#Coroa #Teen #Traições #Voyeur

Fazendo um favor ao vizinho

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Claricer05

Meu nome é Clarice, moro com minha mãe e o meu irmão pequeno, meu pai viajou a trabalho e então é só nos três e não moro mais em MS, deixei de ser a filha única rs mas ainda sou a bebê dos meus pais e meu avós, até pq eles fazem tudo que quero e acha que eu sou uma santa rs a que não pode vê um pau que já esta de pernas abertas pra levar pau ; tenho 1,65 de altura, cabelos do tamanho médio, tenho peitos médio e minhas pernas são grossas e bunda grandona, sou uma putinha do tipo cavalona que adora uma rola ou mais rs até porque quanto mais, melhor né?

Na tarde de sábado, eu tava na calçada da casa da minha avó usando um shortinho jeans minúsculo e uma blusinha fina, sem sutiã e sem calcinha claro. A esposa do vizinho, a Dona Sônia, tava sentada com a gente, me elogiando e falando como eu tava crescida. Ela resolveu ir até a padaria e saiu andando pela rua.

Assim que ela sumiu na esquina, o Seu Wilson, o marido dela, que tava na garagem, me chamou: Clarice, vem cá rapidinho. Preciso que você me ajude com uma coisa no celular.

Eu sorri, me levantei e fui até ele. O Seu Wilson me levou pro quarto do casal, fechou a porta e não perdeu tempo com desculpas. Ele me empurrou contra a parede, me beijou com força e enfiou a mão por dentro do meu short. Sentiu que eu não tinha calcinha e riu.

Sua putinha... ele sussurrou, enfiando dois dedos na minha buceta. Molhadinha pro vizinho, é?

Ele arrancou a minha blusa, chupou os meus peitos com uma fome e me jogou na cama dele. Ele abaixou o meu short e caiu de boca na minha buceta, me chupando com uma vontade que me fez gemer alto de prazer. A janela do quarto dava pra garagem, e o portão de grade tava aberto. Qualquer um que passasse na rua podia ver a cena.

Ele levantou, tirou o pau grosso pra fora e me virou de quatro. Enfiou tudo de uma vez, me segurando na cintura e metendo com força. A cama rangia.

Toma, sua vadia! ele falava, batendo na minha bunda. Toma o pau do marido da Dona Sônia!

Eu gemia, empurrando a bunda pra trás. Ele puxou o meu cabelo, meteu a mão na frente e esfregou o meu clitóris até eu gozar, me tremendo toda. Ele meteu mais duas vezes fundo e gozou dentro de mim.

Nós nos vestimos rápido. Eu saí do quarto, atravessei a garagem e abri o portão de grade. A Dona Sônia tava voltando da padaria, com o saco de pão na mão.

Já resolveu aí, Seu Wilson? –ela perguntou, sorrindo pra mim.
Já sim, amor. A Clarice me ajudou com o celular novo, ele respondeu, aparecendo na porta.

Eu sorri e fui embora, com a porra dele todinha dentro da minha buceta.

Se quiser falar comigo, manda um e-mail: [email protected]

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