Meu Chefe Ainda Papa Minha Noiva 5
Este conto não é meu, eu estou apenas escrevendo um capitulo de encerramento, por achar que o capitulo final dele ficou muito aberto e faltou maldade.
Espero que gostem!
Depois que voltamos de Campos do Jordão, tentei retomar minha rotina. Cláudia também voltou à vida normal, e Plínio não nos procurou durante alguns dias.
Eu ainda carregava as lembranças daquela semana. Tudo o que tinha acontecido na mansão continuava na minha cabeça, principalmente a maneira como Plínio gostava de me humilhar e me fazer assistir às situações que envolviam minha noiva.
Até que, numa tarde, recebi no meu escritorio uma ligação da secretária do Senhor Plínio.
— Júlio, o Sr. Plínio quer falar com você. Pediu que venha acompanhado da senhorita Cláudia.
Achei estranho, mas avisei minha noiva e esperei sua chegada na empresa.
Plínio nos recebeu em seu escritório com aquele sorriso debochado de sempre.
— Ora, ora! Entrem. Sentem-se!
Sentamos diante da mesa. Ele olhou para Cláudia demoradamente.
— Continua muito bonita, Cláudia.
— Obrigada, Sr. Plínio.
Ele tomou um gole de café e foi direto ao assunto.
— Júlio, tenho uma proposta para fazer. Quero engravidar sua noiva.
Fiquei olhando para ele, sem acreditar.
— Como é que é, senhor?
— Você ouviu. Quero que Cláudia tenha um filho meu.
— Mas por que o senhor quer engravidar minha noiva?
Plínio abriu aquele sorriso arrogante.
— Porque eu quero, Júlio! Porque ela é minha puta!
Olhei imediatamente para Cláudia, esperando alguma reação. Ela ficou calada. Não confirmou o que Plínio dizia, mas também não negou. Apenas manteve um pequeno sorriso no rosto.
Plínio continuou:
— É melhor você aceitar numa boa. Posso lhe dar um aumento e uma promoção. Você sabe que posso melhorar bastante sua situação aqui na empresa.
Eu ainda estava tentando assimilar aquela proposta.
— Pense bem, rapaz. É uma oportunidade excelente.
Olhei para Cláudia. Ela percebeu minha expressão e deu um sorrisinho.
— Você pode até trocar de carro, amor.
Aquilo me surpreendeu. Minha própria noiva estava incentivando minha aceitação.
Olhei novamente para Plínio. Ele aguardava, claramente se divertindo.
— Está bom, senhor Plínio. Pode engravidar minha noiva.
Plínio caiu na gargalhada.
— Espera aí! Não tão depressa!
Abriu uma gaveta, retirou um pequeno gravador e colocou-o sobre a mesa.
— Repete isso, Júlio. Quero registrar.
— O senhor quer gravar?
— Claro! Vamos, rapaz. Repete exatamente o que acabou de dizer.
Ele apertou o botão.
— Está bom, senhor Plínio. Pode engravidar minha noiva — repeti.
Plínio desligou o aparelho e começou a rir novamente.
— Hahahaha! Sensacional! Essa eu vou guardar!
Depois de se divertir um pouco com a gravação, recostou-se na cadeira e me encarou.
— Sabe, Júlio, tem uma coisa que você ainda não sabe. Eu já engravidei essa vagabunda!
Meu rosto mudou imediatamente.
— Como assim?
— Isso mesmo! Você pensava que, depois daqueles dias em Campos do Jordão, ela não tinha se encontrado mais comigo, não é? Achava que eu tinha parado de procurá-la?
Plínio deu outra gargalhada.
— Mas eu nunca parei de comê-la, Júlio! Conta pra ele, puta!
Cláudia olhou para mim e comecou a falar:
— Júlio, lembra daquela semana em que eu disse que minha tia estava sozinha porque meu tio tinha sido internado? Eu passei cinco dias fora, lembra?
— Lembro. Você disse que precisava ficar com ela.
— Então... Pouco antes disso, o Sr. Plínio tinha me proibido de tomar anticoncepcional e de transar com você. Lembra que eu comecei a evitar ficar com você naquela época?
Fiquei olhando para ela.
— Você está dizendo que...
— É, Júlio. Naquela semana, que seria justamente meu período de maior fertilidade, ele me manteve num apartamento caro durante os cinco dias.
Plínio acompanhava a conversa com um sorriso satisfeito.
Cláudia continuou:
— Eu ficava lá usando apenas uma coleira. Ele queria que eu engravidasse dele e fazia questão de me lembrar disso o tempo todo. Queria que eu repetisse que ia parir um filho dele e que era o depósito de porra dele, Júlio.
Ela fez uma pequena pausa e olhou para Plínio.
— Ele me tratava como a puta dele, exatamente como queria.
Plínio soltou uma gargalhada.
— Pode continuar, Cláudia! Não precisa esconder nada do seu noivo!
Ela voltou a olhar para mim.
— Foram cinco dias, Júlio. E eu sabia muito bem o que ele estava tentando conseguir. Quando descobri a gravidez, também soube que ele tinha conseguido o que queria.
Fiquei paralisado. Aquela história da visita à tia tinha sido uma mentira. Durante aqueles cinco dias, Cláudia estivera num apartamento com Plínio, enquanto eu acreditava que ela estava ajudando a família.
Plínio parecia satisfeito com minha expressão.
— Está vendo, Júlio? Você achava que eu tinha terminado com ela depois de Campos do Jordão. Mas uma coisa dessas não funciona assim.
Ele apontou para Cláudia.
— Essa aí é minha puta. E agora ainda vai parir um filho meu!
Cláudia deu outro pequeno sorriso.
Eu continuava sem conseguir responder. Sobre a mesa, ao lado dos documentos de Plínio, estava o gravador com minha autorização registrada.
Plínio me olhava com o sorriso mais filha da puta que alguem ja me deu na vida.
FIM
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Comentários (1)
Lontra: Que merda! Muito antigo poh
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkc