Apostando o cu em jogo de bola de gude
Eu nunca gostei de apostar, mas apostei, perdi e senti as bolas batendo na bunda (e não eram de gude). E eu já não era mais criança
Se tem uma coisa de que nunca gostei foi apostar, até faço uma fezinha em jogos de azar e loterias de vez em quando, mas a aposta do tipo “se ocorrer isso você faz isso ou paga aquilo” eu nunca suportei. Apostei algumas vezes e percebi que odiava quando perdia e, para piorar, o vencedor ficava zombando. Uma vez apostei um refrigerante (!!!) e fiquei puto porque o amigo fala da vitória dele até hoje.
Morei em vários prédios já e eu tinha uns 20 e poucos anos e aluguei um apartamento pequeno e simples mas que para mim era excelente; nessa época eu estava virado na putaria e “os contatinhos” eram muitos. O prédio não tinha porteiro (era interfone para liberar a entrada) e eu levava muita gente para dormir comigo. Uma vez, voltando da padaria, vi que uns 3 caras, mais novos que eu mas já na faixa dos 16, 18 anos, jogando bola de gude no térreo, no que seria uma jardim – era um espaço com areia. Achei meio fora de propósito para a idade deles, pensei “que bando de macho abestalhado” e subi. Da minha janela podia vê-los jogar, bateu aquela saudade, eu não tinha nada para fazer e fui ver o jogos dos “abestalhados”. Nunca fui craque no jogo de bolas de gude, porém não fazia tão feio assim na infância. Os 3 no início me ignoraram, o que não demorou e me perguntaram se eu não gostaria de participar do jogo.
- Jogava isso quando era criança, nem me lembro direito das regras, falei.
- É fácil, entrar aí que a gente joga 2 x 2
Eles me disseram as regras básicas, algumas alterações ou novidades da minha época, e o “4º abestalhado” começou a jogar. Resultado: como era iluminado esse local à noite, a gente jogava toda quarta-feira, no mínimo. Não havia aposta, mas a greia de quem ganhava era muito grande. Aos sábados à tarde muitas vezes a gente jogava tomando cerveja.
Foi num dia em que só eu e PEDRO estávamos jogando que tudo começou a acontecer. PEDRO era o mais novo da turma da BGO (bola de gude de ouro, nome pomposo que alguém inventou: “vai ter BGO hoje?”, “eu sou o craque do BGO”, era as merdas que a gente falava, parecendo e sendo criança): muito divertido, era “cheinho”, meio gordinho, simpático e muito mal sucedido com mulheres, tanto que, na zombaria, às vezes a gente dizia que ele era ainda era virgem.
- Vamos apostar hoje, RAMON?
- O rico é você, eu não gosto de aposta
- Você é o único que trabalha na BGO, não vai lhe fazer falta se perder uns milhares de dólares
- Detesto perder, PEDRO.
- Vamos, porra. Só para dar uma animada
- Vamos apostar o cu, então (isso era dito na minha turma de adolescente, quando alguém era desafiado a apostar e a pessoa, querendo não apostar, dizia que não tinha dinheiro e completava com “só tenho o cu para apostar”)
- Eu topo, respondeu PEDRO na hora
Notei uma certa empolgação e, sem confirmar, disse “vamos jogar”. Nesse dia, perdi a maioria das disputas e PEDRO começou a me cobrar o pagamento: “quando você vai pagar a aposta?” virou o bordão dele, com um detalhe muito especial que notei logo, que era ele só cobrava quando não tinha ninguém por perto ou ninguém que além de mim escutasse. PEDRO virou repetitivo e até quando a gente se encontrava no prédio, cada um indo para um lado, ele dizia “estou esperando o pagamento da dívida”. Obviamente comecei a conjecturar e, por que não?, “pagar minha dívida” e daí comecei a testar PEDRO, tanto no real interesse dele na cobrança da aposta quanto principalmente se ele manteria o sigilo, fundamental para mim.
Até hoje eu não sei porque ele insistiu nisso, pois ele via que toda semana passava no mínimo 1 menina no meu apartamento.
Uma noite, era quinta-feira, PEDRO bate à minha porta e pergunta se eu não queria ir jogar. Estranhei demais, porque normalmente a gente falava por interfone e estava chovendo nesse dia (às vezes a gente até jogava literalmente com lama, mas só se o jogo estivesse bom e começasse a chover)
- Vou nada, PEDRO, estou tomando uma. Quer um copo?, falei apontando para a caiporoska (caipirinha feita com vodka ao invés de cachaça) que estava bebendo
- Quero, disse ele já entrando
Foi ele tomar o segundo gole e já mudou a conversa, que era sobre um jogo de futebol que eu estava assistindo, para “a cobrança da dívida”.
- Por falar em jogo, quando você vai me pagar a dívida?, ele disse rindo
- E você está tão desesperado assim?
- Não, apenas que aposta é aposta
- Nem se eu tivesse apostado, até porque eu soube que você espalha tudo que faz, é um alto-falante, não segura segredos (eu nunca tinha sabido disso, mas joguei o verde)
- Não, cara, pelo contrário, eu também não quero que ninguém saiba, é tudo “na entoca” (no sigilo)
- Então você quer me dar a bunda?
- Não! Você é quem perdeu a aposta, é quem deve pagar
- Mas se você apostou é porque estava disposto a dar a bunda também
- Não, não, nada a ver, falou alegre mas sem convicção, reconhecendo a lógica
A chuva aumentou e eu disse que daria a bunda a ele, contanto que ele pelo menos chupasse meu pau, o que forçaria a ele rejeitar se “não fosse do babado”.
- Eu chupo!, disse PEDRO eufórico e de imediato
Daí eu já estava com tesão e fui arriscar, poderia ter de sair do prédio se ele abrisse a boca.
- Mas você chupa primeiro, exigi
E fomos para o meu quarto. Liguei o ar e perguntei se ele de verdade já tinha transado, pergunta séria. Ele me disse que sim, tinha comido uma empregada da casa da mãe dele, 2 prostitutas e... uns meninos quando era mais novo, mas reconheceu que trepava muito pouco e vivia na punheta. E me disse que sentiu confiança em mim por algum motivo para essa tentativa dele.
- E se você tivesse perdido a aposta, aposta que nem confirmei?
- Deixa isso para depois, ele respondeu já tirando a roupa e me permitindo ver o pau já duro: meio tortinho, cabecinha pequena que vai engrossando até a base do pau, pentelhos normais e com poucos pelos pelo corpo.
PEDRO brilhou os olhos quando viu meu cacete já duro – mais grosso e cabeçudo – e mais ainda quando virei a bunda para ele. “Vamos falar baixo, ouviu?”, já salientei. Ele estava de pé com o pau duro e para quebrar o gelo, peguei na rola de PEDRO e dei uma rápida chupada. Eu me deitei e cobrei o boquete, que ele fez de maneira horrível; não reclamei porque o que eu queria era pegar esse segredo dele. Ele já queria me comer! Peguei o gel, fiz mais um boquete nele (que gemia como se fosse gozar), untei o pau dele e meu cu, e fiquei de 4 na cama. PEDRO não achou a posição, então me deitei na cama com as pernas abertas no chão, na quina da cama, empinei o rabo e disse que ele viesse “sem agonia e bem devagar”. A cara de alegria dele era impagável. PEDRO aprumou o pau no meu cu e enfiou a cabecinha, que deslizou fácil. “Vem devagar”, salientei. Ele foi enfiando. “Enfia e tira, bem devagar, para meu rabo se acostumar”, alertei. Quando a virilha dele bateu na minha bunda já estava uma delícia, o pau dele rasgou meu rabo há um bom tempo sem rola.
Ele começou a me comer e já aumentou a velocidade, gemendo, dizendo que estava uma delícia. Ele se deitou sobre mim (adoro essa posição de sentir o peso do comedor nas minhas costas) e avisou que ia gozar já começando a leitar meu buraco. Eu sentia o bafo dele no pescoço e a diminuição até parar as estocadas. Quando ele parou, me deu uns beijos no pescoço, dizendo que tinha adorado. Eu ia pedir para gozar, mas esperei porque sabia que aquele tarado ia querer de novo. A gente se levantou, se limpou e voltamos para a sala já organizados.
- Puta que pariu, eu estava precisando disso, RAMON
- Eu vi a quantidade de porra no meu rabo, só estou pensando se você vai ficar de bico calado
- Claro que sim
No segundo round, repetimos a sequência, só que ensinei a PEDRO como ele deveria me fazer o boquete. Ele ainda me deixou esfregar o pau com gel no rabo dele, quase meter a cabecinha e só. Ele estava muito nervoso e terminamos com ele me enrabando de novo, dessa vez inicialmente de bruços e depois eu de frango assado, para gozar logo após ele gozar no meu cu de novo. “Quanta porra”, disse ele ao me ver esporrar na minha própria barriga.
PEDRO me comeu por mais de um ano depois desse dia, mesmo eu tendo me mudado de lá para outro apartamento na região. Ele era insaciável, queria todo dia e realmente quando eu ainda morava no mesmo prédio dele, difícil era o dia em que ele não me comia (só quando eu levava as meninas). Mas eu também comia PEDRO. Ele se derretia com a linguada no cu e foi assim que tirei as pregas deles. Sim, ele não era virgem no buraco porém não tinha engolido uma rola de um adulto ainda. As primeiras vezes foram muito ruins, ele muito nervoso, depois a bunda gordinha de PEDRO era uma delícia para mim. Ainda que eu comesse a bunda dele, quase sempre ele me comia duas vezes no mesmo dia – só não fazia isso se tivesse um compromisso depois. Claro que, como bom passivo, eu vez por outra dava uma ajuda financeira a PEDRO, íamos no shopping e eu pagava lanche ou cinema para ele, o que aumentava a nossa ligação. PEDRO até namorada arranjou, dei dinheiro para ele curtir com a menina, mas continuava nosso relacionamento secreto. Eu adorava aquela pica dura enfiada em mim e a maciez do gordinho em cima de mim.
Fomos nos afastando e perdi o contato com PEDRO e o pessoal da BGO; nenhum deles jamais tirou brincadeira comigo, para mim prova de que PEDRO manteve o bico calado, pois sabia que assim manteria, como manteve, a putaria em dia.
O gordinho PEDRO mandava bem dando, comendo e na manutenção do segredo.
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Comentários (2)
Fhanton: Quando eu era novinho, eu tava jogando bola de gude no quintal de casa com três amigos e eu tava perdendo todas as minhas, foi aí que eu tive uma idéia pra recuperar todas. Eu disse que se eles me devolvessem, eu daria o cu pra eles três no banheiro velho atrás de casa. Nesse dia a minha avó não tava em casa e eu tava sozinho, tinham dois que eram da minha idade e tinha um mais velho. Eles ficaram olhando com sorrisinho um pra cara do outro e depois me levaram pro banheiro, combinaram de ir um de cada vez, baixaram o meu short e tiraram o pau pra fora, na hora que eu vi o tamanho da pica deles eu quis desistir, pq apesar de serem novinhos tinham a pica bem grossa e maiores que a minha. Tentei enrolar eles, dizer que a minha avó ía chegar, mas eles insistiram, fizeram uma rodinha em minha volta e mandaram eu chupar o pau deles um por um. Eu hesitei, mas aceitei pq eles aceitaram não comer o meu cu, chupei uma pica depois da outra. Enquanto eu chupava um, os outros batiam punheta enquanto olhavam, mas depois um cochichou no ouvido do outro e me mandaram dar o cu pra eles, eu resisti por uns minutinhos, mas depois deixei eles me comerem. O meu cu nunca viu tanta pica quanto viu naquele dia, um ía e me fodia até o talo, aí vinha o outro e já á metia o pau sem pena, tirava o pau e o outro já botava até o talo de novo, fizeram o meu cu de buceta nesse dia, cada um pauzão veiudo maior que o outro, deitaram o meu cu todo arrombado nesse dia. Eu amei e quase a minha avó pega a gente tbm kkkkk
Responder↴ • uid:27lk2re8mRamon: kkkkkkkkkkk maravilha
• uid:1cznq95plbmu