#Traições

A Encomenda da Vizinha

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Henrique

Ao buscar encomenda na vizinha de 65 anos, homem é surpreendido por uma proposta ousada e tem uma foda escondida antes de cumprimentar o marido dela.

O Mercado Livre havia deixado um pacote grande na casa da vizinha porque eu não estava para receber. Aos 38 anos, casado e com um filho, minha relação com Dona Marta sempre se limitou àquela cortesia de bairro: um "bom dia", um "boa tarde" e um agradecimento educado quando ela guardava alguma entrega para mim, sem nunca passar disso.

Bati à porta e ela me atendeu com um sorriso sutil.

— Oi, Henrique, entra aí. Deixei a caixa lá no quartinho dos fundos, porque é meio pesada — disse ela, abrindo passagem.

Agradeci e entrei, seguindo-a pelo corredor da casa silenciosa. Quando chegamos ao cômodo, virei-me para pegar a caixa, mas ela se colocou levemente no caminho, cruzou os braços e soltou, com um sorriso enigmático:

— Sabe, Henrique... Eu mereço um pagamento por ter guardado essa encomenda para você, não acha?

Fiquei totalmente paralisado. Olhei para ela — uma senhora de 65 anos — com os olhos arregalados, completamente sem reação. Nunca na vida havia passado pela minha cabeça que ela pudesse ter qualquer tipo de intenção comigo.

— P-pagamento? Quanto? — gaguejei, surpreso.

Ela riu baixinho, dando um passo à frente.

— Jura que não entendeu?

— Nossa... Fui pego de surpresa. Eu nunca imaginei... — tentei explicar, mas fui interrompido.

— Mas eu imagino todos os dias — disse ela, com uma franqueza que me desarmou. — Eu tenho muito fogo e meu marido já não dá conta... Ele está lá na sala, distraído arrumando um armário agora mesmo. Faz sua vizinha velhinha feliz, faz?

A adrenalina da situação, o perigo iminente de o marido aparecer a qualquer segundo e aquela proposta absurda e inesperada me atingiram como uma onda de calor. Meu corpo reagiu antes da razão.

A puxei pela cintura com agilidade, colando-a contra a porta do quartinho. Usei a própria porta para apoiá-la, deixando-a empinada, com as mãos firmes na madeira — um jeito de segurar caso precisássemos agir rápido. Em segundos, arranquei minha roupa, levantei o vestido dela e a encaixei de uma vez só, penetrando-a gostoso.

O calor e o aperto me surpreenderam. Segurei firme na cintura dela e comecei a foder cada vez mais rápido, guiado pelo risco e pelo tesão repentino. Dona Marta gemia abafado entre os dentes, mordendo os lábios, remexendo-se toda com uma voracidade que desmentia qualquer ideia de fragilidade. Ela estava completamente louca, e eu, alucinado com aquela foda proibida e inesperada.

— Mais... isso, continua... — gemia ela, rebolando contra mim.

Acelerei o ritmo, metendo com força, até sentir o ápice se aproximando. Descarreguei tudo, lotando a buceta daquela senhora tarada de porra, enquanto ela mesma desabava em um orgasmo intenso, abafando o gemido alto para não chamar a atenção do marido.

Ficamos alguns segundos recuperando o fôlego, ajeitando as roupas rapidamente. Ela ajeitou a barra do vestido, deu um sorriso maroto e disparou:

— Obrigada pelo pagamento. Pode deixar que continuo pegando suas encomendas.

Ainda meio zonzo com o que acabara de acontecer, respondi que podia pagar todas as vezes que quisesse.

Peguei o meu pacote e comecei a caminhar em direção à saída. Bem na hora em que eu atravessava a sala, o marido dela passou andando devagar. Antes que eu pudesse disfarçar a minha expressão de culpado, Dona Marta o chamou, com a voz mais natural do mundo:

— Amor, vem aqui! O Henrique veio buscar a encomenda que guardamos para ele. Fala oi para ele.

O senhor parou, virou-se com um sorriso simpático e me estendeu a mão:

— E aí, rapaz, tudo bem?

Apertei a mão dele, mantendo a compostura mais neutra da minha vida, disse um "tudo ótimo" e saí daquela casa com o coração batendo a mil por hora, segurando a caixa como se fosse a coisa mais normal do mundo.

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