Papai é pervo no telegram 4 - No quarto do papai
Depois de baterem uma juntos por Telegram, Pedro acorda e toma coragem de ir no quarto do pai fazer o que sempre quiseram ao vivo.
Pedro acordou com o cheiro ainda grudado na pele.
A cueca preta que ele tinha usado na noite anterior estava jogada no chão ao lado da cama, o tecido rígido em alguns pontos, o cheiro forte de porra seca misturado com suor. Ele tinha gozado nela depois que o pai mandou a última mensagem, e não tinha trocado. Agora, de manhã, o cheiro estava mais pesado, quase doce, e o pau já estava semi-duro só de sentir aquilo no ar.
Do outro lado da parede o apartamento estava quieto. Rogério não tinha saído. Pedro pegou o celular. Eram 10:17 de domingo.
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Rogerio, [27 de julho de 2026 às 10:18:03]:
Acordei com a cueca que você deixou na minha cama ainda do lado do travesseiro.
Tá com o cheiro da porra dos dois.
Dormiu bem, filho?
Novinho, [27 de julho de 2026 às 10:18:41]:
Dormi mal. Fiquei com o cheiro da minha também.
Não lavei.
Rogerio, [27 de julho de 2026 às 10:19:22]:
Bom.
Eu também não.
A porta do quarto do pai tá entreaberta.
Vem tomar um café comigo. Ou só vem. Seu pai tá te esperando.
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Pedro leu a mensagem três vezes. O pau latejou dentro da cueca suja. Ele se levantou, não trocou de roupa, só puxou uma camiseta frouxa por cima e atravessou o corredor descalço. O cheiro da própria porra subia a cada passo.
A porta do pai estava mesmo entreaberta. A luz da manhã entrava pela janela, clara demais para o que estava acontecendo. Rogério estava sentado na beira da cama, só de cueca preta — a mesma que Pedro tinha deixado dias atrás e que ele mesmo tinha gozado em cima na noite anterior. O tecido estava marcado, manchas escuras e claras misturadas, o cheiro forte no quarto inteiro. O peito nu, os pelos um pouco bagunçados, o volume já evidente dentro da cueca.
Ele olhou pro filho e falou baixo, com a voz de quem manda sem precisar gritar:
— Entra e tranca a porta, Pedro.
Pedro trancou. Ficou parado perto da porta. O cheiro das duas porras se misturou no ar.
Rogério bateu de leve no colchão ao lado dele.
— Vem cá. Senta perto do pai.
Pedro sentou. O colchão afundou. O cheiro da cueca do pai invadiu o nariz de perto. Rogério não tocou nele de imediato. Só ficou olhando de lado, a voz calma, paternal, quase casual demais pro que estava no ar.
— Você ficou com a cueca suja a noite toda, né? Eu também. Dormi com ela do lado do rosto. Acordei duro pensando no meu filho. Fiquei imaginando se um dia a gente ia conseguir estar no mesmo quarto sem precisar do Telegram… e com o cheiro ainda fresco.
Ele passou a mão pela própria coxa, por cima do tecido manchado, e o volume ficou mais claro.
— Me conta uma coisa, filho. Sem pressão. Você já fez alguma coisa com outro cara? Além de se tocar sozinho?
Pedro sentiu o rosto esquentar, mas o pau já estava completamente duro dentro da cueca suja.
— Só… punheta. Duas vezes. Com o mesmo amigo. A gente batia junto olhando porno e gozava um no outro. Mais nada. Nunca chupei. Nunca lambei. Nada além da mão.
Rogério soltou um som baixo, quase um gemido contido, e balançou a cabeça devagar.
— Brotheragem de mão. Clássico. Seu pai também começou assim com um vizinho mais velho quando eu era criança. Mas tem mais coisas. Coisas que o pai ensina pro filho. Coisas que a gente faz sem precisar ir até o fim… ou que a gente decide ir até onde o filho aguentar. Coisas de quem ainda tá aprendendo.
Ele se virou um pouco mais, o joelho quase tocando o de Pedro, e falou mais baixo, olhando direto nos olhos dele:
— Eu vou te mostrar. Devagar. Do jeito que o pai acha certo. A gente pode só se tocar. Se chupar. Se esfregar. Ou… se o meu filho der vontade de sentir mais… a gente sente. Você continua no controle, mas quem ensina sou eu. Se der vontade de sentir a boca do pai no seu pauzinho… ou a sua boca no pau do pai… ou a gente se esfregando até gozar… ou qualquer outra coisa… eu tô aqui. Com a mesma cueca de ontem. Com o cheiro de ontem. E te chamando de filho o tempo todo.
Pedro não respondeu com palavras. Só assentiu, a respiração já mais pesada.
Rogério sorriu de canto, satisfeito.
— Então… tira a cueca. Devagar. Quero ver como tá o pau do meu filho depois de uma noite inteira com o cheiro.
Pedro levantou o quadril e puxou a cueca preta pelas pernas. O tecido estava rígido em alguns pontos, o cheiro forte. O pauzinho fino e rosado saltou, completamente duro, a glande brilhante de pré-gozo novo misturado com o resíduo da noite anterior. Rogério olhou por um longo segundo, a respiração mudando.
— Porra… continua pequeno. Continua exatamente como o pai imaginava. E ainda com o cheiro da porra de ontem…
Agora a minha.
Ele levantou o quadril e puxou a cueca manchada. O pau grosso, já duro, caiu pesado na coxa, veias aparentes, a glande avermelhada, uma gota nova se formando. O cheiro das duas porras se misturou mais forte no ar quente da manhã.
Rogério se aproximou, deitou de lado e puxou o filho pra deitar de frente pra ele. As pernas se encaixaram. Os dois paus se tocaram pela primeira vez de verdade, pele quente contra pele quente, o cheiro subindo entre os corpos. Rogério passou a mão grande por cima dos dois e os prendeu juntos, começando a masturbar devagar, esfregando um contra o outro, o pré-gozo novo misturando com o resíduo seco.
— Isso se chama frot. Brotheragem de verdade. Sente como o pau do pai tá quente no seu? Como o seu cabe quase inteiro na minha mão junto com o meu? E o cheiro… porra, o cheiro dos dois…
Pedro gemeu baixo, a mão apertando o ombro do pai.
— Sinto… porra…
Rogério acelerou um pouco, o polegar passando nas duas glandes, espalhando o líquido.
— Você gosta, filho? Pode falar pro pai.
— Gosto… muito.
— Bom. Então agora o pai vai te ensinar a segunda parte.
Ele baixou a cabeça, sem pressa, e passou a língua devagar na glande do filho, lambendo o pré-gozo novo e o gosto residual da noite anterior. Pedro arquejou, a mão foi direto pro cabelo do pai. Rogério lambeu em círculos, depois engoliu o pauzinho inteiro de uma vez, a boca quente e molhada descendo até a base. A língua girava enquanto ele chupava devagar, subindo e descendo, o barulho molhado enchendo o quarto iluminado pela manhã. O cheiro da cueca suja ainda pairava no ar.
Pedro gemia sem conseguir segurar, o quadril querendo subir. Rogério segurou o quadril dele com uma mão e continuou chupando, profundo, demorado, como se estivesse saboreando o gosto misturado. Depois soltou com um estalo úmido e olhou pra cima, os lábios brilhando.
— Agora você. Chupa o pau do papai. Não precisa engolir tudo de primeira. Só a cabeça. Usa a língua embaixo. Vai no seu tempo. E sente o cheiro… a gente ainda tá com o de ontem na pele.
Pedro ajoelhou entre as pernas dele. O pau grosso estava completamente duro, apontando pra cima, uma gota espessa escorrendo. Ele pegou com as duas mãos, aproximou o rosto e lambeu a gota. O gosto era salgado, forte, misturado com o cheiro da porra seca da cueca. Depois abriu a boca e engoliu a glande. Rogério soltou um gemido rouco e segurou a nuca do filho com carinho firme.
— Isso… assim. Mais língua. Boa, filho… você aprende rápido. Chupa mais fundo se aguentar…
Pedro chupou o que conseguia, babando, a mão subindo e descendo no que sobrava. O pau era grosso demais pra ir fundo, mas ele tentava, a garganta contraindo de vez em quando. Rogério gemia baixo, a voz embargada, os dedos no cabelo do filho.
— Porra… a boca do meu filho… quente pra caralho. Continua. Pode usar a mão junto. Sente como o pai tá duro só de ter você aqui de manhã… com o cheiro de ontem ainda…
Eles ficaram assim por um tempo longo: Pedro chupando, Rogério guiando com a mão no cabelo, às vezes puxando de leve pra ele olhar pra cima, a luz da manhã batendo nos corpos. Depois Rogério o puxou de volta pra cima, deitou de lado de novo e voltou a esfregar os dois paus juntos, agora mais rápido, o pré-gozo fazendo barulho molhado, o cheiro das duas porras antigas ainda presente.
— Sente… a gente quase gozando só com isso. Mas o pai quer mais hoje. Quero te ensinar outra coisa.
Ele parou de repente, virou de barriga pra baixo e abriu as pernas, o pau grosso preso entre o corpo e o colchão. Olhou por cima do ombro, a voz mais rouca, de pai mandando:
— Chupa o cu do papai primeiro. Lambe tudo. Enfia a língua. Depois… se der vontade… você pode enfiar. Devagar. Eu quero sentir o pauzinho do meu filho dentro.
Se você não quiser, a gente para. Mas se o meu filho der vontade…
Pedro hesitou só um segundo. O cheiro era forte, de sabonete, homem, pele quente e o residual da porra da noite anterior. Ele ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e aproximou o rosto. Passou a língua devagar na entrada, sentindo o músculo contrair. Rogério gemeu alto, o rosto enterrado no travesseiro.
— Isso… mais. Não tem pressa. Lambe em volta. Chupa. Enfia a língua fundo…
Pedro lambeu com mais vontade, a língua girando, chupando, enfim o máximo que conseguia. O gosto era intenso, diferente. Rogério rebolava pra trás, o pau balançando entre as coxas, a mão já batendo uma lenta por baixo.
— Porra… filho… continua… você tá me matando… eu sempre imaginei isso… a língua do meu filho no meu cu… de manhã… com o cheiro de ontem ainda no quarto…
Pedro não parou. Chupava e lambia, o queixo molhado, enquanto ouvia o pai gemer cada vez mais alto, a voz quebrando. Depois, sem dizer nada, ele se ajeitou melhor, pegou o próprio pauzinho duro com uma mão, alinhou a glande na entrada molhada de saliva e empurrou devagar.
Rogério soltou um gemido longo, quase um suspiro.
— Isso… devagar… entra… porra, que pauzinho quente…
Pedro empurrou mais, sentindo o cu do pai apertar em volta dele, quente, apertado, engolindo o comprimento curto até a base. Ele ficou parado um segundo, respirando, o peito contra as costas do pai, o cheiro das cuecas sujas ainda no ar. Depois começou a se mexer, devagar no começo, puxando quase pra fora e enfim de novo.
Rogério rebolava pra trás, encontrando cada estocada, a mão batendo no próprio pau com mais força.
— Mais… pode mais forte… fode o papai… usa esse pauzinho… porra… meu filho me comendo…
Pedro acelerou, as mãos apertando a cintura do pai, o quadril batendo com mais vontade. O barulho de pele contra pele encheu o quarto iluminado. Ele gemia baixo, o pau inteiro sendo engolido a cada movimento, o cu do pai contraindo e relaxando em volta dele.
— Toma… — murmurou Pedro, a voz embargada. — Toma o pau do seu filho… pedófilo… toma pau de adolescente...
Rogério gemeu mais alto, a mão acelerando no pau grosso.
— Isso… fala mais… me fode… eu sempre quis… sempre quis dar pra um moleque de 15 anos e dar pro meu próprio filho… porra…
Pedro estocava com mais força agora, o corpo inteiro tremendo, o prazer subindo rápido. O cu do pai apertava cada vez mais. Rogério gozou primeiro: o corpo tremeu, os jatos saíram fortes, molhando o lençol e a mão dele, o cu contraindo ritmicamente em volta do pau do filho enquanto ele gemia rouco, quase chorando de tesão.
— Toma… toma a porra do papai… com seu pau dentro do meu cu… porra… meu novinho…
O aperto foi demais. Pedro gozou logo em seguida, fundo, os jatos quentes enchendo o pai, o corpo travando, gemendo entre os dentes enquanto empurrava até a última gota. Ele ficou parado, enterrado, respirando pesado, o peito colado nas costas suadas do pai.
Quando finalmente saiu, o pauzinho saiu molhado, brilhando. Rogério virou de novo, o peito subindo e descendo rápido, o rosto vermelho, os olhos brilhando. Ele puxou o filho pra cima, deitou ele de costas e engoliu o pauzinho ainda sensível, chupando o gosto misturado dos dois, limpando com a língua. Depois subiu e beijou a boca dele, passando o gosto, a mão firme na nuca.
Os dois ficaram quietos um tempo longo, respirando, suor misturado, as pernas entrelaçadas, o cheiro das porras antigas e novas enchendo o quarto de manhã. Rogério passou a mão no cabelo de Pedro, os dedos pesados, de pai.
— Você foi bem. Muito bem.
Comeu o cu do pai de manhã… com o cheiro de ontem ainda nas cuecas.
Ele passou o polegar pelo lábio inferior do filho, ainda úmido, e sorriu de canto, a voz baixa e satisfeita.
— E eu adorei que você é pervo pra caralho, filho. Adorei que você gosta de me chamar de pedófilo enquanto me fode. Isso me faz gozar mais forte. Continua fazendo. Sempre que der vontade, fala. Eu quero ouvir.
Rogério puxou o celular que estava no criado-mudo, desbloqueou e mostrou a tela do Telegram aberta num dos grupos.
— E se você quiser… a gente também pode bater uma junto vendo os novinhos daqui. Eu abro as fotos e os vídeos, a gente se toca olhando, você me chama do que quiser e a gente goza junto. Do jeito que o pai gosta. Sem pressa. A porta do quarto continua aberta. Meu filho pervo pode pedir o que quiser.
Pedro não respondeu na hora. Pegou o celular da mão do pai e viu um vídeo de um adolescente botando seu irmãozinho pra mamar.
Pedro só assentiu, ainda ofegante, o gosto do pai ainda na língua, o corpo inteiro formigando, o cheiro das duas cuecas sujas ainda no ar.
Rogério puxou o lençol por cima dos dois. A luz da manhã entrava pela janela e a luz do celular mostrava os vídeos a Pedro, que já estava de pintinho duro de novo.
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