#Gay #Incesto #Teen

Flagrei meu tio fodendo o meu pai

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MCMLXVI

...vi meu pai sentar no pau, e descer rebolando. Aquele não era o meu pai, aquela rolona transformou ele numa verdadeira puta.

Bem, como comecei a falar no conto anterior, comecei a me aproximar do Nêgo.
Tínhamos entrado no segundo bimestre, e minhas notas em matematica não estavam boas. Disseram que ele era bom na matéria, então, solicitei sua ajuda.
Na tarde anterior, eu o chamei para ir lá em casa me ajudar.
_Tá bom Dudinha...eu almoço, e vou lá em seguida.
_Não Nêgo...tem muita coisa, vamos direto da saída da escola, você come lá em casa...
Ele não perdeu a oportunidade de brincar com isso.
_Olha aí pessoal...o Dudinha tá me chamando prá comer lá na casa dele.
Ele conseguiu inflamar os meninos, que começaram a dizer que também queriam. Eu apenas ri, e falei:
_Nossa Nêgo...como você é idiota...
No outro dia, saímos da escola, e fomos direto para casa. Meu pai ainda estava lá. Ele saía 13h30 para trabalhar numa fábrica.
Almoçamos, e fomos para os estudos, na mesa da cozinha.
Assim que meu pai saiu, Nêgo começou a ficar abusado. Aproveitando que estávamos sozinhos, ele deu uma raspada com o pinto no meu ombro. Fingi que foi casual, e deixei passar.
O pior é que o filho da mãe explicava bem, o problema era segurar os seus ímpetos.
Num dado momento, sua mão estava nas minhas costas, e foi descendo devagarinho, e quando me dei conta, ele já havia descido até minha bunda. Nessa hora, olhei bem para a cara dele.
_O quê que foi? Perguntou de forma cínica.
_Onde vai parar essa sua mãozinha? Perguntei.
O safado riu e disse que nem tinha percebido.
Nêgo foi três dias seguidos em casa, e em todos os dias, ele investiu contra mim. Eu até gostava da sacanagem dele, como falei antes, até queria conhecer outros pintos, mas não confiava nele.
No terceiro dia, ele foi mais assintoso, chegou a colocar a mão por dentro do meu short.
_Êta mãozinha atrevida que não para quieta. Falei.
Ele riu, e comentou:
_Ah Dudinha...eu tô tentando...vai que um dia seu coração amolece, e você deixa ela à vontade...
_É...quem sabe...só que hoje não é esse dia, pode ir tirando a mão. E me explica aqui, o que eu faço depois.
Ele tirou a mão da minha bunda, explicou, e falou que iria na cozinha pegar água.
Quando voltou, ele me encontrou de joelhos na cadeira, e na maior cara de pau, ele se encostou atrás de mim.
_Deixa eu ver como está indo o exercício.
O pau dele estava duro, e notei que era maior que o do Tuca. Fiquei com o corpo quente, e dei uma viradinha para que ele pudesse ver o exercício. Só que nisso, dei uma raspadinha com a bunda, no seu pau.
_E aí? Tá certo até aí? Perguntei.
Ele deu uma prensadinha na minha bunda, olhou, e disse "certinho".
Dei mais uma raspadinha ao me virar novamente, e terminei o exercício com ele colado no meu corpo.
_Terminei....tá certo?
Tomei mais uma bela encoxada, e ele me abraçou bem apertado.
_Tá certinho...parabéns...
_Tá...mas já pode me soltar agora, você está se empolgando...
_Kkkk...você é foda Dudinha, mas uma hora seu coração vai amolecer.
Já estava mole, mas resistia, ainda não confiava nele. Apesar de já estar ganhando alguns pontos comigo. Quando fomos brincar na rua, ele não fez essas "brincadeiras" comigo, nem fez piadinhas sobre as suas investidas em casa.
Combinamos de quando as provas se aproximassem, ele voltaria lá em casa para me ajudar novamente.
No final daquela tarde, ainda fui na casa do Tuca, e deixei ele foder gostoso meu cuzinho. Mas uma coisa eu não vou negar, em um dado momento, imaginei o Nêgo me fodendo.
Na semana que iriam começar as provas, meu tio, irmão do meu pai, veio passar uns dias em casa. Ele chegaria na segunda cedo e iria embora no sexta pela manhã.
Desde que eu me lembro, meu tio vinha todos os anos passar uns dias de férias do serviço, em casa. Ele ainda morava na mesma cidade em que nasceram, no interior de São Paulo.
Apesar disso, não tinha muito contato com ele, estudava pela manhã, brincava na rua até o início da noite, e tinha o hábito de dormir cedo, 20/21h.
Nesse pequeno período da noite em que ficávamos juntos, jantávamos, assistíamos a tv, e me lembro que ele conversava muito com a minha mãe, e eu achava engraçado o seu sotaque caipira.
Tio Antônio era mulato, assim como meu pai e tinha 42 anos, dois a mais que meu pai. Como em todos os anos, ele ficaria no meu quarto, dormindo no colchão.
Eu tinha criado o hábito de dormir pelado, e não mudei com a presença dele, até porque meu tio esperava meu pai chegar, só então ele ia dormir, e a essas alturas, eu já estava no décimo sono. Apenas deixava meu short embaixo do travesseiro, para que quando levantasse pela manhã, não precisasse desfilar pelado pelo quarto.
Bem, minha prova seria na sexta, e combinei com o Nêgo, para ele me ajudar, na quinta depois da aula.
Não sei o quê aconteceu na quarta à noite na escola, mas na quinta pela manhã, estava sem água, e por esse motivo, fomos dispensados depois do intervalo.
_E aí? Vamos lá agora? Perguntou Nêgo ao sair da escola.
_Agora não...de tarde. Meu pai e meu tio estão lá agora, devem estar assistindo tv...
_Hum safadinho...quer esperar eles saírem para ficarmos sozinho né? Ele falou isso e já colocou a mão na minha cintura.
Acabei rindo do jeito dele falar.
_Você é muito bobo...meu tio vai ficar a tarde toda em casa, hoje não tem suas brincadeirinhas..
O safado ficou fazendo carinha de dó, mas confirmou que iria em casa mais tarde.
Cheguei em casa, e olhando para cima, achei estranho a janela do quarto dos meus pais ainda estar fechada.
"Caramba...na semana ele dorme até tarde". Pensei.
Entrei em casa, e também achei estranho meu tio não estar na sala, quando saí para a escola ele já tinha acordado.
Ainda na sala, ouvi barulho na parte de cima da casa, vozes ou gemidos, o som saiu baixinho, não deu para identificar direito. Larguei as coisa no sofá, e fui devagarinho ver o que estava acontecendo.
Conforme fui subindo as escadas, fui identificando os sons, e eram gemidos e vozes, que vinham do quarto do meu pai. A porta estava entreaberta, e me aproximei bem devagar.
Quando olhei para dentro do quarto, quase tive um troço. Apesar de estar escuro lá dentro, dava para identificar. Meu tio estava deitado de costas na cama, e meu pai debruçado sobre ele. Enquanto meu tio dedilhava e lambia o cú do meu pai, meu pai chupava a rola do meu tio, e não era uma rolinha, a danada era enorme e grossona (só para antecipar a informação, um ano depois fiquei sabendo a medida, 23cm). Meu pai subia e descia a boca naquele mastro, engolindo mais da metade.
Assustado, estático, não sabia o que fazer, se ficava assistindo, se ia embora dali...estava confuso.
Em meio à minha indecisão, ouço meu tio dizendo:
_Tá bom....fica de quatro agora!
Meu pai obedeceu, empinou a bunda, e vi meu tio passando o dedo num potinho, e lambuzando o cú do meu pai. Depois ele passou esse negócio na sua rolona também.
Tio Antônio ficou pincelando a cabeça da rola no cú do meu pai, que não aguentou, e implorou:
_Vai Toninho...mete...mete...
Meu tio encaixou direitinho, e começou a empurrar. Incrédulo, assisti o cú do meu pai engolindo aquele mastro inteirinho, só ficaram as bolas de fora. Nesse momento, meu pinto ficou durinho.
_Uhhh...gostoso...ahhh...até hoje eu não acredito que mais ninguém comeu esse seu cuzinho Zé(José, meu pai). Disse meu tio, dando tapas fortes na bunda do meu pai.
_Ah Toninho...se não fiz antes, hoje é mais difícil, já imaginou se a Ivete(minha mãe) ou meu filho ficam sabendo? Eu não ia saber onde enfiar a cara...quando estou com muita vontade, eu dou um "jeitinho" kkk aí aguento te esperar até as próximas férias...
Eles falaram mais algumas bobagens, e meu tio passou a foder o cú do meu pai. Fiquei abismado em ver aquela tromba saindo quase toda, e entrando forte. Meu pai gemia e pedia mais, e meu tio não perdoava, socava sem dó. De repente, me vejo batendo uma punheta vendo os dois ali, na maior safadeza.
Meu pai gemia e gozava tão gostoso atolado na rolona, que cheguei a me imaginar ali, no lugar dele. "Será que eu ia aguentar?" Me perguntava.
Um tempo depois, meu tio voltou a se deitar de costas, e vi meu pai sentar no pau, e descer rebolando. Aquele não era o meu pai, aquela rolona transformou ele numa verdadeira puta.
Atolado, meu pai rebolava, subia, descia e gingava na vara, estava irreconhecível. Nessa posição, deu para ver que o pau do meu pai era grandinho, não igual ao do irmão, mas era um belo tamanho, tanto que quando meu pai descia na rola, seu pau dava umas chibatadas na barriga do meu tio. Ele gozou sentado na rola, espirrou porra até no rosto do meu tio.
Meu tio virou ele de costas na cama, ergueu suas pernas, e meteu com tudo, o barulho das bolas batendo na bunda do meu pai era alto. Por um bom tempo meu tio socou a vara sem trégua, até que anunciou o gozo.
_Vou gozar Zé....ahhh...vou gozar...ahhh...
_Goza meu irmão...pode gozar...ahhh...enche meu cú de porra...gozahhhh...
Meu tio grudou no corpo do meu pai e começou a se estremecer todo. Não vi direito, mas acho que meu pai gozou de novo.
Exausto, tio Antônio caiu na cama. Meu pai se virou, e abocanhou sua rolona melada de porra, e limpou tudinho.
_Melhor que isso, só no banho agora. Disse meu tio.
_É..vamos logo tomar banho, tenho que preparar a mistura do almoço para o Dú(eu, Eduardo).
_Ufa...hoje começamos tarde, amanhã tem que ser mais cedo, senão perco a viagem de volta. Falou meu tio.
_Assim que eles saírem, você vem para cá. Combinou meu pai.
E nessa hora, desci as escadas rapidinho, peguei meus materiais, e voltei para a rua.
Passei na doceria, e mesmo o dia não estando quente, comprei um sorvete, e fui para o banquinho da praça espairecer a mente, tentar processar tudo que tinha presenciado....

Comentários (1)

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  • Charconauta: Dá pra ver que a viadagem é de família, está no sangue.

    Responder↴ • uid:1d0uxqeuytfi