Seu Mandrião me comeu e mijou em mim
A história do jovem Rafael, e como ele foi comido por Seu Mandrião e cagou na pica do negão.
Eu moro em uma pequena cidade no litoral de Pernambuco. Meu pai é pescador e minha mãe é dona de casa. Somos uma família tranquila, e aqui na vila meio que todo mundo se conhece.
Eu tenho 15 anos, tenho a pele morena bronzada e cabelos loiros, pois descendemos de portugueses da Galícia, como quase todo mundo aqui. Os chamados loiros do sertão. Tenho 1,65m e 54kg, sou bem franzino e lisinho, mas em forma. Meu pau já tem uma pequena porção de pelos finos e lisos e minha bunda é grande, puxei minha mãe. Sou um garoto fácil de fazer amizade, e todo mundo aqui gosta de mim.
Em oposição a mim, duas semanas atrás acabei sendo convencido a dar o cu para Seu Mandrião. Um negão de 50 anos, forte, musculoso, careca e com uma pica gigantesca.
Aqui em casa, somos bem liberais. Meus pais e eu vivemos nus o tempo todo. Meu pai me iniciou no sexo desde bem menino, e eu muitas vezes dou o cu para ele na frente da minha mãe. Minha mãe não se importa, desde que eu esteja feliz. Muitas vezes eu trazia meus amigos de escola para casa e dava o cu para eles na frente da minha mãe e ela só sorria...
Seu Mandrião mora em um barraco no fim da rua. Meu pai tem alguns equipamentos de carpintaria, já que ele gosta de trabalhar com madeira. Seu Mandrião veio pedir uma ajuda para meu pai pois precisava consertar um problema de goteira em seu telhado. Como meu pai e eu já praticamos um pouco fomos lá ajudá-lo.
Aqui eu tenho que me abrir com vocês sobre alguns hábitos. Todo mundo na vila anda bem à vontade. A maioria dos homens anda por aí só de bermuda. Eu mesmo só uso shorts de tactel, sem cueca embaixo. Então eu criei um hábito, me alivio em qualquer lugar. Seja quando vou jogar futebol no campinho com meus amigos ou se estou andando por aí, se sinto vontade de mijar ou cagar eu faço em qualquer lugar. Às vezes eu paro e faço o que tenho que fazer, outras eu faço andando mesmo. As ruas aqui são de terra, a vila não é asfaltada. Minhas fezes muitas vezes são confundidas com as dos cachorros, então não estou nem aí. Também não gosto de tomar banho, então vou pro chuveiro a cada 2 ou 3 dias, em média. Algumas vezes cheguei a ficar uma semana inteira sem tomar banho, e acabo indo pro chuveiro porque minha mãe reclama do cheiro.
No caminho para a casa do Seu Mandrião, tive que dar uma parada.
- Que foi, filho?
- Perai, pai. Vou dar uma cagada.
- Agora?
-Sim pai. Tá saindo.
Meu pai ficou olhando para mim, parado na frente dele. Os toletes escorregavam pelo shorts e caiam no chão. Como não uso cueca eu não fico muito sujo, não que eu me importe pois adoro ficar sujo.
Voltamos a caminhar e chegamos na casa do Seu Mandrião. Parece que o negão estava há dois dias sem tomar banho pois fedia bastante.
- Caralho, Mandrião! Que porra de cheiro é esse?
- Desculpa aí, Jorge. Meu chuveiro queimou, mas já pedi um e deve tá chegando até o final da tarde. E o garotão aí? Tá bonito, hein?
Fiquei lisonjeado com o elogio. Meu pai consertou o teto do barraco do Seu Mandrião. Mas me pediu para finalizar pois tinha que ir logo para casa descansar pois tinha que acordar às 3 da manhã para a pescaria.
Subi na escada e Seu Mandrião ficava olhando para mim. Como eu estava de costas para ele no topo da escada com as pernas um pouco abertas, minha bunda estava à vista. Ele olha e simplesmente fala:
- Soltou um cagão bem gostoso, hein, moleque? Sua bunda está melecada de cocô.
- Ah, eu gosto de fazer em qualquer lugar. Você sabe, né?
- Sim. E devo dizer que você está com um cheiro delicioso. Suor azedinho de moleque com cocô, que delícia. Está sem tomar banho?
- Tomei faz 3 dias. Gosta do meu cheiro?
- Adoro cheiro de moleque bem porquinho.
Terminei o conserto e desci. Abracei Seu Mandrião e ele deu uma cheirada no meu cangote que meu pinto ficou duro na hora.
- Você está bem fedido, do jeito que eu gosto.
- Vamos ver se você também está.
Me agachei e baixei o shorts do negão, que estava sem cueca também. Seu pau fedia demais, mas eu estava louquinho pegando naquela jeba enorme. Calculei que devia ter uns 30 centímetros. Comecei a chupar, mal cabia na minha boca.
- Ah, Rafinha. Que gostoso.
Enquanto eu chupava, Seu Mandrião começou a cagar. o cheiro da bosta saindo me deu mais tesão e comecei a chupar a rola do Seu Mandrião com ainda mais tesão.
- Puta que pariu, Rafinha. Vou gozar.
A rola do Seu Mandrião solta vários jatos de leitinho. Uma parte na minha boca, parte cai no meu peito.
- Perai, tenho que completar isso.
Aí ele começa a mijar em mim. Seu mijo sai amarelo, com um gosto salgado bem forte e ácido. Vou tentando engolir o que dá, pois a jatada de urina é muito forte.
Seu Mandrião pega as fezes que estão no chão e passa na minha boca. Eu lambo aquele cocozão como quem lambe um sorvete. Ele enfia a jeba mais uma vez na minha boca e ela fica dura novamente. Me pega como seu eu pesasse meio quilo, arranca meu shorts e começa a lamber meu rabo todo cagado, enfiando a língua no meu cu. Fui ao céu e voltei, que delícia.
E então Seu Mandrião simplesmente me joga no sofá, me colocando de quatro e mete aquela jeba enorme no meu rabo todo cagado, no pelo mesmo. E começa a bombar e falar um monte de putaria.
- Viadinho gostoso, caga no pau do negão. Fica mais fedido ainda, do jeito que eu gosto.
E é aí que começo a soltar mais fezes. O cheiro de merda sobe, nos deixando mais loucos ainda. Seu Mandrião me vira, metendo em mim de frango assado. Meu pau estremece e eu gozo sem me tocar. Meu cu continua vazando bosta enquanto Seu Mandrião continua me fodendo por vários minutos até que começa a urrar. Sinto o despejo de leite quente no meu cuzinho, eu estava todo arrombado e cagado.
- Garoto, não imaginava que você era tão gostoso.
- Você não viu nada.
Ainda depois de gozar, com a pica atolada no meu rabo, ele começa a mijar no meu cu, que virou uma poça de merda, esperma e mijo. O cheiro na casa estava bem forte, se os vizinhos fossem mais perto com certeza sentiriam o fedor de merda e sexo daquela casa.
Coloco meu shorts e pego meus equipamentos. Dou um beijo bem tesudo na boca de Seu Mandrião, que me retribui da mesma forma. E digo que, sempre que ele quiser, pode me chamar. Eu estou sempre à disposição de um adulto bem gostoso.
Outra hora conto sobre meu caso com o professor Odair, para eu não repetir esse ano. Física, né, gente? É difícil...
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