Dois lados da mesma moeda
Hoje venho relembrar junto com vocês meu polêmico aniversário de 15 anos, aonde causei discórdia entre amigas, comecei a noite sendo predador e terminei sendo a presa sendo uma das últimas experiências ambivalentes. Para não ter delongas como nos contos anteriores, sugiro aos interessados no contexto geral que cliquem no nome de autor e fiquem a vontade para viver um pouco de minha juventude comigo.
E havia chegado o dia do meu aniversário do ano mais marcante da minha vida dando início a um novo ciclo, e como morávamos em condomínio cheio de regras, minha mãe fez a festa em um local da cidade que alugava o espaço para eventos , Espaço Divinity o nome na época, hoje é a mansão de um médico o local. Eu havia tido um episódio recente onde eu e Tati uma nega cavala e ousada tivemos a também ousadia de transarmos na frente de todos nossos amigos em uma cachoeira que fomos, e eu ficava com a melhor amiga dela antes desse bolo doido que arrumamos, e esse dia do meu niver até causei atrito nessa amizade outra vez, meio que sem querer. Eu e Tati combinamos de esquecer o que rolou, e manter só a amizade, que ela não queria perder amizade com a sua amiga de infância por conta de homem.
E não tocamos mais no assunto desde então, lembro que convidei vários amigos do antigo colégio e familiares de alguns, Lucas foi junto com o Irmão uns amigos e a cunhada, Jamile minha melhor amiga na época não podia faltar, Camila que era o rolo citado acima, e seus pais, deve ter dado umas 60 pessoas por aí no máximo contando a família e todos. Lembro que não via Lucas desde um episódio complicado em nossa amizade, mas foi legal conversamos bom tempo já que foram os primeiros a chegar, depois foram chegando convidados, família , os amigos mais próximos e tive que rodar e dar atenção a todos.
Quando percebo uma movimentação atraindo olhares de toda rapaziada, e comentários de diversas pessoas de coisas como:
-Caralho que nega gostosa, quem é essa? Olha as pernas da menina doido, apaixonei! Que cabelão mané!
E quando olhei pra ver quem era a pessoa me deparo com Tati com um vestido branco justo na altura do joelho meio aberto na lateral da saia expondo parcialmente uma das coxas, e só aquelas tiras longas em cada peito se unindo a parte de baixo, as costas eram discretas e fechadas pelomenos, a frente ao contrário deixando aqueles peitos enormes quase a mostra e mostrando seu piercing no umbigo brilhante destacando em sua pele negra da cor do pecado, toda maquiada com sombra preta e aquele tracinho prolongado no olho que ela só fazia em festas, ela conseguiu ofuscar a mulherada tudo da festa, lógico que fui até ela igual cachorrinho na mesma hora, ela me abraçou, beijou e mordeu como sempre, entregou meu presente me deu parabéns, e levei ela até a mesa que tinha separado para o pessoal da escola com mais lugares, depois foi chegando Jamile, Camila e o namorado, seus pais, Amanda e vários conhecidos da escola e alguns deles estiveram presentes no dia que eu e Tati demos um showzinho ao vivo.
As primeiras horas não pude dar tanta atenção a ninguém, sempre chegava alguém e queriam fotos já que eu era o aniversariante do dia, e eu só conseguia quase comer a Tati com os olhos a distância, eu já estava me imaginando subindo aquele vestido e agarrando ela, mas a Camila não parava de olhar pra gente toda vez que eu chegava perto da Tati, mesmo assim não perdia a oportunidade e ficava dizendo baixo que ela estava gostosa, que ia agarrar ela a qualquer momento, que ela estava divina, que a raba dela estava me chamando naquele vestido, e era um tecido grosso e brilhoso, não ficava transparente não, mas ela só ficava dando aqueles sorrisos cínicos e respondia mas cheia de charme:
- Para garoto! agora que eu e minha amiga voltamos a nos falar , não cria problemas, sai de perto de mim, nem vem, e tenho medo de você . Acha que eu esqueci né. Taradinho!
Lembro que eu tentei beijar ela umas duas vezes nos cantos longe dos olhares alheios mas ela escapava e me dava tapas nos ombros fugindo, eu havia ganhado uma garrafa de big Apple maça verde do meu pai que tinha pedido de presente, eu adorava aquilo, e minha mãe deixou eu beber com o amigos ali e de início só estava eu , Tati e Camila bebendo com gelo, mas suave só bicadinhas mesmo, e tinha drinks, vinho, refrigerantes comida, mas eu sempre tive queda pela big Apple e nem gostava de bebidas em geral a não ser uma cachaça que era tradição de eu tomar com meu avô todo aniversário dele eu viajava pra roça dele no interior do Rio de Janeiro e tomava com ele uma garrafa e ele que fazia tinha uma de banana docinha que sempre me mandava uma garrafa quando fazia enviava por correio parecia licor mas virou história de coma alcoólico de muitos amigos meus gerando boas lembranças, algumas não muito dignas mais icônicas, até seu último dia de vida tivemos a oportunidade de tomar uma escondido dentro do hospital porque ele disse que não ia passar daquela noite e dito e feito acho que ele já sabia. Era bem específico meu gosto. eu já vinha de um vexame de um coma alcoólico nesse ano, fora as derrotas de alguns dos ali presentes, então geral mantendo a pose no sapatinho, mas com tempo aquele calor subindo e Tati já soltando suas reboladas magníficas e puxando o vestido pra baixo que ia subindo entre música ou outra na pista de dança, atraindo os olhares de todos homens presentes e até causando umas intrigas, já que ouve repressão de alguns maridos presentes no local, eu já nem conseguia disfarçar o olhar , pela primeira vez estava nem aí pra Camila, quando Tati deu uma sumida da minha vista, e lembro que fiquei cheio de pensamentos impuros e decidi ir atrás dela achando que estaria em algum canto para tirar umas casquinhas, mas ela havia sumido mesmo, lembro que sentei a mesa de Lucas e seus amigos, dei uma atenção a eles . Quando Lucas começa a falar :
-Aí mano quem era aquela nega de vestido, mina linda mano, o amigo aqui foi dar em cima dela ela deu maior fora nele !
Eu na hora o ego falou mais alto, foi a primeira vez que fui hétero tóxico alfa supremo, só pra tirar onda:
- Ela mesmo que eu estou caçando, ela é marrenta mas eu vou mostrar pra ela hoje, se ela não quiser por bem eu estrupo ela.
Lembro que foi aquela resenha, eles elogiando, até a namorada do irmão do Lucas falou que ela tinha uma presença chamativa, quando eles avistam e me mostram Tati indo na direção do banheiro sozinha sem ninguém ao redor, foi que nem ver lasanha fresca saindo do forno, deu até água na boca, e o banheiro era um pouco distante da área dos convidados, quase na divisa com o muro já , mas era bonito tinha umas palmeiras na entrada dos banheiros. E eu cheio do ego, até nisso em mim aquela menina mexia, falo pra Lucas:
- Aí mano tem uma camisinha aí!
Lucas: ooh rapa! Você vai fazer merda aí! já bebeu demais, senta aí. Quer ir preso no dia do seu aniversário, tá querendo levar pica na cadeia porra! Jack no xadrez vira a esposa da cela heim doidão!
Rimos ali e em seguida levantei e falei cheio do ego:
-Vai ser no pelo mesmo então, vou engravidar essa nega gostosa hoje! Foda- se!
Lógico que aquilo era só tirar onda, ou pelomenos era pra ser, quando envolvia Tati as coisas sempre saíram do controle tivemos só poucas ficadas mas todas inusitadas e totalmente aleatórias nunca tivemos, ou melhor, nunca nem pensamos na idéia de transar em uma cama , sempre festas ou ambientes impróprios, acho que essa era nossa química fogo de palha, só queimava em aventuras insanas, fui em direção ao banheiro quando eu estava chegando perto ela abriu a porta saindo e chegou assustar dizendo que não acreditava que eu tinha seguido ela, ela já sabia minhas intenções no olhar eu acho, ela foi tentando desviar e fui prensando ela na parede impedido ela de sair fechando a passagem com os braços e fui beijando o pescoço dela e fui no peito dela e dei aquela chupada discreta lateral pelo decote desmontando a nega toda , falou até mais manso:
-Deixa eu sair , para cara ! Minha amiga tá aqui ! E Se ela ver a gente ? Me deixa menino!
Ela conseguiu sair abaixando rápido por baixo do braço e quando ela deu quase um metro de distância agarrei o cabelo dela forte e puxei ela de volta, enquanto ela ficava falando que ia bagunçar o cabelo dela, que estava machucando, mas eu sei lá o que ela despertava em mim, foi fogo de palha mas foi a coisa mais intensa da minha vida, com ela era intenso mas não tinha sentimento, nunca ficamos duas vezes seguidas era sempre aleatório as vezes no intervalo de meses, e nunca falávamos nada depois era como se nunca aconteceu, sem piadinhas internas, sem deduções, nunca entendi bem o que rolava entre a gente, quando rolava era só love, mas depois nem falar sobre rolava, éramos muito amigos de contar tudo, tudo mesmo até revelei pra ela sobre Lucas e meu passado uma vez que estávamos desabafando, ela riu pediu detalhes, mas acho que nunca contou a ninguém. Mas voltando, dei uns tapas na cara dela de leve e aquela sarrada de pau meia bomba naquela bunda imensa apertada no vestido, depois virei ela de frente e abracei ela pela cintura e suspendi ela e fui levando para o banheiro, lembro até hoje ela fazendo carinha tipo de choro e me batendo dando soquinhos nas costas enquanto eu arrastava ela em direção ao banheiro e trancava a porta, lembro que ela foi o curto trajeto dizendo com a voz manhosa:
- Não, não, não! Oque você está fazendo cara! Me deixa sair pelo amor de Deus menino! Minha amiga vai me matar. Na boa!
Quando entramos fui beijar a boca dela ela virou o pescoço e disse que ia borrar a maquiagem e o batom, então só fui beijando aquele pescoço alisando aquelas coxas, quando soltei ela já fui guiando-a em direção a pia que era aquelas de estrutura de concreto e com móvel planejado fazendo as gavetas, o banheiro era muito bonito cheio de luzes temáticas e bem firme e na altura perfeita parecia feito para nós, apoiei ela quase sentada na beirada da pia, e fiquei sarrando em amassos entre suas pernas acariciando todo aquele corpo que estava ao meu alcance, até apertei as gordurinhas laterais que adorava apertar ela quando estávamos na escola juntos arrancando casquinhas, enquanto ela falava para eu parar e coisas do tipo, mas toda mole e manhosa e nem tentava se mover do lugar a sonsa. Puxei as alças do vestido de lado e expus aqueles peitões e comecei a abocanhar entre chupões e carícias alternado entre eles me esbaldando na fartura, levei as mãos pelas suas coxas e fui tateando subindo aproveitando para levantar seu vestido até a barriga deixando só a calcinha de renda dela exposta. Aquelas ancas, coxas grossas e bucetona gostosa mordendo a calcinha, de começo fiquei brincando com seus peitos colocava o rosto no meio deles e ficava esfregando eles na cara, e ela ficava rindo e me chamando de safado já nem fingia resistir a essa altura seus sorrisinhos cada vez mais safados.
Criei coragem e fui descendo beijando a barriga dela sentindo arrepiando os pelinhos do caminho da felicidade, só lembro dela falando distante já que a música rolava alta na festa:
-O que vai fazer garoto? Sai daí ! E se alguém vier no banheiro, vamos sair daqui!
Só ajeitei a calcinha branquinha fio dental de rendinha transparente na frente que mal cobria aquela delícia carnuda, e abocanhei com vontade aquela buceta, ela chegou suspirar, não ouvi mas percebi na contratação corporal que ela fez, estava cheirosinha de creme de pitanga minha mãe usava o mesmo creme nas pernas, até adormeceu a língua, eu botei em prática tudo que Camila havia me ensinado nesse dia, e o clitóris da Tati era fácil de achar , maior prexecão tinha até que dar aquela levantada no púbis com a mão pra conseguir chupar aquela pata de camelo sem me sufocar, em pouco tempo já estava com a cara toda lambuzada e sentindo a mãozinha dela na minha nuca, como eu me deliciava naquela buceta, linguadas de todas as formas, dava chupõezinhos leves as vezes, era gostoso aquele pré gozo que solta, outrora dava aquela chupada lá na vulva e vinha subindo sugando cada gota que aquela buceta lubrificava, lembro que teve um momento que cravou na memória, ao trocar de uma música pra outra e ficou aquele silêncio por poucos segundos, e ela deu uns gemidos altos, e levou a mão na boca para abafar, depois a outra música tocou, e já não ouvia mais nada, pouco tempo depois ela começou a esfregar descontrolada aquela buceta na minha cara rebolando feito louca e já conhecia esse desespero, Camila sempre ficava histérica assim quando eu chupava ela também, antes de ela gozar minha cara toda. Senti aquele cheirinho de goza feminina e gostinho adocicado e viscoso que só uma buceta gozada exala, e a Tati tinha um gosto forte e muito bom, lógico que suguei o que deu antes de Tati me puxar pra cima ofegante, eu sempre gostei de chupar então nunca queira parar. E até hoje adoro quando chupo uma buceta até a mina gozar se tremendo toda, e ficar fechando as pernas e me puxando desesperada é bom demais.
Só abri a calça e tirei a pica para fora, meu pau é média 15cm, as vezes mais quanto atinge o ápice, porque tinha vez que ficava maior cacetão, só que sempre falaram que é grossinho, mas a cabeça é roxa mesmo eu sendo branquelo e sei que machucava no começo, apesar de minha definição de grosso na época ser algo bem superior.
Tati: - Oque você está fazendo garoto?
Eu sei lá oque passou na minha cabeça, abri a calça social e só segurei o pau pela base que estava todo babando grudento e latejando de tesão, encaixei na entrada daquela buceta sentindo o calor intenso e empurrei dentro da buceta da Tati no pelo em segundos de forma certeira estava toda melada e inchada, entrou facinho sentindo aquele calor interno meladinho, ali eu senti porque dizem que as negras são mais quentes, e entendi que não era de fogo e sim temperatura interna que estavam falando, as pretinhas são muito quentes por dentro, a sensação feito água quente viscosa penetrar aquela garota, e ela era bem preparada porque foi a única que nunca agarrou pra entrar , fez cara de dor ou reclamou de machucar sem ser no cuzinho, aí ela reclamava, mas quando eu insistia ela sempre no fim topava me dar aquela raba.
Tati deu um gemido gostoso depois ficou me empurrando e disse:
Você é doido garoto põe uma camisinha pelomenos! Tira de dentro logo , eu não tomo remédio não!
Eu respondi que não tinha, e ela ficou pedindo pra eu parar tentando me empurrar, mas eu estava tão excitado e também com aquele fogo das goladas da big Apple, que só continuei fazendo aquele vai e vem segurando ela pra não sair e sentindo aquela buceta larga e quente deslizando facinho na minha rola , toda melada, tocando educação sentimental do kid Abelha deixando ainda mais inesquecível, eu beijava o pescoço e alisava as coxas depois apertando aquela bunda forte, adorava tatear o corpo dela quando estávamos sapecando era carnudo e macio, que a nega foi se deixando levar e só me abraçou apertado com o tempo, e começou a gemer no meu ouvido, sentia aqueles peitos contra meu corpo, pena que eu estava de terno impedindo de sentir aqueles biquinhos na pele.
Tati: -Você é doido, e eu mais ainda, se eu engravidar eu te mato garoto. NÃO GOZA DENTRO!
Eu já quase lá e ela falando no pé do meu ouvido, chegava fazer aquele barulho de ar lá dentro do meu ouvido de tão ofegante, ali acabou comigo, eu não ia segurar nem 30 segundos mais, desde o primeiro dia que ela me catou eu sempre queria gozar na boca dela, ela sugava engolindo só a cabeça até a última gota, era diferente dava uma dorzinha gostosinha demais só de lembrar arrepio todo, igual ela fazia com a força de sucção ninguém fez igual. E eu já sentindo a porra vindo disse a ela:
-Vai tomar leitinho, engolir tudinho? não é pra cuspir não !
Tati: - não gatinho! Hoje não e se cair no meu cabelo ou vestido! Outro dia eu deixo !
Eu louco nem aí pra nada:
- Então vou encher essa buceta de porra e segurei ela forte socando tudinho até sentir o fundo daquela nega pelo primeiro momento, ela ficou se debatendo, me empurrando mas eu era mais forte que ela e ela estava gostando que sei, e depois quando viu que eu não ia sair ela concordou mas que era pra por dentro da boca e não deixar cair porra nela. Eu dei mais algumas socadas e quando já estava no limite, sai rápido e já fui agarrando seu cabelo um pouco para trás e pondo ela de joelhos no chão do banheiro e pus o pau bem dentro da boca, e quando ela fechou a boca eu relaxei e deixei sair vindo até quentinha e grossa foi umas 3 jatadas bem fartas as perninhas chegaram a tremer mas rapidinho só no ápice ali mesmo, nada supera minha primeira vez com Camila que fiquei igual vara verde um tempão.
Tati sugando forte a cabeça da rola mesmo depois de eu gozar me deixando nas pontas do sapato contorcendo e ela foi engolindo tudinho pau saiu até seco nem escorreu nada, mas tirei da boca dela porque depois que gozava era bom mas com o tempo tipo que doía muito, mesmo sendo gostosa a sensação não dava pra segurar muito tempo, e ficou certinho marcado de batom vermelho na voltinha da minha pica.
Ela se levantou olhou com um sorriso safado depois fez cara de brava e foi se recompondo e se ajeitando olhando no espelho e eu também depois disse ela em tom sarcástico:
-Pronto garoto, satisfeito! Se minha amiga descobrir eu te mato, poxa! E se eu engravidar você que vai cuidar. Parece que é doido, está achando que é meu dono agora, pega a hora que quer?
E eu só respondi: - E você nem gostou né ?! acha que não ouvi seu gemidos . Sonsa ! Qualquer dia desse eu quero é comer essa raba outra vez e dei um tapa na bunda dela.
Ela respondeu que nunca mais dava o cu depois daquele dia na cachoeira, traumatizou e combinamos dela sair primeiro e eu esperar um tempo, lembro que quando ela foi saindo dei uma apertada na bunda dela e ela foi tipo correndo em pulinhos fugindo e se ajeitando o vestido que subiu na hora mandando eu sossegar que alguém ia ver , eu esperei um pouco e voltei para mesa de Lucas tinha até esquecido que tinha dito as coisas a eles antes, e Tati foi pra mesa que separei para a galera.
Lembro que ficou o Lucas e seu amigo que não recordo o nome, os garotos estavam mais impressionados que eu que estava ainda me recompondo quase em êxtase, ela mexia comigo, não era sentimento ela mexia nos meus instintos, com ela nem parecia eu, eu sempre fui tímido e quase sempre chegaram em mim por isso ou mandavam recado por alguém próximo eu raramente dei em cima de alguém na vida, mas por vergonha mesmo. As vezes eu queria mas travava. Mas Tati nunca tive ou senti vergonha com ela.
Lembro que eles ficaram falando me viram prendendo ela na parede, e puxando pelo cabelo e batendo e arrastando ela chorando para o banheiro que eu era doido, acho que como ela fingia chorro mas por conta da parada da Camila , quem viu entendeu outra coisa , e Lucas ficou falando que eu ia preso a cunhada dele estava até com cara de preocupada e eu no auge do machismo:
- Agora eu já amansei a fera, ela gostou, vai falar nada para ninguém não! Agora ela sabe que tem dono! Eu já tinha avisado ela que ia agarrar ela hoje.
Depois voltei pra perto do pessoal e já imaginam que não passamos batido, uma alma desgarrada que era amigo nosso acabou com o momento causando intriga no ambiente, ele era até o único gay assumido da escola eu acho na época:
-Gente ! Estranho, a Tati sumiu o aniversariante sumiu, a Tati apareceu com a roupa amassada e toda ofegante de olhos brilhantes, e o aniversariante também aparece pouco depois, com monte de batom vermelho no pescoço e logo no ouvidinho e todo amassado e que dobra é essa no seu vestido bem na cintura Nega safada, gente, você gostou de ser judiada né Nega? Apaixonou!
Eu e Tati acho que no impulso ali nem percebemos que ficou batom no meu pescoço e até um pouco na gola da camisa branca de dentro do terno não estava marca de boca mas manchas riscadas, eu limpei o pescoço com guardanapo com ajuda de Tati e tivemos a mesma reação olhamos um pro outro sério com cara de : "Fudeu" , em seguida olhando pra Camila que estava com uma cara de cu com câimbra pra gente e do lado do namorado. Em seguida ela pediu pra conversar com a Tati a sós fingindo só querer saber os detalhes e foi para um canto afastado as duas, não dava pra ouvir mas elas gesticulavam bastante depois voltaram e pouco depois Camila vai embora com seu namorado nem esperou o parabéns.
Primeiro ficamos zuando ali e falando pro amigo que ele devia ter ficado queto, mas ele não sabia de nada então nem tinha como cobrar, e depois perguntei a Tati se estava tudo bem e ela só respondeu:
- garota sem noção, está com namorado e fica de show sendo que ela que decidiu não ficar com você mais. Poxa cara eu te avisei, ela nunca vai me perdoar agora. Eu estava sentindo que ia acontecer isso.
Eu lembro que quebrei o gelo zuando:
-Problema não Tati eu vou ser seu melhor amigo agora, não vejo a hora da festa do pijama, dormir juntinho!
E ela só riu, e continuamos ali bebendo o resto da garrafa e com o tempo até nos beijamos na frente de todos no impulso do álcool , foi aqueles assobios, resenha até minha família ficou assustada, pouco depois cantamos parabéns e partimos o bolo, Jamile e a Mãe de Camila que sabiam de tudo sobre meu rolo e de Camila ficaram sem entender nada olhando eu e Tati pagando de casal cheio de beijos longos salientes na frente de geral. Mas nenhuma se posicionou em nada. Alguns convidados foram indo embora. Mas ainda tinha muita comida e as coisas então a festa foi rolando. Acho que foi o dia que mais tirei onda na vida ela era diferenciada demais , ela causava aonde estava, e nem era intencional ela realmente tinha timbre. E o resto desse dia vou deixar para a continuação estão muito longos esses relatos , acabo me empolgando as vezes. É tanta memória gostosa que vem a medida que vou lembrando e tentando descrever em palavras.
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