Não Consigo Resistir à Minha Enteada de Bunda Grande! cap.3
Roberto, marido de Cynthia, passa a vigiar Claudia, sua enteada, em momentos íntimos. A obsessão por ela invade também a relação sexual com a esposa.
Tento resistir à tentação de olhar para a bunda dela toda vez que a vejo de costas, mas é impossível.
Piora ainda mais quando passo pelo quarto dela e a vejo usando fio dental.
""Tudo mudou por causa de um copo d'água.""
Essa é a frase que você diz a si mesmo para evitar dizer a outra.
A outra é que eu acordei com uma ereção e a pergunta ainda martelando na minha cabeça, e que o copo foi a desculpa que meu corpo deu à minha mente.
Cynthia dormia de lado, encolhida em posição fetal, com um braço debaixo do travesseiro e a boca entreaberta.
O ventilador movia a cortina, era um pouco depois da meia-noite.
Na casa, um silêncio de madrugada: nem totalmente adormecido, nem totalmente disperto.
Levantei-me descalço, o chão estava frio, atravessei o corredor em direção à cozinha.
Para chegar lá, eu tinha que passar pelo quarto da Claudia, sempre.
Tínhamos deixado assim quando pintamos:
A porta dela, depois o banheiro, depois a cozinha, oito passos da nossa cama até a dela.
Eu os contei na primeira noite, contei-os de novo agora, sem querer.
Antes de sair, vi a luz.
Uma fina faixa amarela escapava pela borda, a porta estava entreaberta.
Não fechada, não aberta, entreaberta, como se alguém tivesse calculado a quantidade exata de ar necessária para deixar entrar oxigênio… ou um olhar. "Parei."
Esqueci-me do espelho um segundo antes mesmo de ela existir... Meu coração deu um baque seco, daqueles que se sentem na garganta.
Sem saber porquê, acelerei o passo... "Não ia mais buscar água."
Estava entrando sorrateiramente, discretamente, o corredor parecia mais longo e estreito.
Lá dentro, ouvi o farfalhar de tecido e o clique de um celular, encostei-me à parede... Movi-me para o lado.
A fresta me permitiu vislumbrar um pequeno quarto:
A cama que eu havia comprado, o abajur que eu havia escolhido e ela.
Lá estava ela... A razão de mim perder o sono... A razão de eu estar sempre de pau duro... "Claudia."
Deitada de lado... Sua bunda imensa, grande e empinada, espremida em um short de pijama mais justo que os outros.
O algodão cinza parecia uma segunda pele, era possível ver todo o contorno:
As duas nádegas altas e firmes, separadas pela costura, a dobra inferior marcada pelo tecido... A cintura, aquela estreiteza absurda, e então a explosão.
Quase na ponta dos pés, uma mão no quadril e o celular na outra.
Os cabelos soltos, caindo sobre o rosto, a camiseta branca curta, levantada. Seus seios pequenos, mas bem definidos, todo o volume lá embaixo... Todo o pecado lá embaixo.
Ela não estava usando o espelho de corpo inteiro que eu havia colocado na porta.
Aquele espelho ficava virado para dentro quando a porta estava fechada. Ela havia colocado o dela — o redondo, aquele que eu havia tirado da van enrolado em um cobertor — em uma posição melhor... Calculada.
Da porta, era possível vê-la de perfil, e ela podia se ver de frente.
Um triângulo, ela, o vidro, a fenda... Como se o quarto tivesse sido preparado para um espectador que ainda não deveria estar ali.
E como se ela soubesse que eu a estava observando, o show começou.
De repente, não era mais hora de dormir... De repente, era hora de se olhar no espelho e tirar fotos.
Fotos bem sugestivas... Ela virou o celular... O obturador disparou, aquele clique seco da câmera que, no silêncio do corredor, me atingiu como um soco no estômago.
Ela ficou de pé, de frente para o espelho, o short deixava à mostra seu Capô de fusca, a vulva quase imperceptível.
Ela empinou o peito, não havia muito peito... Mas, havia uma expressão... Ela sorriu para si mesma.
O clique... Então ela se virou, de volta ao espelho.
Sua bunda preenchia o enquadramento, ela a empurrou um pouco para trás, aquela leve inclinação que uma mulher faz quando sabe exatamente o que está mostrando... O short cobria sua vulva... O clique.
Exibindo a bunda... Na ponta dos pés.
Ela me deu um show daquela bunda grande... Uma pose... Outra.
Uma mão na moldura do espelho, a outra na coxa, a nádega se abrindo... Uma leve inclinação, como se fosse pegar algo do chão, e o short rasgou ao meio com uma descaramento que me deixou sem fôlego...
E clique, clique, clique.
Eu não conseguia acreditar... Meu pau estava duro... Muito duro... Tão duro que doía contra a cueca.
Tão duro que comecei a esfregá-lo por cima do tecido, parado ali no corredor da minha própria casa, a oito passos da minha esposa dormindo, observando minha enteada tirar fotos da bunda dela como se o mundo tivesse se reduzido àquele espelho e àquela fenda da porta.
Minha mão tremia, a cabeça do meu pau já estava molhada.
Meu pulso batia forte nas têmporas e no meu pau ao mesmo tempo,como um animal com dois corações.
O corredor tinha o mesmo cheiro de sempre:
Detergente, madeira, restos de jantar.
Mas, pela fresta, vinha o perfume dela, Xampu... Pele quente.
Aquele cheiro doce e barato de sabonete líquido de vinte anos de uma garota, completamente lasciva.
Encostei-me ainda mais na moldura, a madeira pressionou minha têmpora.
Não pisquei... Não conseguia.
Ela largou o celular, jogou-o na cama, o colchão novo deu um baque suave.
E então ela fez o gesto... Os polegares enfiados no cós do short.
Ela o puxou para baixo, um centímetro, por vez... O começo da calcinha fio dental.
Minha mente perversa pensou:
Sim, tire, tire, sua putinha, deixe-me ver mais.
"Eu disse isso a ela em meus pensamentos", com uma voz que não era a minha.
Uma voz de cadela no cio... E ela, como se soubesse o que eu estava pensando, fez o gesto de puxá-lo para baixo… mas, não o fez.
Ela o puxou para cima, deu uma risadinha baixinha, para o espelho.
Pegou o celular de novo, e lá estava ela de novo, fazendo mais poses.
O short esticado mais esticado do que antes, bem socado no rego mesmo... Totalmente socado... A bunda ficou empinada novamente... Era uma tortura visual sem precedentes. Um vai-e-vem de promessas.
E meu coração... Estava a ponto de sair pela boca... Estava completamente acelerado.
Ela olhou por cima do ombro... Exatamente como na foto da piscina... O mesmo sorriso... O mesmo ângulo.
Por um segundo, ela olhou para a porta, para a fresta... Para mim.
Ela não abriu completamente os olhos na minha direção... Não fez um gesto de "eu te vi".
"Ela fez algo pior:"
"Não desviou o olhar." Deixou o sorriso permanecer, como se o espelho e a escuridão do corredor fossem uma só coisa... "O chão tremeu sob meus pés."
"Ela está fazendo isso de propósito?"
A pergunta da semana me atingiu em cheio, como uma rachadura de dente.
"E finalmente, ela colocou as mãos nos quadris."
Os polegares deslizaram novamente por baixo do elástico... O movimento foi lento, muito provocante, o tipo de movimento que não se faz quando se está realmente sozinha.
Ela puxou o short para baixo, deixou-o cair até o meio da coxa e ali ficou, por um segundo, dois, com a bunda à mostra.
Caramba, que bunda linda... Que bunda!
A safada usava uma tanga preta bem fina, uma tira que desaparecia entre o rego da bunda e reaparecia na cintura, como uma assinatura.
Sua bunda, sem nenhum tecido grosso, era incomparável, tão perfeitamente moldada, tão empinada, tão redonda e linda que parecia uma mentira em pé.
As duas metades altas e firmes, com aquela dobra perfeita onde a coxa começa, sem celulite, sem concessões.
A bunda de uma pecadora com um rosto inocente.
A luz do poste lançava um brilho na curva abaixo, minha boca salivou.
A essa altura, eu já estava realmente chegando ao clímax.
Coloquei a mão dentro da minha cueca, no corredor, e puxei meu pau para fora o suficiente para tocá-lo.
Estava tão duro que eu não me reconheci.
Fazia anos que eu não ficava tão excitado... Anos.
A pele quente, as veias dilatadas, a glande brilhante e escorregadia.
O estalo úmido da minha mão, baixo e sutil, se misturando com os cliques do seu celular do outro lado da parede de madeira.
Recuei o prepúcio e meus joelhos fraquejaram um pouco.
Ela começou a experimentar calcinhas, tirou a pequena tanga preta, puxou-a para baixo lentamente com dois dedos, e por um segundo sua bunda ficou nua, entreaberta, o orifício mal visível, sua buceta logo abaixo, um triângulo escuro quando ela se virava.
Vestiu outra, vermelha, mais fina... Puxou-a entre as nádegas, um puxão que me fez respirar pesado.
Olhou-se, clique, tirou-a, colocou outra, de renda preta.
Inclinou-se para passar os pés pelo orifício da calcinha, e sua bunda se abriu completamente para a porta, à minha disposição, meus olhos não perdendo um único detalhe através da fresta.
Cada dobra,cada tremor, cada marca do elástico em sua pele, os pelinhos, a umidade que se tornava visível quando a luz batia no ângulo certo.
A vontade de entrar, de colocá-la de quatro sem me importar com nada, era avassaladora, infernal... De empurrá-la para a cama que eu tinha comprado.
De abaixar o que restava da minha cueca e agarrar aquela cintura fina com as duas mãos calejadas e penetrá-la até o fundo... Enquanto ela ainda tinha o celular escondido debaixo do lençol e a boca aberta.
Arrombá-la, de tanto foder aquela bunda contra o espelho que ela mesma tinha colocado para que eu pudesse ver.
O pensamento me veio com um som:
O baque dos meus quadris, o grito dela, o rangido da cama nova.
Eu queria possuí-la... Não conseguia mais resistir... Simplesmente não conseguia.
Eu estava prestes a entrar.
Minha mão esquerda já havia deixado meu pau e procurava a borda da porta.
Meu coração estava acelerado, um passo, outro.
A fresta se alargaria, o espetáculo se tornaria palpável, ela se tornaria real, carne, temperatura, grito e consequência.
Eu não fiz isso.
Eu não devia fazer isso, era proibido, ela era filha da Cynthia.
Era a garota que me odiava, era aquela fruta de que padres e idiotas falam, aquela que apodrece na mão que a toca.
Eu fiquei ali parado com os dedos na madeira e o pau para fora, pulsando, ridículo, brutal, e ela do outro lado trocando uma tanguinha por outra como se não houvesse um homem do lado da porta desmoronando no corredor por ela.
Era como se a putinha estivesse me provocando, como se ela estivesse dizendo, sem dizer, com a bunda, o espelho e a porta aberta daquele jeito:
Vem cá! Atreve-se a tocar nessa fruta proibida evocê vai pagar o preço.
O ódio virou isca, o "olá, Roberto" virou um fio preto.
A pergunta da semana respondida não com palavras, mas com um clique da câmera.
Retirei a mão, guardei meu pau de volta na cueca como se estivesse escondendo uma arma.
Saí correndo dali, o corredor parecia se fechar sobre mim.
Não fui até a cozinha, esqueci completamente do copo d'água.
Voltei para o quarto com um desejo ardente, sem fôlego, com o gosto de cobre na língua e a imagem gravada na memória:
O short caindo, a tanga, minha bunda praticamente exposta na abertura.
Cynthia ainda dormia em posição fetal, o lençol puxado até a cintura.
Aquele conjunto de pijama de seda, o vinho desbotado, a bunda familiar, os seios familiares.
Uma mulher de trinta e oito anos encolhida, alheia, inocente do que eu tinha grudado nas minhas mãos e no meu pau.
Eu precisava gozar, imediatamente.
Meu corpo não ia negociar, se não fosse contra aquela bunda, seria aqui.
Se não fosse aquela carne proibida, seria esta, a que o casamento colocou na minha frente sem pedir.
Subi em cima dela, o colchão afundou, arranquei o lençol.
Ajustei o pijama dela o suficiente para entrar:
A calça abaixada até o meio da bunda, a blusa levantada.
A buceta dela estava seca, não importava, eu já estava bem lubrificado pela performance da Claudia, a ponta pingando, meu pau brilhando com a minha própria fome.
Tapei a boca dela com a palma da mão, senti os lábios dela contra a minha mão, o calor da surpresa, e entrei.
–Ahhhhh.
–Fechei os olhos ao entrar, estreito, seco, um empurrão que beirava a dor para ela, mas que me incendiou ainda mais, porque não eram carícias, era necessidade.
Ela acordou assustada, briu os olhos.
Tentou dizer: "O que você está fazendo?" As palavras morreram contra minha mão.
"Shhh," sussurrei perto do seu ouvido e apertei seus lábios com mais força, meus dedos cravaram na bochecha.
Com a outra mão, agarrei seu quadril e comecei a penetrá-la brutalmente. Penetrações que eu não lhe dava assim há anos, profundas, secas a princípio.
O estalo da minha pélvis contra sua bunda familiar, a cama rangendo.
A cabeceira batendo na parede num ritmo que não era mais o de uma noite de sábado com cerveja.
Era o de um corredor, o de uma rachadura, o de um fio dental preto.
Ela gemeu contra a minha palma, um som abafado e úmido.
Seus olhos se arregalaram e depois reviraram, de prazer.
Eu sabia disso pelo jeito que suas pernas se abriram sem que eu pedisse, pelo jeito que ela apertou meu antebraço.
Pelo jeito que sua buceta, tão seca, começou a ficar quente e escorregadia, justamente quando eu estava prestes a foder com ela como um animal.
O corpo de Cynthia reconhece a violência quando ela chega depois de meses de espera.
Ela despertou, ficou molhada, um longo gemido feminino escapou de seus lábios contra a minha mão.
Eu não estava transando com ela.
Eu estava fodendo a beirada da fenda, o short dela caindo, a bunda dela de bandeja.
Um sorriso por cima do ombro, cada estocada era para Claudia.
Cada vez que eu enfiava meu pau até os testículos, eu via o fiozinho preto se abrir entre aquelas nádegas.
O cheiro de Cynthia, creme, saliva, sono se misturava com o cheiro de xampu que eu tinha sentido no corredor.
Fechei os olhos e era o quarto de hóspedes, era a cama nova.
Era colocá-la de quatro e destruir aquele paraíso sem me importar com ódio, consequências ou o nome de Roberto.
"Roberto..." Ela conseguiu dizer quando afrouxei meu aperto por um segundo, sua voz embargada e embargada, "...porra, assim... assim..."
Tapei a boca dela de novo, eu não queria ouvir a voz dela.
A voz de Cynthia me transportava de volta para o quarto certo, para o casamento, para os trinta e oito anos e a seda barata.
Eu precisava do clique do seu celular, precisava do short nas minhas coxas. Meti nela com mais força, os estalos ficou realmente molhado, a buceta dela já estava pingando e eu conseguia ouvi-la.
Meu púbis estava coberto de líquido, as coxas dela se tensionaram.
Ela gozou com um longo tremor, agarrando meu pulso, com um gemido que escapou dos meus dedos como o de um pequeno animal.
Continuei, não parei, o orgasmo dela era como óleo.
Eu ficava imaginando a bunda da outra mulher, aquela que eu tinha visto momentos antes, e tudo se juntou na base do meu pau com a urgência de um adolescente.
Gozei dentro dela, enchi-a com meu sêmen.
As estocadas se prolongaram, densas e quentes, enquanto eu cerrava os dentes e o nome que eu não conseguia pronunciar ficava preso na minha garganta. Claudia, Claudia, Claudia.
Gozei dentro de Cynthia, gozei dentro da buceta da minha esposa com a cabeça no quarto ao lado.
Esvaziei-me como na pia, como no lençol na primeira noite, pior:
Agora havia um corpo embaixo, e esse corpo não era o que me excitara.
Joguei-me para um lado da cama, meu pau estava para fora, brilhando, pendendo, com um fio branco ainda me conectando a ele.
O teto, o ventilador, minha respiração, a de Cynthia, ofegante, buscando ar.
"O que... o que deu em você?", disse ela, rindo, atordoada, com o pijama todo amassado e a buceta escancarada, leite escorrendo pela coxa. "Faz anos desde... Roberto, escuta."
Eu não respondi, não me importava com nada, fechei os olhos, ouvi sua voz por um instante, palavras que não consegui entender, sua mão procurando meu peito. Adormeci assim, de lado, com o gosto de cobre e o eco do clique ainda na minha cabeça.
No corredor, a faixa de luz havia sumido ou talvez tivesse sumido, e eu não fosse verificar.
O copo d'água nunca existiu.
O que existia era isto:
Eu acabara de transar com minha esposa enquanto imaginava a bunda da filha dela, e meu corpo, longe de se acalmar, estava mais faminto do que antes.
O orgasmo não tinha sido um fim... Tinha sido um teste... Uma confirmação.
A tentação de fazer algo louco ficava mais forte a cada dia.
Eu sabia disso antes mesmo de adormecer completamente, com Cynthia aconchegada contra minhas costas, satisfeita, molhada, convencida de que algo bom havia despertado entre nós na cama.
Despertou, sim, Mas não entre nós, despertou a oito passos de distância, atrás de uma porta entreaberta, em um espelho colocado ali sem motivo aparente, em um fino fio preto e em um sorriso que talvez tivesse me visto, talvez não.
Amanhã haverá mais shorts, mais corredores, mais perguntas.
Não sei por quanto tempo mais conseguirei suportar isso.
Continua...
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Por Fazedor de Cornos.
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Comentários (1)
Friend: Muito bom! Preciso do cap 4
Responder↴ • uid:2wdos915v9j