A chamada de vídeo
Meu nome é Clarice, moro com meus pais e o meu irmão pequeno.
Numa sexta-feira à noite, o meu pai já tinha saído pro turno dele. O meu irmão tava dormindo. Eu chamei um coroa que eu conhecia, o Seu Jorge, um coroa casado de uns 55 anos. A gente tava na sala, no sofá, e a minha mãe tava no outro sofá, vendo TV. Eu tava usando só uma camisola bem curtinha e fina, alcinha bem fininha, claro estava sem calcinha.
A gente começou a se pegar ali mesmo, na frente da minha mãe. Ela nem ligava. O Seu Jorge me beijava, passava a mão nos meus peitos por cima da camisola, e eu passava a mão por cima da bermuda dele, sentindo o pau duro. Ele enfiou a mão por baixo da minha camisola, apertou os meus peitos, e eu abri as pernas pra ele passar a mão na minha buceta. A gente tava no maior amasso, gemendo baixinho.
Foi quando o celular da minha mãe tocou. Era a minha avó Vera chamando vídeo. A minha mãe atendeu, com a maior calma do mundo.
– Oi, mãe! a minha mãe falou.
– Oi, Marcela! Cadê a minha bebê de vó? Já dormiu? a minha avó perguntou.
A minha mãe virou o celular pra mim. O Seu Jorge parou o que tava fazendo na hora, mas eu continuei com a mão na perna dele. Ela apontou a câmera só pro meu rosto.
Oi, vó! eu falei, tentando manter a voz firme.
Tá com cara de sono, minha neta. Vai dormir! a avó falou Vou dormir já, vó.
A minha mãe virou a câmera pra ela e continuou conversando. Nisso, o Seu Jorge, que tava do meu lado, aproveitou que a câmera não pegava e enfiou a mão debaixo da minha camisola de novo, passando a mão na minha buceta. Eu tive que morder o lábio pra não gemer na frente da minha avó. A minha mãe, vendo a cena, só sorriu e falou:
Mãe, vou desligar que a novela tá voltando. Beijo no Cícero.
Ela desligou o celular, olhou pra gente e falou:
Vou dormir. Não façam barulho.
Ela levantou e foi pro quarto. Assim que a porta do quarto fechou, o Seu Jorge me beijou com força. Ele levantou a minha camisola, deixou a parte de cima nua , e chupou os meus peitos com vontade. Eu tirei o pau dele pra fora da bermuda e comecei a bater uma punheta bem gostosa pra ele, enquanto ele passava a mão na minha buceta.
Sua putinha... ele sussurrou. – Fazendo eu esperar na frente da sua mãe, sua vadia.
Eu desci e comecei a mamar aquele pau bem devagar. Ele jogou a cabeça pra trás e gemeu. Depois de um tempo, ele me puxou pelo braço, me deitou no sofá e caiu de boca na minha buceta. Ele chupou até eu gozar na boca dele.
Depois, eu tirei a camisola de vez. Ele tirou a bermuda e a camisa. A gente ficou nu na sala. Eu subi no colo dele, sentei na rola dele e comecei a cavalgar.
Agora eu não precisava mais me segurar. A minha mãe já tava no quarto e o meu irmão tava dormindo. Eu gemi alto, rebolando gostoso, sem me importar se alguém ouvia. O Seu Jorge metia por baixo, me segurando pela cintura, gemendo junto comigo.
Ele gozou dentro de mim, e eu gozei mais uma vez, tremendo toda. A gente ficou ali no sofá, ofegante, com a porra escorrendo.
Se quiser falar comigo, manda um e-mail: [email protected]
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