#Traições

A foda na reunião

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Vivi

Viviane, casada e frustrada com a vida sexual, decide saciar seus desejos reprimidos durante uma reunião online no trabalho.

Meu nome é Viviane, tenho 44 anos, sou casada, tenho dois filhos e a fachada perfeita de mulher recatada, séria e comportada. Mas por dentro? Sou uma verdadeira piranha faminta por rola, guardando um fogo que o meu marido é totalmente incapaz de apagar — afinal, o infeliz é um completo inútil na cama, lento e sem pegada nenhuma.

Trabalho diretamente com o Felipe. Ele é um homão: bonito, educado, de terno e com aquela cara de executivo que esconde um garanhão tarado. Já são cinco anos trabalhando juntos, com muita intimidade escondida sob uma fina camada de profissionalismo que eu estava louca para rasgar.

Semana passada, eu estava subindo pelas paredes, com a xota pulsando de tanta falta de sexo. Tivemos uma reunião online. Só nós dois trancados na sala de reuniões da empresa, sentados ombro a ombro, bem na frente da tela do notebook.

A reunião começou uma chatice monótona, e o meu tesão explodiu de um jeito incontrolável. Sem pensar duas vezes, com a calcinha já ensopada, desabotoei minha calça, empurrei tudo para baixo e meti os dedos direto na minha buceta encharcada. O Felipe deu uma olhada de canto de olho, arregalou os olhos com a cena, mas teve que manter a marra porque a câmera estava focada nele — eu estava fora do enquadramento, livre para cometer os meus pecados.

Peguei um bloco de notas e escrevi com letra trêmula: "Estou com muito tesão". Continuei me masturbando ali do lado dele, ouvindo a voz chata da reunião enquanto gozava baixinho na minha própria mão. Olhei de relance para o colo dele e vi o volume absurdo estufando o tecido da calça social.

Escrevi de novo no papel, empurrando para ele ler: "Percebi que seu pau está duro!". A resposta dele veio rápida na mesma folha: "Claro, chupa ele!".

Foi o sinal verde que faltava. Deslizei para debaixo da mesa, agachada ali no carpete da firma, abri a braguilha do Felipe e dei de cara com aquela tora grossa e latejante. Sem perder tempo, abri a boca e engoli aquela rola enorme com uma vontade absurda, babando, chupando com força, fazendo barulho de carne com carne abafado pelo som da reunião. Ele tentava manter a compostura na câmera, respirando fundo para não gemer alto. Eu devorava o pau dele como uma cadela desesperada, chupando cada centímetro daquele tesão.

Teve uma hora que ele não aguentou, desligou a câmera do notebook para conseguir suspirar e exigiu mais. Eu continuei mamando igual a uma louca, até que ele encerrou a chamada de vez, inventando depois que a conexão havia caído.

Assim que a tela apagou, ele me puxou pelos cabelos, me levantou e me jogou empinada em cima da mesa de reuniões. Rasgou o resto da minha calça, abaixou a dele e me fodeu com tudo, com força, socando rápido e sem dó, enquanto eu gemia sem importar quem pudesse ouvir no corredor. Ele despejou todo o porra quente bem no fundo da minha buceta.

Foi a foda mais gostosa, suja e escandalosa da minha vida inteira. E pode ter certeza: isso está longe de ser a última vez que a gente vai foder desse jeito.

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