Dudinha: pagando boquete pro vizinho
— Ajoelha — ele falou com voz firme, grave e sem variação, um comando direto que me pegou de surpresa, mas que eu obedeci na hora, o coração quase saindo pela boca enquanto eu ia agachando devagar na frente dele, os joelhos tocando o piso frio do escritório, olhando pra cima pra ver a expressão neutra dele, sentindo uma vulnerabilidade deliciosa, meu pau agora completamente duro e pressionando a calça, o cuzinho contraído de tesão.
— Isso — ele disse curto, voz pausada, sem elogio extra, só confirmando o quão é tarado, e eu sorri por dentro, a malícia crescendo, sabendo que eu tinha iniciado a provocação mas agora ele estava no comando, e aquilo me deixava ainda mais excitado, pronto pra ver até onde ia.
Tirei a expressão sorridente do meu rosto por alguns instantes, sentindo um misto de choque e tesão puro ao ver Aloysio abrir o zíper da bermuda jeans com um movimento rápido e prático, sem hesitação, tirando o pau pra fora. Meu coração batia forte no peito, ecoando nos ouvidos, enquanto eu reparava que ele nem estava de cueca por baixo, a rola preta pulou pra fora, dura e reta, uns 19cm de comprimento, grossa na base, com veias levemente marcadas e alguns pelos pretos densos na virilha, não depilada mas aparada. O cheiro masculino, forte e natural, subiu até meu nariz, me deixando ainda mais agitado, o pau dele balançando levemente a centímetros do meu rosto. Rapidamente, voltei a sorrir, a malícia voltando com força, porque eu queria aquilo mais do que admitia, o contraste da pele escura dele com a minha branquela rosada me excitando absurdamente.
— Uuuh... Safado... — sussurrei, sorrindo pra ele, os olhos azuis fixos nos dele por cima dos óculos de grau redondo, sentindo uma onda de deboche e desejo, como se eu estivesse no controle mesmo ajoelhado.
Levei minha mão esquerda até seu pau, envolvendo a base com os dedos, sentindo o calor pulsante e a rigidez, e comecei a tocar uma punhetinha pra ele lentamente, subindo e descendo o punho com movimentos suaves, o pré-gozo já lubrificando a pele escura, fazendo um som leve de "shlick-shlick" a cada ida e vinda. Meu próprio pau babava mais na cueca, molhando a calça moletom branca, e eu sentia o cuzinho piscando sem trégua.
— Vagabundo — ele murmurou, voz grave e carregada de desprezo fingido, os olhos semicerrados, olhando cada reação minha, a malícia dele evidente na forma como ele me testava, sabendo que eu ia obedecer apesar do sarcasmo.
— Uis.. tá bravo comigo é? — perguntei sorrindo, batendo uma punheta mais ritmada agora, o "shlick-shlick" ficando mais audível no silêncio do escritório, sentindo o tesão dele crescer na minha mão, o pau latejando forte, enquanto eu mantinha o deboche para mascarar o quanto eu estava louco por aquilo, o coração acelerado e o suor começando a brotar na minha testa.
Comecei a bater o pau contra a minha bochecha rosada, um "tap-tap-tap" leve e úmido ecoando cada vez que a cabeça grossa tocava minha pele, olhando pra cima, o encarando com olhar debochado por cima dos óculos de grau redondo, os lábios entreabertos em um sorriso sarcástico, sentindo a malícia mútua no ar, eu provocando com o gesto, ele controlando com o silêncio, o pré-gozo deixando uma marca molhada na minha bochecha.
— Mama, anda — Aloysio murmurou com aquela voz firme, sem elevar o tom, botando uma de suas mãos sobre minha nuca, os dedos apertando levemente o cabelo loiro, guiando minha cabeça pra frente, a frieza dele me excitando mais, porque era exatamente essa autoridade rígida que eu desejava, mesmo odiando suas ideias conservadoras.
— Pera, calma... — disse rindo, afinando a minha voz de propósito para soar mais provocador, sentindo um frio na barriga de inexperiência misturado com tesão puro, porque eu nunca tinha pagado boquete antes, só recebi, via em vídeos também, mas eu queria tentar, o corpo todo tremendo levemente de expectativa.
Então nem sabia ao certo como fazia isso direito, mas comecei a beijar a cabeça do pau dele, pressionando os lábios macios na glande inchada, passando a língua ao mesmo tempo em círculos lentos, lambendo o pré-gozo salgado que escorria, um "lick-lick" suave e molhado, enquanto o encarava sorrindo, os olhos azuis travados nos dele, sentindo o gosto forte e masculino na boca, o que me deixava ainda mais duro, o cuzinho contraído de desejo.
— Hmm... Que gostinho bom... Hm — soltei enquanto lambia a cabeça daquele pau preto e duro, a língua rodando devagar, provando cada gota, o som úmido de "slurp-slurp" começando a se formar, o tesão me fazendo esquecer qualquer dúvida, só querendo mais daquela dominação fria dele.
O pau de Aloysio começou a ficar mais molhadinho, escorrendo pré-gozo em fios grossos, pingando na minha camisa cinza clara e na calça moletom branca, deixando manchas escuras, enquanto eu lambia tudo, o cheiro dele preenchendo o ar do cômodo.
— Moleque viado — ele disse com tom carregado de tesão, voz rouca agora, os dedos na nuca apertando mais firme, a malícia dele transparecendo na agressividade verbal, como se ele estivesse punindo minha provocação inicial.
— Mama logo, vagabundo — ele insistiu, empurrando levemente minha cabeça pra frente, o comando direto me fazendo obedecer sem pensar duas vezes, o coração martelando no peito.
Decidi obedecer, seguir em frente. Engoli metade do pau dele de uma vez, sentindo a grossura esticar meus lábios e encher a boca, o gosto salgado se espalhando na língua, e comecei a fazer o que as meninas faziam nos rolês que eu tinha tido, só que do meu jeitinho, mamando devagar a rola até a metade, subindo e descendo a cabeça com movimentos ritmados, um "slurp-slurp-gluck" úmido e barulhento ecoando pelo escritório pequeno, ouvindo Aloysio começar a grunhir de tesão, um "grrr-grrr" baixo e controlado saindo da garganta dele. Olhei pra cima, e dei uma risadinha pelo nariz, o deboche ainda ali apesar da boca cheia, sentindo o suor escorrer pelo meu rostinho rosado, gotas pingando da testa.
— Mmmm... Mmmm... Mmmm... Hmmm... — soltava alguns gemidos abafados enquanto chupava a rola preta, soltando risadinha pelo nariz entre as sugadas, o barulho molhado de "pop-slurp" quando eu tirava um pouco pra respirar, suando o rosto inteiro agora, o tesão me fazendo ir mais fundo a cada vez, o cuzinho piscando forte em resposta.
— Isso, mama pica, vagabundo — Aloysio murmurou, em tom agressivo, segurando minha cabeça com a mão, guiando o ritmo, os dedos enfiados no meu cabelo loiro, a frieza dele virando puro controle sexual, grunhindo mais alto com cada "gluck-gluck" que eu fazia, a malícia dele evidente no jeito como ele me usava, e eu amando cada segundo daquilo, o pau meu babando na calça.
Começo a mamar todo o pau agora, engolindo o comprimento inteiro até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, me babando todo, a saliva misturada com pré-gozo escorrendo pelo canto da boca e pingando no chão do escritório, um "gluck-gluck-slurp" molhado e contínuo preenchendo o ar. Meu nariz roçava nos pelos da virilha dele a cada descida, o cheiro forte de pau, suor masculino, pele quente, me deixando excitado, o tesão misturado com uma leve falta de ar que fazia meu pau latejar na calça moletom branco, babando cueca adentro.
— Uhmmmm..... Uhmmmmm... Guuhb.. gluuf — eu engasgava, soltando gemidos abafados, respirando ofegante pelo nariz, os olhos azuis lacrimejando um pouco enquanto tentava manter o ritmo, o deboche interno virando puro desejo, porque eu amava a sensação de ser usado assim, mesmo com a inexperiência me fazendo tossir levemente entre as sugadas.
— Toma aí, sua academia — ele disse, em tom agressivo, me insultando com aquela voz firme, me punindo, a malícia dele evidente no jeito como ele curtia o controle, grunhindo baixo de prazer.
Ele me forçou a mamar mais rápido com uma mão sobre minha nuca, empurrando minha cabeça pra frente e pra trás, ditando o ritmo sem piedade, o pau escorregando mais fundo a cada investida, pulsando na minha boca.
— Glub, glub, glub — eu soltava enquanto pagava boquete pra aquele pau preto, sentindo o cheiro de pau no ar se intensificar, misturado com o suor do meu rosto, o "slurp-glub-slurp" ecoando.
— Isso, mama piroca, fdp — ele disse num tom super agressivo, voz rouca e carregada, os grunhidos dele ficando mais frequentes, como se ele estivesse se vingando das minhas provocações ideológicas passadas via WhatsApp ou nos churrascos, aquela visão conservadora dele agora se traduzindo em dominação, e eu adorando cada insulto, porque aumentava o contraste com meu lado progressista.
Mamava forte e rápido, sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto rosado, a face toda corada e suadinha, gotas de suor pingando da testa e misturando com a baba na boca, os óculos de grau redondo embaçando levemente, mas eu não parava, o tesão me impulsionando apesar do desconforto na garganta.
Até que meu celular tocou no bolso da calça moletom, o toque vibrando contra minha coxa grossa. Imediatamente interrompi o boquete, tirando o pau da boca com um "pop" úmido, saliva escorrendo pelo queixo, e puxei o celular do bolso, vendo o nome da minha mãe na tela. Nem argumentei com Aloysio, já coloquei o celular no ouvido, mas continuei batendo uma punheta pra ele com a mão livre, subindo e descendo o punho devagar no pau molhado, o "shlick-shlick" leve continuando no fundo.
— Mãe? — perguntei um pouco ofegante, tentando controlar a respiração acelerada, o coração ainda martelando do tesão interrompido.
"Onde você tá? Preciso sair pra resolver uma coisa agora. Você tem que ficar com a Isabella" — ela disse do outro lado, voz prática e urgente.
Puts, logo agora ela tinha que sair. Eu teria que ficar em casa cuidando da minha irmã mais nova, que não podia ficar sozinha em casa. Meu pau ainda duro, babando, mas a realidade era mais dura ainda.
— Tô na casa do Aloysio, ele tá me ajudando com um projeto da escola — digo, um pouco ofegante, tentando não transparecer na ligação, mas sentindo o suor escorrer mais pelo rosto, o ar do escritório agora carregado de cheiro de sexo.
Enquanto isso, Aloysio forçou meu rosto contra seu pau de novo, empurrando a nuca com a mão, sinalizando que queria que eu continuasse o boquete, o pau latejando na minha cara, pré-gozo pingando no meu óculos. Senti uma onda de malícia dele, como se ele curtisse o risco, me testando pra ver se eu obedecia mesmo com a mãe no telefone.
— Pera lá... — me afastei do pau, sussurrando pro Aloysio com tom de voz meio afeminada, rindo baixo pra disfarçar o tesão, mas mantendo a mão na punheta ritmada, o "shlick-shlick" abafado.
"Oi? Eduardo?" — minha mãe interrogou na ligação, percebendo a pausa estranha.
— Eu já tô indo — digo um pouco estressado, bufando levemente, o tesão frustrado misturando com irritação, — só vou terminar de arrumar as coisas e já volto — completei, tentando soar normal, mas a voz saindo um pouco rouca.
"Tá bom, amanhã você pode continuar com os estudos. Pergunta pro Aloysio se ele tá disponível outro dia" — ela falou calmamente agora, sem desconfiar de nada, só focada na logística da casa.
— Tá, vou perguntar — digo, tocando uma punheta mais rápida pro Aloysio, botando a cabeça do pau dele na minha boca de vez em quando pra lamber rápido, um "slurp" sutil entre as frases, sentindo o gosto salgado na língua enquanto falava, o risco me excitando ainda mais, mas sabendo que tinha que parar.
"Ok, era só isso, volta rápido que preciso sair" — ela falou e desligou, o bip cortando a ligação.
Guardei o celular no bolso da calça moletom branca, ainda com a mão esquerda no pau dele, olhando pra cima com um sorriso sarcástico, o rosto todo molhado de baba e lágrimas, sentindo a frustração do momento interrompido, mas já pensando na próxima vez, porque aquilo só aumentava o tesão acumulado, uma malícia interna crescendo enquanto eu via o desejo no olhar de Aloysio, que ainda estava com uma mão na minha nuca, apertando levemente como se não quisesse me soltar, os olhos fixos nos meus.
— Eu vou ter que ir agora, minha mãe tem que sair e alguém tem que ficar com a minha irmã — digo calmamente, mas profundamente irritado com isso, bufando baixo, o tesão frustrado virando uma raiva misturada com desejo, porque eu queria continuar ali, ajoelhado, sentindo o controle dele.
— Puta que pariu — ele reage, voz grave e aborrecida, soltando a nuca e passando a mão na cabeça, o pau ainda duro balançando na minha frente, um sinal claro da malícia dele, frustrado mas não surpreso, como se ele soubesse que eu ia voltar pedindo mais.
— Pois é — respondo rindo pelo nariz, ainda segurando a pica dele na mão, dando uma punheta lenta e provocadora, o "shlick-shlick" úmido ecoando de novo, sentindo o latejar dele na palma, o pré-gozo lubrificando tudo, meu próprio pau latejando na cueca, babando mais com a ideia de adiar mas não parar.
— Posso vir aqui amanhã, você tá disponível? — pergunto, mantendo o tom leve, mas por dentro ansioso, querendo marcar logo pra não perder esse embalo.
— Não, vou trabalhar fora uns dia, só volto sábado agora — ele fala com certo aborrecimento por conta dos compromissos dele, voz pausada e firme, como sempre, mas com uma ponta de irritação que me excitava, porque mostrava que ele queria mais tanto quanto eu.
— Puts... — solto, fingindo decepção, mas já calculando a sacanagem que poderia rolar no fim de semana. — Mas sábado eu posso vir, quem sabe, né? — solto uma risada boba, ainda segurando a pica dele, apertando levemente a base pra provocar, sentindo o calor pulsar na mão.
— Certo, falo contigo depois — ele responde curto, acenando com a cabeça, mas sem soltar o olhar do meu, a malícia evidente no jeito como ele me media, sabendo que eu ia obedecer antes de ir.
Concordo balançando a cabeça, enquanto levanto devagar, soltando o pau dele e esticando as pernas, sentindo o joelho doer um pouco do piso frio, mas o tesão ainda forte no corpo todo, o cuzinho piscando involuntariamente.
— Ei, vai a onde? — ele pergunta com tom aborrecido, voz grave ecoando no escritório, me pegando pelo braço esquerdo com firmeza, não deixando eu me afastar totalmente.
— Pra casa, né — respondo, virando o rosto pra ele com um sorriso sarcástico, sentindo o puxão como um comando disfarçado, o coração acelerando de novo.
— Mas vou gozar na sua boca antes de ir, anda, ajoelha, me faz gozar na sua boca, viadinho — ele diz com tom safado e agressivo, empurrando meu ombro pra baixo, a frieza dele virando pura dominação, os olhos semicerrados de tesão acumulado, como se ele não aceitasse interrupção sem terminar o que eu comecei.
Eu dou uma risada baixa, me ajoelhando novamente sem resistir, o piso frio nos joelhos de novo, sentindo uma onda de excitação com a insistência dele, porque era exatamente isso que eu queria, ser forçado a terminar, mesmo com pressa. Seguro o pau dele de novo com a mão esquerda e começo a bater punheta pra ele, subindo e descendo rápido, o "shlick-shlick" molhado voltando, abrindo a boca e botando a língua pra fora, passando a cabeça do pau dele contra ela, sentindo o gosto salgado do pré-gozo na ponta da língua, um "lick-lick" suave e provocador.
— Vagabunda, bicha — ele murmurou grunhindo, voz rouca, os dedos voltando pra nuca, apertando o cabelo loiro, o tesão dele evidente nos grunhidos baixos, "grrr-grrr".
Fico passando a cabeça do pau dele contra minha língua por uns segundos, lambendo em círculos, até que engulo a cabecinha e faço bico com meus lábios, apertando forte em volta da glande, fazendo uma caretinha boba pra Aloysio, rindo pelo nariz e apertando seu pau com os lábios, sentindo o latejar dentro da boca, o deboche meu misturado com submissão, os óculos embaçando de novo com o suor.
— Cara de puta, seu vagabundo — Aloysio fala agressivo, acertando um tapa de leve no meu rosto rosado, o "tap" ecoando leve, mas enviando um choque de tesão pelo corpo, me fazendo piscar os olhos azuis e rir mais, porque o insulto me excitava, confirmando a malícia dele em me humilhar.
Começo a mamar o pau dele assim, fazendo biquinho, sem engasgar dessa vez, apertando forte com os lábios e sugando ritmado, um "slurp-slurp-pop" úmido, o cheiro de pau forte no nariz, saliva escorrendo pelo queixo de novo, sentindo as veias pulsarem na boca.
— Vou gozar, fdp, viadinho vagabundo — ele murmurou grunhindo mais alto, "grrr-uhh", a mão na nuca empurrando pra frente, o corpo dele tensionando.
Até que sinto o jato de porra grossa e quente explodindo dentro da minha boca, enchendo tudo de uma vez, o gosto salgado e amargo se espalhando na língua, jatos fortes um atrás do outro, "spurt-spurt-spurt", me fazendo engolir rápido pra não transbordar.
— Uhmmm... Hmmm... — solto gemidinhos abafados, olhos semicerrados, sentindo o calor descer pela garganta, o tesão me fazendo tremer os joelhos.
Retiro o pau da minha boca com um "pop" molhado, lambo a cabeça devagar, limpando as últimas gotas, com o pré-gozo e porra grudando no canto da boca, formando aquelas linhas viscosas que colavam da boca até o pau preto de Aloysio, esticando quando eu me afastava um pouco, um "drip-drip" caindo na camisa cinza clara.
Engulo toda a porra que Aloysio gozou na minha boca, sentindo o gosto forte ficar na língua, enquanto dou uma risadinha de deboche, olhando pra cima pra ele, o rosto corado e suado.
— Gostou, Alo? — pergunto batendo a pica amolecendo contra minha bochecha rosada, um "tap-tap" leve, sentindo a malícia voltar, provocadora, mesmo com a boca ainda sensível.
— Demais, vagabundo. Vai ter que fazer de novo, agora já sei que é um viadinho mesmo, não é só a cara — ele fala, voz pausada mas com tom satisfeito, guardando o pau na bermuda e fechando o zíper, os olhos fixos nos meus, a astúcia dele evidente, como se ele tivesse planejado me expor assim em algum momento.
Levanto devagar, fico em pé na frente dele, limpando o canto da boca com o dorso da mão, rindo do que ele diz, sentindo o pau meu ainda duro na calça, latejando de tesão não resolvido.
— Tenho cara, é? — questiono com tom irônico, ajustando os óculos no rosto, o deboche mascarando o quanto eu queria mais.
— Tem, ainda me pergunta isso? — ele diz, voz firme, sem humor agora. — Ainda vou comer esse seu cuzinho, pra te botar na linha.
Viro pra mesa, pego a minha mochila com o notebook dentro dela enquanto ouço ele me insultando sem filtro, as palavras ecoando na cabeça, meu pau pulsando forte assim que ouvi ele falar que vai comer meu cuzinho, uma onda de excitação subindo pelo corpo, o virgem apertado piscando de novo, ansioso pela ameaça.
— Uis... Acho que não vai hein — falo segurando a mochila no ombro, virando pra porta do escritório, girando a maçaneta pra sair, mas por dentro já imaginando o sábado, a malícia crescendo.
Aloysio vem atrás de mim rápido, e acerta um tapa forte na minha bunda sobre a calça moletom branca, o "smack" ecoando alto, a mão dele apertando por um segundo.
— AAr — solto um gemido manhoso, seguido de uma risadinha, virando o rosto pra ele, sentindo o ardor gostoso na pele, o tesão voltando com força.
— Puta — ele diz, ainda nitidamente carregado de tesão, voz grave, os olhos no meu corpo enquanto eu saio.
Eu saio do cômodo, vou andando pelo corredor curto, os passos ecoando no piso de cerâmica, até chegar nas escadas, vou descendo degrau por degrau, com Aloysio atrás de mim, sentindo o olhar dele na minha bunda...
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