#Coroa #Teen #Voyeur

A rua Itamaracá

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Jadevalente69

Vocês já sabem que eu ajudo a minha avó no bar em Manaus, mas o que eu vou contar agora é sobre a minha noite na Rua Itamaracá. Eu tava querendo fazer uma grana extra e resolvi que ia pra lá, pro baixo meretrício da cidade, onde o dinheiro corre mais solto e ninguém faz perguntas.

Coloquei um vestido tomara que caia, bem colado no corpo, que parava no meio da coxa, andava e a bunda aparecia. Não usei salto, fui de sandália mesmo, e, óbvio, sem calcinha e sem sutiã. Os peitos marcavam o tecido e, se eu levantasse o vestido, tava tudo lá.

Cheguei na Itamaracá e comecei a andar pela calçada. A rua tava movimentada, cheia de homens passando, bares com portas abertas e música alta. Não demorou muito e um coroa parou na minha frente. Ele era um coroa, de camisa social amassada, que tava com muito tesão.

Quanto é? ele perguntou, direto.
Tudo depende do que o senhor quer fazer. Mas eu não sou barata.
Para comer uma novinha dessa, eu pago bem. Vem comigo.

Ele me puxou pelo braço e me levou pra dentro de um bar bem decadente, daqueles com mesas de plástico e luz vermelha. Ele me levou pro fundo, onde era mais escuro e o som da música abafava a conversa.

Ele não perdeu tempo. Me empurrou contra a parede e levantou o meu vestido. Quando viu que eu não tinha calcinha, ele riu e enfiou dois dedos na minha buceta.

Sua putinha, vadia... ele sussurrou. Toda molhadinha pra ganhar uma boa surra de rola nessa buceta.

Ele abaixou a calça, tirou o pau pra fora (que era grosso e veiudo, como eu adoro) e enfiou em mim de uma vez. Eu me apoiei na parede e ele começou a meter com força, segurando na minha cintura.

Toma, sua vadia! Não era rola que você queria? ele falava, metendo fundo. Toma rola na rua, vadia!

O barulho da pele batendo com pele se misturava com a música. Ele meteu com raiva, puxando o meu cabelo, batendo na minha bunda. Eu gemia baixinho, com medo de alguém do bar olhar pro fundo, mas ao mesmo tempo adorando o perigo de ser vista por alguém.

Ele gozou dentro de mim, escorrendo pela minha perna. Depois se afastou, se limpou na cueca, pegou a carteira e me entregou as notas.

Fica com o troco. Você é uma delícia de novinha, quero de novo outro dia.

Eu peguei o dinheiro, coloquei na bolsa, abaixei o vestido e voltei pra calçada. A noite ainda não tinha acabado. Eu precisava faturar mais e leva bastante rola na minha bucetinha.

Beijos no pau e na buceta!!!

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