#Gay #Grupal #Teen

Estava surgindo um novo viadinho para o time do mei pai....

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Lelê

Eu estava à mercê daqueles três homens bêbados. Passei a levar rolada na cara, passei a ser puxado de um lado para outro, sempre com uma rola no cú, uma na boca

Isaías foi o primeiro a chegar em casa, ele me cumprimentou, e deu um sorrisinho safado. Como meu pai não estava olhando, retribui o sorriso. Eles foram lá para o fundo do quintal, e eu, continuei no meu jogo de videogame.
Uns vinte minutos depois, a campainha toca, e meu pai grita lá do fundo, para eu ver quem era.
Era o Elias. Fui abrir o portão, e assim que ele entrou, meteu a mão na minha bunda. Seu dedo tocou meu cuzinho, e só não entrou por causa do meu short. Retribuí, apertando seu pau com força.
_Ai...assim dói...ele está com saudade de você. Disse ele.
_Safado...eles estão lá no fundo. Falei.
Elias seguiu pelo corredor, e eu já ia entrando na sala, quando vi o Messias, acenando no portão.
Voltei lá, abri o portão, e ele me deu um agarrão, apertando minha bunda.
_Saudade dessa bundinha. Disse ao meu ouvido.
Indiquei que eles estavam lá nos fundos, mas Messias entrou agarrado comigo na sala.
_Pára Messias...meu pai vai perceber...
_Relaxa...ele nem sabe que eu cheguei.
É...nisso ele tinha razão.
Messias era ligeiro, e muito safado, nos segundos que eu relaxei, ele abaixou meu short, e já foi me direcionando para o sofá.
Notei também que eu já tinha perdido o juízo. Me ajoelhei no sofá, e deixei meu cuzinho oferecido para ele. Sem perder tempo, o pau entrou rasgando.
Barulho de latinhas se abrindo, e o falatório mais alto que o som da música, nos deu a certeza de que tínhamos alguns minutinhos ali.
Inclinado, com os olhos direcionados para a cozinha, na expectativa do aparecimento de alguém, sinto o pau do Messias entrar e sair do meu cuzinho.
Assim como no sítio, tudo tinha que ser rapidinho, mas não deixava de ser gostoso, acho que a adrenalina nos dava essa sensação.
Já estava quase gozando quando Messias me segurou firme, e começou a gozar. Gemendo baixinho, ele depositou toda a sua porra dentro de mim.
Travei meu cuzinho, para a porra não escorrer, e limpei o pau dele.
_Uhhhh...ahhh...se der, mais tarde a gente faz de novo. Disse ele.
Terminei de limpar o pau dele, e fui levá-lo de encontro aos outros.
_Oxi...chegou por onde Messias? Nem tocou a campainha. Perguntou meu pai.
_Vi quando ele apareceu no portão pai. Falei.
_Tá...pega uma cerveja para ele Leandro.
_Vem cá Messias....pega aqui.
Entreguei a cerveja ao Messias, e fui ao banheiro me limpar. Depois voltei para a sala.
Aquela metidinha me deixou num fogo danado, meu pinto ainda estava bem duro. Não estava conseguindo me concentrar no jogo. Dei um tempo, e fui lá fora, pegar uma carne, e me exibir um pouquinho.
Fiz eles mudarem de assunto, enquanto pegava alguns pedacinhos de carne, e colocava em um pratinho.
_Porquê não fica aqui com a gente Leandro? Perguntou Isaías.
_Estou jogando videogame...
_Pô...quando a gente terminar o papo aqui, eu vou lá jogar...quero ver se você é bom mesmo. Disse Elias.
Voltei para a sala, e sabia que não ia demorar muito, e o assanhado do Elias ia aparecer por lá.
É...mas ele demorou um pouco, já estava ficando agoniado.
_E aí....bora jogar? Chegou Elias.
Acabei rindo, o sem vergonha já chegou com o pau para fora. Antes de meter seu pau na boca, só me lembro de dizer "fica de olho se não vem alguém".
Mamava o pau com gosto, quando ouço:
_Nossaaa...que jogo legal.
Era o Isaías.
Tirei o pau da boca, e assustado, olhei para o Elias. Ele riu, e disse:
_Vai Leandro...continua...eu não falei nada porque não era o seu pai.
_Agora chupa o meu, falei que vinha ao banheiro, tenho que voltar logo. Disse Isaías.
Me levantei do sofá, virei a bundinha para o Elias, e abocanhei o pau do seu irmão.
Meu short foi abaixado, e a rola do Elias entrou com tudo. Em questão de minutos, Isaías tira o pau da minha boca, fica batendo com ele na minha cara, e diz:
_Tá bom...mais tarde dou um jeito de foder esse cuzinho também.
Ele guardou o pau, e voltou para o fundo do quintal.
Elias continuou fodendo meu cuzinho, mas a silhueta do meu pai por trás da cortina da porta da cozinha, nos fez parar. Nos ajeitamos, e ficamos jogando. Meu pai foi ao banheiro, e depois passou pela sala, perguntando se o Elias queria mais uma cerveja. Diante a afirmativa dele, meu pai foi à cozinha, pegou uma latinha e lhe entregou, depois, voltou para a churrasqueira.
Sem perder tempo, assim que meu pai saiu, abaixei novamente meu short, e me posicionei de joelhos no sofá.
_Vem Elias....continua....estava gostoso.
O safado jogou um pouquinho de cerveja no meu rego, e meteu a língua.
_Uhhh....assim a cerveja fica mais gostosa. Disse.
Rebolei na cara dele, e logo em seguida, recebi sua rola novamente.
Ahhhh...nossa...como era bom aquilo...acho que estava ficando viciado. Acabei gozando quando ele me agarrou firme, e começou a depositar sua porra dentro de mim.
Momentaneamente saciado, Elias volta para o churrasco, e eu, limpo a pequena bagunça.
O fim de tarde se aproximava, e já não ouvia o falatório deles, pareciam conversar baixinho.
Pouco tempo depois, Isaías veio até a sala, deu para perceber que ele estava bêbado, o cheiro da bebida era forte. Ele me tirou do sofá, e me abraçou. Suas mãos vão por dentro do meu short, e apertam minhas bandinhas. Sou virado de costas, e agora, suas mãos vão por dentro da minha camiseta, e ficam massageando meus peitinhos.
Em segundos, meu short vai parar nos tornozelos, e com beijinhos na nuca, sinto o pau entrando. O vai e vem começa, e eu curto cada estocada.
Não me surpreendi quando o Messias deu a volta pelo corredor, e entrou na sala pela outra porta. Seu pau foi direto para a minha boca.
Fiquei surpreso, quando Elias entrou na sala.
_Gente...o meu pai...
_Calma...ele bebeu um pouco, tá dormindo lá na cadeira. Disse Elias, me interrompendo.
Eu estava à mercê daqueles três homens bêbados. Passei a levar rolada na cara, passei a ser puxado de um lado para outro, sempre com uma rola no cú, uma na boca e a outra na mão.
Quando me dei conta, estávamos pelados, na sala. Fui usado e abusado por eles.
Três brutamontes embriagados tocando meu corpinho de todas as formas, eu já estava ficando tonto só com o cheiro de bebida deles, mas não arreguei, aguentei firme.
Depois de me foder por um bom tempo, Messias sentou-se na poltrona ao lado, e batendo punheta, ficou assistindo aos irmãos Feitosa me foderem de tudo quanto era jeito.
Tomei gozada na boca e no cú, e aí, Messias se levantou, e veio me foder mais um pouquinho. Tomei várias roladas, até ele gozar.
Saciados, eles se foram, me deixando com o corpo todo cheio de porra, marcado por mordidas e chupadas.
Tomei banho, limpei a sala, o quintal do fundo, lavei a louça, e nada do meu pai acordar. Já era noite quando o chamei para ir para a cama.
_Hã...hã...hein.....cadê o pessoal? Falava todo assustado, com a voz toda enrolada.
_Acabaram de sair...vem pai...vamos para a cama...
_Nossa...acho que dormi aqui...
_ Foi só um cochilo...vem...vamos subir...
Tive dificuldade para levá-lo até a parte de cima.
_Espera....preciso dar um mijão. Disse ele.
Fomos ao banheiro, ele colocou o pau para fora, e mijou.
_Dá uma balançadinha. Pediu.
_Ah pára pai...
_Vai...dá uma balançadinha....
Peguei o pau mole dele, dei uma balançada, e falei:
_Pronto vamos....
_Espera...ficou duro...dá uma chupadinha...
_ Se liga pai...o senhor nem aguenta ficar em pé...
_Vai Lê...dá uma chupadinha...
_Tá pai...vamos para a cama...lá eu chupo...
Consegui levá-lo para a cama, e para não deixar passar batido, mamei o pau dele. E até que permaneceu duro, até gozar na minha boca. Em seguida, ele desmaiou na cama.
Bem, a reunião não saiu bem como meu pai queria, o pessoal resolveu voltar em três semanas, só que ele iria a um casamento no sábado, e achava que não conseguiria assistir ao retorno. Mas como foi voto vencido, ficou assim mesmo.
A semana transcorreu normalmente, e no sábado, fui à casa do Joel.
Nossa, quando cheguei, tinha uma mesa de café posta à mesa. Dessa vez, tomei café com ele, e depois, deixei ele fazer o que bem quis comigo.
Joel estava bem mais carinhoso, e me beijou muito nesse dia...a todo instante, sua boca procurava a minha.
Saí da casa do Joel, com o semblante tranquilo, e quando cheguei no depósito, meu pai percebeu.
_Pelo jeito a manhã foi boa né?
_Pára pai...
_Quero ver essa carinha animada amanhã cedo.
E no domingo, acordei animado mesmo. Assim que minha mãe bateu a porta, corri para o quarto do meu pai, e ficamos até 10h na cama.
Na semana seguinte, as coisas basicamente se repetiram, a única diferença, é que no sábado, consegui ver o Negão tomando banho de novo. Foi por pouco tempo, mas foi o suficiente para me deixar doidinho.
Na quarta feira da semana seguinte, Joel apareceu no depósito. Achei estranho, ele nunca tinha ido lá.
Ele foi me dizer que tinha mudado de emprego, e de horário...e meio constrangido, me disse que tinha arrumado uma namorada, numa festa no fim de semana.
_Tá...e você veio me dizer para não ir mais na sua casa né? Falei.
_É....mas...
_Ei...relaxa Joel...tá tudo bem...foi legal...boa sorte...
Não tinha certeza, mas achava que tinha sido melhor assim, estávamos ficando muito próximos.
Em casa, meus pais ainda me quetionavam querendo que eu fosse ao casamento, mas insistia que não queria ir.
Eles sairiam à tarde, e só voltaria de madrugada, e meu pai não queria me deixar sozinho.
Era uma colega de serviço da minha mãe, eu não conhecia ninguém.
Disse que não iria aprontar nada, que fecharia a casa cedo, e dormiria cedo também.
Minha mãe ficou com um pé atrás, mas meu pai deu o veredito:
_Tá bom...você tem sido bem responsável lá no depósito...vou confiar em você.
No sábado, meu pai saiu meio dia para se arrumar, o caminho até a cidade dos pais da noiva, onde seria realizado o casamento, era longo.
A recomendação foi deixar o seu Roberto comigo, e fazer somente entregas pequenas, para que o Negão fizesse sozinho.
Quase no final do expediente, um cliente ligou desesperado, dizendo que os pedreiros iriam trabalhar no domingo, e eles precisavam de areia, cal e cimento.
Pedi para o Negão e o seu Roberto, carregarem o caminhão.
_Mas patrãozinho, seu pai falou para eu não sair daqui...
_Tudo bem seu Roberto...assim que vocês saírem, eu fecho a loja, e fico esperando vocês voltarem...
_É...mas se ele ficar sabendo?
_Seu Roberto, nem tudo que acontece aqui, ele precisa ficar sabendo. Falei.
Eles carregaram o caminhão, e saíram para a entrega. Em seguida, fechei a loja, e fiquei no aguardo do retorno deles.
Eles demoraram, retornaram quase 16h. Me entregaram o canhoto da nota, e enquanto Negão foi tomar banho, seu Roberto foi fechar o portão do terreno, e a porta de acesso desse terreno para loja.
Nesse tempinho, fui lá, dar uma xeretadinha na fechadura da porta.
Negão acabara de tirar a roupa, e desfilou com aquele pintão balançando, até o chuveiro.
Aquele pêndulo balançando, parecia me hipnotizar.
Ao ensaboar a rola, ele fez com tanto carinho, que a danada ficou dura. 24cm de puro prazer. Meus olhos não piscavam, não perdia nenhuma cena. Babando e todo empolgado não perdia nenhum movimento dele. Só que me descuidei, fiquei muito tempo ali...
_Nossa patrãozinho...não sabia que você gostava de ver homens pelado.
Sem saber onde enfiar minha cara, tento me explicar:
_Calma seu Roberto...não é bem isso que o senhor está pensando...eu...eu...eu posso explicar...
Seu Roberto ficou me olhando, esperando a explicação, só que eu não sabia o que dizer. Ele riu, colocou o pau para fora, e disse:
_O que acha? Gosta assim?
Até que era grande, devia ter uns 20cm, não era grosso, mas era bem roliço, e a cabeça rosada destacava, assim como seu saco peludo.
Eu estava em transe, mas não tirava o olho do seu pau duro.
_Dá uma pegadinha, prometo que não conto nada prá ninguém. Falou.
_Eu faço o que você quiser, desde que não conte nada para o meu pai. Falei.
_Então tá combinado patrãozinho...e sabe de uma coisa, nem tudo que acontece aqui, seu pai precisa ficar sabendo...kkk.
Peguei o pau dele, e fiquei acariciando, mas ele colocou suas mãos nos meus ombros, e me forçou a abaixar. Entendi o que queria. Engoli metade do seu pau, e comecei a chupar, mas foi por pouquíssimo tempo.
_Vem cá. Disse ele, me levantando, e me levando até uma mesinha.
Seu Roberto abaixou meu short, e me debruçou sobre a mesinha. Ele abriu minhas bandinhas, cuspiu bem no meu olhinho, encaixou a rola, e foi empurrando, bem devagarinho. Em questão de segundos, seus pentelhos me pinicam, e se amassam na minha bundinha.
Ele solta um gemido, e curte, forçando ainda mais, seu pau já todo atolado no meu cuzinho. Suas estocadas começam tímidas, e vão acelerando.
Nisso, a porta do vestiário se abre, e Negão se assusta com a cena à sua frente.
Eu debruçado na mesinha, na pontinha dos pés, recebendo rolada do seu Roberto.
_Que porra tá acontecendo aqui? Pergunta ele.
_Kkkk...você não vai acreditar, peguei o patrãozinho te olhando tomar banho, pelo buraco da fechadura...
_É sério patrãozinho?
Envergonhado, não quis responder, virei meu rosto.
_Pôxa patrãozinho...não precisava ficar escondido não, era só pedir que eu te mostrava. Vira para cá....olha aqui...
Me virei, e fiquei assustado, a rola dele estava sobre a mesa, perto do meu rosto.
_O que achou? De pertinho assim é mais bonita?
O pior é que era mais bonita mesmo. Era assustadora pelas dimensões, mas era admirável.
Negão puxou minha cabeça mais para o lado da mesa, e ficou passando a cabeça do pau nos meus lábios. Abri minha boca, e ele enfiou uma pequena parte. Era muito grossa, não coube muita coisa na minha boquinha.
Por alguns minutos, fiquei ali, chupando um pouco mais que a cabeça do seu pau, até que seu Roberto, que em nenhum momento havia parado de meter no meu rabinho, anuncia o gozo.
Gemendo alto e se estremecendo todo, ele deposita sua porra dentro de mim. Assim que tira o pau, a porra já começa a escorrer.
_Ufa...vou tomar um banho. Disse seu Roberto.
Negão pediu para eu continuar daquele jeito, tirou o pau da minha boca, e foi se posicionando atrás de mim.
_Só vai devagar...por favor. Pedi.
_Relaxa patrãozinho...você vai gozar como nunca...
Negão ficou lambuzando a cabeça do pau na porra que escorria pelas minhas pernas, e logo em seguida encaixou na minha portinha, que começou a piscar, apreensiva. Ele começou a forçar, e minhas pernas começaram a estremecer.
_Relaxa...relaxa. Dizia.
Eu estava tentando, mas não era fácil.
Sentí que meu buraquinho começava a se abrir, e a cabeça entrou.
_Ai...ai...espera um pouquinho. Implorei, colocando a mão para trás.
_Tá bom...mas relaxa...relaxa que o pior já passou..
Negão passou a massagear meus ombros, dar tapas na minha bundinha, e aos poucos, foi enfiando a rola.
Não acreditei quando as bolas colaram na minha bundinha, aquele "negócio" estava todinho dentro de mim.
Negão tirou um pouco mais que a metade do pau, e voltou a enfiar, um pouquinho mais rápido. Na hora que as bolas bateram na minha bundinha, comecei a gozar...gozei bastante, sem nem tocar no pau.
Ele debruçou seu corpo sobre o meu, e passou a me foder lentamente. Percebendo que meus gemidos não eram mais de dor, ele ergue o corpo, segura firme minha cintura, e soca a rola com gosto.
Seu Roberto sai do banho, e me vendo ali, "sofrendo" na rola do Negão, começa a se masturbar. Já com o pau duro, ele se aproxima, e o soca na minha boca. A situação ficou tão gostosa, que acabei gozando de novo.
Vários minutos depois, seu Robero goza na minha boquinha. Negão, ainda se diverte mais alguns minutos socando sem parar no meu cuzinho.
Enfim, Negão anuncia o gozo. Ele parecia um cavalo gemendo. Seu pau pulsando dentro de mim foi uma loucura, foram vários jatos fortes que sentí sendo despejados.
Ele me ergue da mesa, e me abraça forte. Eu peço para ele não tirar o pau, queria gozar na punheta, com o pau dele atolado em mim.
Início a punheta, e em pouquíssimos minutos, chego ao orgasmo. Dei escândalo, rebolei no pau, e gozei muito, até me assustei com a quantidade de porra expelida.
Ao final, minhas pernas bambearam, Negão percebeu, e ficou me segurando por mais um tempo.
Com as forças recuperadas, Negão tira o pau da minha bunda, e eu vou tomar banho, enquanto eles limpam a sujeira no chão.
Durante o banho, enfiei dois dedos no meu cú, e entraram com muita folga...eu estava arrombado. Saí do banho preocupado, achando que meu cú ia ficar aberto daquele jeito. Meu pai iria perceber que eu estava dando para outro.
Mas uma coisa não poderia negar...foi maravilhoso...doeu um pouco no início, mas tinha sido ma-ra-vi-lho-so.
Saímos sorridentes e prometendo mais numa próxima oportunidade. Eles foram por um caminho, pois moravam ali perto, e eu fui por outro, mas acelerei o passo, pois o sol já estava se pondo.
Cheguei em casa, jantei, e fiquei deitado no sofá, assitindo tv. Ainda preocupado, voltei a enfiar o dedo no meu cuzinho, e sentí as beiradas. Fiquei mais tranquilo, o buraquinho já tinha fechado bem.
Com o dedo ainda enfiado no cú, lembro da rolona do Negão todinha enterrada.
"Não acredito que aguentei tudinho". Pensei.
Meu pinto ficou duro, e fui para o banheiro bater uma punheta. Abri o chuveiro, e estou lá, me acabando na punheta, quando ouço o som de buzina, parecia ser em frente de casa. Logo em seguida, alguém chama meu nome. Grito para aguardar um pouquinho, e me arrumo para ver quem era.
Me aproximo do portão, e vejo que é o Isaías, e um cara mulato. Sabia que era jogador do time, porque tinha visto ele lá no sitio, mas não sabia o seu nome.
_Seu pai foi viajar né? Só vai voltar de madrugada. Falou Isaías.
_É. Respondi.
_Então...ele me pediu para vir aqui dar uma olhada, para ver se estava tudo bem...aí, tô vindo aqui com o Sidnei...tá tudo certo por aqui?
_Meu pai...sempre preocupado...tá tudo bem Isaías...aqui tá tudo bem...
_Não tá precisando de nada? Ele perguntou sorrindo, e apertando o pau.
Olhei para o Sidnei, que também sorria, e ele tinha um belo sorriso, sua pele era lisinha, não devia ter mais que 30 anos, não era muito alto, devia estar com 1,75m, e era forte.
Meu cuzinho ainda ardia um pouco, mas não podia perder aquela oportunidade, ainda mais que tinha um pinto novo para experimentar.
Retribui o sorriso, e falei:
_Pensando bem...acho que vou precisar de uma coisinha...
Abri o portão, e completei:
_Venham...podem entrar...
FIM
Agradeço a todos os comentários, e a todos que se propuseram a avaliar meus contos...fiquem em paz!

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