Seduzido pelo caminhoneiro
Minha adolescência foi em uma cidade muito pequena em um Estado carente de tudo e meu sonho era vir para um grande centro e tornar-me economicamente suficiente. Aos quinze anos com corpinho de doze, arrumei um emprego de frentista em um posto de combustível de estrada, fazendo amizade com muitos caminhoneiros e algumas putas que trabalhavam no trecho. Um desses caminhoneiros em particular que passava por ali toda semana me dava bastante atenção. Um fim de tarde, João estacionou seu caminhão no posto para passar a noite ali e não demorou para outro caminhão encostar e dele desembarcou uma daquelas mulheres, João vendo meu interesse pela puta se ofereceu para me pagar o programa, que seria o primeiro de minha vida, me empolguei e em minutos estávamos os três na cabine do caminhão de João. A mulher tinha uma prática louca, conseguiu chupar o meu pau e o pau de João ao mesmo tempo com os dois ajoelhados na cama da cabine. Empolgado com a chupeta, nem me dei conta de que o motorista alisava minhas costas e quando estávamos quase para gozar, João me abraçou e grudou sua boca em meu pescoço e eu gozei pela primeira vez na boca de uma mulher. Meu patrocinador pagou a profissional e ela foi conversar com outros motoristas para ver se conseguia mais algum freguês. Colocamos nossas cuecas e João passou a me mostrar revistas de mulheres peladas e depois de ver uma ou duas daquelas revistas, eu já estava de pau duro ouvindo as observações daquele homem experiente, foi quando ele abriu e passou a folear uma revista gay. Como eu estava bem excitado, aceitei a alisada que ele deu no meu pau ainda por cima da cueca, deixando-me mais louco ainda. Não demorou para ele abocanhar minha pica e chupa-la em uma chupeta tão boa quando a que a puta tinha feito para nós , durante a qual, deixei que ele puxasse minha mão e colocasse em seu pau, meio constrangido mas louco para gozar passei a masturba-lo e assim que enchi sua boca de porra, ele gozou na minha mão. Já estava bem escuro, mas mesmo assim, peguei minha bicicleta e fui para casa. No dia seguinte, o caminhão de João não estava mais no posto. Na semana seguinte, também no fim de tarde, novamente ele estava lá e assim que deu meu horário, tomei um banho e fui para a cabine do caminhão ver as revistas e naquela noite, já sem a mulher, passamos nos masturbar e o adulto querendo me ver gozar, caiu de boca na minha caceta que estava tinindo e enquanto me chupava, colocou o dedo na entradinha do meu cu virgem por instinto abri um pouco mais as pernas e vi o macho colocar o dedo na boca molhando-o com sua saliva e com muita destreza o introduziu em meu rabinho fazendo-me gozar pela primeira vez com minha argola mastigando um dedo. João muito gentil, limpou todo meu pau com sua língua, o que me agradou muito, deixando-me novamente com a caceta em ponto de bala. O chupador me colocou de ladinho e deu as primeiras pinceladas com a cabeça de sua rola no meu rego, me arrepiei todo. João percebendo o que estava acontecendo, me colocou de quatro, passou uma de suas mãos pelo meio das minhas pernas e iniciou uma deliciosa manipulação na minha pica e sem me avisar, usou a outra mão para abrir a parte de baixo de minhas nádegas e enfiou a língua em meu cuzinho, tremi de prazer, um tesão louco tomou conta de mim e naquele estado de delírio confessei: "Que delícia...". Gozei rebolando com aquela língua enfiada no cu. Vendo o estado do caralho de João duro como estava, em um ato impensado, caí de boca, descobrindo como é gostoso chupar um pau, caprichei, fiz todos os movimentos que tanto a puta quanto João tinham feito no meu pau, suguei a cabeça da pica, chupei as bocas, engoli até me engasgar e finalmente recebi o leite do caminhoneiro na minha boca. Nossa intimidade cresceu rapidamente a parte daquele instante. esfregamos nossos corpos nus e finalmente nos beijamos como casal, foi meu primeiro beijo de língua. Como já era muito tarde, dormimos os dois nuzinhos. Pela manhã vi meu macho pegar a estrada, louco para ir com ele. Na terceira semana, o caminhão foi estacionado bem no cantinho do estacionamento, tomei meu banho e esperei João sair do banheiro do posto nuzinho dentro da cabine. Assim que ele entrou, se livrou da toalha que cobria seu corpo da cintura para baixo e nos abraçamos, ambos com os cacetes duros e meu macho virou delicadamente meu corpo, colocando-me de quatro e tive certeza de que seria enrabado ao sentir o geladinho do gel sendo colocado em minha argola pelo dedo de João. Abri bem minhas pernas e me desesperei ao sentir aquela cabeçorra arrombando meu anelzinho, aquela dor intensa começou a ficar insuportável, peguei uma camiseta que estava jogada sobre a cama e coloquei entre os dentes e senti centímetro por centímetro a piroca abrindo caminho no meu canal anal e aquela dor começou a dar lugar a uma sensação gostosa quando meu fodedor começou a bombar devagarinho enquanto eu masturbava meu cacete, gozei assim que meu cuzinho dolorido recebeu sua primeira carga de porra. Durante as semanas seguintes, eu ficava na expectativa da visita de João, até que me tornei seu ajudante e amante, acompanhando-o em todas as viagens.
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Comentários (1)
Naeg_21: Que delicia, conta mais hehe
Responder↴ • uid:5pbav2a66ia