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As Aventuras de Becca e Lui - Capítulo 13

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Becca e Lui

Após assistir a um filme pornô, revivi memórias recentes de minha primeira experiência lésbica com Gabi e dos boquetes em Carlinhos regados à porra.

O gosto persistia em minha memória: salgado, denso, um pouco amargo, como um metal líquido grudado no fundo da garganta. Passei a língua pelo céu da boca, tentando resgatar algum resíduo da tarde anterior, mas não tinha mais nada.

Ainda assim, o sabor do esperma do Carlinhos estava ali, entranhado em minha memória, marcando território como um selo de propriedade. Sentei na beira da cama, o lençol desarrumado, lembrando a realidade física inegável: meu primo gozou dentro da minha boca. E eu engoli as duas vezes. A primeira, quando ele explodiu durante um dedicado boquete, surpreso com a minha insistência em sugar até a última gota. A segunda, minutos depois, quando ele já estava duro outra vez, eu mesma me arremessei para terminar com a boca de novo, sedenta por aquela substância quente e viscosa.

Fui até o banheiro, o chão frio dos azulejos tocando a planta dos pés. O espelho mostrava o rosto sonolento de quem nunca cometeu um pecado. Mas minha língua sabia o contrário. Sabia o gosto do pau de Carlinhos. Sabia o gosto da buceta de Gabi...

Há sete dias, minha melhor amiga, a mesma que agora me evitava como se eu tivesse peste, tinha se esparramado sob o toque de minha boca. O cheiro da buceta de Gabi, doce e delicado, ainda competia em memória com o gosto amargo do esperma de meu primo.

Abri a torneira, lavei o rosto com água fria, mas o líquido não tirava a sensação de que minha vida sexual tinha explodido como uma bomba, deixando estilhaços de desejo por todo lado.

Eu não escolhi. Eu queria tudo. Queria ser vista, queria ser usada, queria o molde quente e escorregadio de uma mulher e a dureza invasiva de um homem. Ainda estava numa descoberta da minha bissexualidade, embora jamais tivesse noção, naquela época, do que poderia ser isso. Não tinha sido uma pergunta, mas uma resposta que gritou com meu corpo.

O uniforme escolar parecia uma roupa de couro apertada, escondendo segredos que queriam saltar para fora. Ajustei a saia, sentindo o tecido roçar na pele sensível de minhas coxas. O corredor da escola era um túnel de zumbidos, passos pesados e o cheiro de limpeza e suor de adolescentes. Eu caminhava, sentindo o molho da calcinha, úmida desde que acordara, pensando em como seria ser pega, ser exposta. Ali, no meio daquele monte de gente, eu me sentia uma viciada em segredos.

E foi então que vi Gabi perto dos armários. Ela estava rindo de algo que um garoto disse, o cabelo loiro caindo sobre o rosto. Mas, o riso morreu no instante em que nossos olhares se cruzaram. Gabi desviou o rosto com violência, virando as costas e segurando os livros com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

O ar saiu de meus pulmões. Não era apenas tristeza. Foi um aperto físico no peito, como se alguém tivesse puxado um fio preso em meu estômago. Eu lembrava da reação de Gabi quando eu chupei sua buceta, o gemido abafado, a mão puxando meus cabelos, numa contorção como se implorasse mais, as pernas tremendo ao redor de minha cabeça. Agora, aquilo era um segredo sujo que nos afastava.

Eu continuei andando, sentindo o calor subir no rosto, uma mistura de vergonha e uma excitação pervertida por saber que tinha corrompido minha amiga, que tinha levado a inocência de Gabi para um lugar onde não havia volta.

A manhã arrastou-se como chiclete mastigado. Cada aula era uma luta contra o tédio e aumentava o desejo de tocar meu sexo, de aliviar a pressão que crescia entre as pernas. Quando o sinal tocou, indicando a saída, quase corri para fora.

Minha mãe estava trabalhando, minha casa seria um deserto até a noite. A liberdade sábia da libertinagem. E eu não fui direto para casa. O desvio me levou até a videolocadora. A campainha tocou quando eu entrei, anunciando a presença de mais um cliente.

Helô estava atrás do balcão, contando moedas. Seus olhos pareciam ver através de minhas roupas e dos meus segredos. O sorriso que se formou em seus lábios não foi de cortesia. Era cumplicidade, num tom sarcástico e cínico. Aproximei minhas mãos suadas segurando a borda do balcão de madeira laminada. Meu coração disparou, batendo contra as costelas como um pássaro preso em uma gaiola.

— Você conseguiu gravar aquela fita pra mim? — Minha voz saiu rouca, mais baixo do que pretendia, falhando no meio da palavra.

Helô não respondeu imediatamente. Ela se inclinou para frente, apoiando os seios pesados sobre o balcão, e olhou para os lados, garantindo que não havia outros clientes. O movimento foi lento, teatral. Ela se agachou, a saia justa esticando sobre as nádegas, e pegou algo embaixo do balcão. Quando ela se endireitou, colocou um objeto em cima da madeira. Era uma fita VHS embrulhada em papel pardo, sem rótulo, selada com fita adesiva gomada, acomodada em sua caixa de papel cartão. Parecia inofensivo, um pacote qualquer. Mas para mim, aquilo pesava toneladas.

— Três filmes, como prometido — Helô sussurrou, empurrando o pacote com a ponta dos dedos, arranhando com suas unhas compridas e pintadas de vermelho escuro. — O que tem aí é para quem gosta de coisas boas.

Ao pegar a fita, o papel cartão da caixa estava frio, mas parecia queimar na palma da mão. Eu ficava imaginando o que poderia estar dentro. Orgias, gozadas, mulheres sendo fodidas por homens com paus enormes, talvez até duas mulheres juntas, lambendo-se sem piedade, exatamente como eu tinha feito com a Gabi. A ideia de ver aquilo, de assistir a depravação enquanto a casa ficava vazia, fez minha buceta se contrair, um pulso elétrico subindo pela espinha.

— Obrigada — quase gaguejei, colocando o embrulho dentro da mochila. Helô deu uma risada baixa, um sorriso quase diabólico. — Vai lá se divertir.

Eu saí da loja com o coração na garganta. O sol daquele início de tarde batia forte na nuca, mas eu tremia. A fita estava escondida no fundo da mochila, entre os cadernos escolares, uma bomba relógio de prazer. A caminhada de volta para casa parecia uma maratona. A entreperna estava molhada, a calcinha grudando na pele de forma desconfortável e deliciosa. Eu não parava de pensar na Gabi e no Carlinhos, e nem na fita que eu carregava.

Seria uma segunda-feira de descobertas, e eu estava apenas começando a entender o tamanho do meu desejo. Ao entrar em casa e trancar a porta, o silêncio ecoou, me convidando a pecar novamente, a descobrir quem eu era quando ninguém estava olhando. Ou melhor, quando eu podia imaginar que todos estavam olhando.

A mochila escorregou de meu ombro e caiu no chão da sala com um baque surdo, mas minha atenção estava inteiramente voltada para o objeto retangular em minhas mãos. O papel pardo que envolvia a fita VHS estava levemente amassado, absorvendo o calor de minhas palmas suadas.

Helô tinha razão. Aquilo parecia um contrabando, um segredo proibido que pesava mais do que o plástico e o magnético dos quais era feito. Caminhei até o aparelho de TV antigo que ocupava o centro da sala, meus dedos tremiam enquanto eu inseria a fita no compartimento escuro. O videocassete aceitou a oferta com um zumbido mecânico, e eu me sentei quase deitada no sofá, com o coração acelerado.

A tela acendeu com estática por alguns segundos antes de clarear, revelando títulos grosseiros desenhados: "Foreskin Gump". A paródia barata do filme que todos conheciam, e que eu assisti superficialmente na semana anterior, enquanto chupava a bucetinha suculenta de Gabi.

Ao longo do filme, sem desviar meus olhos da tela, desci minha mão esquerda lentamente, esquivando a saia do uniforme escolar. O tecido da saia era áspero contra a pele, mas o toque de meus próprios dedos na parte interna da coxa foi suave e quente. Eu estava molhada, a calcinha já encharcada desde o momento em que saí da videolocadora, mas agora a umidade aumentava, tornando-se uma inundação incontrolável. Eu soltava gemidos tímidos que ecoavam como grunhidos na sala silenciosa. Meus dedos pressionavam o tecido de algodão da calcinha, empurrando-o para dentro da minha fenda, molhando-o ainda mais com o fluido que escorria livremente. A imagem na tela detonou uma memória vívida e brutal: eu ainda podia sentir o cheiro do perfume elegante e refinado de Gabi, podia ver a luz da tarde entrando pela janela, iluminando a penugem loira sobre sua linda e macia xerequinha.. Lembrei do momento em que ela, inicialmente resistente, havia cedido, quando desci a cabeça provando seu sabor salgado e doce pela primeira vez.

A lembrança do jeito que os quadris de Gabi tinham se erguido para encontrar sua boca, o som ofegante e surpreso que ela tinha feito ao ser levada ao clímax, fez com que meus olhos se fechassem por um instante, me perdendo na sensação.

Abri os olhos novamente, me forçando a olhar para a tela. A cena tinha mudado. Eu senti um aperto no estômago, uma contração muscular que misturava desejo e uma espécie de loucura reconhecida. Eu olhava para o membro masculino na tela, veias salientes, a cabeça arroxeada e brilhante, e senti minha boca salivar. Mas, ao mesmo tempo, meus olhos voltavam para as mulheres, para a suavidade das curvas, para a maneira como os seios se desenhavam. Era uma fome dupla. Uma voracidade que não escolhia lado. Então eu percebi, com uma clareza que me assustou e me excitou profundamente: eu não era apenas curiosa. Eu estava faminta. Eu queria sentir a rugosidade de um pau roçando em minha língua como tinha feito com Carlinhos, sentir o esperma quente escorrendo por minha garganta, mas também queria afundar o rosto em uma buceta molhada novamente, queria morder os seios de uma mulher, queria ser a causa dos gemidos femininos.

Minha mão direita juntou-se à esquerda. Com movimentos rápidos e impacientes, eu puxei a calcinha para o lado, expondo a carne nua e inchada. O ar da sala bateu em meu clitóris, provocando um espasmo. Levei dois dedos à boca, sugando-os para molhá-los, antes de deslizá-los para baixo, diretamente em meu conjunto de nervos sensíveis.

— Ah, caralho… — gritei, a palavra soando estranha vindo de meus lábios aparentemente inocentes.

No filme, as pessoas, homens e mulheres, estavam fodendo alucinadamente. Eu imitava o ritmo da tela. Meus dedos circulavam o clitóris com pressão, depois deslizavam para dentro, quase entrando no canal apertado que clamava por ser preenchido. Eu pensava em como seria estar ali, no meio daquilo, sentindo o corpo de um homem me cobrindo as costas enquanto lambia a amiga que me evitava. A ideia de ter Gabi, com aquele olhar de medo e repulsa que tinha me lançado no corredor da escola, sendo transformada em prazer novamente sob minhas mãos, foi o empurrão final.

Eu gemi muito alto, gritando, sem me importar se os vizinhos podiam ouvir. A ninfomania que eu suspeitava existir adormecida dentro de si estava acordando, esticando os membros e exigindo ser alimentada.

Eu não sabia, obviamente, o que era ser uma ninfomaníaca, mas eu sabia que não era apenas mais uma garota de uniforme escolar. Eu estava me transformando em uma putinha insaciável que queria devorar tudo: machos, mulheres, todos. Eu queria ser usada, queria usar, queria que cada orifício fosse preenchido até não caber mais. Meus dedos trabalharam furiosamente, ao som dos movimentos molhados

— flic, flic, flic — ecoava no ritmo da pele batendo contra pele na TV. Eu olhava para os genitais expostos, para o sexo bruto e desprotegido, e sentia uma conexão primitiva. Aquilo era do que eu era feita. O prazer sujo, desmedido, sem culpa.

O orgasmo me pegou de surpresa, subindo das pernas como uma maré alta e explodindo na base de meu crânio. Meu corpo arqueou para fora do sofá, os dedos cravados em meu grelo, e quase penetrando dentro de mim, enquanto ondas de prazer me sacudiam.

Eu gritei, um som gutural e animal, meus olhos fixos na tela onde o homem ejaculava nos seios das mulheres. A visão do gozo branco jorrando fez com que minha própria contração vaginal se intensificasse, apertando meus dedos com força.

Caí de volta no sofá, o peito arfando, a visão embaçada. Minhas pernas tremiam, a calcinha ainda empurrada para o lado, a mão coberta por meus fluidos brilhantes. A fita continuava rodando no fundo, passando para outra cena, mas eu mal conseguia focar. A descoberta não era apenas sobre o que eu gostava, mas sobre o quanto eu precisava. Eu olhei para o teto, com um sorriso torto e satisfeito nos lábios. A tarde estava apenas começando, e eu ainda tinha mais dois filmes inteiros restantes naquela fita, e uma vida inteira para pecar.

A respiração ainda vinha em suspiros rasgados quando os créditos finais do filme rolavam pela tela, uma trilha sonora brega e sintetizada preenchendo o silêncio da sala.

Eu ainda fiquei imóvel no sofá por mais um minuto, sentindo o tecido da saia do uniforme grudar em minhas coxas, a mão direita ainda úmida e brilhando com o suco de meu próprio prazer. Um sorriso lento, satisfeito e perigoso, surgiu em meus lábios. O peso da realidade, os deveres de matemática, a bagunça na cozinha, e minha mãe que chegaria em algumas horas. Tudo isso pousou sobre meus ombros como uma manta fria. Com um gemido de protesto, me sentei, vendo o mundo girar por um instante.

A mão suja foi esfregada na saia, uma mancha escura se formando no tecido xadrez. Precisei me levantar, com as pernas ainda trêmulas, e fui para o quarto. Os deveres foram um ato de automação. Minha mente, no entanto, não estava nas contas nem nos problemas, mas sim na textura de uma língua feminina, no peso de um caralho.

Enquanto eu arrumava os livros na mesa, minha imaginação projetava cenas sobre a parede branca: Gabi, de joelhos, olhando-a com aquele medo excitado; Carlinhos, com seu pau juvenil e o ralo chumacinho de pentelhinhos aloirados, desejando que eu o chupasse mais fundo. A casa foi arrumada com a mesma eficiência distraída. Lavar a louça, tirar o pó, passar o pano no chão. Cada tarefa doméstica era um véu de normalidade sobre a fúria que me queimava por baixo da pele.

Quando olhei para o relógio, vi que ainda tinha quase duas horas de liberdade. Tempo de sobra. Meu coração bateu mais forte quando voltei para a sala de estar. A fita VHS ainda estava no videocassete. O filme seguinte era totalmente inédito para mim: “Where the Boys Aren't”. Acionei o PLAY, e a tela acendeu com uma cena numa praia, mulheres em biquínis diminutos, rindo.

Minha atenção já estava capturada. A cena cortou para um quarto, e de repente, não havia mais homens. Apenas mulheres. Quatro delas, sobre uma cama de veludo vermelho, seus corpos se entrelaçando como serpentes.

Um calor diferente, mais profundo e concentrado, começou a se formar na base de meu abdômen. Eu observava, hipnotizada, não o ato genérico, mas os detalhes. O interior rosado e úmido de uma vulva se abrindo quando os dedos a afastavam. O pequeno capuz de pele sobre um clitóris saliente, sendo revelado e sugado com voracidade. A forma como os lábios maiores, mais escuros e carnudos, se fechavam sobre a boca de outra mulher, como se quisessem devorá-la. Eu podia quase sentir o gosto em minha própria boca, um misto de salgado e adocicado, o cheiro denso e feminino de uma buceta excitada.

Na tela, uma das atrizes virou a amiga de quatro e mergulhou a face entre suas nádegas, e e não contive um gritinho abafado. Sim, aquilo. Eu queria aquilo. Queria sentir uma língua em meu cu, queria fazer o mesmo, queria explorar cada centímetro de outra mulher com minha boca.
Minha mão esquerda subiu por minha coxa, desviando a saia e encontrando a calcinha já encharcada de novo. Eu a puxei para o lado, e meus dedos encontraram meu clitóris inchado, pulsando. Mas a fantasia não parou nas mulheres.

De repente, a imagem de Carlinhos invadiu minha mente com a força de um soco. Eu me lembrava com clareza cristalina da primeira vez que segurara aquele pau, o peso, a textura da pele sobre a rigidez, a densidade. Lembrava do cheiro que emanava de seus pelinhos, do sabor de sua glande... E a porra... Deus, a porra.

Lembrava das três vezes que engolira, do calor espesso escorrendo pela garganta, do sabor poderoso que eu desgostava, mas que me fazia sentir usada e vitoriosa ao mesmo tempo. Só de recordar, meu corpo se retorcia no sofá, com um gemido longo escapando de meus lábios.

Meus dedos trabalhavam em meu clitóris em círculos rápidos, mas agora a fantasia era um caos bissexual. Eu via a mim mesma no centro daquela cama de veludo, com uma mulher lambendo minha buceta enquanto Carlinhos me fodia pela boca. Mas não bastava. Eu queria mais. Queria homens maiores, mais grossos, paus como os dos filmes, que me esticassem até o limite. Queria ser passada de mão em mão, de mulher para homem, de homem para mulher. Uma fome voluptuosa que não reconhecia gênero, apenas forma e função, apenas a promessa de ser preenchida, de ser usada. Eu não sabia que aquilo tinha um nome, mas o desejo era uma força da natureza, um terremoto destruindo as fundações da minha inocência.

Era cada vez mais claro. Eu não queria apenas explorar, queria me entregar. Queria ser uma putinha. A palavra ecoou em minha mente, não como um insulto, mas como um título, uma vocação. Da mesma forma como aquelas mulheres eram chamadas nos filmes: uma putinha exibicionista e devassa.

A ideia de ser vista, de ter olhares fixos em meu corpo enquanto era humilhada e devorada, me fez perder o fôlego. Eu queria que minha buceta virgem, ainda intacta, fosse rasgada, comida, possuída por um número incontável de homens e mulheres. Queria ser coberta de esperma, de sucos femininos, de suor. Queria gozar até desmaiar, enquanto todos assistiam. Meus dedos tentavam mergulhar fundo em minha entrada, sentindo a contração imediata de meus músculos, mas eu era impedida pelo hímen ainda intacto.

Eu me imaginava em um palco, sob uma luz forte, nua, enquanto uma fila de corpos se formava para me usar. A humilhação se misturava ao êxtase, criando um coquetel explosivo que me fez arquear as costas. O orgasmo veio como uma onda, mais intenso que o primeiro, uma convulsão que me sacudiu da cabeça aos pés.

Gritei muito alto, um som animal e sem palavras, uma visão de mim mesma sendo devorada por uma multidão piscando em sua mente. Quando a onda passou, eu caí de volta no sofá, ofegante, os olhos fechados, um sorriso de pura satisfação e determinação no rosto. A decisão estava tomada. Era apenas o começo…

Comentários (1)

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  • DaniTBT: Essa história está cada vez melhor. É impossivel nao ser verdadeira com esses detalhes.

    Responder↴ • uid:2sosh15noqr