#Gay #Teen #Virgem

Fui para o mato caçar passarinho com um amigo, e voltei com a gaiolinha aberta

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Marcosdazl

Sentí medo daquela sensação gostosa, meu pinto ficou duro. Assustado com o sentimento, agora, tento escapar, e fico me debatendo sob ele.

Estávamos na fase de descobertas, dos roça roça gostoso. Eu adorava receber passadas de mão, e encoxadas. Eu reclamava, xingava, mas era só fingimento, não fazia nada para evitar.
Cido era um menino danado, tinha 14 anos, branco, e acho que já tinha percebido esse meu jeito, tanto que um dia, quando eu estava brincando na casa dele, ele puxou minha cueca para cima, por baixo do calção, fazendo-a entrar todinha no meu reguinho, e logo em seguida, me agarrou por trás. O pinto dele estava duro, dava para sentir no meio do meu reguinho. Sentí calafrios de tão gostoso.
Xinguei, e pedi para me soltar, mas não tentei escapar, e isso fez com que ele ficasse sarrando minha bundinha. Abusado, ele foi caminhando agarrado comigo, acho que ele queria me levar para o sofá, mas tropeçamos, e caímos no tapete, com ele ainda por cima de mim. A "brincadeira" só acabou, porque ouvimos barulho no portão, era a mãe dele voltando do mercado. Aí, ele me largou, e voltamos a jogar batalha naval.
Quando voltei para casa, bati uma punheta pensando na encoxada gostosa que ele me deu.
Cido, literalmente, era o mais abusado da turma, e eu estava gostando de ficar perto dele. Não tinha um dia que eu não voltava com pelo menos uma passadinha de mão na bunda, e aquilo momentaneamente, me saciava, tinha medo de seguir adiante...aquela coisa de sempre, medo de ser taxado como viadinho, e virar motivo de gozação na vila.
Num certo dia, estava sentado na frente de casa, esperando alguém para brincar, quando o Cido aparece, com uma gaiola, um barbante, e uma arapuca.
_Tá indo aonde Cido?
_Lá no mato, vou caçar passarinho...quer ir junto?
Acabei indo.
Entramos mato adentro, fizemos uma clareira, ele colocou ração, armou a arapuca, esticou o barbante, e nos deitamos de bruços, à espera dos passarinhos.
Um tempo depois, Cido se levanta, e fala que vai mijar.
Cido retorna, e num movimento rápido, ele puxa meu calção para baixo, e se joga sobre mim.
_Que isso...pára Cido...pára...
_Calma.. vamos brincar um pouquinho...eu sei que você gosta...
O pior, é que ele tinha razão, eu gostava, e estava gostoso, mas eu estava com medo, por isso insisti, sem muita convicção, mas insisti:
_Não...pode parar...você está com o pau para fora...
Mais velho, maior e mais forte, não consegui evitar que a cabeça do seu pinto abrisse caminho, e chegasse até meu cuzinho.
Sentí medo daquela sensação gostosa, meu pinto ficou duro. Assustado com o sentimento, agora, tento escapar, e fico me debatendo sob ele.
Me debatendo lateralmente, a única coisa que consigo, é ficar raspando meu anelzinho na cabeça do pau dele, e isso, estava deixando-o mais excitado ainda, ele gemia, e já dava para sentir uma melequinha lambuzando meu buraquinho.
Cansado, dou um tempo, mas a cabeça do pau continua na minha entradinha, e ele força, mas eu deixo as pernas bem fechadas.
_Ah vai Marquinho...deixa...só a cabecinha...
Aí, eu comecei a me entregar, e de forma inconsciente, falei aquilo que eles mais gostam de ouvir:
_Não...depois você vai sair falando para todo mundo...
Ouvi aquela resposta padrão:
_Eu não vou contar, eu juro...é só a cabecinha...
Eu também queria sentir aquela cabecinha dentro de mim, mas precisava de mais garantias.
_Jura pela sua mãe? Perguntei.
_Eu juro...
_Então fala...
_Eu juro pela minha mãe...
Quando garotos, tínhamos alguns comportamentos interessantes, e acho que isso era geral, pois já conversei com alguns amigos sobre isso, "a figura da mãe". E o nosso comportamento, era semelhante. A figura da mãe era sagrada, a gente brigava com quem falasse mal dela, e na hora de jurar, se alguém jurasse em nome dela, era verdade...o pacto era verdadeiro, podia confiar...e eu confiei, relaxei, e abri um pouco as pernas.
Meu cuzinho todo lambuzado pelo seu pré gozo, não ofereceu muita resistência à passagem da cabeça do pau dele.
Foi estranho, foi gostoso, e mesmo seu pinto não sendo muito grosso, senti como se meu cuzinho estivesse todo aberto.
Cido cumpriu a palavra, enfiou só a cabecinha. Ele se mexia lentamente, fazendo movimentos curtos de vai e vem.
O negócio era gostoso demais, meu corpo estava em chamas, meu pau doía de tão duro que estava. Acabei me entregando por completo, e demonstrei a ele, que queria mais. Abri mais as minhas pernas.
Agora, Cido se posiciona no meio das minhas pernas, se ajeita melhor, e suas estocadas aumentam a distância percorrida, suas bolas passam a bater na minha bundinha. O inevitável aconteceu, ele estava literalmente me fodendo. E eu, estava adorando.
Gemendo e se babando todo, ele pergunta se estou gostando, e eu digo que não vou responder.
Cido mete por uns dez minutos sem parar, até que cola seu corpo ao meu, e diz que vai gozar.
Foi maravilhoso sentir aqueles jatos quentes me invadindo.
Saciado, ele ainda fica alguns minuto deitado sobre mim, recuperando o fôlego.
_E aí? Gostou? Perguntou, saindo de cima de mim.
_Não vou falar...
_Deixa de ser bobo Marquinhos...fala...
_Tá bom.. gostei...mas porquê você quer saber?
_Ah...se você gostou, outro dia a gente pode fazer de novo...
_Não sei se confio em você...
_Caramba Marquinhos...eu jurei pela minha mãe...
_É...vamos ver mais para frente...
É claro que eu tinha gostado e ia querer de novo, só queria baixar a bola dele, estava com um sorriso muito largo...
Bem, nos arrumamos, e saímos do mato. Ele sem pegar nenhum passarinho, e eu com minha gaiolinha aberta..

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