não fala assim!
- Vagabunda! Que idade você tinha?
- 13, quase 14.
- Puta safada.
- Nunca esqueci a primeira vez que ele gozou na minha mão. Fiquei com os dedos todos melados e não tinha banheiro pra lavar a mão. Me desesperei. Acabei limpando tudo no lençol. Meus dedos ficaram cheirando a porra. Morri de medo de ser descoberta. Nas vezes seguintes, não tive tanto medo. Já sabia o que fazer. Era só limpar no lençol. E mesmo com medo, o tesão era maior.
- Você era uma puta desde cedo! - disse baixando as alcinhas da blusa e expondo seus seios.
- Eu me viciei em bater punheta nele. Às vezes eram três por dia. Sempre que dava. Não deixava ele fazer mais nada. Só eu podia. O que eu mais adorava era a sensação de estar provocando aquilo tudo. Eu me sentia poderosa. Só mais tarde percebi que eu era uma pequena mulher começando a perceber o poder de dar prazer ao seu macho. Ele gozava jatos e jatos de leite e eu adorava tudo aquilo.

Um gemido do garoto nos trouxe de volta. De forma inesperada, Karina baixou a cabeça e deu uma lambida na cabeça do pau. Finalmente tinha cedido aos apelos dele. Primeiro foi algo rápido, depois, ela baixou de novo e colocou a cabeça toda na boca, dando uma boa chupada. Ele tentou segurá-la pela cabeça pra socar mais, mas ela não deixou. Foi uma chupadinha não tão demorada, mas o suficiente pra fazer o garoto gozar. Ela segurou o pau dele e olhou, extasiada, os vários jatos de porra que caiam na grama.

- Isso, menina. Mela os dedos nessa porra. Você vai ver como é gostoso. - Suzana sussurava, embevecida com a cena, deixando seus peitos mais durinhos do que nunca. - Prova um pouquinho pra ver se você gosta.

Parecia que eu nem estava ali. Eu quase tinha virado um acessório do prazer de Suzana que mergulhava em suas lembranças safadas. Quando a porra diminuiu, Karina continuou a punhetar e apertar o pau do garoto, que gemia de prazer. Antes dele guardar o pau, ela pegou uma última gotinha com o dedo e levou até o nariz pra cheirar a porra, depois levou ate o nariz dele. Acho que queria que ele sentisse o cheiro também. O garoto desvio o rosto, mas viu quando, logo depois, ela enfiou o dedo na boca e chupou. A putinha tava provando leitinho.

- Você chupou seu primo, não foi?
- Não. E me arrependo até hoje! Mas, eu provei a porra dele. Desse jeitinho ai! Lambi meus dedos melados depois que ele gozou. Foi no último dia de férias. Foi quando descobri que gostava de leite.
- Foi quando descobriu que era bezerrinha, igualzinho a essa daí. Puta! Bem que eu podia amamentar essa aí também - disse no ouvidinho de Suzana, só para provocá-la.
- Seu merda! - disse Suzana, tentando sair de onde estava.
- Fica quieta! Não faz barulho! - Disse apertando os peitos da minha delícia. - Fica quietinha que ainda tem muito mais pra você.

Do lado de fora, Karina apertou mais uma vez o pau do garoto, viu mais uma gotinha que saia pela cabeça. Abaixou a cabeça e lambeu rápido. Daquele jeito, em breve estaria chupando e deixando o garoto gozar na boca dela.

- Ta vendo? Ela tá tendo as primeiras experiência, como você disse!
- É! - Suzana estava extasiada. - Lembrei quando dei realmente minha primeira chupada. Foi meu primeiro namorado. Eu tava nervosa. Eu chupei rápido. Gostava da sensação da rola entrando na minha boca; quente, roliça. Tirava da boca e olhava a cabeça. Vermelha, grande. Quando ele gozou, encheu minha boca; parecia um creme descendo pela minha garganta. Sempre adorei sentir a porra espalhando pela minha boca, o pau pulsando, minha cabeça sendo segurada pelos cabelos.
Até ali eu só alisava os peitos de Suzana, esfregando meu pau no seu rabo, mas as lembranças dela a fizeram, inconscientemente, por a mão entre as pernas e esfregar a buceta. Acompanhei sua mão e juntei sua mão a minha, entre suas coxas. Ela abriu de leve as pernas, o suficiente para que nossas mãos pudessem espalmar bem sua buceta. Já dava pra sentir um calor molhado por cima da calcinha, e mal tínhamos começado.

Depois que terminaram, Karina ajeitou a blusa e saiu de mãos dadas com seu ficante. Deu para ouvir um burburinho quando eles voltaram para o meio do grupo. Eu sabia que logo depois viria outra duplinha. Levantei, sem muito protesto, a saia de Suzana e prendi-a ao cinto. Ela vestia uma calcinha de renda preta, pequena o suficiente para enfiar dentro do seu rabo. Ao mesmo tempo, baixei minha calça. Fiquei só de cueca. Podia ter tirado tudo, mas pra que a pressa? Quando ela percebeu meu movimento, colocou a mão pra trás e apertou meu pau duro, enquanto eu estendia mão e esfregava sua buceta por cima da calcinha.

- Você vai me comer?
- Claro que sim, mas tudo a seu tempo!
- Deixa eu chupar.
- Não! Hoje você só vai assistir. Era o que você queria, não era?
- Mas eu quero chupar. Quero uma rola na boca.
- Eu deixo no final, pra você tomar seu leitinho antes de ir pra casa dormir.

Ela quis protestar. A lembrança de suas primeiras chupadas tinham acendido nela o desejo de ter uma pica dura deslizando na boca, sendo massageada por sua língua. Porém, antes que ela protestasse de novo, outro casalzinho chegou.

Não pude conter o meu espanto. Era Rafaela, a menininha que dias antes teve as preguinhas alargadas pela minha rola. Ainda lembrava do seu cuzinho apertando meu pau enquanto eu o banhava de leite pela primeira vez. Confesso que fui tomado de surpresa e, ciúme, quando vi que era ela chegando com um garoto. Ele era do condomínio. Já havia visto ele conversando com ela, mas não achei que tivessem algo. Queria ver como Rafaelinha iria se sair depois de ter perdido o cabacinho do rabo. Eu já havia dito à Suzana do que Rafaela gostava, mas ela não tinha a menor ideia do que dois ou três dias antes, meu pau havia dado a primeira leitada naquelas preguinhas gostosas.

- Meu Deus! É a Rafaela, filha da Dona Stella. Ela é crente.
- Crente na igreja, mas aqui a história é outra. Lembra que eu lhe falei dela?
- Lembro. Meu Deus. Como é que pode?

A menina seguiu o script de sempre; o mesmo que eu já havia visto tantas vezes. Começou com pequenos amassos, beijos, mão dos peitinhos e, depois, aquilo que era esperado. Ela levantava a saia e baixava a calcinha; o garoto então se preparava para esfregar a pica no rabo dela e dar aquela gozada deixando leite escorrendo pelas suas coxas.

- Olha! Bem que você disse. Ela gosta no rabo.
- Ta vendo! O tesão dela é na bundinha. - Aproveitei pra dar uma boa sarrada no rabo de Suzana. - O seu rabinho, um dia, também vai ser meu.
- Também? Como assim também? Você fala como se tivesse comido o rabo dela.
- Tá louca? Claro que não! - Quase me traí nesse momento. - Tô dizendo que um dia vou fuder esse rabo, como já fudi outros. Olha como ela é safada. Olha!

Enquanto observávamos o seguimento da sacanagem, percebi que algo estava diferente. Minha menininha, como sempre, virou o rabo para o garoto. Ele melou a rola na saliva e passou a esfregar entre as buchechas do rabo de Rafaela. Contudo, ao contrário das outras vezes, Rafaela rápido se entendiou da brincadeira. Ela já tinha sido enrabada, só esfregação já não era suficiente. Quando ela levantou a saia e baixou a calcinha até a metade das coxas, senti que havia algo mais. Entediada só com a esfregação, ela empinou o rabo de uma maneira diferente. Pela posição ela ia tentar dar o cuzinho. Não queria só esfregar, agora que tinha perdido o cabacinho ia querer ser comida de novo.

- Ele vai comer o rabo dela! Que putinha safada. Nessa idade e já dá o rabo.
- Assim, ela fica purinha na buceta. Pra quando casar, o marido tirar a virgindade dela achando que ela é uma santa. Já vi muitas dessas.
- Quenga. Vai levar muita rola no rabo e, depois, casar com jeitinho de pura.

Aproveitei para baixar a calcinha de Suzana e também minha cueca. Enquanto ela se entrertia vendo Rafaela tentar dar o rabo, melei o dedo em sua buceta e enfiei um pouco em seu cuzinho.

- Para, filho da puta! Eu não gosto aí!
- Claro que gosta. Só precisa ser melhor preparada. Um rabinho desses não pode ser dispensado.
- Para! Eu não quero!
- Puta Não tem querer! Puta faz o que o macho manda. Fica quieta.

Suzana reclamava, mas rebolava o rabo ao mesmo tempo. Não sabia se ela já tinha dado, mas não importava. Com o devido cuidado, aquelas preguinhas também íam ser inundadas no meu leite.

Nossa atenção foi atraída por um ‘Ai’. Era Rafaela, reclamando da metida do garoto. Ele tentava enfiar a rola no cuzinho dela, mas a inexperiência dele foi mais forte. Depois de duas ou três tentativas de socar rola no cuzinho de Rafaela, ela se impacientou ainda mais. O garoto não sabia como comer um rabo daquele; tinha que ter cuidado e paciência. Eu observava suaas tentativas frsutradas enqaunto meu dedo continuava a massagear o cuzinho de Suzana. Ela não reclamava mais e eu achava que, se ela nunca tinha dado o rabo, tesão não faltava. Seu cuzinho era quente e macio, e parecia atrair meu dedo para mais e mais dentro dele.

- Ele não tá conseguindo comer ela.
- Comer um rabinho é uma arte. Não é pra qualquer um.
- Safado! Cachorro! Nem pense em comer minha bunda.
- Eu vou atolar minha pica no teu rabo e você vai gozar muito sentadinha. - aproveitei pra enfiar meu dedo até o fim no cuzinho de Suzana.
- Para com isso! - Disse rebolando no meu dedo, sem a menor convicção de querer realmente que eu deixasse de fuder aquela bundinha.

O rabinho de Suzana já aceitava meu dedo e sua buceta tava mais e mais molhada. Foi assim que olhei, deliciado, a menina se irritar com a inexperiência do garoto e levantar a calcinha, ajeitando a roupa, sem deixar nem mesmo que ele gozasse. Eu sabia que ela tava com vontade de dar o cuzinho de novo. Sabia mesmo que o tesão dela era tanto que somente isso explicaria que ela tentasse dar o rabo numa situação como aquela. Era loucura fazer aquilo ali. Sem um lubrificante, sem calma; tinha que dar merda. Mas, enquanto enfiava o dedo no cuzinho de Suzana, me toquei que, se ela não tinha conseguido ali, era bem capaz de acabar me procurando de novo pra matar o desejo daquele rabinho.
Enquanto Rafaela fazia um movimento pra ir embora, o garoto a puxou de volta. Queria pelo menos gozar, mas ela tava puta por não ter dado o rabo. Ele tava com o pau duro de fora e queria que ela pegasse, mas ela resistiu. Ela nem mesmo chupou ele; não sabia se ela gostava, mas lembrei dos seus olhos brilhando quando falei em encher a barriguinha dela de leite enquanto ela me chupava. Ela devia ter a fantasia de alguém gozando na boquinha. Aproveitei pra afundar ainda mais o dedo no cuzinho de Suzana enquanto pensava comigo mesmo: “Isso, minha menina. Larga esse otário. Esse cuzinho agora é só meu! É do meu leite que ele precisa. Vem pra minha pica, vem!
Suzana rebolava vendo a briguinha do casalzinho. Já acolhia meu dedo no cuzinho. Será que outras lembranlças lhe vinha à mente? Não sei! Embora o garoto insistisse em continuar, ela tava puta e voltou pra o meio das outras meninas. Com certeza tava com o cuzinho ppiscando de tesão, mas sem ter o que fazer. Talvez tocasse uma siririca com o cabo da escova quando chegasse em casa, pra poder se aliviar. Só em pensar nisso, meu pau deu umas cabeçadas pra cima. O merda do garoto foi embora puto. Foda-se! Quero que ele se foda. Quem é ele pra fuder aquele rabinho? Aquilo ali agora é meu! Da próxima vez, não teria tanta pena daquele cuzinho como tive da primeira vez. Agora, meteria até o talo e deixaria a menina espernear, espetada na rola.

- Tá vendo, Dona Suzana! Essa menina é uma puta. Brinca de igrejinha no final de semana, mas de noite tá aqui levando rola no rabo.
- Ele não comeu ela!
- Não! Mas, não comeu por que é um merda! Por que não sabe comer um rabo. Eu sei como comer um cuzinho - Suzana retesou a bundinha. - E não pense que esse seu cuzinho vai escapar da minha rola.
- Filho da puta!
- Ta molhada né, vagabunda? Eu conheço uma puta como você de longe, só pelo cheiro. Fica circulando por ai, toda recatada, mas por baixo dessa persona de mulher direita, tem uma putinha louca por rola. Vagabunda bebedora de leite. Você merece uma boa surra pra deixar de ser puta.
- Não fala assim!
- Fica quieta, que ainda tá cedo e o espetáculo ainda não acabou. Não vai demorar a vir outra duplinha.

E não demorou mesmo. Logo, outro casalzinho surgiu.

(Continua)

Comentários (3)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Neto: Muito bom porém o anterior foi superior! Não demora a postar a continuação dessa saga cheia de tesão!

    Responder↴ • uid:2sttggwmzzr
  • Medicojf: Top.mas doido para ver você contar para ela as aventuras com as dilhad

    Responder↴ • uid:81rittvzrj
  • Tuga tarado: Continua ;) essa Suzana é uma bela puta manhosa e voyeurista.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk