#Bissexual #Gay #Teen #Virgem

Era só para assistir, mas...

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Alberto

Durante a adolescência eu estudava em uma escrivaninha voltada para a janela de meu quarto que dava de frente para outro prédio, eu morava no terceiro andar e com a cabeça na janela, um via todo o interior do quarto do apartamento do prédio ao lado. Em uma daquelas tarde de estudo dei uma parada, levantei e coloquei os cotovelos no parapeito olhando para baixo vi a cena que jamais sairá da minha mente um rapaz magrinho como eu ajoelhado no chão do quarto chupando uma rola enorme e grosso de um quarentão de corpo atlético que estava de pé ao lado da cama. O rapaz chupava aquele cacete com tanto gosto que me excitou na hora, tirei meu pau e passei a executar uma punheta nervosa vendo a baba do rapaz escorrer por aquela tremenda caceta, já quase para gozar vi quando Gil o quarentão dobrou o pescoço com aquela cara de tesudo e viu ali, dei uma parada, mas o macho parece não ter ligado, pois levantou o corpo de rapaz magrinho, o colocou de quatro na cama, encostou o posto nas nádegas branquinhas do passivo e puxou, vi quando o empalado contorceu o corpo e levou a mão para trás para evitar o arrombamento, mas foi inútil, o dono do apartamento carcou o ferro fundo, aquele desespero do jovem me proporcionou uma gozada fantástica. Corri até o banheiro de casa, peguei o rolo de papel higiênico e enquanto me limpava tive tempo ainda de ver o comedor dar a mangueira para o comido limpar com a boca, nossa, a caceta era linda, mesmo de onde eu estava, podia distinguir aquelas veia grossa, cabeça que parecia um morango gigante, nem nos filmes eu tinha visto nada parecido e o safado do Gil ainda balançou aquele pai para eu ver. Naquela noite bati uma outra punheta gostosa lembrando dos movimentos do quadril do vitima e da pica do comedor. Passaram uns três ou quatro dias, em uma sábado ensolarado, resolvi tomar um banho de mar e atravessei a avenida e fiquei mergulhando ali em frente do meu prédio mesmo. Aproveitei uma onda e quando paro já no rasinho levanto a cabeça e vejo a dupla de fodedores bem perto de mim e Gil fala para o Marquinho: "Foi ele que nos viu". Marquinhos olhou para minha sunga e disse: "Quer ver de novo? Fiquei excitado quando soube que tínhamos tido plateia". Não respondi nada, apenas sorri e Marquinho continuou: "No fim da tarde estaremos lá fazendo gostoso e você pode assistir de pertinho". Louco para ver tudo novamente não dei resposta. Por volta das dezesseis horas fui para a canela e não demorou para Marquinhos encostar na janela do apartamento de Gil fazer sinal com a mão para mim e fechar a cortina. Entendi que se eu quisesse ver, teria que ir lá. Desci as escadas do meu prédio correndo e subi a do prédio do Gil da mesma forma, toquei a campainha e fui atendido por Gil que me atendeu enrolado em uma toalha, entrei e me certifiquei que cortina continuava fechada, logo Gil apareceu também trajando só uma toalha, sentou na cama e me apontou uma cadeira, Marquinhos estava animado mesmo com minha presença, tanto que fez uma dancinha com direito a charminho para tirar a toalha atada a sua cintura, só então vi que ele também tinha uma piroca longa, mas fininha, nada comparada a rola de Gil que era um exagero. Gil já sem toalha pediu para eu tirar a camiseta e a bermuda para não destoar do grupo, o que fiz já de pau duro. Marquinhos começou mordiscando os mamilos de Gil e pude ver a cobra ganhar vida atingindo uma ereção total. Marquinhos agarrou no pescoço de Gil que continuava sentado na cama, abril as pernas inicialmente apoiando-as na cama e Gil dirigiu a cabeçuda para o meio das pernas do passivo que foi descendo devagarinho gemendo e fazendo caras e boca incrivelmente aquele cu magrinho engoliu toda aquela piroca gigante e Marquinho passou a quicar no colo do macho, entrando em transe em pouco tempo emitindo o som de que estava gozando sem por a mão no pau. Marquinhos deu uma paradinha e levantou deixando a vara de seu comedor húmida. Marquinho se aproximou de mim e ao ver meu cajado ereto ajoelhou na minha frente e sem pedir permissão abocanhou, engolindo tudo como se não fosse dezoito centímetros com grossura média e me puxou pela mão fazendo-me sentar na cama ajoelhou com na ponta da cama e disse para Gil e disse: "Mete gostoso". Senti os dedos de Marquinhos apertarem minha perna na tentativa de aguentar aquele torpedo que lhe penetrava e passou a gemer deliciosamente e Marquinho com desesperada falou olhando para mim: "Vai lá atrás ajudar ele com a pontaria". Não entendi bem mas fui e percebi que Gil segura as nádegas de Marquinho abertas e sua rola balançava de um lado para o outro, foi quando tudo mudou, Gil falou: "Pega nela e aponta para o cu dele que eu vou por e tirar do jeito que ele gosta". Empolgado, não pensei, segurei firme naquele pirocão com a mão direita e direcionei a cabeçorra para o alvo, enquanto me masturbava com a esquerda e uma reação que eu não esperava ter, senti um prazer diferente em estar segurando na pica alheia e me arrepiei ao ver a primeira enterrada ouvindo o "hummm" que Marquinho produziu, em seguida Gil puxa tudo para fora, instintivamente fiz rápidos movimentos de masturbação no pau de Gil e acompanhei a outra enterrada ouvindo o mesmo som erótico. E assim foram várias enterrada e cada uma delas eu mais gostava de masturbar o caralhão e com uma mão presa entre os dois, quando Gil segurou firme lá no fundo, gozei com a punheta que eu executava com a outra mão para mim mesmo. Gil tirou o cacete de dentro do Marquinho ainda pingando porra e minha boca encheu de saliva, Gil percebeu e perguntou: "Quer limpar?". Não perdi a oportunidade, peguei uma toalhinha que estava ao lado de Marquinho e usando as duas mãos limpei delicadamente aquela espada e só percebi que Marquinho estava alisando minha bunda quando meu cu piscou, nossa, eu estava vivendo aquele momento tesudo em toda sua plenitude e com muito prazer não me opus quando Gil puxou minha cabeça em direção a seu mamilo e eu mamei nele, sentindo que marquinho esfregava no meu rego aquela pica fina, minha respiração estava difícil e meu pau já estava completamente duro novamente. Gil sentou na cama e puxou minha cabeça para sua virilha e louco de tesão abocanhei a primeira piroca do minha vida enquanto tomava chibatada no rogo da pica fina de Marquinho e quando eu estava empolgado fazendo minha primeira chupeta do pau gigante, senti a dor da primeira penetração no meu anal. Marquinhos segurava firme minha anca e empurrava firme sua piroca que ia abrindo caminho no meu canal anal. Recebi primeiro a esporrada na boca e logo em seguida no fundo do cu. Percebendo naquele instante que em breve seria completamente arrombado por Gil.

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