Era apenas para dormir na casa de um amigo de um amigo meu
O combinado: ir à festa, dormir na casa de JONAS e de manhã pegar uma praia. Teve mais coisa além do combinado... teve 17cm entrando.
Eu e MARCOS éramos amigos desde a infância, comecinho da adolescência, e fizemos troca-troca durante algum tempo, ele sempre me comendo mais. A gente foi crescendo e a nossa “safadeza” (ou descobertas) acabou; a amizade continuou e era as meninas viraram nosso foco. Um dia marcamos de ir para uma festa longe de casa e, para não voltarmos de busão de madrugada, MARCOS disse que poderíamos dormir na casa de JONAS, um primo dele que morava perto do lugar da festa e da praia (era em Olinda, cidade ao lado de Recife).
- A gente vai para a festa, dorme na casa de JONAS, vai para a praia e volta no final da tarde, tá tudo certo, falou MARCOS, alertando que era para levar roupa para isso
- Eu sou meio matuto para isso, MARCOS, falei
- Só vai ter a gente, a família dele foi passar o final de semana fora e a gente vai mandar naquela bagaça ah ah ah! É só deixar tudo arrumado antes de sair
Tudo ocorreu conforme o combinado: a festa foi legal, conhecemos umas menininhas, demos uns amassos, não conseguimos levá-las para a casa de JONAS e tudo ocorreria dentro do script se MARCOS não tivesse bebido mais do que deveria e chegar praticamente carregado na casa de JONAS. Foi uma dificuldade para eu e JONAS. Tanto que no quarto de JONAS tinha um colchão de solteiro no chão que seria disputado na tapa para ver quem dormiria nele, pois os outros dois dormiriam na cama de casal de JONAS (sim, no quarto dele tinha uma cama de casal onde ele dormia), mas que obviamente jogamos MARCOS no colchão até em caso de ele vomitar ou urinar de tão bêbado que ficou. Resultado: eu e JONAS dividimos a cama de casal e aí tudo começou.
JONAS treinava natação e vivia se depilando. Hoje é até normal isso ocorrer, na minha adolescência, era muito incomum algum homem se depilar, a não ser quem treinasse natação ou se fosse um puxador de ferro raiz. Tomamos banho, fizemos um rápido lanche com o que tinha na geladeira e fomos nos deitar. Porra, eu mal conhecia JONAS, conheci naquele dia, até nos damos bem, só que é algo bem diferente de dividir a cama com um amigo antigo. As brincadeiras foram inevitáveis, “quem vai ser a noiva?”, “um dorme 2 horas e outro fica de alerta em pé” e por aí vai. Pensamos em deitar no 69, quer dizer, de ponta cabeça para o outro, mas, cada um com seu travesseiro e seu lençol, deitamos normal mesmo e apagamos. Quer dizer, pensávamos que íamos apagar logo quando nos deitamos.
Eu me deitei, virei para o lado de fora da cama (MARCOS estava nessa lado, no colchão no chão) e me preparei para apagar. JONAS continuou a brincadeira, dizendo que estava nervoso na sua “lua de mel” e botava a mão na minha cintura. “Vai te lascar, frango”, eu respondia rindo. “Isso não é coisa que se diga nas núpcias”, ele dizia. E por aí vai. JONAS não me deixou em paz, até que se encosta em mim e eu sinto o pau duro dele tocando na minha bunda.
- Que porra é essa, JONAS?”, perguntei
- Tesão demais, chega estou com os ovos doendo
- Vai bater uma punheta e volta
- Me ajuda aí, vai
- Agora lascou. É melhor eu me arriscar no vômito de MARCOS aí no chão
- Olha como eu tô, disse ele ignorando o que falei e mostrando o pau duro com a cueca abaixada
Olhei e me espantei ao ver que não tinha nada de pentelho, tudo depilado. As luzes estavam apagadas mas deixamos frestas abertas na cortina para acordamos não muito tarde e vi um cacete de um bom tamanho (17 cm), até grande, duro feito pedra e sem pelo algum. Acho que minha demora na “análise” me denunciou ou ao menos incentivou JONAS, que ficou insistindo tanto até eu, que, querendo ou não, tinha bebido e também fui me deitar com tesão não apagada, pegar naquela rola quente e falar baixinho “fica entre a gente, ouviu?”. Nem ouvi se JONAS falou algo, sei é que comecei a bater uma bronha nele, ainda de lado e prestando atenção em MARCOS, que dormia pesado. Claro que JONAS não queria parar ali e no meu ouvido pediu uma chupadinha, enquanto meteu a mão no meu pau. Olhei para MARCOS e disse a JONAS “só um pouquinho”, falando bem baixinho. JONAS se deitou com a rola para cima e caí de boca. Eu já estava decidido a beber o leitinho e ir me dormir depois, mas JONAS me deitou de novo, de ladinho, e disse que queria tirar um sarro no meu rabo. Não me opus, pedi apenas que ele não enfiasse a rola. “Tá certo, mas deixa eu gozar no seu rego”, pediu JONAS. “Vai melar tudo”, reclamei.
Ele foi buscar uma caixa de lenço de papel e fiquei nu, de lado, com o lençol cobrindo a parte da frente, para caso MARCOS se acordasse. JONAS veio com a rola e ficou realmente sarrando na minha bunda, no meu rego e, claro, dando umas estocadas para meter o pau no meu cu. Reclamei, mas aquela reclamação frouxa, e foi assim que JONAS, após passar cuspe no pau, enfiou a cabecinha no meu buraco. Eu já estava quase gozando e quando meu cu sentiu a penetração instintivamente empurrei a bunda para trás, pedindo o resto. JONAS enfiou tudo e ficou me comendo na maior tranquilidade. “Que cuzinho gostoso. Ele engoliu minha rola todinha, delícia”, ele falava baixo no meu ouvido. Parei de me masturbar para não gozar antes. Em pouco, JONAS aumenta a velocidade e enche meu cu de porra. Deu para sentir o pau dele pulsando dentro, fazia tempo que eu não dava a bunda e o pau dele não era pequeno, pelo contrário, mas entrou bem fácil. Ele gozou, deu uns beijos no meu pescoço, disse que tinha adorado e perguntou se eu queria gozar na boca dele (e o pau dele ainda dentro de mim). “Claro que quero”, eu disse. Ele tirou o pau, botou vários lenços no meu rego para segurar a porra que ia sair, me virou para o outro lado e ficou chupando meu pau e me masturbando. Gozei rapidamente e o safado bebeu tudo, engoliu sem deixar cair uma gota.
Fui no banheiro me organizar, ele foi depois e dessa vez apagamos de verdade.
Eram 7 da manhã quando JONAS me acorda e me chama para ir na cozinha, “preparar o café”. “Está cedo”, resmunguei. “Vamos antes que MARCOS acorde”, ele falou mostrando o pau já duro. Fui no impulso. Trocamos um boquete na cozinha, ele me encostou na pia e me comeu de novo, dessa vez com força, fazendo barulho, daquelas estocadas forte. Meu pau ficou duro de tanto tesão. Ele gozou, disse que tinha adorado me conhecer e já me virou para beber meu leite de novo. “Deixa eu te comer, JONAS”, pedi. “Na próxima vez”, ele prometeu. Gozei de novo naquele bezerro depilado e mamador.
O resto do dia foi o normal, com a diferença que meu cu ficou ardido da rola deliciosa de JONAS.
A partir daí, não foram muitas vezes por conta da distância entre nossas casas, se a família dele ia viajar no final de semana, eu ia na sexta-feira, inventava algo para MARCOS, que só podia ir no sábado, e passava a noite com JONAS. Nunca mais tivemos a chance de fazer nada quando MARCOS estava lá, pois MARCOS nunca mais tomou outro porre igual, apenas uma vez, quando eu não pude ir na sexta-feira, eu e MARCOS fomos juntos, e, de madrugada mesmo, JONAS me acordou no silêncio e foi me comer no quarto da irmã dele, uma rapidinha bem perigosa porque MARCOS poderia acordar (não tinha mais ninguém na casa).
Eu cheguei a comer JONAS algumas vezes, ele se transformava em uma putinha quando era penetrado, só eu que tinha mais tesão na rola do que no rabo dele, bem como bebi muito leite – ele produzia muita porra, nunca vi – naqueles saudosos 17cm.
A distância, as namoradas, os compromissos com escola e faculdade nos afastaram e nosso esquema parou. Muito depois eu e JONAS almoçamos juntos, até pensamos em reviver aquelas noites de “núpcias” mas não rolou. Só nesse dia, alguns anos depois, é que contei dos meus troca-trocas com MARCOS e quando também JONAS me contou que transava com MARCOS e que sabia do nosso rolo.
- Porra, MARCOS era cagueta (aqui em Pernambuco a gente diz caboeta)? Revelou meu segredo com ele?
- Claro, afinal de contas a noiva não pode esconder nada do noivo, disse rindo JONAS, confirmando que ele comia muito mais MARCOS do que MARCOS comia ele
- Agora lascou, falei
- O que foi?
- Eu era a noivinha dos dois ah ah ah
- Mas qual a rola mais gostosa das duas?
- A sua claro, inclusive o leite era delicioso
“Ainda quero dar a bunda de novo a JONAS”, pensei comigo e de pau duro, mas até hoje não matei a saudade disso.
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