#Incesto #Teen

Minha mãe queria provar a minha porra

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Incestamente

Mais do que me chupar, de repente eu percebi que a minha mãe queria mesmo era provar o meu leite

Eu finalmente me tornei o amante da minha mãe. Um amante incestuoso, é claro, mas ainda assim o melhor amante que ela jamais poderia ter imaginado.

Na sua cama, eu já me sentia completamente à vontade, como se fosse seu homem. Agora ela não precisava de nenhum outro pra lhe dar prazer. E que melhor prazer que ter o próprio filho na sua cama? Nada mais pervertido e revigorante pra uma mulher madura que um garoto cheio de energia pra lhe saciar todos os desejos. Eu a abraçava por trás, de conchinha, depois de ter provado pela primeira vez o seu cu debaixo do chuveiro.

Ainda me lembro de todas as vezes em que comi a tia Clara debaixo do chuveiro, metendo gostoso nela por trás. Mas não imaginava que a minha mãe pudesse ter o mesmo prazer, apoiada na parede de azulejos enquanto eu fodia ela, naquele barulho que fazia o meu saco batendo na sua bunda a cada estocada.

Me surpreendia que a recatada doutora Carmen pudesse ter o mesmo prazer de um belo sexo anal pela manhã. Depois de ligar pro hospital e dizer que não iria trabalhar aquele dia, que não estava se sentindo muito disposta, ela voltou pra cama. E de fato passamos o resto do dia lá... mas ela ainda tinha muita disposição pra cavalgar o meu pau, e quis repetir a dose, ficando de quatro e me deixando meter no seu cu de novo.

Dessa vez, acho que aquele medo inicial havia passado, e ela não se importou quando eu gozei dentro dela de novo. No fundo aquela ideia de engravidar a minha mãe me assombrava, mas havia um prazer meio pervertido em mim, de imaginá-la com aquele barrigão da tia Clara, subindo e descendo no meu pau.

Imaginar ter um filho que fosse ao mesmo tempo meu irmão era uma pitada de perversão naquela nossa relação incestuosa, e o que me enchia de tesão de meter mais uma vez nela. É claro que até então eu só havia tido duas mulheres na minha vida, minha tia e minha mãe, mas estava aos poucos descobrindo o universo feminino. E especialmente minha mãe parecia ter todo o prazer do mundo em me mostrar mais dele.

"Você deve conhecer muitas histórias de mãe e filho, dos seus pacientes", eu acariciava o seu mamilo, agarrado nela por trás.

"Tá mesmo curioso sobre incesto ou é só pra me provocar?"

"Só curiosidade."

"Isso tá ficando sério mesmo, pelo que eu tô vendo..."

"Mas e o seu paciente? Aquele que você disse pra mãe bater uma pra ele? Aposto que ela ficou feliz e bate uma toda noite pra ele."

"O que eu posso dizer é que já vi de tudo no consultório sobre mãe e filho...", ela mexia comigo, atiçando mais a minha curiosidade.

"Conta uma, vai."

"Uma vez eu tive um paciente que a mãe levou no consultório e ela me disse que chupava o filho, pra fazer o ovinho descer."

"Como assim?"

"Alguns meninos nascem com uma coisa chamada criptorquidia. É quando o ovinho não desce pro saco na gestação, e precisa de cirurgia pra corrigir. Mas tem mãe que acredita que se chupar o filho, isso ajuda o ovinho a descer."

"Nossa, queria ter tido isso quando era pequeno!", aquilo me deixou mais ainda de pau duro.

"Acha que a mamãe teria te chupado, é isso?", ela então me sorriu de um jeito bem sacana.

"Não sei, mas eu teria gostado."

"Claro que ia, né, menino!", ela passou a mão no meu peito, percebendo o quanto eu tava excitado com aquela conversa.

Então, sem se importar, ela puxou o lençol. E quando viu o meu pau apontando pra cima, durinho, já não era mais nenhuma surpresa; ela sabia que eu tinha todo o tesão do mundo em estar ali na sua cama com ela... e já tava dodinho pra meter de novo. Mas dessa vez minha mãe tinha uma outra ideia.

"Vem cá, vem!", ela ajeitou o travesseiro e se recostou na cabeceira da cama.

E meio que instintivamente, eu sabia o que tinha que fazer — o que tava morrendo de vontade de fazer. Eu me levantei e me fiquei de joelhos na cama, com as pernas abertas, cada uma em volta dela, que com o meu pau a centímetros do seu rosto parecia meio hipnotizada. E então, quando eu vi, ela já tinha estendido a língua e lambia a cabeça do meu pau, com aquela expressão de safada que não saía mais do seu rosto.

Não tem nada mais erótico que uma mulher madura querendo provar do gosto do seu pau. E sendo a sua mãe, tudo fica ainda melhor. Ela parecia não ter pressa, me lambendo pra conhecer o meu gosto, como se faz na natureza pra se conhecer a sua cria, pelo que de mais primitivo nos une. Até que abriu bem a boca e engoliu metade do meu pau de uma vez.

Nossa, minha mãe me chupava com um tesão de querer me devorar, lambendo todo em volta o meu pau e de novo engolindo, dessa vez inteirinho. Eu nem imaginava que ela, parecendo tão recatada, sabia chupar um pau daquele jeito. Mas acho que pra ela, sendo o próprio filho, só tornava a coisa toda ainda mais gostosa.

Ali de joelhos sobre ela, meio apoiado na cabeceira, eu conheci pela primeira vez um prazer que nunca tinha experimentado antes; algo novo e que nunca podia imaginar sentir, muito menos com a minha mãe. E enquanto sentia suas mãos percorrem a minha bunda, com o dedo roçando no meu cu, eu chegava a tremer, com a sua língua no meu saco. Depois ela abocanhava e começava a chupar um ovo, depois o outro, igualzinho eu tinha visto uma vez num vídeo pornô... só não imaginava experimentar isso um dia com a minha mãe... e acho que nem ela! Mas pelo jeito como me chupava, ela tava adorando, e parecia nunca se saciar.

"Vai, filho, fode a minha boca!", ela levantou os olhos por um instante.

Nossa, como ela conseguia esconder tão bem aquela safada que tinha por baixo da fachada. Se engana quem acha que ela era só uma mulher madura, de expressão séria quando tava de jaleco branco. Porque ali na sua cama, eu conheci minha mãe de verdade, quem ela era e como podia ser safada diante de um pau duro na sua frente.

Então, com uma das mãos na minha coxa, cada uma de um lado, ela abriu bem a boca e engoliu o meu pau mais uma vez. Só que agora a sua respiração parecia mais ofegante, enquanto ela se esforçava pra aguentar uma estocada atrás da outra, deixando que eu metesse na sua boca, do mesmo jeito que eu fiz na sua buceta.

Eu segurava ela pela cabeça, sentindo meu pau deslizar pela sua língua. E com certa facilidade eu continuava a foder a sua boca, tirando dela o fôlego, numa estocada atrás da outra.

Aquilo começava a me dar um calor, meio que fodendo a cara dela, me esfregando, numa incrível penetração que chegava na sua garganta. Mais do que me chupar, ela queria mesmo era o meu pau todinho na sua boca. Talvez porque não tinha um homem há tanto tempo, ou quem sabe porque não parava de pensar em mim, desde que me pegou na cama com a tia Clara.

Imagino que toda noite minha mãe metia o consolo na sua buceta, e depois não parava de chupar, num tesão pervertido que devia lhe tirar o sono. E agora que ela finalmente podia saciar o seu desejo com o meu pau, não se cansava de me chupar.

Àquela altura já tava com a perna bamba, ali de joelhos na cama. Eu fodia a minha mãe, e a cada estocada, podia sentir como ela me puxava pra ter o meu pau inteirinho no fundo da garganta. Nossa, eu tava morrendo de vontade de gozar, mas no fundo ainda tinha aquele medo; não sabia como seria gozar na sua boca ou se ela ficaria brava comigo. Talvez, pra uma mãe, ter o pau do próprio filho na boca fosse uma coisa, mas provar a sua porra fosse o limite, que ainda lhe custava cruzar.

Só que, ao contrário, aquilo era exatamente o que ela queria. E quando finalmente o meu gozo explodiu na sua boca, o primeiro jato de porra desceu direto pela sua garganta. Mesmo assim ela continuou me chupando, e bebendo tudinho, com as unhas cravadas na minha bunda enquanto saciava o seu prazer mais pervertido.

Então, já meio sem fôlego, ela tirou meu pau da boca, segurando enquanto buscava um pouco de ar. Só que eu ainda tinha um pouco mais de porra pra dar, e continuei gozando, dessa vez no rosto dela. E a visão da minha mãe com a cara cheia de gozo, escorrendo porra do seu queixo, me deixou ainda mais excitado, me fazendo gozar uma última vez nos seus peitos.

Nossa, tinha porra por toda parte, um pouco no rosto, um pouco pingava do seu queixo e havia um pouco escorrendo do seu mamilo direito. Por um instante ela levantou os olhos e deu uma risadinha, me lançando aquele olhar meio safado, que eu tava começando a adorar. Então, quando ela estendeu a língua, lambendo um pouco de porra em volta da boca, eu não aguentei mais e tive que colar a boca na dela, beijando a minha mãe e provando do meu próprio gozo. E ela não só correspondeu, como não largou do meu pau, enquanto enfiava a língua na minha boca.

"Acho que vou precisar de um outro banho!", ela sussurrou no meu ouvido.
Aquilo foi mesmo uma loucura, e eu mal podia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Eu tinha gozado na boca da minha mãe e ela não só adorou como tinha bebido tudinho. Mas, o mais louco de tudo, antes de sair do quarto ela deu uma viradinha pra trás, como se pra ver a minha reação. E eu entendi na mesma hora que ela queria mais.. de novo debaixo do chuveiro... e mais do que depressa eu me levantei e fui atrás dela.

Pelo jeito a gente ia ficar naquilo o dia todo, fodendo na cama, e depois no chuveiro. Depois eu conto mais.

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