O Pacto do Silêncio e do Sêmen
Retirei o pau lentamente, deixando um fio de sêmen misto pendurado na vulva vermelha e inchada da minha filha.
A tarde em Joinville estava cinzenta, com aquela humidade pesada de Santa Catarina que parece infiltrar-se não só nas frestas da casa, mas nos próprios ossos. Eu subia as escadas rangentes, sentindo o peso do meu corpo de trabalhador braçal, mas havia algo no ar que me deixou em alerta. Ouvi latidos abafados, sons rítmicos, quase metálicos, e gemidos que não eram de choro. Era algo mais denso, algo carnal que eu não conseguia identificar, mas que fazia meu sangue pulsar mais rápido.
Empurrei a porta entreaberta do quarto da Sofia e, naquele instante, meu mundo desmoronou para renascer em luxúria.
Lá estava ela. Minha princesa, minha Sofia de 14 anos. A pele alva, quase translúcida, contrastava com os cabelos loiros que agora grudavam no suor do seu pescoço. Ela estava de quatro na cama, os lençóis de Hello Kitty amassados e sujos sob o peso de um ato animalesco. Nua da cintura para baixo, Sofia expunha a visão mais proibida e perturbadora que eu já vira na vida: a bunda empinada, redonda e macia, sendo subjugada pela fúria instintiva de Brutus, o pastor belga da família.
O animal a montava com uma voracidade cega. As patas dianteiras do cão agarravam a cintura fina da minha filha, quase esmagando suas costelas, enquanto aquele pau rosado, nodoso e pulsante do cachorro estava enterrado profundamente na bucetinha apertada e depilada dela. Sofia gemia baixo, um som gutural que misturava prazer e vergonha; o rostinho corado, os olhos azuis nublados pelo êxtase daquela invasão bruta. O quarto cheirava a sexo animal, a pelos e fluidos.
Eu congelei. Uma crise moral devastadora me atingiu como um raio. Minha filha... minha menina com um animal, pensei, e senti meu estômago revirar. Mas, enquanto a repulsa lutava contra a minha razão, algo muito mais primitivo despertou no meu ventre. Ver a pureza da Sofia sendo violada por Brutus não me deu vontade de pará-los; pelo contrário, fez meu próprio sangue ferver. O tabu era o afrodisíaco mais potente que eu já experimentara.
Não consegui desviar os olhos. Fiquei ali, paralisado, devorando cada estocada do pastor, observando a maneira como os quadris da Sofia se moviam para trás, acolhendo o nó que inchava dentro dela, esticando as paredes rosadas daquela vagina infantil. Sem pensar, desabotoei a calça. Minha mão tremeu ao envolver meu pau endurecido, que latejava em sincronia com os espasmos da minha filha. Comecei a me masturbar devagar, excitado pela degradação da minha própria linhagem.
Brutus, em um uivo baixo e rouco, atingiu o ápice. Ele gozou em jatos grossos, e eu vi uma quantidade absurda de sêmen canino transbordar da bucetinha da Sofia. Formou-se uma cachoeira leitosa que escorria pelas coxas brancas dela e pingava no chão de taco gasto, manchando o tapete com a marca daquela luxúria animal.
O cachorro desmontou, ofegante, e eu pigarreou. Sofia pulou de susto, virando-se com os olhos arregalados. A mãozinha pequena tentou instintivamente cobrir a vulva melada e latejante, mas era tarde demais.
— Pai! Não... não conta pra ninguém! — ela implorou, com a voz trêmula.
Fechei a porta atrás de mim, o pau ainda meia-bomba, mas a mente tomada por uma possessividade doentia.
— Isso é errado, Sofia! Erradíssimo! — eu disse, embora minha voz estivesse carregada de um desejo faminto. — O Brutus tirou tua virgindade? Há quanto tempo isso tá rolando?
Com a boquinha tremendo e lágrimas nos olhos azuis, ela murmurou:
— Sim, pai... há três anos. Ele foi o primeiro.
Aquela revelação foi o golpe final na minha moralidade. O tesão subiu como uma onda avassaladora ao ver o rosto assustado da minha filha e a visão daquela boceta inchada, escorrendo a porra branca do animal. Eu não via mais uma criança; via um objeto de prazer que já havia sido "preparado" por Brutus.
— Filha, pra eu não contar pra tua mãe... tu vai deixar o pai comer essa bucetinha também. O que achas?
Sofia hesitou, o medo lutando contra a submissão. Ela assentiu devagar, num sussurro:
— Tá bom... mas pai, isso é errado.
— Dar tua bocetinha pro Brutus também é — rebatei com uma gentileza bruta, afastando a mão dela.
Joguei-me na cama pequena, entre posters de bandas teen, e puxei Sofia para cima de mim. Abri a calça e a posicionei. A penetração foi furiosa e depravada. Meu pau grosso deslizou sem resistência, lubrificado pela mistura viscosa de sêmen canino que ainda preenchia a menina. Estoquei fundo, sentindo as paredes estreitas de Sofia se moldarem ao meu membro, enquanto o sêmen de Brutus era empurrado ainda mais para dentro do útero dela por mim.
Sofia soltou um grito misto de dor e prazer, as perninhas finas tremendo ao redor do meu quadril. Eu não tinha piedade; eu queria marcar meu território sobre o do animal. Bombiei com força, sentindo o calor da carne jovem e o cheiro metálico do sexo proibido.
O orgasmo veio rápido e violento. Eu rugi enquanto jorrava jatos quentes de sêmen dentro da Sofia, misturando minha semente humana com a do cachorro em uma amálgama leitosa e obscena. Com o membro ainda mergulhado na buceta dela, sentindo as contrações finais da menina, sussurrei no ouvido dela:
— Filhinha... de hoje em diante essa buceta é só do pai.
Retirei o pau lentamente, deixando um fio de sêmen misto pendurado na vulva vermelha e inchada da minha filha. Fechei o zíper e saí do quarto sem olhar para trás, deixando Sofia ali, pernas abertas na cama bagunçada.
Enquanto eu me afastava, a imagem final ficou gravada na minha mente: Sofia, arfante e marcada; o sêmen escorrendo devagar para o lençol de Hello Kitty; e Brutus, o cão, lambendo avidamente o chão, limpando os restos do prazer que ele e eu havíamos compartilhado no corpo da menina.
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