#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Pais 1

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Maquik

Eu me chamo Rodrigo, tenho 40 anos. Sou casado com a Patrícia, de 35, e temos uma filha, Amanda, de 16 anos. Éramos uma família normal, como tantas outras… até aquele Réveillon.
Viajamos para o litoral e ficamos numa pousada. Chegamos no dia 28 de dezembro. Os dois primeiros dias foram tranquilos: muito sol, praia e, claro, bebida. Só que eu e a Paty quase não conseguimos fazer sexo. A Amanda estava no mesmo quarto, com a cama de casal e a de solteiro bem próximas. Não tinha privacidade.
No terceiro dia a gente conseguiu uma rapidinha, mas não foi suficiente. O tesão só aumentava.
No dia 31 a festa foi intensa. Bebemos bastante, como era de se esperar. O clima entre eu e a Paty ficou cada vez mais quente. Ela adora provocar, sempre foi fogosa, e naquela noite não se continha. Eu ficava preocupado com a Amanda, mas a Paty só ria e dizia que não seria problema. Acho que era a bebida e o tesão falando mais alto.
Por volta das três da manhã voltamos para o quarto. A Amanda foi na frente. Eu e a Paty ficamos um pouco atrás. Ela não parava de me provocar, passando a mão no meu pau pelo caminho. Quando entramos, a Amanda estava no banheiro. Aproveitamos. A Paty se sentou na beira da cama, abriu meu short e me engoliu por alguns segundos. Paramos assim que ouvimos o chuveiro desligar.
Quando a Amanda saiu, a Paty foi tomar banho. Fiquei conversando com a menina. Ela estava de babydoll e penteava o cabelo de costas para mim. O tecido subia um pouco e as bochechas da bunda ficavam à mostra. Fiquei olhando sem conseguir desviar o olhar. Só percebi a Paty quando ela já estava parada na porta do banheiro, me observando. Ela deu uma risadinha e entrou de novo. Eu fiquei sem graça, mas o dano já estava feito.
Tomei banho logo depois. Saí do banheiro enrolado na toalha e me deparei com as duas deitadas na cama de casal, cada uma de um lado, luz apagada. Fui até o lado da Paty e fiz um gesto apontando para a Amanda. Ela riu baixinho e passou a mão por cima da toalha, bem no meu pau. Como a Amanda estava virada para o outro lado, deixei.
Não demorou. A Paty tirou minha toalha, segurou meu pau e levantou o lençol, me chamando para deitar entre elas. Vi que ela estava só de blusinha, sem calcinha. Deitei de barriga para cima. Ela se virou para mim e começou a bater uma bem devagar. Eu olhava para ela perguntando com os olhos se ela tinha enlouquecido. Ela só sorria. Depois passou a língua no meu ouvido e me beijou em silêncio.
Sussurrou:
— Olha pra lá…
Virei o rosto. Ela levantou o lençol devagar e me mostrou de novo a bunda da Amanda. O short estava enfiado no meio, mostrando bem mais as bochechas. Enquanto eu olhava, a Paty continuava a punheta e lambia meu ouvido, sem me deixar virar o rosto de volta.
Foi nesse momento que ouvimos a voz da Amanda:
— Que frio… me abraça, pai.
Meu coração gelou. Ela estava acordada. Eu estava nu, com o pau duro. Fiquei imóvel. A Paty, porém, começou a me empurrar para que eu virasse de frente para a filha. Olhei para ela e vi o sorriso mais safado do mundo.
Virei. Abracei a Amanda, mas mantive o corpo afastado para não encostar o pau nela. A Paty não perdeu tempo: me abraçou por trás, segurou meu pau de novo e voltou a bater. A situação me deixou louco. Queria avançar, mas me contive.
A Paty soltou meu pau e começou a acariciar minha coxa, depois minha bunda. Pela primeira vez ela tocou meu cu, massageando com o dedo. Fui sendo empurrado para frente sem querer. Quando o pau já raspava na Amanda, ela voltou a segurar nele.
O tesão estava alto demais. Acabei colocando a mão no peito da Amanda. Estava duro, o bico principalmente. Apertei. Ela apertou meu braço e soltou o ar. Apertei de novo. Ela moveu o quadril para trás e meu pau ficou encaixado entre as bochechas dela.
A Paty soltou meu pau e continuou massageando minha bunda e meu cu. A Amanda ficava se esfregando lentamente contra mim. Não aguentei. Gozei apertando o peito dela com mais força. Ela respondeu apertando meu braço com a mesma intensidade.
Ficamos quietos por alguns minutos. Depois me afastei. Olhei para a Paty. Ela já tinha virado para o outro lado. Não demorei a dormir.

Comentários (1)

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  • Zak: Sexo em família é o melhor que tem, delicia ZakViin chma

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