#Gay #Teen #Virgem #Voyeur

Para comer minha irmã meu amigo teve que...

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Olá pessoal, me chamo Beto 25 anos, e tenho uma irmã Marina de 27 anos, eu sou pardo, corpo meio magro, não sou de ir a academia então meu corpo não é muito definido, a Marina também é parda gosta de ir à praia então tem suas marquinhas e um corpo que deixa vários marmanjos babando, perde aula na faculdade, mas não perde treino na academia, modéstia à parte, mas minha irmã é linda. Apesar disso nunca tive nenhum interesse sexual nela, não sou um dos adeptos ao incesto, meu vizinho e amigo de infância Marcos, era apaixonado pela Mariana, mas Mari nem olhava direito para ele coitado, Marcos era um cara simpático, 26 anos, corpo definido, não era um rato de academia como a Mariana, mas frequentava quando dava. Isso aconteceu aqui na cidade a uns 10 anos atrás, éramos bem novos, e frequentemente íamos a um rio que tem próximo a nosso bairro, nos finais de semana costumava ir bastante gente para lá, mas no meio de semana era praticamente deserto, Marcos e eu íamos para lá para nos refrescar a tarde quando voltávamos da escola, Mari ficava com o grupo de amigas dela é claro e nunca vinha conosco, Marcos já era caidinho por Mari e eu já sabia disso, as vezes até brincava com ele.
Eu: Você estar sempre olhando para a Mari. Será que um dia ela vai te dar bola?
Marcos: Pô você poderia me ajudar com ela né? É sua irmã.
Eu: Sai fora, vou ajudar nenhum safado a comer minha irmã não.
Ele ria e ficávamos na brincadeira, as vezes quando íamos para o rio batíamos uma punheta, eu sabia que ele batia pensando na Mari, eu batia pensando em uma das amigas da Mari que eu achava muito gostosa. Nossos paus eram praticamente do mesmo tamanho, cerca de uns 13 a 14 centímetros que eu achava sim grande para a nossa idade na época. Certo dia conseguimos comprar um litro de vinho e fomos para o rio, ficamos bebendo e como era nossa primeira vez bêbedo algo com álcool, logo ficamos meio bêbados mas nada que fosse muito sério, apenas o bastante para remover algumas inibições, foi quando o Marcos revelou que as vezes ele ia para o rio com a Mariana mas ela só chupava o pau dele e nunca dava para ele, eu obviamente achei que era mentira, a Mari quase nunca olhava para ele, não tinha como eu acreditar que ela ia para o rio chupar o pau dele.
Marcos: Cara ela me deixa maluco, ele vem e chupa meu pau, mas nunca me deixa comer ela, isso me deixa doido.
Eu: Para de mentira maluco, Mari nunca chuparia seu pau, ela nem fala com você direito.
Marcos: É claro que ela não quer que ninguém saiba, mas da uma chupada tão gostosa, fico imaginando como é poder socar todinha dentro dela.
Eu: Dou meu cu pra você se isso for verdade, não tem como minha irmã estar fazendo isso.
Marcos na hora olhou para mim, como se tivesse avaliando meu corpo, e rindo muito.
Marcos: Olha agora é sua palavra viu, ficamos de vim aqui na sexta depois que ela sair da academia. Se esconde atras da arvore ali e fica olhando.
Eu: Sai daí Marcos, está tão bêbado assim é? Sonhando que a Mari está te chupando?
Marcos: Vamos se for mentira eu que te dou a cu.
Não fiquei muito animado com isso pois nunca fui gay e nunca vi nenhum homem de forma sexual, sempre tive tesão em garotas, mas concordei com a ideia dele, na sexta quando eu estava na rio com o Marcos e quando estava próximo do horário da Mari sair da academia fiz o combinado e fui me esconder atras da arvore, fiquei lá escondido por um tempo, depois de uns 20 minutos escondido já quase certo que era mentira a Mari chega com sua roupa de academia, se joga na agua, e os 2 ficaram conversando um pouco, já achei estranho porque nunca via a Mari conversando assim com Marcos, quando o Marcos coloca o pau para fora e a Mari passa a chupar mesmo, fiquei pasmo com aquilo, minha irmãzinha estava mamando meu amigo, o Marcos olhou na direção que eu estava rindo, a Mariana agachada chupando o pau dele as vezes colocava tudo na boca e depois ficava só chupando a cabeça, via o Marcos falando mais alguma coisa com ela mas não conseguia ouvir, apenas via ela balançando a cabeça negando, na certa ele pedia para comer ela e ela recusava como ele tinha afirmado, eu estava paralisado com aquilo, não esperava mesmo ver minha irmã fazendo aquilo, ela mamava e batia uma punheta para o Marcos, depois de um tempo ele goza entre os peitos dela, ela se lava e vai embora. Marcos vem até onde eu estava escondido feliz da vida.
Marcos: Bom não posso comer sua irmã então vai você mesmo.
Eu: Porra cara era brincadeira, sai fora sou gay não.
Marcos: A vai da para traz agora? Quero nem saber palavra é palavra, vou comer sua bunda hoje não, já gozei nos peitos dela, ela disse que ainda é virgem, porra doido para tirar a virgindade dela. Mas até lá tiro a da sua bunda.
Eu ainda perplexo com aquilo, e ainda surpreso mesmo do Marcos querer comer meu cu mesmo, achei que ele não aceitaria e levaria na brincadeira, mas ele estava mesmo levando a sério, e marcou que me comeria na segunda, como já era sexta e no final de semana ficava muita gente no rio, combinamos de fazer isso na segunda, eu não comentei nada com Mariana sobre oque tinha visto, mas sempre que olhava para ela lembrava da cena dela com o pau do Marcos na boca, passei o final de semana nervoso, a ideia de dar o cu realmente me incomodava, mas tinha que cumprir minha palavra, na segunda assim que saímos da escola ele já foi me chamando logo para o rio, não tinha visto a Mariana depois da escola e assim que chegamos no local ele já foi logo colocando o pau para fora.
Marcos: Vai dar uma chupada para lubrificar?
Eu: Vá se ferrar, vamos acabar logo com isso, e vai ser só dessa vez, e nunca mais falaremos sobre isso, que fique bem claro.
Tirei minha roupa fiquei pelado e entrei no rio para tentar me acalmar, mas o não teve jeito olhava para o Marcos e o filho da puta estava lá pelado de pau duro me esperando, resolvi acabar logo com meu sofrimento e fui logo na direção dele virei de costas e falei que estava pronto.
Marcos: Perfeito, vou tentar ser carinhoso para não te machucar, vai ser um treino para quando fazer com a Mari.
Ele curvou minhas costas me colocando de 4, encheu o pau de saliva e foi posicionando na entrada de minha bunda, quando o pau dele encostou sentir meu coração disparar, ela tentava mas a inexperiência de nos 2 dificultava processo, era a primeira vez que ele penetrava alguém e era minha primeira vez também, e me incomodava a minha primeira vez ser dando a bunda, mas tentei relaxar ate sentir a cabeça do pau dele invadindo minha entrada, a sensação de ardor quando o pau deslizou dentro me arrancou um gemido de dor, ele foi bem devagar até entrar tudo, passou um tempinho ali com aquele pedaço de carne duro dentro de minha bunda, depois passou a movimentar um vai e vem bem lento, sentia o pau sair e entrar bem mais fácil, não demorou muito e os movimentos já eram mais rápidos, ele estava me fodendo mesmo, sentia aquele pau deixando minha bunda aberta, o pau dele saia completamente e entrava novamente com uma facilidade que me preocupava, e sentir o pau dele pulsando enquanto ele gemia, quando caiu a ficha que ele acabou de gozar dentro da minha bunda.
Marcos: Prontinho, porra gozei é bom de mais, nem se compara em gozar na punheta.
Marcos tirou o pau de dentro de mim, sentir sua porra escorrendo pela minha coxa, me sentindo humilhado e quase chorando, passei a mão na minha bunda e percebi o estrago feito, o porque que o pau dele entrava sem dificuldades, meu cu estava todo aberto, vazando esperma do meu amigo, sem falar uma palavra apenas fui para o rio me lavar, ele me acompanhou, feliz ada vida entrando na água, chegou perto do meu ouvido e falou.
Marcos: foi mal também não sou gay, mas olha para a arvore onde você estava escondido.
Quando olhei em direção a arvore, percebi alguém escondido lá, meu corpo congelou na hora.
Eu: porra você contou para alguém? E agora filho da puta? Você e doido?
Marcos: Xiu, é como eu falei cara não sou gay, nem tinha a intenção de comer seu cu mesmo, mas surgiu uma excelente oportunidade, depois da sexta feira, falei com a Mariana sobre fazermos sexo mesmo, e ela é teimosa até que falei na resenha da sua palavra “então vou comer o cu do seu irmão”, em um tom de brincadeira. Mas ela soltou a frase. “Se você comer o cu do meu irmão mesmo eu dou a buceta para você”. Cara daí não conseguir resistir tinha que comer você de qualquer jeito, eu nem ia cobrar a aposta, mas depois de saber que eu poderia ter a bucetinha da Mari, não podia ter pena de seu cu. Falei para ela se esconder ali depois da aula, que ela veria o irmão dela levar meu pau, e que ela vai ser hoje ainda depois da academia, se você quiser pode ficar no mesmo lugar, vai ser um sonho realizado, você sabe o quanto quero a Mari né?
Não falei nada estava morrendo de vergonha, minha irmã tinha visto eu sendo arrombado pelo Marcos. Nem queria ir ver ela dando para ele mas fiquei puto, ela me viu então é justo eu ver também, demorei de chegar no rio, quando cheguei ela já estava lá com ele, não tinham começado ainda, mas ela já estavam pelados, o pau do marcos estava duro pulsando, Mari estava aparentemente nervosa, Marcos chupou a buceta dela, eu ouvia Mariana gemendo, Ele levou ela até um coqueiro que tinha perto virou de costas abriu as penas dela e foi para penetrar sua bucetinha até então virgem, Mari deu um grito de dor quando o pau invadiu sua buceta, vi um pouco do sangue escorrendo pelas suas pernas, e vi minha irmã perdendo sua virgindade para o mesmo cara que levou a virgindade do meu cu, com o tempo o grito de dor da Mari virou gemidos de prazer, ela gemia pedindo mais, falando que estava uma delícia que se soubesse que era tão gostoso tinha dado antes. A Mari acabou gozando, via o corpo dela se contorcendo, o Marcos demorou um pouco mais, até que encheu a bucetinha dela de leite.
Bem depois daquele dia não dei mais o cu é claro, o Marcos hoje é casado com a Mariana, e eu sou casado com a Marlene, aquele amiga da Mari que sempre achei gostosa, nunca mais falamos sobre o ocorrido naquele dia.

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