#Assédio #Bissexual #Grupal #Incesto

Fui num show do The Weeknd sozinho e saí com duas irmãs gostosas.

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A noite que eu transei com uma morena gostosa fã do The Weeknd e abusei da irmã adotiva francesa dela.

O show do The Weeknd começava em duas horas, a fila não andava havia quarenta minutos, e o calor daquele fim de tarde em São Paulo tava me cozinhando vivo dentro da camiseta. Eu tava com o ingresso na mão, o celular em 12%, e nenhuma vontade de puxar conversa com os caras que gritavam trechos de Timeless desafinados.

Aí eu ouvi o francês.

Duas minas encostadas na grade. A morena era alta, pele de cacau escuro, shorts jeans cortado na altura da curva da bunda, camiseta cropped deixando três dedos de barriga de fora. Os peitos eram grandes de um jeito que a camiseta não dava conta, pesados, caídos pra frente quando ela se inclinava pra falar. Cabelo volumoso preso com um elástico qualquer. Rindo alto, com a boca toda.

A outra era o negativo dela. Ruiva, vermelho acobreado, magra, ombros ossudos aparecendo no vestido preto sem forma. Sapatilha. Os olhos claros quase nunca subiam do chão. Falava baixo, e mesmo em francês a voz saía pra dentro.

— Para, Camila. — a ruiva murmurou, e eu vi que a morena tava apontando pra um cara de maiô passando.

Camila. Guardei o nome.

Fiquei olhando de longe mais um pouco. Não por estratégia, por covardia mesmo. A ruiva era o tipo de mina que faz a gente ensaiar frase na cabeça antes de abrir a boca. A morena era o tipo que faz a gente desistir de ensaiar porque não vai adiantar.

O cigarro das duas acabou. A Camila apagou a bituca no chão com a sandália. Eu respirei fundo e fui.

— Desculpa. Vocês são francesas?

As duas viraram ao mesmo tempo. A Camila me mediu de cima a baixo, sem pressa nenhuma, e eu senti o olhar dela passando pelo meu rosto, pelo meu peito, pelos meus tênis. Desconfiança de carioca.

— Brasileira, porra. — e aí riu, e a desconfiança sumiu. — Marie, fala com ele.

A ruiva puxou a manga dela. — Camila…

— Que é? Ele fala francês. Melhor que você, inclusive.

— Mais ou menos. — eu disse. — Estudei dois anos.

— Você fala bem, sim. — a Camila testou, e eu entendi que era teste. — Vai, Marie. Não seja mala.

A Marie levantou os olhos por dois segundos. — Bonjour.

— Bonjour. — eu respondi. — Desculpa incomodar.

Ela deu de ombros e voltou pro chão.

Fiquei. A Camila não me mandou embora, e eu fiquei. Falei do show, ela falou que já tinha visto o The Weeknd em 2022 e que sua música favorita era Kissland, e eu contei a história de como eu tinha errado o nome dele na frente de uma ex e ela tinha ficado puta. A Camila riu. A Marie riu também, um risinho curto, abafado, como se tivesse sido pega no flagra, e aí ela olhou pra mim de verdade pela primeira vez, e tinha um brilho ali que não tinha antes.

Depois disso ela falou. Pouco, e em francês, e eu errei metade das respostas, e ela corrigiu duas vezes com uma paciência que não era arrogante. A Camila não sabia francês suficiente pra acompanhar tudo, e ficava perguntando "o que ele falou?", "o que você falou?", e a Marie traduzia pra ela, e as duas riam de mim juntas, e em algum momento eu parei de me sentir um intruso e virei o assunto.

Duas horas de fila. Quando o portão abriu, a Camila não perguntou se eu queria ir junto — ela falou:

— A gente tá no apê de um amigo meu aqui perto, ele viajou. Vem beber com a gente depois. Se você não for chato.

E eu não fui chato.

O apê era num prédio velho todo fudido, no terceiro andar, sem elevador, com cheiro de mofo e um corredor com lâmpada piscando. A Camila abriu um vinho de garrafão e serviu três copos sem perguntar se alguém queria.

A Marie bebeu metade do dela em dois goles, se encolheu no canto do sofá com os pés embaixo do corpo, e em vinte minutos já tava com as pálpebras caindo. O show tinha sido bom. Mas eu não lembrava de quase nada dele.

— Ela dorme cedo. — a Camila comentou, olhando a irmã com uma coisa que era carinho e cansaço na mesma medida. — Va te coucher, Marie.

A Marie assentiu. Levantou, e antes de ir olhou pra mim — rápido, de esguelha, do jeito que some quando a gente pega. A porta do quarto fechou com um clique.

A Camila se esticou no sofá. O cropped subiu dois dedos.

— Então. Francês de escola.

— É.

— Você entendeu tudo que a gente falou na fila?

— Quase tudo.

— Quase tudo o quê?

Eu sorri. — Que você falou que ela era traumatizada e que era um saco levar ela pra canto nenhum porque ela trava.

A Camila arregalou os olhos. Depois jogou a cabeça pra trás e riu, alto, a garganta toda aparecendo. — Caralho. Você entendeu mesmo.

— Ela tem o quê?

— Perdeu os pais cedo. Adoção, burocracia, uma merda toda. — ela deu de ombros, mas a voz baixou. — Ela é boa. Só demora. Demora muito.

Eu pousei a mão no joelho dela. A Camila não tirou. Abriu um centímetro, e aquele centímetro foi a coisa mais clara que aconteceu a noite toda.

— E você não demora. — eu disse.

— Eu não demoro.

Eu a beijei. Ela me beijou de volta forte, sem cerimônia, mordendo meu lábio e puxando com os dentes. A mão dela já tava por dentro da minha camiseta, a unha arranhando minha lateral. Eu subi a mão pela coxa dela, senti o calor através do jeans, apertei, e a Camila gemeu baixinho contra a minha boca e empurrou o quadril pra frente.

— Calma. — ela sussurrou, rindo. — A parede é fina.

— Então fica quieta.

— Não consigo.

Não conseguiu. Eu abri o botão do shorts, ela levantou o quadril e deixou eu tirar, e a calcinha foi junto. Quando ela ficou de costas, de quatro no sofá, eu parei um segundo só pra olhar: a bunda enorme, redonda, dois mundos de pele escura, a marca da calcinha ainda desenhada nela. Eu abri as duas mãos em cima e apertei, e a Camila olhou por cima do ombro.

— Vai ficar só olhando?

Eu subi a camiseta dela até os peitos caírem livres. Eram pesados, cheios, os bicos escuros já duros. Chupei um, e ela arqueou as costas e enfiou a mão na minha nuca, o quadril já rolando no ar, procurando.

Quando eu entrei, ela gemeu alto demais e tapou a própria boca com o punho. Eu fui devagar no começo — sentindo ela se abrir, apertada, molhada de um jeito que já escorria pela minha coxa. Depois mais forte. A cada estocada o corpo dela avançava no sofá, e ela foi desistindo de abafar o som, deixando escapar aquele gemido rouco e curto que era quase um riso.

— Puta merda, puta merda — ela repetia com o rosto na almofada, e eu ri por dentro, e metia mais fundo.

Eu a virei de barriga pra cima. Segurei as duas pernas dela no ar, abertas, e empurrei. A Camila passou a mão na própria barriga, os dedos descendo, se tocando enquanto eu a fodia, e o olhar dela tava vidrado no meu, sem vergonha nenhuma. Não durou muito. O corpo dela começou a tremer, os gemidos viraram um som contínuo e fino, e ela gozou com os olhos apertados e a boca aberta num xingamento comprido.

Eu aguentei mais um pouco, até o limite, e saí, terminando na barriga dela. A Camila ficou ali jogada, o peito subindo e descendo, o suor brilhando entre os peitos.

— Puta merda. — ela disse, depois de um tempo. — Sério.

Eu ri. Ela pegou minha camiseta e jogou em mim.

— Vou dormir. Não aguento mais, sério. — ela levantou com as pernas bambas, limpou a barriga, e me beijou de novo, curto. — O sofá é seu.

— E amanhã?

— Amanhã a gente vê.

Ela entrou no quarto. A porta ficou entreaberta. Eu ouvi o barulho da cama e depois nada.

Fiquei deitado no escuro, sem sono nenhum. O vinho e a adrenalina ainda girando, o sofá afundando no meio das minhas costas.

E aí eu pensei na Marie.

Não foi um plano. Foi só o pensamento voltando nela, na timidez dela, no risinho de antes, e a Camila dizendo "ela demora, demora muito" na minha cabeça. Eu queria saber se era verdade.

Levantei.

O quarto era o do amigo viajante. Cama de casal, cortina fina deixando passar a luz laranja do poste. A Marie tava de lado, encolhida, virada pra parede, coberta até a cintura. Tinha trocado o vestido por uma camiseta grande e velha, dessas de dormir.

Eu entrei devagar. Sentei na beira da cama, e o colchão afundou e ela não acordou.

Olhei o perfil dela por um tempo. Dormindo ela parecia menos tensa e mais nova, a boca entreaberta, o cabelo vermelho espalhado no travesseiro. Tocar nela ali era meio invasivo e eu sabia disso, e mesmo assim eu toquei.

A mão no braço dela, leve. Nada.

Subi. Pelo quadril, pela coxa, e cheguei por baixo da barra da camiseta. Ela dormia sem calcinha. O calor ali era absurdo. Eu passei os dedos de leve na dobra da virilha, sem pressão nenhuma, e senti ela molhar na hora — antes de acordar, por instinto, o corpo respondendo sozinho.

Ela se mexeu. Um som pequeno e confuso na garganta.

Eu continuei. Desci um dedo entre as pernas dela, devagar, e a Marie gemeu baixinho, ainda dentro do sonho, o quadril empurrando pra trás sem ela mandar. Quando abriu os olhos e viu a forma escura de um homem na cama, o corpo inteiro dela se retesou.

— Quoi… — ela arfou, puxando o lençol.

— Sou eu. — sussurrei, no meu francês tosco. — Calma. Sou eu.

— David… — ela reconheceu, e a tensão cedeu um pouco. Só um pouco.

Eu não parei. Deslizei o dedo de novo, e a Marie soltou o ar todo de uma vez, os olhos fechando outra vez, a mão agarrando o lençol com força. Enfiei dois dedos e ela abriu as pernas sozinha, sem perceber que abria, o quadril rolando contra a minha mão.

— Você tá molhada. — eu disse.

Ela assentiu, o rosto queimando no escuro. Não falou nada.

Eu tirei a mão, subi na cama e a virei de lado pra ficar atrás dela, colado nas costas, a boca no ombro dela. A Marie ficou pequena ali, a bunda encaixando no meu quadril. Eu puxei a camiseta pra cima até os peitos dela ficarem de fora — menores que os da Camila, firmes, o bico endurecendo na hora que meu polegar passou.

— Fala se for rápido demais. — eu disse.

Ela não falou nada.

Entrei devagar. A Marie arqueou as costas e soltou um gemido que tentou engolir mordendo o próprio braço. Era apertada de um jeito que doeu em mim também, e eu fiquei parado, deixando ela se acostumar. Foi ela quem começou a se mexer, hesitante primeiro, depois menos, e eu acompanhei, a mão no quadril dela, o rosto no pescoço dela, sentindo a respiração acelerar.

Ela fodia como quem tem medo de incomodar. Até o momento em que não teve mais como. A boca abriu e os gemidos saíram, agudos, quebrados, sem vergonha nenhuma, e ela empurrava pra trás com força, a bunda batendo em mim, a mão procurando a minha pra segurar.

— Ah… putain… — escapou, e o sotaque no meio do xingamento me fez sorrir contra a pele dela.

Aumentei o ritmo. A Marie virou o rosto no travesseiro, os olhos revirados, e gozou rápido, o corpo tremendo todo, a mão apertando a minha com uma força que doeu. Eu não parei. Ela aguentou, os gemidos virando quase choro, o quadril ainda empurrando.

Foi aí que a porta rangeu.

A Camila tava na soleira, o cabelo bagunçado, a calcinha de volta, os olhos inchados de sono. Ela olhou a cena por três segundos inteiros, sem falar, e eu continuei me mexendo porque parar ali era pior.

— Puta que pariu. — ela disse, e a voz saiu entre o choque e a diversão. — Sério? Ela tava dormindo.

— Tava. — eu respondi.

A Camila entrou no quarto e se ajoelhou na cama do outro lado.

— Marie. — chamou, e aí sim trocou pro francês, baixinho, quase no ouvido da irmã. — Tu es réveillée?

— Oui. — a ruiva respondeu, num fio de voz, e riu — um riso nervoso e feliz que eu nunca tinha ouvido dela.

A Camila fechou a porta com o pé.

A Marie olhou pra irmã, sem jeito por um segundo, e a Camila só deu de ombros e a beijou na boca.

Eu parei de me mexer pra ver. As duas se beijavam devagar, a morena conduzindo, a mão dela no rosto da ruiva, e a Camila sussurrava contra os lábios dela em francês, coisas curtas, e a Marie respondia do mesmo jeito, e aquilo era uma conversa que eu não tinha acesso.

Quando a Camila desceu pro pescoço, a Marie fechou os olhos e se entregou, e eu voltei a me mover dentro dela.

Aí a Camila tirou a calcinha e sentou na frente do rosto da irmã.

Eu assisti a Marie comer a Camila com uma competência que não combinava com a timidez dela. Língua firme, sem pressa, os olhos fechados, a mão aberta na coxa da morena. A Camila jogou a cabeça pra trás, a boca aberta, e gemeu sem se importar mais com a parede fina.

— Ela é boa, né? — a Camila conseguiu dizer, me olhando por cima do ombro.

— É.

— Eu falei que ela demora. Não que ela é ruim.

Eu saí da Marie. A Camila se deitou de costas e puxou a irmã por cima dela, e agora falava em francês direto, sem tradução: — Viens là. Comme ça, ma belle. Continue.

Entrei na Camila toda molhadinha, ainda aberta do sofá, e ela gemeu alto pra caralho, agarrando o quadril da Marie e empurrando o rosto dela de volta entre as pernas.

Ficamos assim um tempo. Eu fodendo a Camila, a Camila gemendo, a Marie no meio das duas, e nada daquilo fazendo sentido nenhum, e tudo fazendo sentido.

Depois eu puxei a Marie pra trás, pelos quadris, e entrei nela de novo. A Camila se ajoelhou ao lado, beijou a irmã enquanto eu a fodia, e a mão dela desceu pra se tocar, e ela continuava falando em francês no ouvido da Marie — c'est bon, hein? tu aimes — e a Marie respondia com a cabeça, os olhos fechados, a boca aberta.

A Marie gozou outra vez, e dessa vez chorou um pouco, de verdade, e ninguém comentou.

Eu terminei na bunda da Marie, com a Camila segurando as duas coxas dela abertas. Ela olhou pra mim por cima do ombro da irmã e disse, em português, com a voz rouca:

— Termina nela mesmo.

Ficamos os três jogados na cama, suados, sem espaço, o lençol todo torcido no pé.

— A parede é fina. — a Camila comentou, pro teto. — O vizinho vai saber.

— Foda-se o vizinho — disse a Marie, e o sotaque dela no português saiu engraçado.

As duas riram. A Marie encostou a testa no ombro da irmã, e a Camila passou a mão no cabelo vermelho dela e murmurou alguma coisa baixinho, e eu fiquei olhando aquilo de fora por um segundo, sentindo o peso dos dois corpos contra o meu.

No fim, aquela fila tinha valido a pena.

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