Pronta para o vovô
Sempre fui o xodó de meu avô materno , sua única neta, meus primos têm muita inveja de mim. Meus presentes são sempre melhores que os deles, sempre que me veem junto com vovô eu estava agarrada a ele. Vovô não perdia uma oportunidade de me dar beijinho e não raras vezes, quando estávamos sozinhos trocávamos selinhos, tudo sem maldade e cresci achando tudo aquilo normal. Na tarde que soube que meu pai tinha saído de casa, me tranquei no quarto e me desmanchei em lágrimas e só abri a porta quando meu avô chegou e naquele dia senti o constrangimento de minha mãe ao me ver sentada no colo de seu pai chorando em seu ombro, só por um simples detalhe que eu não me apercebi e ela só me falou anos depois, vovô estava com a mão no meio das minhas coxas e de caceta dura. Com a separação de meus pais, vovô passou a se fazer mais presente em minha casa. No inicio do ano, em uma tarde de sábado, entrei na cozinha e meu avô estrava trocando um beijo na boca com minha mãe, mas achei que era só um selinho e não liguei, mas o dia que cheguei em casa e ouvi os gemidos de minha mãe a maldade logo veio a minha mente e colei o ouvido na porta do quarto e ouvi. "Isso papai, me fode, assim, lá no fundo desse cu que é só seu, hummm, vou gozar, vou gozar papai". Ali não havia margem para dúvidas, meu avô estava substituindo meu pai na cama de minha mãe. Por dias vivi aquele conflito, evitando os dois, até que em uma manhã chuvosa do mês passado, ao sair da escola, me deparei com vovô que me esperava com o carro estacionado bem de frente do portão. Sem graça com a surpresa, tive que aceitar seu convite para almoçar. Durante o almoço ele me interrogou e depois de sairmos o fiz parar na avenida da praia e falei para ele que sabia dele e de minha mãe, sem perceber que durante minha explosão que ele estava como sempre alisando minhas coxas e assim que parei de falar com os olhos no fundo dos olhos dele, recebi meu primeiro beijo de língua, durante o qual senti aquela mão escorregar e encostar na minha bucetinha, nossa chupei a língua de meu avô com toda a paixão que tinha por ele e esquecendo completamente minha condição de neta e enchi minha mão com aquele pinto grosso e continuamos a nos beijão e pela primeira vez senti seu dedo massageando minha buceta. Nossa evoluímos rapidamente de uma situação de avô e neta para uma situação de amantes e sem desfazer aquele beijo demorado passamos a gemer já tesudos. Meu avô deu uma segurada e falou: "Aqui estamos muito expostos e não podemos ir a sua casa porque sua mãe deve estar lá. Podemos ir para um lugar mais reservado". Já com a bucetinha encharcada balancei a cabeça positivamente e sem largar aquele cilindro duro, vi meu avô entrar em um motel. Assim que chegamos a suíte nos abraçamos e nos despimos ainda ali em pé e nus fomos para o banheiro e ali depois de muitos anos tomamos banhos juntos, desta vez com o macho me vendo como mulher e fomos para cama, onde deitei e meu avô deitou entre minhas pernas grudando sua boca em minha buceta, todos meus músculo passaram apresentar fortes espasmos a ponto de sentir que os músculos de minhas coxas tremiam nas orelhas de meu chupador e tive meu primeiro gozo, a coisa mais gostosa que eu tinha sentido em toda minha vida e como uma louca, dobrei meu corpo e abocanhei a piroca até encostar a cabeça grossa na minha garganta, saboreando aquela rola continuei tesuda recebendo uma esporrada na boca e a vontade de ser arrombada tornou-se incontrolável, sem dar tempo para que a pica amolece, me coloquei de cócoras em cima dela e a fiz de pincel na minha racha e não consegui parar até gozar novamente. Vovô me abraçou e cochichou no meu ouvido: "Hoje vamos parar por aqui, mas a hora que você achar que está preparada voltaremos". Ele me deixou em casa ainda cheia de tesão. No dia seguinte, conversei com uma farmacêutica, aprendi a tomar pílulas e já combinei com vovô, para ele me desvirginar no próximo domingo.
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