Um grande amor: a esposa do "cara da Aeronáutica"
Uma grande paixão que tive na adolescência e até hoje ainda me causa boas lembranças.
De uma coisa não posso reclamar: desde quando comecei a vida sexual, as descobertas iniciais, as “brincadeiras” com amiguinhos, a primeira vez com meninas, tenho experimentado de muita coisa – não de tudo ah ah ah - mas muitas experiências.
Desde novo sempre tive habilidade para fazer ou consertar coisas (consertar bicicletas, fazer pipas, aquários, gaiolas e por aí vai). Com o costume que existia na minha rua de os meninos ajudarem os vizinhos, carregando pacotes, trocando o botijão de gás, ajudando no transporte de algo mais pesado dentro da casa, eu fazia isso tudo e serviços mais “profissionais” da minha habilidade, como trocar torneiras, mangueiras do fogão, pequenos reparos, etc. Foi assim que fui chamado para “trabalhar” no banheiro da casa de DONA SANDRA, que era casada com um militar da Aeronáutica (nem me lembro o nome dele, pois minha turma o conhecia como “o cara da Aeronáutica”), que vivia fazendo viagens curtas e passava alguns dias fora de casa. Quem me indicou e me chamou na hora para o "trabalho" foi uma outra vizinha, que era amiga da mãe, e realmente o serviço foi simples demais, bastou “trocar a sola da torneira” (não sei o nome correto, é uma pecinha de dentro) que estava pingando.
Eu nunca cobrava, claro, às vezes tinha morador que me dava uns trocados (tipo 10 ou 20 reais hoje), outros um lanche, um chocolate, um suco, mas nesse dia eu estava com pressa porque ia jogar bola, o que não impediu que DONA SANDRA ficasse deslumbrada e me desse um abraço bem apertado de agradecimento, com um riso enorme. Eu a achava bonita, tinha dois filhos, mas era de um corpo legal, nada de bunda grande, peito grande, nada disso, um corpo muito legal de uma mãe de 2 meninos pequenos e nem sei se ela malhava em academia, porém o que me chamou a atenção foi o aperto do abraço e o perfume que ela usava: que mulher cheirosa!
O que mudou depois disso foi que DONA SANDRA abria um sorriso e tanto quando a gente se encontrava na rua, ela indo levar ou buscar os filhos na escola ou eu passava na frente da casa dela, sempre me elogiando. Eu estranhava apenas porque ninguém me elogiava tanto por uma besteira que eu tinha feito, sem qualquer ligação com safadeza; quer dizer, eu batia punheta pensando nela, homenagem que prestava a muitas outras também, nada que me levasse a achar que ela estaria me dando alguma bola. Até um dia em que ela estava no terraço e, ao me ver passar em frente da casa, me chamou.
- RAMON, você pode ver um negócio aqui bem rapidinho?
- Claro, DONA SANDRA
- Você quando me chama de DONA me lembra que sou uma velha
- Velha? A senhora? Falta muito ainda, DONA SANDRA
- Eu não disse? Você me considera uma velha, falou com aquele riso lindo e me abrindo a porta
- É costume, questão de respeito
- Você está certo, mas, quando a gente estiver sozinho, me chama só de SANDRA, é possível?
- Claro, claro... SANDRA
- Eu me sinto elogiada quando você me chama assim! Muito obrigada, fico orgulhosa
- De nada, dona... digo SANDRA, respondi pensando “essa mulher é louca?”
Desconfiança e falta de tato do inexperiente, não percebi a cantada, mas DONA SANDRA, ou melhor, SANDRA não desistiu.
- É bem rápido o problema, como é torneira estou com medo de mexer e a água jorrar, falou ela fazendo uma careta
- Vamos ver, disse já dentro da casa, sendo guiado para a cozinha e pensando “SANDRA é doida mesmo, olha a careta de dor que ela está fazendo”
- RAMON, só um instante, meu sutiã está apertado e eu estou muito incomodada.
Paramos na entrada da cozinha e ela vai até a porta do quarto, de costas para mim, tira o sutiã (sem tirar a blusa), puxa o sutiã, joga-o na cama e volta para a cozinha.
- Rapaz, voltei a respirar melhor, quando estou perto de menstruar meus peitos incham, agora estou melhor, ela falou como se fôssemos íntimos.
Claro que fiquei louco quando vi a cena, da conversa dela e nem tive tempo de pensar em disfarçar meu olhar dos bicos dos seios dela marcando a blusa fina que usava. Meu pau deu sinais de vida.
- Você se importa que eu fique assim?, SANDRA perguntou com naturalidade
- Assim como?
- Sem sutiã, isso incomoda você?
- Não, não, a senhora está em casa, na sua casa
- Você e não senhora, por favor, né, RAMON?
- Claro, SANDRA, entendi, falei desviando o olhar que insistia em ficar nos bicos dos peitos dela.
Quando olhei, a torneira estava virada para cima, como se alguém tivesse dado uma volta de 180º, apontava para cima.
- Acho que foi o meu mais velho e fiquei com medo de forçar para baixo e “tudo explodir”
Eu controlando meus pensamentos para o pau não subir, já gravando as cenas para a punheta de logo mais, resolvi o problema em um instante, nem problema era e perguntei a SANDRA se tinha outra coisa para eu verificar.
- Que menino danado, eu morrendo de medo de tocar na torneira, pensei que poderia estourar e vazar água pela casa, vem você e resolve em um segundo
- Besteira, SANDRA. Quer que eu veja algo mais aqui dentro?, perguntei de novo, porque já queria ir para casa bater a punheta pelos peitos dela
- Você pode resolver, só não sei se quer resolver
- O que é? Me diga para eu saber se posso ou não
- Você já está olhando para o problema, eu notei, ela falou isso com cara de safada e aí, mesmo um abestalhado e inexperiente como eu, percebi do que se tratava
- É para apertar?
- Pode ser, mas se começar dando beijinhos fica melhor
SANDRA veio para cima e trocamos um beijo. Meu pau já estava duro. Ela tomou a frente mas eu não me fiz de rogado e meti a mão na bunda dela, levantei a blusa e chupei e beijei aqueles peitos. No meu olhar juvenil, estranhei porque não eram tão duros quanto eu tinha visto os de umas meninas, mas mesmo assim eram lindos, quentes, ela cheirosa, uma maravilha. O que estranhei mesmo – e nem liguei ah ah ah – foi que a barriga dela apesar de não ser grande, pelo contrário, bem normal, tinha umas marcas (hoje sei que deveriam ser estrias bem pronunciadas). Nada que me impedisse de aproveitar aquele momento. “Gostoso, só não podemos demorar muito, se bem que já estou molhadinha”, ela falou enquanto se esfregava em mim. Ela me puxou pela mão e fomos para o quarto do casal, onde ela já foi tirando a roupa e eu fiz o mesmo, já estourando de tesão por aquela mulher. “Vem chupar meu peitinho, vem. Você me acha bonita?”. “Linda, linda, linda” eu disse e era verdade. A buceta dela tinha pentelhos bem aparados, eu fui chupando os seios e meti a mão na xoxota dela, já molhada mesmo, tanto que a calcinha ficou molhada. Fui descendo para chupar a buceta de SANDRA e ela, rindo, me disse que ia pedir para eu fazer isso.
O cheiro era mais impactante do que as duas bucetas que eu tinha lambido antes, o que para mim foi maravilhoso porque adorei o cheiro e o sabor de lá. Chupei como um cachorro tomando leite e SANDRA gozou logo. Eu nunca tinha visto uma mulher gozar de verdade e provei o líquido do gozo. Um cheiro marcante. “Vem”, ela me puxou e eu montei nela e mais que começar a trepar com ela eu me apaixonei por SANDRA. Aquilo nem era muito melhor do que eu tinha me imaginado com uma atriz famosa nas minhas punhetas. SANDRA era linda, cheirosa, buceta molhada e quente, eu estava dentro dela... um sonho que me fez gozar muito. SANDRA me abraçou e ficamos assim por uns bons minutos.
A partir de então ficou difícil eu olhar para uma menina, até para bater punheta vendo as revistas de putaria, porque eu só queria SANDRA. Eu fazia todos os esforços, corria todos os perigos, só para estar com ela. SANDRA também, hoje eu vejo que fui um amor juvenil dela, mas no sentido de que ela queria ter tido quando era adolescente e só foi ter já casada, com dois filhos e com mais de 30 anos de idade. Um risco enorme por que passamos, seria um escândalo, sei lá o que o marido dela faria se descobrisse; aliás, eu tinha um ciúme enorme quando via “o cara da Aeronáutica”, tinha raiva dele, eu era apaixonado pela esposa dele, ela por mim e ele só atrapalhava.
Eu e SANDRA começamos a dar “bandeira”, afrouxar nos nossos segredos, eu demorava mais na casa dela, uma vez nos encontramos na cidade por pura eventualidade, nada combinado, e andamos de mãos dadas como um casal de namorados (quem via dizia “como a mãe daquele menino é nova!”), fomos lanchar juntos e aproveitamos duas oportunidades para trocarmos um beijo no meio da rua. Meu amor só crescia, já me via criando meus enteados, juro.
No sexo, então, experimentamos de tudo, até a bunda ela me dava, o que não fazia para o marido. Transávamos até com ela menstruada, o que ela nunca quis antes de mim. Eu me tornei um homem com ela, ela era ainda uma criança, casou-se aos 17 anos com o primeiro e único namorado. E SANDRA adorava ser puta na cama, curtia ser chamada de puta, eu puxar os cabelos dela (tomava cuidado para não deixar marcas no corpo), levar “tapa de pica” na cara, e até raspar e aparar os pentelhos dela eu aprendi. Ela adorava quando eu ia dar banho nela embaixo do chuveiro e várias vezes gozou comigo passando ou tirando sabonete. Amor e tesão até nas pequenas coisas.
SANDRA me confessou que uma vizinha dela tinha ido falar com ela sobre o nosso relacionamento, que estava muito na cara, as pessoas já comentavam. Meus amigos nada falavam, tão desligados quanto eu por certo, porém a “fofoca” já existia entre os adultos. Ficamos apavorados e voltamos por um tempo a nos conter mais, o que já estava sendo superado quando, um dia, eu vou na casa dela e encontro SANDRA aos prantos, chorando muito.
- O que foi, meu amor?, perguntei com ela me abraçando
- Vou morar no Rio Grande do Norte, fomos transferidos
- Como assim?
O marido dela foi removido para outro Estado e obviamente a família iria se mudar para lá. Meu mundo caiu. O ímpeto de SANDRA chutar o pau da barraca e se separar não demorou muito, foi o tempo de percebermos que ela não tinha emprego, tinha dois filhos pequenos e eu era mais para filho pequeno dela do que para marido trabalhador. Quem não sabia ficou sabendo, porque nesses 40 dias entre a notícia e a mudança de SANDRA aproveitamos todos os dias, principalmente quando ele foi na frente para preparar tudo e só voltou 3 dias antes da viagem definitiva para a nova sede do trabalho. Eu e SANDRA fomos até para o cinema juntos, como namorados (sem muito pega-pega na rua para não horrorizar as pessoas) e lá dentro foi o melhor filme da minha vida, que mal assisti porque passamos a sessão namorando e chorando.
SANDRA foi embora com a minha promessa de ir visitá-la em breve; ela disse que ia manter contato. Duas promessas jamais cumpridas, a separação foi definitiva, o que não me impediu de sofrer muito com o fim do meu relacionamento. Mesmo quando voltei à ativa e ir atrás de meninas, com muito mais cancha, passei muito tempo comparando todas as mulheres com SANDRA.
Eu batia punheta pensando em SANDRA, não trepando, mas fazendo amor com ela, com os beijos dela. Amor de deixar marcas, que voou alto mas acabou para sempre “por um acidente não aéreo”.
Um dia em que eu estava bem triste e com saudades de SANDRA, já sabendo que nada nos juntaria de novo, abri para um grande amigo meu sobre o ocorrido. Ele me disse que já sabia (por conta dos últimos 40 dias que falei acima, que foi porra-louquice mesmo) e que ninguém da turma comentou porque os pais deles diziam que eu poderia morrer assassinado se a conversa se espalhasse.
- Eu ser morto?, perguntei
- Sim, o marido dela tinha arma. Papai me disse que eu não deveria comentar nada, não me meter nessa bronca.
Percebi que, ainda que ingenuamente, tinha bons amigos. A fofoca correu, todos souberam mas ninguém tirou onda.
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