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Herança do Estábulo Descobri que meu filho tem tesão em cavalo

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Grok_o_perv

Descobri que meu filho adolescente está se exibindo para homens na internet e fantasiando com vídeos de zoofilia. Agora o papai também vai querer participar.

Eu tenho trinta e cinco anos. Corpo de quem treina sério: peito largo, ombros pesados, braços grossos, barriga chapada, pele branca marcada por alguns pelos escuros no peito e na linha que descia até a cueca. Pau grosso, veias saltadas, saco pesado. Sempre gozei muito. Jatos longos, quentes, que sujavam a mão inteira e ainda pingavam depois.

Meu filho acabara de completar catorze. Passou o fim de semana em casa. Na sexta à noite saiu com os amigos e deixou o notebook aberto na mesa da sala, tela ainda acesa, carregador plugado na parede. Entrei só para pegar uma cerveja e vi.

A primeira página era um site de vídeos. Na capa, um homem ajoelhado na palha de um estábulo, boca aberta, esperando o membro enorme e rosado de um cavalo. Outra aba mostrava pastas baixadas. Nomes sem nenhum pudor. Havia também o aplicativo de mensagens aberto. Vários grupos. Em todos a mesma obsessão: cavalo e novinho. Fotos de garanhões, vídeos de homens sozinhos engolindo até o fundo, conversas longas sobre o cheiro, o gosto, a quantidade absurda de porra.

Cliquei sem pensar.

Lá estavam os vídeos dele.

Meu filho na câmera do quarto. Luz baixa do monitor. Camiseta larga, sem nada por baixo. Corpo ainda pouco desenvolvido: ombros estreitos, peito liso, quase sem pelos. Um fiozinho ralo descia do umbigo até a virilha. A mão fina segurava o pau. Fino, pele clara, glande rosada, veias quase invisíveis. Ele masturbava devagar, olhando para a lente com aquela expressão de vergonha e tesão misturados. Na janela ao lado, um homem só conversava com ele. Elogiava a aparência de novinho, o pau delicado, o jeito que ele gozava pouco.

“Parece criança ainda...”, escrevia o cara. “Esse corpinho liso… esse pau fino… nem goza, né? Adoro.”

Meu filho respondia com áudios baixos, voz ainda adolescente. Dizia que queria um dia fazer de verdade. Que queria ajoelhar na palha e sentir o cavalo inteiro. O homem mandava um vídeo: ele sozinho no estábulo, de joelhos, engolindo o membro do animal até a garganta, engasgando, cuspindo saliva grossa enquanto o cavalo empurrava. Meu filho gemeu baixinho, acelerou a mão e gozou. Pouco. Uns jatos fracos que escorreram pelos dedos e pingaram na camiseta. Mostrou a mão suja para a câmera, passou a língua e sorriu. O homem do outro lado enlouqueceu de tesão.

Fiquei duro na hora. O jeans apertou de um jeito dolorido. Sentei na poltrona com o notebook no colo e abri mais arquivos.

Tinha gravações antigas. Em uma ele estava de quatro na cama, celular apoiado na cômoda, enfiando um dedo no cu enquanto assistia outro vídeo de um homem sozinho com um cavalo. Em outra chupava um brinquedo comum e fechava os olhos, gemendo como se fosse o animal. Em todas o corpo dele aparecia do mesmo jeito: poucos pelos, saco quase liso, pau daquele tamanho que os homens dos grupos chamavam de “pinto de menino”. Ele mandava essas gravações nos grupos. Mandava fotos também. Foto do pau duro segurado pela base. Foto da bunda aberta. Foto do peito liso com a camiseta levantada. E os homens fantasiavam sem freio.

“Queria te ver de joelhos na frente do meu garanhão.”
“Com esse corpinho de novinho ia engolir fácil.”
“Goza pouco, né? Ia ficar lindo com a boca cheia da porra dele escorrendo.”
“Te levo no sítio um dia. Tu só tira a roupa e ajoelha.”

Ele respondia com mais fotos, mais vídeos curtos, mais áudios baixos prometendo que um dia ia fazer. Dizia que a namorada não sabia de nada. Que na rua era o namorado hétero certinho, mas sozinho se tocava toda noite pensando nisso. Os homens pediam mais. Ele mandava.

Passei mais de uma hora vendo tudo. Meu pau latejava dentro da calça. Abri o zíper, tirei ele para fora. Grosso, pesado, já molhado na ponta. Enquanto o vídeo do meu filho se tocando rodava, comecei a bater. Devagar no começo. A mão subia e descia no meu tamanho, o contraste gritante com o pau fino dele na tela. Imaginava ele ali, na minha frente, do mesmo jeito: corpo quase sem pelos, peito liso, mão fina no pau delicado, gozando aqueles filetes curtos enquanto eu gozava muito por cima. A ideia de que ele era exatamente como eu tinha sido — vida normal por fora, namoradinha gostosa, e por dentro um pervertido que se molhava com o cheiro de estábulo — me deixou quase no limite.

Continuei rolando as conversas. Em um grupo ele tinha mandado um vídeo mais longo. Deitado de costas, pernas abertas, dois dedos no cu, a tela do celular ao lado mostrando um homem sozinho engolindo um cavalo até o fundo. Meu filho gemia baixo, repetindo que queria aquilo, que queria levar tudo. No momento em que gozava, a câmera captava o pouco que saía: um fio fino escorrendo pela base do pau e molhando os pelos ralos da virilha. Os homens do grupo pediam para ele gravar de novo. Ele prometia.

Bati mais rápido. O barulho molhado da minha mão enchia a sala silenciosa. Pensava no sítio onde eu mesmo tinha sido iniciado anos atrás. O caseiro me levando para o curral, me ajoelhando na palha, segurando minha cabeça enquanto o cavalo empurrava. O gosto forte, o cheiro, a quantidade absurda que descia pela garganta. E agora meu filho, adolescente, corpo ainda de menino, estava no mesmo caminho. Sozinho, escondido, se oferecendo em vídeos para desconhecidos que fantasiavam em colocá-lo na frente de um animal de verdade.

Gozei forte. Jatos longos, quentes, sujando a própria mão e a barra da camisa. Continuei apertando até o último filete escorrer. Respirei fundo, limpei como pude e voltei para o notebook.

Fechei todas as abas com cuidado. Deixei o aparelho exatamente como estava. Ele não podia saber que eu tinha visto.

Fui para o meu quarto ainda com o pau semi-duro, latejando. Peguei o celular. Entrei no site de uma loja especializada. Pesquisei por brinquedos realistas em formato de membro de cavalo. Apareceram vários. Escolhi um de silicone macio, veias bem marcadas, cabeça grande e rosada, tamanho de um garanhão médio. Base larga para ficar firme. Cor escura com detalhes rosados. Comprei também um lubrificante grosso, daqueles que seguram bem e não ressecam.

No campo de observação escrevi apenas “presente”. Endereço de entrega: minha casa. Pagamento confirmado. A tela mostrou a mensagem de sucesso.

Guardei o celular. Deitei na cama no escuro. A imagem do meu filho na câmera não saía da cabeça — o corpo liso, o pau fino na mão, o jeito que ele gozava pouco enquanto homens desconhecidos fantasiavam em colocá-lo de joelhos na frente de um cavalo. E eu, do outro lado, já com o brinquedo a caminho. Um dildo grosso, realista, comprado sem ele saber, esperando o momento certo.

Ainda não ia falar nada. Ainda não ia mostrar que eu sabia. Ia deixar o pacote chegar. Ia deixar ele continuar se tocando sozinho, mandando fotos e vídeos, achando que o segredo era só dele. E eu ia ficar aqui, com o pau pesado toda vez que lembrasse das gravações, sabendo exatamente o que ele queria e o que eu ia colocar na mão dele em breve.

O fim de semana ainda não tinha acabado. Ele ia voltar no dia seguinte. Eu ia fingir normalidade. Ia perguntar da namorada, do passeio com os amigos, se tinha se divertido. E por baixo da calça o pau ia ficar duro, lembrando do volume a caminho e do corpo quase sem pelos do meu filho gozando pouco na câmera para estranhos que só falavam de cavalo e de novinho.

A descoberta tinha sido só o começo. O resto eu ia guardar comigo por enquanto.

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