#Corno #Traições

A empregada - parte 4

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Gislaine

Dessa vez acordei mais cedo. 7h eu estava me espreguiçando, nua, na minha cama, com a porta do quarto aberta. Eu ainda não acreditava que estava fazendo isso, ficar nua, exposta, na casa que eu trabalhava há quase 30 anos. Arrumei a cama e fui fazer café. No caminho, peguei a camisola de cetim do cesto mesmo e vesti. Fui para a cozinha. Enquanto eu passava o café, chega Daniel, de cueca.
-Oi, dorminhoco. A mosca do sono te picou? Vai perder a aula.
-Bom dia. Esse primeiro tempo eu vou deixar passar. Vou sair em 15 minutos. Só quero tomar um café.
-Dormiu bem?
-Muito.
-Que bom!
-Gis...
-Não vamos falar sobre ontem, menino.
-É que foi tão bom.
-Foi. Não vou negar pra você. Feliz assim? Mas quero te dizer que não vamos nos precipitar. Não quero você focado nisso. Vamos, como se diz...deixar rolar.
Tomou o café, se despediu de mim e foi. Acho que ele estava começando a relaxar. Entendeu que se não pressionasse, talvez mais coisas acontecessem. Da minha parte, os sentimentos ainda eram mistos. Eu havia ficado mexida, sob o aspecto sexual. Mas sabia dos riscos, sabia que violava votos de confiança importantes depositados em mim e que qualquer ruído de toda essa situação, eu destruiria uma vida dedicada àquele lar.
Decidi seguir a minha orientação pra ele: Esquecer, espairecer e deixar tudo simplesmente acontecer. Se não acontecesse, tudo bem, também.
Tranquei a porta, tirei a camisola novamente e coloquei roupa pra lavar. Vesti uma calcinha surrada, um top de academia velho e fui faxinar a casa. Dia de faxina pesada e que não podia ser demorada. Naquele dia eu voltava pra minha casa e costumava fazer isso por volta de 17h, 18h. E eu ainda ia sair com Dimas.
Passei aspirador de pó, pano no chão, pano nos móveis, limpei janela, box, vaso, joguei água na cozinha.
Umas 16h a porta se destrava e Daniel entra, me flagrando daquele jeito.
-Eita...Que empregada gostosa eu tenho.
-Deixa de bobeira. Tá calor e eu não queria sujar mais roupa. Já lavei um ciclo. Só não troquei a roupa de cama. Mas eu troco outro dia. Seus pais só usaram uma vez. A sua você não vai se importar se eu não trocar hoje, né.
-Não...claro que não.
-Ó...vou te falar. Eu vou tomar um banho. Não quero assanhamento, ok? Limites, respeito. Lembra, né? Estou confiando. Por isso estou mais solta e deixei você se soltar mais. Se não entender esses limites, acabam todas as concessões, certo?
-Lógico. Certo!
Guardei o material de limpeza, peguei a minha toalha e fui até o banheiro social. Entrei e deixei a porta aberta, de propósito. Eu não queria que ele entrasse, mas queria, por iniciativa minha, experimentar essa vida mais livre lá, como a que eu tinha na minha própria casa. E a construção dessa nova intimidade com Daniel permitiria isso. Andar mais solta, não fechar portas, era algo muito natural na minha vida. Só lá que isso era, obviamente, restrito.
Com a porta do banheiro social, do corredor, escancarada, tirei calcinha e o top, que estavam ensopados de suor. Joguei no chão. Entrei no box e liguei o chuveiro. Vi que Daniel passou umas duas vezes e demorou a travessia, para olhar o box. Mas tinha vapor, o ângulo não batia tanto. Para ver tudo ele teria que entrar e isso não fez. Mas não deixava de permitir que ele visse um pedacinho ou outro. Tomei um banho demorado, quente. Me ensaboei. Até raspar uns pelinhos a mais na virilha eu fiz. Saí do banho, me sequei, coloquei toalha na cabeça e fui até o quarto da Dona Glória, para o espelho enorme. Peguei um creme e passei no corpo todo, me olhando. Novamente, porta aberta. Daniel parou na porta do quarto e me viu por alguns segundos...
-Meu parceiro Dimas se dará bem hoje, hein...
Olhei nos olhos dele, sem represálias. Sorri e continuei passando o creme.
-Esse sem vergonha não escapa hoje. Vai levar a mulher dele pra sair de qualquer jeito.
-E depois?
-Depois o que?
-O que farão?
-Aí é casa. Já será tarde.
-E então? Farão o que?
-O que quer saber, Daniel? Quer saber se vou transar com ele?
-Sim
-Pretendo, né? Não sou de ferro, já disse.
-Eu tô aqui, hein!
-E eu não sei? Garoto, se eu piscar você tá em cima de mim. Não sei o que te deu. Mas, olha...Se você continuar comportado, quem sabe outro dia, na próxima semana, eu não te faça uma visita? Mas não pensa bobagem. Não vai ser muito diferente da outra, combinado?
-Se você não for, eu é que vou te visitar.
-Hummm...
Pedi licença e fui para o meu quarto colocar a roupa. De repente, escuto um estrondo. Trovoadas. Muitas, fortes.
Saí do quarto de calcinha e sutiã rendados, brancos. Ainda de toalha na cabeça.
-Dani...Que foi isso? É chuva?
Ele saiu do banheiro, de toalha. Estava tomando banho. Cabelo molhado, costas molhadas...jovens, não fazem nada direito!
-É chuva. Maior temporal. Tá alagando já. Não vai dar pra você ir agora, não.
-Que merda. Não acredito. O dia inteiro pra chover e vai cair esse pé d´água logo agora?
Mandei mensagem para o Dimas:
-Amor, não vai dar pra sair daqui agora, não. Tá um temporal. Vou esperar passar. Como está aí?
-Caindo o mundo! Gis, acho melhor você ficar aí. Não sei se vai dar tempo de passar.
Não é possível. Era o universo conspirando muito.
Vesti um shortinho jeans e fiquei de sutiã mesmo. Terminei de secar o cabelo e fui pra sala.
-Dani, vou ter que ficar um pouco mais. Até a chuva passar.
-Dorme aqui, Gis. Tá louca de voltar. Tá tudo alagado.
-É...vamos ver. Coloca alguma coisa aí pra ver.
-Filme, série?
-Série. Mais rápido.
Ficamos vendo. Nada da chuva passar.
-Amor, 19:30. Não passa. Eu vou ficar aqui. Aí eu vejo o que faço. Se fico mais um pouco amanhã ou se volto logo cedo. Mas vou ficar hoje aqui. Tranca tudo aí. Beijo
-Ok. Melhor mesmo. Aqui não diminuiu. Tá foda.
Coloquei o celular pra carregar na cabeceira e voltei pra sala.
-É, Sr. Daniel...Vou te fazer companhia hoje.
-Então...Não é melhor ficar mais a vontade?
-Como assim?
Ele, que estava sentado do meu lado, se projeta contra mim e com firmeza alcança o botão do meu short e solta ele.
-Daniel, tá doido?
-Tira essa short, vai? Tá usando ele pra que?
-Ué. Quer que eu fique pelada? Perdeu o juízo?
-A gente não combinou?
-Combinamos de ficar a vontade. Estou à vontade.
-Só de olhar acho que te aperta. Tira isso.
Fiz aquele TSC TSC com a cabeça, fiquei olhando pra ele com cara de muxoxo e tirei o short, ficando só de calcinha e sutiã. Olhei pra ele e gritei:
-DANIEL! Toalha no sofá da sala!
Ele se assustou, riu, e fez o óbvio: Tirou a toalha, se exibindo nu.
Eu levei as mãos a boca e fiquei rindo. Não era pra ficar nu. Era só pra levantar. Embora agora não adiante mais nada. Já tá há uma hora sentado aí. Ele levantou e eu passei a mão no sofá. Nem estava tão úmido.
Ele sentou novamente e ficou um clima diferente. Ele nu. Eu de calcinha e sutiã. Créditos passando na TV. Trovões. Meia luz.
Ele, então, se aproximou.
-Então, Gis...Sabe o que eu acho?
-O que?
-Que é um puta desperdício você simplesmente dormir depois de passar esse creme, colocar esse conjunto...
-Ah é? E o que poderia ser feito pra evitar o desperdício.
Pronto. Foi a senha. Daniel passou as mãos nas minhas pernas e fez o movimento de tirar a minha calcinha. Recostei no sofá e deixei, erguendo as pernas. Ele a tirou, jogou na mesa de centro e caiu de boca na minha xoxota. Estava aparadinha, cheirosa, realmente seria um crime ela ser de alguém naquele dia. Lambeu, cheirou, chupou tudo. Passava a língua na virilha, nas pernas, nos lábios, no clitoris, até dentro pra lamber o mel ele fez.
-Ain, Dani...Ain que língua safada...Chupa a minha bucetinha, chupa. Nossa...Que gostoso, caralho.
Ele chupava muito gostoso. Realmente ele me surpreendeu. Ô garoto chupador de boceta porreta! Porque convenhamos, não é qualquer um que sabe chupar boceta, não. Eu diria que quase ninguém. Enfim.
-Isso...Fica só no clitóris agora, fica. Isso...Passa a língua...Esfrega...Isso...Hummmm. Caralho...Caralho...Isso...Porra...Hummmm...Ainnn...
Comecei a tremer. Coloquei minhas mãos na cabeça dele e o afastei:
-Mete a piroca em mim! Quero gozar no teu pau!
Não precisei falar mais nada. O garoto veio com um porrete duríssimo pra cima de mim. Que pau grande e duro, puta que pariu! O pau pelava de tão quente!
-Nossa...Que pau duro gostoso. Mete. Mete com força. Não queria meter em mim, caralho? Agora me dá prazer. Me faz gozar.
Eu que já estava quase, não precisei nem me concentrar. Logo já estava alcançando...
-Isso...Ainnn...Ainnn...Ahn...Ahnnn...Ahn....Ahnnnn...Annnnnnnn...Gozei.
Ele continuou bombando. Mudei a posição. Fiz ele sentar no sofá. Subi nele e apoiei as mãos no encosto. Comecei a quicar enquanto ele chupava meus mamilos.
-Morde o mamilo. Chupa com força. Eu gosto com força. Sem pena.
Ele mordia forte. E eu delirava de prazer. Sentando nele, meu clitoris roçava na púbis e eu estava pra gozar novamente.
-Ainn, Caralho! Eu vou gozar de novo. Puta que pariu. Que piroca gostosa. Goza comigo. Me enche. Me marca com porra.
-A gente tá sem camisinha. Posso gozar?
-Claro, porra. Tá maluco. Me enche de porra! Goza o mais fundo que puder, cacete!
Ele me segurou as nádegas e auxiliava no quique.
-Ainnn...Ainnnn...Ainnnn, Daniel...Puta que pariu....Ainnn, Caralho....Vou gozar...Vou gozar...Vou GOZAAAAAAAAR!
Ao mesmo tempo que eu parecia uma batedeira de tanto que tremia o pau dele latejou e gozou dentro de mim, acompanhado de um urro de prazer dele.
Soltei o corpo e encostei no dele, ainda acoplada, de frente pra ele. Ele repousou a cabeça no meu pescoço. Meus seios doloridos das mordidas espetavam ele. O pau ainda estava duro dentro de mim.
Levantei e um tanto de porra caiu no chão e escorreu pelas pernas. Puxei ele pela mão. Levei para o meu quarto.
Adolescente é foda. O pau não baixa. Chega a ser inacreditável pra alguém da minha idade. Sentada na minha cama, abocanhei aquele pau maravilhoso e iniciei um boquete.
-Glup...GLup...Glup...Glup...
Suávamos que nem um capeta no inferno. Pingava suor no chão, escorria porra pela perna, misturada com suor. A minha buceta expelia porra e lubrificação na minha cama. Suor dele pingava na minha cabeça enquanto eu boqueteava. Era uma cena de êxtase e sofreguidão sexual.
-Gis, quero gozar novamente.
Parei o boquete e virei de costas pra ele e me apoiei na parede ao lado da cama.
-Mete novamente. Goza novamente dentro de mim.
Ele encaixou o pênis e iniciou os movimentos, me segurando pelos seios ,acariciando os mamilos e apertando, agora com mais delicadeza, os biquinhos.
-Isso...annn...Bomba essa buceta, caralho...Esfola essa xoxota...Ai, que pau gostoso, Daaani....Isso...Mete...Mete...Ain, Caralho eu vou gozar pela terceira vez...Eu vou ficar louca...Aiii....Hummmm...Isso...Acelera...Mais forte...Forte, Dani...Forte, PORRAAAAAA!
Gozei novamente. Fiquei mole e deitei na cama.
Ele abriu as minhas pernas e meteu em um papai e mamãe. Eu já não aguentava mais, sério. Enganchei as pernas nas costas dele e apertei o pau dele com todas as forças que sobravam e que os meus exercícios pélvicos permitiam.
-Caralho, que buceta apertada, Gis. Que gostoso. Aperta.
-Goza nela...Me dá porra.
-Eu vou gozaaaar.
Gozou, novamente. E desabou o corpo suado no meu. A cama estava molhada de suor e prazer.
Após uns minutos que ele soltou o peso em mim, levantou e me ajudou a levantar. Fomos até a cozinha e bebemos uma água. Já eram umas 21:30h.
-Quer um lanche?
-Não...Quero ir para o quarto.
-Tá maluco. Não aguento.
-Ah, você aguenta. Você é safada. Você é mulher pra tomar pirocada a noite toda.
Rimos.
-Sossega um pouco, vai. Liga a TV. Eu não vou fugir. E, depois, vai acabar esfolando esse pau aí e como eu vou ficar?
Assistimos outro episódio da série. Terminou e já estávamos nos pegando novamente.
Fui para o quarto dele. Ele chupou novamente a minha xoxota e voltamos para o papai-mamãe. Menos frenético dessa vez. Ele mais devagar, até porque eu pedi. E eu mais cadenciada. Nos beijamos durante o sexo, pela primeira vez.
-Você é muito gostosa, Gis...
-Hummm...Gostoso....
Fui virando e fiquei de ladinho. Ele ergueu a minha perna e continuou metendo sem dó, mas com cadência.
-Ahmmm...Ahmmm...Ain, Dani...Eu vou gozar novamente, caralho...Que foda gostosa.
Levei a minha mão até o clitóris e só de encostar nele parecia que eu tinha tomado um choque de 10000 volts! Eu explodi de prazer.
-CARALHO, TÔ GOZANDO NOVAMENTE! TÔ GOZANDO...
E ele urrou e gozou junto comigo.
Nossa...Suados, extasiados, gozados, melados um do outro, trocamos mais uma dúzia de palavras desconexas e que eu nem lembro e apagamos no quarto escuro, sob o barulho da chuva e do ar condicionado. Naquela noite, eu fiz jus aos cremes e à lingerie e não dormi sozinha...só não foi com o meu marido.

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