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O marido queria ver sua esposa sendo fodida pelo garçom do Navio

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JB

O marido queria ver sua esposa sendo fodida pelo garçom, negro, forte e de pau grande

O silêncio que pairava sobre o convés do navio ainda era quebrado pela respiração ofegante dos dois, quando um som de passos firmes chamou a atenção deles.

De repente, o garçom do navio — um homem negro, alto, de ombros largos, músculos definidos e um porte atlético impressionante — surgiu no convés superior. Ele trazia uma bandeja com novas taças de espumante e gelo, mas parou no lugar ao ver a cena: João e Raquel, completamente pelados.

O olhar do garçom desceu imediatamente para a buceta de Raquel, que ainda estava deitada, com a pele brilhando e os fluidos misturados. Um sorriso malicioso e seguro brotou nos lábios do rapaz. Ele vestia apenas uma bermuda social justa que mal conseguia conter o volume avantajado e a grossura monumental de um pau descomunal marcando visivelmente o tecido.

João, recompondo-se do próprio clímax, deu um sorriso largo e acolhedor, erguendo o copo em direção ao funcionário.

— Parece que a nossa despedida acabou de ganhar um convidado de honra — disse João, a voz calma e convidativa. — Pode chegar mais perto, rapaz. A casa é nossa... ou melhor, o navio é nosso.

O garçom não hesitou. Com um movimento ágil, ele colocou a bandeja sobre a mesa lateral, desabotoou a bermuda e a deixou cair no chão. O que se revelou deixou todos boquiabertos: um pau incrivelmente grosso, escuro, latejando de tesão e com a cabeça dilatada, escorrendo um pré-sêmen claro que brilhava sob a luz do sol.

— Eu vi o movimento de vocês daqui debaixo e confesso que fiquei curioso para ver se a gringa de Curitiba aguentava o pique carioca até o último minuto — disse o garçom, com uma voz grave e magnética, aproximando-se da espreguiçadeira.

Raquel levantou o olhar, sentindo um calafrio de pura excitação percorrer sua espinha ao contemplar a imensidão daquela rola preta e grossa. A curiosidade e o apetite sexual que a motivavam voltaram a explodir em suas veias.

— Eu garanto que aguento muito mais do que você imagina... — provocou Raquel, lambendo os lábios e rastejando para a borda da espreguiçadeira para recebê-lo.

O rapaz deu um sorriso de canto, exibindo dentes brancos e uma confiança absoluta enquanto olhava fixamente para os olhos de Raquel.

— Se eu entrar nessa brincadeira, esquece romance, gringa — disparou ele, com a voz grave e autoritária ecoando pelo convés. — Aqui não tem frescura. Se você quiser aguentar o meu pau, vai ter que receber pesado, sem dó, do jeito que eu gosto de tratar quem pede mais.

As palavras cruas e diretas bateram em Raquel como uma lufada de ar quente. Longe de se intimidar, a loira gostosona com cara de puta sentiu a buceta pulsar com ainda mais força, molhando-se instantaneamente diante da promessa de dominação e força bruta.

— É exatamente isso que eu quero... — respondeu Raquel, a voz aveludada carregando um desafio excitado, enquanto estendia a mão para segurar a base daquela rola monumental e grossa. — Me mostra do que você é capaz, garoto. Não economiza força, meu marido quer ver você me arrebentar.

João, na poltrona, deu mais um gole no uísque, com os olhos brilhando de aprovação e excitação ao ver a esposa completamente entregue a mais um desafio extremo.

O rapaz não perdeu tempo. Com um puxão firme, ele agarrou Raquel pelos cabelos, forçando a cabeça dela para baixo enquanto posicionava a cabeça daquela pica grossa e latejante direto na boca da puta safada. Sem nenhum prelúdio romântico, ele deu a primeira estocada funda na garganta de Raquel, fazendo-a engasgar levemente antes de encaixar o ritmo pesado e implacável que havia prometido.

As estocadas fundas e implacáveis na garganta de Raquel faziam as lágrimas de prazer brotarem em seus olhos, mas ela não recuou um segundo sequer. O rapaz mantinha o controle firme em seus cabelos, ditando um ritmo bruto, pesado e sem qualquer delicadeza, exatamente como havia prometido. O som dos abafados gemidos de Raquel misturava-se ao barulho das ondas da imensidão do mar.

— Isso... engole essa porra toda na marra, sua puta — rosnou o rapaz, dando mais uma estocada profunda que fez Raquel fechar os olhos com força, sentindo a base grossa daquela rola preta tocar o fundo da sua garganta.

Depois de alguns minutos de uma felação intensa e castigadora, o rapaz puxou o cabelo dela com firmeza, retirando o pau de dentro de sua boca com um estalo úmido. Raquel arquejou pesadamente, com os lábios inchados e o queixo brilhando de saliva, enquanto o rapaz a empurrava de bruços sobre a espreguiçadeira de teca, deixando-a totalmente vulnerável e exposta sob o sol da tarde.

— Agora vira de bruços e empina essa bunda para mim, quero que seu marido veja eu te arrombar — ordenou ele, a voz grossa carregada de pura testosterona e desejo.

9Raquel obedeceu prontamente, apoiando os cotovelos e os joelhos na madeira, elevando a bunda gostosa e ainda besuntada com os resquícios de óleo e sêmen da rodada anterior. Enquanto isso, João ajustava a postura na poltrona, com o pau novamente meio duro, saboreando cada segundo daquela submissão intensa.

O rapaz posicionou-se entre as pernas abertas de Raquel. Ele segurou o próprio pau latejante e encostou a cabeça grossa e dilatada diretamente na entrada da buceta encharcada da loira deliciosa. Sem dar tempo para qualquer respiração, ele deu um empurrão violento e seco, afundando a rola inteira de uma só vez até a base.

— Ahrrgh! — gritou Raquel, arqueando as costas em um arco perfeito e cravando as unhas na madeira da espreguiçadeira.

A sensação de ser preenchida por aquela grossura descomunal fez todo o seu corpo estremecer. O rapaz não perdeu o ritmo: começou a socar a buceta de Raquel com força implacável, fazendo o corpo dela chacoalhar a cada impacto seco na sua bunda. Os gemidos altos de Raquel ecoavam pelo mar aberto, misturando-se aos incentivos de João.

— Isso, fode ela com força, garoto! — encorajava João, com os olhos vidrados na cena. — Mostra para ela o que é um tratamento pesado de verdade!

Após uma sequência frenética e brutal de estocadas na vagina que levou Raquel ao limite de um novo espasmo, o rapaz bruscamente retirou o pau de dentro dela. Com um sorriso malicioso e sem dar descanso, ele realinhou a cabeça daquela rola grossa na entrada do cuzinho de Raquel, que ainda guardava o calor e os fluidos da penetração anterior.

— Agora vai ser no seu cuzinho apertado, gringa. Prepara bem essa bunda — avisou ele, segurando com força os quadris de Raquel para imobilizá-la.

Sem nenhuma hesitação ou preliminar suave, ele empurrou com todo o peso do corpo, vencendo a resistência inicial do ânus com uma força descomunal. Raquel soltou um grito rasgado e agudo, sentindo o estiramento máximo e o calor absurdo daquela pica monumental abrindo caminho e ocupando cada milímetro do seu cuzão.

— AHHHHH! MEU DEUS!... TÁ TÃO GRANDE! — urrou Raquel, com as lágrimas escorrendo pelo rosto, dividida entre a dor intensa e o prazer insano daquela invasão brutal.

O rapaz começou a descarregar estocadas animalescas, pesadas e ritmadas no cuzinho de Raquel. A cada puxada e enfiada, a musculatura anal da safada se moldava à grossura absurda daquele membro escuro, enquanto o som dos corpos batendo preenchia o convés.

O ritmo frenético e a violência controlada daquela foda arrastaram Raquel para um abismo de puro êxtase. O corpo inteiro tremia, a buceta gotejava o próprio suor e o tesão acumulado, até que, em meio a um grito abafado, Raquel desabou sobre a espreguiçadeira, atingindo um orgasmo violento e convulsivo enquanto o rapaz continuava a socar seu cuzinho sem dó até alcançar o próprio e explosivo clímax, despejando ondas e mais ondas de sêmen quente bem no fundo da bunda de Raquel sobre o olhar atento do seu marido.

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