#Bissexual #Corno #Gay #Grupal

Fomos à terra visitar familiares e amigos íntimos dos quais tínhamos saudades!

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Miguel

São à volta de150km para irmos visitar familiares e amigos à nossa terra e regressamos no mesmo dia, mas desta vez convidaram-nos para lá passar a noite!

Quando eu decidi seguir a minha carreira profissional nesta agradável localidade, estava só na vida por motivos de divórcio, e já não estava sendo nada fácil estar muito mais tempo só!

Da minha zona, eu conhecia uma menina, ou melhor, mulher já feita, mas que sempre se manteve solteira e tal como mais tarde me disse, prezava muito a sua liberdade.

Sempre que eu ia à terra visitar a minha familia, aproveitava e ia também fazer-lhe uma visita, tomar um café, um lanche e com a continuação jantar e jantares passaram a ser habituais.

A cada vez... mais próximos íamos ficando, até ao dia em que a convidei a vir passar uns dias comigo e para grande surpresa minha, desde logo aceitou o meu ousado convite, ou assim, imaginara eu!

Foram sensivelmente quinze dias vividos com muita intensidade e experimentos tal como um casal na rotina do seu dia a dia.
Pela manhã eu ia trabalhar depois de tomarmos o pequeno almoço juntos, os beijinhos do até logo e a ansiedade que só os casais apaixonados sentem, nós estávamos vivendo isso em nossos sentimentos e carnes de desejo, enquanto aguardavamos pelo reencontro, ao final do dia.

Abraços e beijos melosos grudavam nossos corpos, nossos olhares falavam, nossos corpos pediam pelo mais insano do sexo e a Ana é fogo que nunca apaga!

Foi nestes dias que vivi com a Ana uma relação a dois de verdade e que eu conheci esta sua faceta de nunca estar satisfeita por mais sexo que tenha.
Não importa se está a ter prazer na penetração, em sexo oral que receba, que faça... nada disso importa, o que ela quer é sexo, e seja ele como for, nem que seja ter apenas um pénis fechado em sua mão, que ela já está feliz e a gozar como que meio realizada. E eu gosto disso!

Alguns dias depois de estarmos vivendo essa experiência a dois, perguntei-lhe se ela gostaria de continuar a viver assim a sua vida comigo, casar talvez, e a sua resposta deixou-me um pouco surpreendido;
---Dos homens que conheci até hoje, creio que serias um dos primeiros a considerar dentro dessa opção, mas ainda haveria alguns pontos a acertar. Em primeiro lugar, a minha liberdade quero sempre mantê-la, acima de tudo nunca admitiria que homem algum comandasse a minha vida! Estes dias que passámos juntos, são a melhor explicação para a relação que eu quero para mim, uns dias, semanas ou até meses para nós dois e depois ir uns dias para a minha terra, a minha vida, os meus amigos e quando viesse a saudade, mais uns tempos para nós dois, seria essa a relação que eu gostaria de ter por agora, responde-me a Ana!

Fiquei um pouco atónito com a forma de pensar da Ana, mas o certo é que eu sou uma pessoa que também prezo muito a minha liberdade, nunca fui ciumento e sou mesmo muito liberal também!
Será que a mulher com quem sempre sonhei, tem estado mesmo ali a meu lado e que eu não deveria mais deixá-la escapar!? É tentador, uma mulher que adora sexo sem preconceitos, paranóias ou tabus, que sabe o que quer e que é mulher para me acompanhar ou ser cúmplice em todos os meus devaneios, somando!

Abraço forte a Ana, beijo-a muito apaixonadamente e digo-lhe ao ouvido; tens homem minha loucura, é essa a relação que eu também quero!
Ali ficámos abraçados por uns bons momentos soltando e colando beijos de felicidade e desejos carnais que nos levaram à loucura sobre os lençóis já bem castigados pela doce noite, que ali acabara de ter lugar!

Desta vez os prazeres do sexo foram mais violentos, mais gozados, mais gritados, mais sentidos nos nossos seres que agora já se diziam de namorados, de uma relação de muita entrega, amor e de uma amizade que nunca poderia ser traída, pois a honestidade, seria a base de toda a nossa relação!

Dois dias depois, chegou a hora da Ana voltar à sua terra, de voltar ao trabalho, de voltar aos seus amigos e de começar a preparar tudo para vir viver comigo.
Todos os dias a saudade era trocada ao telefone, todos os dias começaram a haver assuntos importantes para falar, quero-te aqui!

No sábado seguinte, a Ana disse-me que ia sair com alguns dos seus amigos, jantar e depois sabe-se lá mais o quê!???
A minha cabeça não teve mais descanso, todas as hipóteses estavam em cima da mesa, mesmo sem ela ter alimentado muito a conversa.
Quanto mais a hora de jantar se aproximava, com mais ansiedade eu ia ficando e às tantas não resisti e liguei para ela.
Estava em frente ao espelho, disse preparando-se para se pôr bonita e que estava a pensar levar um vestido que eu lhe vira, com um decote bem caído arredondado, que deixava transparecer grande parte das suas maminhas sempre bem tesas e de aspecto durinhas.
Só isso já ressuscitava mortos, fora a racha que subia pela sua perna acima, até morrer à altura da sua virilha, que tirava do sério qualquer mortal.
Desliguei o telefone em pior estado do que quando tinha ligado, eu sabia o que ela queria dizer que nunca queria perder os seus amigos. Para a Ana, um só homem não basta!

Preparei-me também para ir jantar fora, sozinho, mas pelo menos ia distrair-me um pouco em vez de ficar em casa alimentando paranóias que mexiam com os meus sentimentos!

E fui, no momento em que ela me ligou a dizer que estava para sair.
Bebi um copo de um belo vinho ao jantar, bebi dois e mais para me anestesiar um pouco e pensar menos.

De volta a casa ainda decidi parar num bar onde era habitual encontrar-me com alguns amigos, ou não, o que importava era a diversão.
Estava o João com um sujeito que eu desconhecia sentados a uma mesa e logo me fez sinal para eu me aproximar.
Apresentou-me o Alexandre, um gajo bem parecido, sorridente, pleno de simpatias, convidaram-me a fazer-lhes companhia e a tomar um copo.

O João sabia da minha recente namorada, fez-me algumas perguntas e desabafava a situação com ele, quando a Ana me liga e disse que ia para casa da sua amiga Marta, com o Luis e o Jorge ouvir música e decerto lá passaria a noite com eles.
Eu também disse que estava com amigos e desejei-lhe muita diversão.
Eu sabia que ela iria ter sexo com um ou até com os dois, eu soube logo que iriam ser os meus primeiros cornos nesta relação, eu sabia no que me tinha metido e por alguma coisa que me custasse sentimentalmente, eu também sentia tesão por imaginar a minha querida a gozar com outro homem.
Começo por fantasiar o seu primeiro beijo, nos lábios do outro, a se beijada no pescoço e a gemer ele a tocar as suas maminhas, a desnudar o seu peito, a beijá-lo, mordiscá-lo, a passar a língua e aí o João chama-me à razão; --- o que se passa, de repente ficaste muito pensativo e eu explico-lhe o que se passa, a minha namorada vai foder com outro, acabou de me confirmar isso!
O João já sabedor do formato da nossa relação,
comenta; mas não é assim que tu queres?
É sim, mas não deixam de ser sensações muito fortes, é que tanto me dá tesão, como mexe com os meus sentimentos, é complicado, mas no fundo quero é que ela se divirta! Eles riram às gargalhadas!

Logo de seguida o Alexandre disse-me para eu ir buscar mais umas bebidas para nós três, pois queria ter uma conversa a sós com o João, e eu claro, fui numa boa nunca imaginando qual seria o tema de tal conversa tão a sós!

Quando me sento o João disse que o Alexandre nos estava a convidar para irmos até sua casa conviver um pouco, para assim eu também desobcecar da Ana em vez de ir para casa contar os minutos passar.
Certo, acho que é boa ideia e pouco tempo depois, já jogávamos bilhar em casa do meu novo amigo!

O João é gay e activo e eu ainda muito verde nesse tipo de relações, já tinha curtido uma vez com ele e não desgostei.
Então ele falou que quem ganhasse um jogo, poderia roubar uns beijinhos de quem perdesse e assim animariamos um pouco mais a festa.
Todos concordámos e logo entra a última bola no buraco, o Alexandre beija o João, encosta-me à parede e não tive como resistir a um doce e prolongado linguado dele.
( eu já tinha beijado uns dois homens, mas nunca tinha ficado muito convencido, talvez por causa dos pêlos da barba) mas desta vez com o Alexandre, senti-me flutuar, vagueei pelo espaço e ele reparou nisso!
Quando voltámos à mesa de bilhar ele disse que tinha um jogo de cartas muito excitante para jogar no bilhar e que eram jogadas em três fases. As M, as L e as XL.
Todos concordámos e para começar, os dois que mais pontuassem, tiravam uma carta do monte M.
Eu era o único que desconhecia o conteúdo das cartas, mas sem perguntas comecei a jogar.
Umas tacadas, mais uns goles de bebida e no final do primeiro jogo, tive que tirar uma peça de roupa, o João que ficou em segundo, beijou-me acariciando o meu peito e no final do montinho das primeiras cartas, M estávamos praticamente todos sem roupa, beijos, carícias, e exibição dos órgãos sexuais, surpreendendo-me o Alexandre com um toro bem grosso e que lhe tocava o umbigo.

As consequências das cartas L, eram mais ousadas: beijar e punhetar por alguns segundos, punhetar apenas, mamar por algum tempo também, fazer beijo grego e regras essas que eram sempre impostas a favor de quem pontuava mais.

A fase XL quase nem vale a pena falar, só quem pontuava mais dava a ordem para o que muito bem entendesse, ou ver os outros dois a fazerem sexo, a darem-lhe a ele o que pedia, ou fazer ao outros o que lhe desse na gana.

Eu tinha dois fetiches de há algum tempo e aproveitei para realizar um da vez que fui mais pontuado e duplamente fui penetrado. Doeu, mas levei minha fantasia avante.

Durante todo aquele tempo lidei muito bem com a situação da Ana, senti muita tesão quando imaginei ela a ser bem enterrada pelo seu ou seus amigos e imaginar os seus excitantes gemidos de prazer, mas nós ainda não tínhamos terminado, ainda nenhum tinha tido o seu merecido orgasmo.

Era a minha primeira vez com dois machos em simultâneo e para além da penetração dupla, eu tinha também a fantasia de ser penetrado por um, enquanto mamava noutro até ao fim e como já estava bem aberto, ponho-me de quatro e peço ao Alexandre me foder nessa posição até encher meu cuzinho de leite e ao João peço para se deitar à minha frente com uma almofada por baixo do rabo, para eu mamar nele, até jorrar leite na minha boca.
Com as estocadas dadas pelo Alexandre no meu traseiro, eu nem precisava de me esforçar para andar no vai vem na pica do João, apenas fechando os lábios que a mamavam toda de alto a baixo.

Os meus gemidos eram intensos, muito fortes que ecoavam pelas paredes do quarto em tom baixo e abafado pelo belo pau do João que atravessava a minha boca num vai vem cada vez mais rápido que eu já não mais conseguia controlar, apenas me restava agarrar-me bem à cama enquanto o Alexandre cada vez berrava mais alto para me dar as estocadas finais e o João começar a libertar o seu esporro bem no fundo da minha garganta e ejaculações finais já a pingarem pelos meus lábios abaixo!
Foi surreal!

Toda aquela excitação vivida naqueles momentos, mais flashes que iam e vinham ao imaginar por a Ana por defeito com os seus amigos, o meu pénis mantinha-se erecto como pedindo por favor que o aliviem de toda aquela carga que foi acumulando ao longo de todos aqueles jogos de prazer, sendo o seu pedido atendido pelos meus amigos que pegam nele com sabedoria e entre seus lábios a glande já bem rosada vão humedecendo enquanto que com as mãos nas cabeças dos meus amigos não os deixo mais fugir enxarcando seus lábios que se beijam, esperando pelos meus que também desejam saborear todo o néctar do meu prazer e assim ofegantes, caímos para o lado!

A noite já ia longa e os corpos suplicavam por descanso e toda a minha roupa caída, volto a juntar ao meu corpo e com dois beijinhos doces dos meus amigos me despeço, até uma próxima que já desejo!

Deito-me na cama com meu corpo a tresandar a sexo e assim adormeço, até que algumas horas após, sou acordado pelo ring ring do meu telefone. Era a Ana e ambos tínhamos muito para contar, mas primeiro precisava de um duche e de um pequeno almoço revigorante!

Já com as minhas forças restabelecidas, ligo então de volta à minha querida e cheio de curiosidade quero que ela me fale tudo de como fez de mim um corno manso, mas feliz.
Conta aí meu amor, o que é que se passou a seguir ao jantar de ontem, e ela começa;--- depois de várias opções em destaque, todos nós quatro decidimos ir para a casa da Marta ouvir música e falar.
O Jorge era o único do grupo que eu apenas conhecia de vista e não foi por acaso que a Marta o convidou para sair connosco.
Com o Luis e ela, passava-se exatamente o mesmo, apenas tinham tido uma troca de palavras por uma ou duas vezes e o desejo da Marta o conhecer melhor, levou-a a organizar assim uma saída de amigos, pois como ele é muito tímido, nunca tomaria a iniciativa em convidar a minha amiga para saírem apenas os dois juntos.
O certo é que resultou.
Quando chegámos a casa da Marta, sentei-me logo junto ao Jorge provocando-o quanto podia.
Ele não tirava os olhos de mim, dos meus atributos e não foi preciso muito para nos começarmos a beijar e a tocar no meu corpo e sabes como sou, não é preciso muito para me sentir toda molhada.
Só não havia forma era do Luís se atirar à Marta, por mais que ela se pusesse a jeito, nem mesmo depois dela o ter convidado a dançarem um pouco bem abraçadinhos.
Ao ver isso e toda descarada disse que adorava ver filmes eróticos e perguntei à Marta se ela não queria meter um a rodar na tv.
Ela percebeu a deixa e meteu no dvd um filme erótico com alguma estória e sexo bem explicito a rodar.
Se eu eu já estava toda excitada, imagina como fiquei e o Jorge também não estava para meias medidas.
O Luís lá começou a despertar e num cruzar de olhos a Marta cai em cima dele, beijando-o sem lhe dar tréguas e a partir desse momento, ele mudou como da noite para o dia.
Peço então à Marta se podia ir até ao seu quarto com o Jorge, talvez assim o Luís tivesse mesmo a certeza porque estavam ali e fui.

Propositadamente a porta do quarto ficou aberta e a primeira coisa que fiz foi tirar o pénis do Jorge para fora e sofregamente começar a mamar nele, mas logo tive que parar, pois já estava quase a jorrar na minha boca e eu queria na coninha também.
Ofereci-me para ele me lamber enquanto olhava para os olhos do Luís que estava na sala com a Marta, enquanto gemia e lhe oferecia minhas feições de prazer, enquanto a minha amiga já era penetrada meio à bruta por ele, libertando um gritinho forte de dor ou prazer, não sei, mas os gemidos continuaram cada vez mais loucos.
O Jorge também já se posicionava para me penetrar, pego no pau dele, meto-o entre os meus lábios vaginais e sem se fazer esperar, enterrou-o todo até o sentir bater bem fundo, para dar início a um vai vem desastrado, esporrando-se logo todo e eu a ver navios.
O Luís com a Marta, também durou muito pouco, e ela coitada, como eu a ver navios.

Sabes Miguel, há poucos homens bons na cama, a maior parte querem é despejar os tomates e mais não importa.
Mas sabes; chamei a Marta para o quarto e na cara deles demos prazer uma à outra num louco sexo oral e com um vibrador a ajudar, mas acho que mesmo assim, eles não entenderam bem porque fizemos isso.
No entanto ainda havia muita noite pela frente e já com os quatro no quarto, eu comecei a beijar e tocar o Luis e a Marta começou a curtir com o Jorge, talvez com esses trocadilhos e a quatro, houvesse mais loucura.

Eu queria que o Luís me fizesse sexo oral, mas parece que ele nunca tinha feito e parecia não ter vontade de experimentar.
Ainda o mamei, mas não se decidiu mesmo e acabei por dar também uma fodita com ele, tal como a Marta tentou dar com o Jorge, só que ele nunca mais endireitou.
Dissemos que queriamos dormir, eles sairam e começamos então a ter prazer uma com a outra, sucedendo-se orgasmos uns em cima dos outros.
Foi assim a minha aventura.
Gostaria de ter-te metido os palitos com um ou mais machos de verdade, mas para começar ficas assim, haverão outras oportunidades.

Eu também tenho algo para te contar e acredita que levaste com uns belos cornos!
A Ana nem queria acreditar naquilo que estava a ouvir ela também é bissexual como já deu para ver, mas a bissexualidade masculina deixa-a muito excitada, por várias vezes disse-me que daria tudo para participar numa troca de casais bissexuais, orgia ou fosse lá o que fosse e pela primeira vez pergunta-me se eu aceitaria estar com um homem na sua presença.
Eu adorava ter a oportunidade de poder oferecer-te isso, respondo, mas melhor ainda, seria participares também!
Ela ficou louca e comenta, só podes ser mesmo tu o homem da minha vida.
Para terminar apenas lhe digo; vamos tratar urgente de nos juntarmos de uma vez por todas, fomos feitos um para o outro, beijinhos!!!

Sensivelmente dois meses após, já tinhamos o nosso cantinho e começámos a planear a nossa primeira troca de casais, eu andava ansioso para ver a minha querida ser possuida por outro macho e sua esposa enquanto eu acariciava seu corpo e beijava seu lábios gemendo de prazer e quando muito se quer alguma coisa, ela costuma acontecer.

Pelas redes sociais, contactámos alguns casais e com os que nos pareceram mais promissores, marcámos encontros para tomar uns copos, nos conhecermos e com um deles em particular, fomos jantar e o desejo da troca durante a refeição, já se fazia notar nos olhares de todos nós.
Casal simpático, atraente e dava bem pra notar que a minha namorada queria comer o Jaime e abrir-se toda para ele.
Eu e a Catarina, também estávamos caidinhos um pelo outro e dali até um quarto de hotel, foi um saltinho e pela primeira vez, vejo o meu amor a deliciar-se no pau de um estranho!
Pouco se dormiu nessa noite que foi dedicada a muito sexo, muitos prazeres e orgasmos que nos deixaram exaustos, felizes e muito completos também.
Com esse casal viemos a ter outros encontros tanto na casa deles, como na nossa, eles completavam-nos!

Dois ou três meses após a Ana ter vindo viver comigo, fomos à nossa terra fazer algumas visitas à família e amigos que estavam deixando saudades.
Visitei a minha sogra, deixo lá a Ana com a sua mãe e fui visitar também família minha!

Já estava eu de regresso para ir ter com a Ana, quando ela me liga dizendo que estava num bar com amigos, para eu ir lá ter com ela e não a casa da mãe como tinhamos falado.

Com ela estava a sua amiga Carolina, mulher muito atraente que eu já tivera oportunidade de conhecer e desejar outrora, o seu marido Alfredo que eu nem sequer sabia da sua existência e o Roberto amigo comum a todos, menos eu que o desconhecia, mas já dele ouvira falar pela boca da Ana.

Depois de umas bebidas, o Alfredo e a bela Carolina dirigiram o convite a todos nós, para um churrasco ao entardecer, na sua casa, ( convenhamos que era Verão)
e o entardecer é às 20:00/ 21:00 horas.
E claro, como poderíamos recusar tal simpático convite!

Apesar de eles dizerem que não seria necessário comprar nada, eu e a Ana fizemos questão de ir comprar umas bebidas e uns acepipes mais, coisa pouca.

Pelo caminho a Ana contou-me a intenção do jantar.
Foi tudo engendrado pela Carolina, desde que ela te conheceu ficou encantada pelo teu charme e deseja muito passar uns bons momentos contigo, tal como eu já passei com ela e o seu marido Alfredo, enquanto o Roberto está por acréscimo, pois é um amigo que sempre me foi muito especial e um garanhão na cama, com um pau grosso e enorme e de quem já sinto muitas saudades.
Sinto-me novamente um grande corno, mas como já comentei antes, isso dá-me muita tusa!

Não houve mesa posta para ninguém, iamos tirando a carne do grelhador, poisavamos no pão e com um copo de tinto ao lado, assim nos íamos tratando, deliciando e cada vez mais enlouquecidos pelo álcool, versos tesão, os nossos comportamentos já iam passando dos limites para continuarmos dando espectáculo na rua e fomos para a sala, onde a farra prometia.
A Carolina e a Ana foram fazer uns cafés enquanto o Alfredo tratou de preparar uns digestivos, mais grogues fomos ficando, vergonhas e preconceitos não há mais. Ao som da música romântica que entoa pela sala a Ana abraça os seus amigos, os beija primeiro um a um de cada vez para de seguida num molhe nos juntarmos todos, mas são os lábios da Carolina que mais procuro me seduzem, apesar de nos provarmos a todos, o que deixou a Ana radiante ao ver-me beijar homem, sem algum preconceito entre todos nós!
A Ana dedicada aos seus amigos beijava-os, acariciava seus peitos, suas mãos desciam até encontrarem o que ela já estava desejando e deixando-se cair de joelhos com um em cada mão, vai libertando gemidos abafados que se misturam com a música, enquanto os seus amigos fixam seus olhares nos meus, para a Ana os vir substituir. Alguma coisa aqueles olhares me queriam dizer, mas não sei bem o quê, nem a Carolina me dava muito tempo para pensar.
Naquele momento já ela me tinha despido a camisa, as suas belas tetinhas já eu desnudara também e muito beijara e de joelhos à minha frente também se prosta, com o meu pénis bem apertado em sua mão enquanto o vai levando aos seus gulosos lábios que já libertam pingos de saliva da sua gulosura.

Segundos após disse para a Ana que ficasse com o seu marido e amigo, pois iria roubar-me dela para me levar até à sua cela.
Para cima da sua cama a atiro, dispo-lhe a pouca roupa que lhe resta, ajoelho-me no chão, pucho-lhe as suas pernas para cima dos meus ombros e da minha boca ela só irá sair quando eu deixar. Vais provar do meu XXL sexo oral!

Quando provei a coninha da Carolina ela já estava toda molhada, era outra Ana ou até talvez mais braza ainda, seus liquidos gemiam enxarcando todo o meu queixo, doces e quentes os sentia ao descerem pela minha garganta.
Nunca antes tivera mulher tão molhada assim!

Eu não lambia, eu chupava deliciosamente todo o seu néctar que ia gemendo da sua vulva que por vezes se contraía e abria para me oferecer nova lufadas de seus prazeres fortemente gemidos e não foi necessário muito tempo para toda ela se contorcer fechada em meus braços com gemidos alucinantes, tentando fugir à minha boca que teimava em não lhe dar folga, e só quando geme, por favooorr, é que lhe dou alguns segundos para se recompor e de imediato volto à carga.

Os gritos da Ana ali perto a levar com aqueles dois marmanjos também eram alucinantes e mais gana ou vontade me davam para dar prazer à esposa do amigo que também explorava o corpo da minha namorada com a ajuda do seu amigo Roberto.

Mais outro orgasmo provoquei à tesuda Carolina com a boca e caralho pede dentro dela.
Deitada à missionário de pernas bem abertas para me receber, faço-lhe a vontade, falho a vulva à primeira e em ânsias agarra no meu pau e geme como doida enquanto lentamente me vou enterrando por ela abaixo, fechando seus braços no meu pescoço e mais louca ainda geme seus lábios nos meus, balbucinando qualquer coisa que nem deu para eu perceber, ela estava fora de si!

Nesse momento entra o Roberto no quarto com a Ana ao colo, deixa-a cair na cama e sem tréguas penetra-a de imediato com o seu magestoso pénis, provocando-lhe um grito bem gemido que logo o marido da Carolina abafa, enquanto lhe atravessa o seu pau na boca, fechando-lhe a garganta enresinando-lhe os olhos e tossindo jactos de saliva.

Muita tesão aqueles comportamentos para com a minha querida me deram, descarregando toda ela na Carolina com movimentos precisos e apertos nas suas tesas maminhas que me provocavam pela sua beleza.

Tive que me controlar varias vezes para me vir, enquanto as nossas queridas libertavam orgasmos espamodicos rebolando-se e enchendo a casa de fortes gemidos.

O Roberto logo explodiu dentro da Ana com urros abomináveis entre estocadas mais fortes e aí não me consegui segurar mais e em sintonia com a Carolina, também gememos muito forte.

O Alfredo marido da Carolina bem teso e entusiasmado com toda aquela loucura, diz para ela; vira-te minha cabra quero rebentar-te o cu como uma bela puta merece e dá-lhe à bruta como ela gosta!

Abracei forte a Ana, beijei-a com todo o carinho que sinto por ela e saboreio a sua coninha enxarcada pelo Roberto!

Ficámos bem juntinhos descansando sobre os lençóis que testemunharam absolutos prazeres em silêncio absoluto, apenas os nossos corações se ouviam bater, mas apenas por meros momentos, pois elas queriam mais, e com três pénis murchos à sua volta, elas dão início a uma dança de prazer entre as duas.
Hora uma por baixo, hora a outra beijam-se com muito carinho, tocam-se, gemem em sintonia e dão início a um belo 69.
Logo começo a sentir-me excitado e a desejar ter mais sexo, olho para o Alfredo e Roberto que também já não conseguiam mais esconder a tesão.
A Ana e a Carolina, param e segredam uma com a outra por breves momentos, até que a Carolina ergue a sua voz e pergunta se estamos a gostar de as ver a curtir, e claro
todos em uníssono respondemos a uma voz; claro que sim, só não vemos a hora de entrar na brincadeira.
A Ana verbaliza o seu fetiche de há muito tempo; nós também gostaríamos de ver homens a curtir uns com os outros.
Ficámos em silêncio por momentos olhando-nos, e isso disse tudo.
Começo por acariciar o enorme pénis do Roberto que estava mais próximo e o beijo enquanto o Alfredo se junta a nós e o beijo a três é sempre muito excitante.
Continuei segurando o pau do Roberto, até o entregar à minha boca e pego no do Alfredo enquanto eles se continuam beijando.
As nossas queridas pararam tudo e apenas observavam o espectáculo que se desenrolava pela primeira vez aos seus olhos e apenas se beijavam por vezes, tocando-se sem tirar os olhos de nós.
Mas a Ana queria ver mais acção, dirige-se ao Roberto, beija-o e ordena-lhe que me penetre, muito desejava ela ver-me a ser bem enrabado e também ordena, que me ponha de quatro.
Para falar a verdade, eu também desejava sentir tal monstro rasgando minhas entranhas.
Ela própria pega nele e o molha em sua boca, saliva o meu buraquinho, guia o pau do Roberto até o encostar em mim, e diz ao Roberto para empurrar.
Comecei logo a gritar de dor enquanto a Ana o beijava e o motivava a metê-lo todo, ela estava a adorar ouvir-me gemer.
A Carolina desliza o seu corpo por baixo de mim para me mamar e acariciar, enquanto meus líquidos pré orgasmicos, corriam em fio sobre a sua boca.
A Ana e o Alfredo também gozavam um com o outro, apercebo-me quando a minha esposa leva uma enxurrada de leite na boca e com mais tesão fico, o Roberto começa a dizer que não aguenta muito mais e que se vai vir na minha boca, nesse momento não resisto mais e muito esperma escorre para a boca da Carolina que se ergue um pouco para não perder nada, o Roberto já não aguentando mais, também sai de mim, tira o preservativo, levanta a minha cabeça puchando-.me pelo cabelo, deu mais duas ou três estocadas e toda a sua enxurrada, varre a minha língua, até sentir um salgadinho escorrer-me garganta abaixo, e voltámos a cair sobre os lençóis, aos beijinhos saboreando todos aqueles loucos prazeres!

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