#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Sexo em família

1.6k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Cláudia

Desde bem pequena sou comprida e magra, com o passar dos anos, tornei-me o que o pessoal chama de falsa magra, o que fica bem evidente quando uso biquini e foi exatamente por causa de um biquini que minha vida sexual teve inicio. Ainda meninota eu adquiri o habito muito feio de brincar com meu grelo, deixando-o "armado" a todo o instante, passei a faze-lo quando estava sozinha de tanto minha mãe chamar minha atenção. Um detalhe que tanto mamãe quanto papai já tinham notado é que minha racha tem uma testa bem alto, tanto que um dia surpreendi meu pai com os olhos fixos no meio das minhas pernas e entendi o tapa que mamãe deu em seu ombro e ambos riram, não liguei, pois ela vivia fazendo aqui e não liguei coisa com coisa. Em um feriadão fomos para nosso apartamento de praia, chegando lá, papai me levou para comprar um biquini novo, quando abri o provador para papai ver como tinha ficado, ele aprovou na hora. No apartamento ele cochichou alguma coisa com mamãe e ela a muito contra gosto mandou eu ir para o quarto e espera-la sem calcinhas. Apesar de estranha a ordem logo entendi, ela ia raspar os pentelhos que por certo meu pai tinha visto saindo pela lateral do biquini. Deitei na cama e como minha mãe demorou um pouco, inconscientemente, passei a burilar meu grelo, sem conotação sexual, só para sentir aquela "ereção clitoriana" gostosa, sem ter consciência que esse é um privilégio das greludas que tem o pinguelinho no formato de pintinho. Assim que mamãe abriu a porta do quarto arregalou os olhos e se aproximou bastante de minha racha com o barbeador descartável em uma mão e uma vasilha de agua na outra. Sem saber da experiencia lésbica que mamãe tinha tido na adolescência arreganhei as pernas deixando bem visível "meu grelão". Só então notei o esforço que mamãe estava fazendo para se controlar e tentei fechar as pernas vagarosamente quando ela deixou de lado o equipamento de depilação e colocou as mãos entre minhas coxas e disse: "Você não nega que é da nossa família, seu clitóris é lindo. Como você se masturba, assim ..." Mamãe colou seu dedo na parte de baixo do grelo armado e esfregou e para meu assombro, continuou: "Ou assim..." Mamãe pegou meu grelo duro com as pontas do dedo e passou a masturba-lo como se fosse um pintinho. Nossa, aquele movimento deixou meu grelinho ainda mais duro e uma sensação diferente ameaçou brotar ali na minha bucetinha, mamãe por sua parte, não parava de fazer aquele movimento delicioso e eu senti que algo escorria por minha racha. Mamãe com os olhos vidrados, inclinou o corpo e abocanhou meu grelo, arrancando de mim meu primeiro gemido e eu segurei sua cabeça naquela posição, pois não queria que ela parasse e pela primeira vez tive minha bucetinha virgem devorada por uma boca deliciosa, atingindo meu primeiro orgasmo, enchendo a boca de mamãe com meu liquido vaginal que escorria como se eu fosse uma adulta. Mamãe levantou a cabeça completamente desconcertada e quando tentou pedir desculpas, eu a beijei na boca, sentindo o gosto de minha xaninha e nos abraçamos e ela cochichou no meu ouvido "Você é deliciosa, mas isso é errado, não pode se repetir, seu pai não pode saber, ele já me perdoou, mas não vai aceitar isso agora ". Mamãe se afastou apontando para a agua com sabão e para o barbeador e disse: "Faz você mesma, raspa todos os pelos quando estiver crescendo novamente te levo em um salão para dar um formato bonito". Tentando entender o que mamãe tinha falado, raspei o máximo que consegui e vesti o biquini e sai do quarto, papai abriu um sorriso, mas percebi que mamãe estava ainda sem jeito. Na praia sentamo-nos nas cadeiras e assim que papai foi para agua eu perguntei: "O que papai perdoou?". Mamãe olhou dentro de meus olhos e confessou: "Quando eu tinha mais ou menos a sua idade, tive várias aventuras com algumas colegas de escola, mas depois que seu pai me deflorou, nunca mais tive contato com mulheres. Acabei contando para ele jurando que mulheres não me atraiam mais". Ao dizer essas últimas palavras ela desviou o olhar e eu continuei: "Mas não é verdade, você estava bem tesuda hoje". Papai estava voltando e tivemos que interromper a conversa que tinha me deixado com uma dúvida, podia uma mulher gostar de homem e mesmo assim sentir tesão por mulheres? Almoçamos na própria praia e subimos para o apartamento, como papai tinha tomado várias caipirinhas, deitou e logo estava roncando. Aproveitei que mamãe estava no banheiro e sentei no tampo do vaso enquanto ela tomava banho e vi seus mamilos pontudos, seus seios ainda com uma forma muito bonita, seu bumbum bem duro resultado de muitas horas de academia e resolvi que tinha que ter uma experiencia mais completa tirei a roupa e entrei no box, abracei mamãe por trás e grudei minha boca em seu pescoço, mamãe choramingo: "Não faz isso comigo, não estou aguentando filha". Levei uma de minhas mãos ao meio das pernas e encontrei um grelo tão armado e mesmo sem ter termos de comparação pois nunca tinha tocado em uma mulher excitada, pude avaliar que aquele grelo era como o meu, com um pinguelinho que endurecia e da mesma forma que mamãe tinha me masturbado com as pontas do dedo, eu comecei a masturba-la. Mamãe torceu o pescoço para o lado levantou a perna fixando o pé no azulejo e gemeu, levando-me a um estado de tesão que nunca tinha experimentado e dei a volta e me ajoelhei na frente de mamãe e da mesma forma que ela tinha feito, eu devorei aquela vagina saborosa, hora chupando o grelão duro, hora enfiando a língua na racha e o corpo de minha mãe passou a tremer e ela produziu um som gutural excitante que só aumentou minha voracidade chupando e lambendo com mais vontade até ela voltar ao normal. Nos beijamos, esfregando nossos seios enquanto alisávamos nossos corpos. Mamãe esticou o braço, pegou a toalha e saiu do banheiro. Continuei embaixo do chuveiro sentindo aquela vontade de voltar a gozar e passei a manipular meu "pintinho", por sorte de costas para a porta, pois papai interrompera seu sono com vontade de urinar e ao me ver pediu desculpas, levantou a tábua do vaso e ouvi aquele som característico, embora envergonhada não contive minha curiosidade e olhei de rabo de olho vendo aquela cobra que papai segurava com uma mão só pois a outra ele estava usando como apoio na parede e assim que levantei o olhar vi que papai estava com os olhos fixos na minha bunda. Papai saiu tão rápido quanto entrou. No fim da tarde saímos para dar uma volta a beira mar e jantar. Voltamos para o apartamento. Deitei no sofá da sala e meus pais na cama de casal do único quarto do apartamento. A imagem da pica de papai voltou a minha mente, era linda e devia ficar ainda mais bonita quando estivesse totalmente ereta. Não conseguia pegar no sono e considerando o tempo que os dois tinham deitado e os drinques que tinham tomado, já deviam estar dormindo. Levantei e entrei no quarto com um travesseiro embaixo do braço, o espaço que havia no meio dos dois cabia meu corpo certinho e eu deitei com a barriga para cima e mesmo na penumbro vi aquele volume na cueca de papai e como por um impulso, alisei de levinho, como que por mágica aquele volume foi crescendo e ficando ainda mais gostoso de pegar, com medo de acordar papai, me controlei e tentei tirar a mão, mas a mão dele pego na minha e ele cochichou: "Continua filha, está gostoso". Quase morri do coração papai estava acordado e tinha me flagrado alisando sua caceta. Com a outra mão, papai tirou o cilindro de dentro da cueca e levou minha mão a ele. Uma delícia tocar naquele órgão duro que enchia minha mão inteira, embora nunca tivesse pego numa rola, sabia perfeitamente como masturba-la e comecei, enquanto papai levantava minha camiseta passando em seguida a mamar em mim me levando a loucura, passei a masturbar papai com uma velocidade maior. Meus movimentos foram interrompidos por minha mãe que tinha acordado e visto o que estava acontecendo e caiu de boca na piroca, papai não pareceu se importar, pois trocou comigo nosso primeiro beijo incestuoso, demorado e delicioso e finalmente papai falou com voz tesuda: "Ajuda sua mãe". Exatamente o que eu queria, mamãe ajeitou o corpo, dando espaço para o meu e passamos a fazer uma chupeta em conjunto, chupamos a rola o saco e a certa altura fomos levadas pela empolgação e não beijamos sem parar de manipular o cacete e quando vi as golfadas de porra, matei minha curiosidade conhecendo o gosto de esperma. O conto já está muito comprido, mais tarde continuo...

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos