#Teen #Traições #Voyeur

Comendo o Cu da Cunhada Bêbada

1.6k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
BunnyContos

As minhas mãozinhas delicadas levantando a barra da saia do meu vestidinho. As unhas cor de rosa feitas no salão, arranhando as minhas coxas. A carinha de bêbada com os olhinhos fechados, dançando no meio da festa.

Com uma sandália de salto, me deixando menos baixinha e mais empinada. Meus cabelos loiros presos numa trancinha. Me dando ar de safada e inocente ao mesmo tempo.

Uma garrafinha de smirnoff na mão e um sorrisinho de ninfeta sapeca no rosto. Dando sentadas no ar, com as pernas semi abertas e a minha cacinha aparecendo.

1,55 de altura, vinte e poucos anos, as coxas grossas de academia e uma raba de 98 de quadril apertada naquele vestidinho preto brilhante. A sua cunhadinha rebolando igual uma cachorra na sua frente.

Você me olhando com cara de tarado e pensamentos maldosos. Eu sorria pra você e rebolava mais um pouco. Subindo e descendo até o chão. Agachada com as pernas abertas de frente pra você.

A luz da festa piscando em cima de mim, deixava a minha calcinha aparecendo na transparência do meu vestidinho. Um micro fio dental todo enterrado no meu rabo.

Virando de costas, empinadinha na sua direção. Com as mãozinhas no joelho, parecendo uma vagabunda, dando sentadinhas no funk com a raba na sua cara.

Olá, sou a Bunny. Cunhadinha bêbada, escritora de contos e viciada em provocar. Vou contar pra vocês como terminei gemendo na pica, escondida na escada de incêndio.

Fiz um telegram pros leitores @bunnycontos e vou postar dançando com esse vestidinho preto brilhante.  Pra vocês entenderem melhor a transparência, a minha calcinha aparecendo e a carinha de safada rebolando na festa.

Também tenho levando rola na escada, mas a gente já vai chegar nessa parte da história rsss... Quem quiser, pode me pedir no meu telegram ou no email [email protected]

A cunhadinha das trancinhas loiras toda soltinha na festa. Rebolando a raba pros safados em volta. Gostando de me sentir uma piranha. Gostando de provocar. Sabendo que você não parava de me olhar.

POC POC POC dos meus saltinhos batendo no chão a cada rebolada. As minhas trancinhas saltitando nos meus ombros e os meus peitinhos siliconados chacoalhando dentro do meu decote.

Sem soutien... Com os biquinhos marcando no vestido. Me dando ainda mais ar de cachorra vulgar.

Rebolando de costas pra você. Até que eu senti as suas mãos me segurando pela cintura. Uma de cada lado. Dançando coladinho nas minhas costas. Me abraçando como se fosse meu namorado.

Eu nem liguei. Só rebolava mais safada, esfregando a raba no seu pau. Um volume duro e grosso sarrando na cunhadinha piranha. O meu vestidinho curtinho subia mais a cada rebolada.

Metade do meu rabo de fora e o seu cacete roçando gostoso. A gente já tinha perdido qualquer formalidade e apenas nos entregamos aos nossos instintos.

Me equilibrando no meu salto e roçando na sua pica. Tarada e manhosa. Levantando a garrafinha pro alto, dando gritinhos de piranhazinha bêbada.

Completamente encaixada no seu abraço. Sentindo sua respiração e os seus beijos no meu pescoço. Sentindo a sua encoxada com vontade, deslizando a pica de um lado pro outro.

Eu me tremia toda. Ficava arrepiada e suspirando manhosa. Dando mais um golinho na garrafa pra tomar coragem no que a gente tava fazendo.

- Ainnnnnnn.... Hunnnnnnnnnff..... Safááádooonnnnnnnn,,,,
- Gostosa....!!!

Você enchia a boca pra me chamar assim. Me segurando pelos pulsos. Pegando na minha mãozinha e me puxando pra um lugar escondida.

Na escada de incêndio do prédio. Tudo escuro e sem ninguém por perto. O barulho da música alta vindo da festa. As suas mãos deslizando e alisando as minhas pernas.

Apertando a parte interna das minhas coxas e subindo poe dentro do meu vestido curtinho. Eu me tremia de novo...

- Ainnnnnnnnhêêêêêênnnnnnnnnnnnnnn....

Me virando de costas pra você. Com as minhas mãozinhas espalmadas na parede e a bundinha empinada na sua cara. Alguns degraus mais alta, pra você me olhar de baixo pra cima.

PLAFT!!!

Me dando um tapa de tarado na minha bunda. Apertando meu rabo com vontade. E voltando a me chamar de gostosa.

- Gostosa da bunda grande!!!

O meu sorrisinho de safada adorando o seu elogio...

Empinada, quase que de 4 na escada. Com o silêncio da madrugada, deixando cada barulho mais alto fazendo eco ali na escada. Sozinhos, tarados e se agarrando sem pensar. O cu da cunhadinha bêbada ia aguentar piroca mais uma vez...

As minhas pernas abertas, a sua mão na minha cintura. Uma de cada lado. Entrando por baixo do meu vestidinho preto. Segurando as laterais da minha calcinha e arriando ela de uma vez. Descendo se enrolando pelas minhas coxas.

Toda empinadinha na escada, quase que de 4, com a minha calcinha esticada igual um elástico nos meus joelhos. E você atrás de mim, abrindo o ziper da calça. Na pressa e na pressão. A cunhadinha bêbada e você tarado.

O meu bundão empinado na sua frente. As marquinhas de biquini brilhando de tão fortes. O meu vestidinho preto ficava ainda mais transparente na luz da escada. Me empinando, olhando pra trás e abrindo a bucetinha na sua frente.

Eu te dei o meu telefone pra você me filmar...

A cunhadinha cavala das coxas grossas e vestidinho curtinho. Nos degraus de cima, com a bunda na altura do seu rosto. Abrindo a raba com as mãos, pra você filmar a minha xaninha de ninfeta safada. Abrindo e mostrando ela na sua cara.

Toda apertadinha, rosinha e babada de tesão. Você me olhando de baixo pra cima, nos degraus de baixo. Me filmando com o meu telefoninho. Pra guardar de recordação e pra eu poder provocar os meus leitores safados.

A sua mão alisando e apertando o meu rabo. A sua cara de tarado me olhando parecendo um tigre querendo me devorar.

PLAFT!!!!

Um tapa sacana na minha bunda. Toda empinadinha assim, você não resistiu rs...

PLAFT!!!

Mais um só pra me fazer voltar a olhar pra frente. Encaixando a cabeça do seu pau na xotinha da namoradinha do seu irmão. Isso tudo, só deixava as coisas mais sacanas ainda. O corno não me dá atenção, então você me comia no lugar dele...

Na escada de incêndio. Debruçadinha nos degraus. Com a calcinha arriada e o meu vestidinho todo levantado. As marquinhas de fio dental, a minha trancinha loira pulando no ar a cada tranco que você me dava.

POC POC POC POC POC das suas bolas fazendo eco a cada pirocada que você cravava na cunhadinha piranha.

Me filmando e me fudendo. Cravando pica na bucetinha apertada da sua cunhadinha vagabunda. O meu rabo na sua frente, te dando toda a visão do bundão redondo e carnudo que o corno trocava pelo trabalho.

POC POC POC POC POC das suas bolas batendo a cada socada que você me dava por trás.

O silêncio da madrugada. O eco da escada. O vídeo que você gravava pegou bem o barulho das bolas explodindo na minha bunda. Os meus gemidinhos manhosa. As suas cravadas com força e com tesão. Os trancos me jogando pra frente.

E o meu telefoninho na sua mão, registrando tudo isso.

O decote nas costas do meu vestido, te dando toda a visão das marquinhas de biquini no meu top. Os meus peitos chacoalhando no ar a cada pirocada. A minha trancinha pulando no meu ombro a cada socada que eu levava.

A sua mão apertando a minha bunda e a minha cinturinha. A outra segurando o telefone pra me filmar. Gemendo manhosa e pedindo pica. Jogando o meu corpo mais e mais inclinada pra frente. E deixando a minha bunda mais e mais empinada pro alto.

POC POC POC POC POC  das bolas me castigando.

Você tinha me sarrado na pista de dança. Agora tava me encoxando e me comendo na escada de incêndio. As minhas perninhas bambas sem força. A minha respiração ofegante e manhosa. A sua piroca me fodendo gostoso.

- Ainnnnnnn Ainnnnnn caralhoooooonnnn...
- Gostosa! Rabuda!
- Ainnn me fóóódiiiiinnnnnnn... Me fóóódi com fooorçaaaaaaaaannnnn!!!

Eu pedia e você socava!

Uma rapidinha, mas intensa na escada de incêndio. Me encaralhando gostoso por trás. O corno ocupado com trabalho e você metendo pica na namoradinha vadia do seu irmão. Toda cavala, toda arreganhada de pernas abertas.

Levando rola e gemendo manhosa. Aguentando tarada e gozando no seu pau. Eu gozei empinadinha sentindo o seu caralho alargando a minha bucetinha apertadinha. Ofegante, manhosa e com a trancinha saltitando nas minhas costas.

Você gozou me xingando e me dando tapas na bunda.

A gente ficou uns 30 segundos recuperando o fôlego, antes de ir embora dali. A gente precisava fugir, antes de sermos pegos no flagra. E eu precisava escrever esse conto pra vocês...

Um beijo pros leitores safados. E quem quiser deixar um alô, ver as dancinhas com o vestidinho preto curtinho ou levando pica na escada. Só mandar mensagem nos meus conatos.

telegram @bunnycontos
ou email [email protected]

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos