O Motel com o Seu Antônio
Meu nome é Larissa Vitoria, moro com meus avós,sou a filha mais nova de 3 filhos; tenho os olhos claros, peitos pequenos e uma bundinha média e cabelo grande ondulado (os homens amam puxar ele enquanto me fode). Modéstia parte, sou bem gostosinha e putinha, tem coisa melhor? Até pq é de família desde novinha gostar de sentar na rola rsrs.
Vocês já devem lembrar do Seu Antônio, o coroa de 55 anos que eu conheci no supermercado e que me levou pro motel. A gente trocou contato e, na semana passada, ele me chamou de novo. Dessa vez, ele queria realizar uma fantasia.
Ele me buscou de carro e a gente foi pro mesmo motel. Quando a gente entrou no quarto, ele já foi logo tirando a gravata e me beijando com força. Ele me jogou na cama e tirou umas fitas de cetim da mala.
Hoje eu vou te amarrar, ele falou, com aquela voz grossa e o bigode arrepiado.
Ele amarrou os meus pulsos na cabeceira da cama. Não amarrou com força total, eu ainda conseguia me mexer um pouco, mas não conseguia levantar os braços. Ele deixou as minhas pernas soltas.
Gostou, sua putinha? ele perguntou, se ajoelhando entre as minhas pernas.
Amei, Seu Antônio... eu respondi, sentindo a buceta latejando. Agora me come.
Ele não precisou de mais nada. Arrancou a minha calcinha com os dentes, levantou o meu vestidinho e caiu de boca na minha buceta. Ele chupou com a mesma fome da primeira vez, aquele bigode roçando no meu grelo me deixando mais louca de tesão, querendo ser fudida com força.
Ele chupou até eu gozar na boca dele. Depois, subiu, tirou o pau pra fora (que já estava duro como pedra) e enfiou tudo de uma vez na minha buceta.
Aaai, caralho! Que delícia ! eu gritei, me contorcendo na cama.
Ele meteu com força, segurando as minhas pernas abertas, olhando nos meus olhos. O quarto tava silencioso, e o barulho da pele batendo com pele ecoava no quarto.
Foi aí que ele olhou pra porta do quarto e sorriu. Ele tinha deixado a porta entreaberta de propósito. Eu via o corredor do motel pela fresta. Ele meteu mais forte, e eu gemia alto, sem me importar se alguém ia passar e ver ou ouvir oseis gemidos.
Ele gozou dentro de mim, escorrendo pela minha perna, saindo da minha buceta. Ele ficou parado por um tempo, respirando fundo, e depois se afastou.
Ainda não terminei com você,ele falou.
Ele pegou um lubrificante na mesa de cabeceira, passou no dedo e esfregou no meu cuzinho. Eu já sabia o que vinha. Ele enfiou o dedo devagar, depois dois, me preparando.
Ele encostou a cabeça do pau no meu cudinho e foi empurrando devagar. Eu senti ele abrindo, aquele pau grosso entrando. Doeu um pouco, mas eu adoro essa dorzinha, uma sensação gostosa de dor e tesão ao mesmo tempo.
Toma, sua vadia! Ele falou, metendo fundo. Toma rola nesse cuzinho!
Ele meteu com força, segurando na minha cintura, e eu gemia, puxando as fitas com as mãos. Ele meteu mais rápido, mais forte, até dar um urro e tirar o pau.
Ele deu dois ou três jatos, e eu senti a porra quente dele caindo no meu rosto, no meu olho, na minha boca. Ele gozou tudo em mim, e eu passei a língua pra pegar o que escorria pro meu lábio.
Ele desamarrou as minhas mãos, se limpou e se vestiu. Eu me limpei com a toalha do motel e me vesti também.
Você é a novinha mais safada e vadia que eu já conheci, ele falou, me dando o dinheiro do motel e me levando de volta pra casa.
Eu cheguei em casa com a buceta e o cuzinho latejando, o rosto ainda com o cheiro da porra dele, e a maior cara de santa do mundo.
Façam sexo!!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)