#Assédio #Coroa #Teen #Voyeur

A aposta no banheiro do shopping

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c_millax

Na sexta-feira, eu fui ao shopping com a minha amiga Bia. A gente tava de bobeira, tomando um açaí, quando ela me desafiou:

– Camila, aposto $100 reais como você não tem coragem de ir no banheiro masculino e dar pro primeiro velho que aparecer.

Eu não sou de recusar desafio. Ainda mais quando envolve rola. Terminei o meu açaí, levantei, e fui em direção ao banheiro masculino, que ficava num corredor mais afastado, perto do estacionamento. Entrei como se fosse a coisa mais normal do mundo.

O banheiro tava vazio, mas a porta do último box tava fechada. Eu fiquei na frente do espelho, fingindo que arrumava o cabelo, esperando alguém sair. Não demorou muito e a porta abriu. Era um senhor de uns 65 anos, de terno, com uma cara de cansado.

Ele me viu ali, paralisou, e olhou para a porta pra ver se tinha errado o banheiro.

– Calma, senhor... – eu falei, com a voz manhosa. – Eu vim aqui de propósito.

Ele engoliu seco.
– Menina, você tá no banheiro errado.
– Eu sei. Mas eu tô com um problema... – eu me aproximei, com aquele meu jeitinho. – Eu apostei com a minha amiga que conseguia um homem pra me comer aqui dentro. E o senhor foi o primeiro a aparecer.

O velho riu, incrédulo. Ele olhou pra minha saia curta, pras minhas pernas, e o volume na calça dele começou a crescer.

– Você é doida, menina.
– Doida ou não, o senhor vai me ajudar a ganhar a aposta?

Ele não respondeu. Só deu um passo pra frente, me puxou pelo braço e me empurrou pra dentro do box, trancando a porta. O box era pequeno, a gente ficou grudado um no outro. Ele me beijou com força, e eu senti aquele gosto de café e de velho. Ele passou a mão na minha bunda por baixo da saia e sentiu que eu tava sem calcinha.

– Sua putinha... – ele sussurrou. – Já veio pronta?

Ele me virou de costas, me fez apoiar as mãos na parede do box e levantou a minha saia. Ele abaixou o zíper da calça, e eu senti a cabeça do pau dele encostar na minha buceta.

– Vai devagar, senhor... – eu pedi, mas ele nem me ouviu.

Ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei, e ele tapou a minha boca com a mão.
– Cala a boca. Se alguém entrar, a gente tá fudido.

Ele meteu com força, segurando na minha cintura. O banheiro tava silencioso, e o barulho da pele batendo com pele ecoava no box. Ele metia rápido, ofegante, com medo de alguém entrar. E eu adorando cada segundo.

– Toma, sua vadia! – ele falava baixinho. – Ganhando a sua aposta!

Ele gozou rápido, escorrendo pela minha perna. Eu me ajeitei, puxei a saia e saí do box. Quando abri a porta do banheiro, a Bia tava lá fora, morrendo de rir.

– Você é louca! – ela falou.
– Cadê os $100 reais? – eu respondi, com a mão estendida.

Se quiser falar comigo, manda um e-mail: [email protected]

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